Eu e o Jardineiro
Fui pego no flagra recebendo uma mamada do jardineiro.
Leandro era um rapaz de 19 anos, alto e magro, com cabelos castanhos. Ele estava deitado na grama macia do quintal dos fundos da casa, vestindo apenas um short cáqui desbotado. Ao seu lado, o jardineiro Paulo, um homem moreno e musculoso, suava sob o sol quente enquanto aparava a grama com um cortador de grama.
Paulo era alguns anos mais velho que Leandro. Seu corpo bronzeado estava coberto apenas por uma regata branca e short azul. Ele tinha olhos castanhos profundos e um sorriso charmoso que sempre deixava Leandro nervoso.
Thiago, pai de Leandro, era um homem alto e bem-apessoado com cabelos grisalhos e olhos azuis penetrantes. Ele era dono de uma grande empresa e passava a maior parte do tempo fora, deixando Paulo como o principal responsável pela manutenção da casa e jardinagem.
Enquanto Paulo trabalhava, Leandro não conseguia tirar os olhos dele. Sempre que o cortador de grama passava perto dele, ele sentia uma faísca de excitação percorrer seu corpo. Ele imaginou Paulo tirando sua regata ensopada de suor, revelando seus músculos definidos. Sua imaginação se acelerou e ele sentiu seu membro começar a endurecer dentro do short.
Paulo notou o olhar fixo de Leandro e sorriu para si mesmo, sabendo muito bem o que estava acontecendo na cabeça do rapaz. Ele tinha notado os olhares de desejo antes e decidira aproveitar a oportunidade. Quando terminou de aparar a grama, ele se aproximou de Leandro.
"Está um dia quente hoje, não é?", perguntou Paulo, enxugando o suor da testa.
Leandro assentiu, sentindo-se corado. "Sim, muito quente."
Paulo se sentou ao lado dele na grama, perto o suficiente para que seus joelhos se tocassem. Ele colocou a mão no joelho de Leandro e começou a massageá-lo lentamente, subindo cada vez mais.
Leandro ficou tenso por um momento, mas então relaxou, entregando-se ao toque do jardineiro. Ele fechou os olhos enquanto Paulo massagem ia mais para cima, chegando perto da virilha. Leandro abriu as pernas instintivamente, dando a Paulo mais acesso.
Paulo sorriu e deslizou sua mão dentro do short de Leandro, envolvendo seu membro duro com os dedos. Ele começou a acariciá-lo lentamente, sentindo-o pulsar em sua mão.
Leandro gemeu baixinho, arregalando os olhos quando sentiu o toque íntimo. Ele olhou ao redor rapidamente para garantir que não havia ninguém por perto antes de se render totalmente às carícias do jardineiro.
Paulo continuou acariciando seu membro enquanto beijava e lambia seu pescoço e orelha. Leandro ofegou e gemia cada vez mais alto, sua excitação aumentando a cada toque. Ele abriu os olhos e viu Paulo olhando para ele com desejo, então se inclinou e o beijou intensamente.
Os dois começaram a se beijar apaixonadamente enquanto Paulo continuava acariciando o membro de Leandro. Eles rolaram pela grama, trocando de posição até que Paulo estivesse por cima, montado em Leandro. Ele tirou a regata suada e jogou-a de lado antes de descascar o short de Leandro, revelando seu membro duro e latejante.
Leandro ficou impressionado com o corpo musculoso do jardineiro acima dele. Ele passou as mãos pelo peito e abdômen definidos enquanto Paulo beijava e chupava seus mamilos endurecidos.
Paulo desceu pelo corpo de Leandro, distribuindo beijos e mordidas leves pela pele macia até chegar ao membro pulsante. Ele envolveu a cabeça inchada com os lábios, sugando-a como se fosse um doce antes de deslizar para baixo, engolindo todo o comprimento.
Leandro arfou quando sentiu a boca quente do jardineiro envolvendo seu pênis. Ele colocou as mãos na cabeça de Paulo e segurou enquanto ele começava a sugar com força, balançando a cabeça para cima e para baixo.
"Puta merda, isso é bom", murmurou Leandro, ofegante. "Chupa meu pau, Paulo."
Paulo continuou chupando e lambendo, deixando o membro de Leandro molhado e brilhante com sua saliva. Ele massageou os testículos de Leandro enquanto chupava, fazendo-o gemer alto.
Depois de alguns minutos, Paulo parou e se levantou para tirar seu short. Seu pênis saltou para fora, grande e duro, curvando-se em direção ao umbigo. Ele cuspiu na mão antes de envolver o membro latejante com os dedos e começar a acariciá-lo.
Leandro observava com desejo, sentindo falta da boca do jardineiro em torno dele. "Venha aqui", disse ele. "Eu quero chupar seu pau."
Paulo sorriu e mudou de posição, ajoelhando-se acima da cabeça de Leandro para que seus membros estivessem ao alcance um do outro. Eles começaram a chupar simultaneamente, gemendo enquanto saboreavam o pênis um do outro.
Leandro adorava o gosto e o cheiro do jardineiro. Ele amava como Paulo o tocava e o beijava com paixão. Ele queria mais, muito mais.
Depois de se fartarem de chupar um ao outro, Paulo mudou de posição novamente para que pudesse pressionar a ponta de seu pênis contra a entrada apertada do ânus de Leandro. "Você quer isso?", perguntou ele, olhando nos olhos de Leandro com desejo.
"Sim", gemeu Leandro. "Eu quero você dentro de mim."
Paulo sorriu e empurrou para frente, deslizando apenas a cabeça de seu pênis para dentro. Ele esperou um momento antes de empurrar mais fundo, sentindo o aperto quente do corpo de Leandro ao redor dele.
"Ahh, caralho", gemeu Paulo enquanto entrava mais profundamente. "Você é tão apertado."
Leandro assentiu e mordeu o lábio inferior, apreciando a sensação de ser preenchido pelo membro grosso do jardineiro. Ele envolveu suas pernas ao redor da cintura de Paulo para puxá-lo ainda mais fundo.
Paulo começou a se mover dentro dele, saindo quase completamente antes de empurrar de volta com força. Leandro arqueou as costas e gritou enquanto era fodido cada vez mais forte e rápido pelo jardineiro musculoso.
"Sim, assim", ofegou ele. "Me fode, Paulo. Me faz gozar."
Paulo acelerou o ritmo, suas bolas batendo contra a bunda de Leandro enquanto ele o penetrava com força. Ele deslizou uma mão entre eles para envolver e acariciar o membro duro de Leandro ao mesmo tempo.
O prazer estava esmagador. Leandro sentiu seu orgasmo chegando rapidamente. "Estou quase lá", disse ele, arfando. "Não pare."
Paulo não diminuiu a velocidade, continuando a foder e acariciar Leandro até que ele gritasse com um orgasmo intenso. Seu membro latejou e pulsou enquanto esguichava jatos de sêmen quente por toda a mão do jardineiro.
A visão e a sensação do orgasmo de Leandro levou Paulo ao limite também. Ele empurrou fundo uma última vez antes de gozar dentro dele, enchendo-o com sua semente quente.
Paulo então se abaixou e envolveu o membro de Leandro em sua boca quente e úmida, fazendo-o ofegar alto de prazer. Ele começou a sugar vigorosamente enquanto acariciava suas bolas com uma mão e massageava seu corpo musculoso com a outra.
Leandro gemeu e gaguejou ininteligivelmente enquanto Paulo o chupava habilmente. Sua excitação estava atingindo um nível insano, e ele sabia que não demoraria muito para gozar. Ele passou os dedos pelos cabelos de Paulo, segurando-o no lugar enquanto empurrava seus quadris para cima, metendo profundamente em sua boca.
Paulo fez um barulho de prazer ao tomar tudo dentro da boca. Ele agarrou a bunda de Leandro com força e o puxou para mais perto, engolindo seu membro inteiro até o fundo da garganta.
Leandro sentiu uma pressão crescente no baixo ventre enquanto Paulo o chupava cada vez mais rápido e com mais força. "Eu... Eu vou gozar!", ele gemeu, segurando a cabeça do jardineiro no lugar.
Paulo não parou. Ele continuou sugando vigorosamente até que Leandro atingiu seu limite. Com um gemido alto, ele explodiu dentro da boca de Paulo, enchendo-a com jatos quentes e grossos de sêmen.
Paulo engoliu tudo o que podia, deixando algumas gotas escaparem dos cantos de sua boca. Ele se sentou e lambeu os lábios enquanto olhava para Leandro com um sorriso satisfeito.
Leandro ainda estava ofegante e trêmulo depois do orgasmo intenso. Ele olhou para Paulo com admiração e gratidão por ter lhe dado tanto prazer.
De repente, eles ouviram o barulho de passos se aproximando e se viraram para ver Thiago caminhando em direção a eles pela porta dos fundos da casa. O coração de Leandro acelerou quando ele percebeu que estava nu do quadril para baixo e que Paulo ainda tinha um pouco de seu sêmen escorrendo pelo queixo.
Paulo rapidamente se levantou e começou a arrumar suas roupas enquanto Thiago se aproximava deles com uma expressão confusa no rosto. Ele olhou para os dois rapazes, notando o estado de desalinho deles e as expressões coradas em seus rostos.
"O que está acontecendo aqui?", ele perguntou severamente, olhando de um para o outro.
Leandro engoliu em seco, sentindo-se envergonhado e apavorado por ter sido pego no flagra. Ele abriu a boca para explicar, mas não saiu nada além de um gaguejo ininteligível.
Paulo sorriu timidamente e deu um passo à frente. "Sr. Thiago, eu estava apenas... hum... dando uma massagem relaxante em seu filho. Ele parecia tenso depois da escola hoje."
Thiago arqueou uma sobrancelha cética enquanto olhava para os dois rapazes. Então ele notou o sêmen respingado no queixo de Paulo e as manchas na grama perto deles. Ele olhou para Leandro, percebendo a expressão culpada em seu rosto.
"Leandro...", começou Thiago, com uma voz firme mas não zangada. "Eu sei que você é gay. Eu sempre soube. Mas não da para ficar fodendo os empregados!"
Os olhos de Leandro se arregalaram em choque e surpresa. Ele nunca tinha admitido sua sexualidade para ninguém além de Paulo, muito menos para seu pai.
Thiago continuou: "No mínimo, pelo menos! Se for foder um rapaz faça como seu pai e faça isso no privado!"...
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Comentários (2)
Roberto: Que delicia, estou precisando de alguém para aparar a grama aqui em casa. Ahahahahahah.
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