No escritorio de advocacia
O escritório já estava quase vazio quando Roberto se aproximou de Julia, que ainda digitava algo em seu computador. A tensão entre eles vinha se acumulando há meses, um olhar demais aqui, um toque casual demais ali.
— Você parece tensa — Roberto disse, parando atrás da cadeira dela. — Deixa eu ajudar.
Sem esperar resposta, suas mãos grandes e firmes desceram sobre os ombros de Julia. Ela estava sentada, ele em pé, dominando o espaço ao seu redor. Os dedos de Roberto pressionaram com precisão nos pontos certos, massageando a musculatura rígida, deslizando pelo pescoço, subindo até a base do crânio.
Julia suspirou. O som saiu diferente — ofegante, quase um gemido contido.
Roberto percebeu imediatamente. A respiração dela estava acelerada, o peito subindo e descendo em ritmo descompassado. Ele interrompeu a massagem e deu a volta pela direita, posicionando-se ao lado da cadeira. Julia não hesitou: virou o rosto para cima, os lábios entreabertos, os olhos escuros fixos nos dele.
O beijo foi instantâneo e voraz. Não havia delicadeza, apenas fome reprimida finalmente solta. Roberto mergulhou na boca dela, sua língua encontrando a dela em dança violenta, explorando, dominando. As mãos dele deslizaram para baixo, agarrando os braços da cadeira, mas logo encontraram o corpo de Julia, puxando-a para cima.
Ele a levantou com facilidade, trazendo-a contra seu peito. Julia era pequena, delicada, e ele a envolveu completamente. Os beijos continuaram enquanto ele a guiava, passo a passo, em direção à sala de reuniões. A grande porta de vidro espelhado refletia sua imagem — ele alto e imponente, ela derretendo-se em seus braços.
Dentro da sala, Roberto a posicionou de frente para o espelho. Ele ficou atrás, abraçando-a pela cintura, e retomou os beijos. Agora ele tinha acesso completo: a boca dela, o pescoço, a orelha. Ele mordiscava a pele macia do pescoço, deixando marcas, enquanto sussurrava obscenidades que faziam Julia estremecer.
— Você gosta disso, não gosta? — ele rosnou no ouvido dela, vendo no espelho o rosto corado de excitação.
A mão direita de Roberto desceu com força, agarrando a bunda de Julia pelo lado direito. Apertou com determinação, os dedos cravando-se na carne macia, puxando-a contra sua virilidade dura. Julia soltou um gemido alto, involuntário, jogando a cabeça para trás no ombro dele.
— Por favor... — ela suspirou, sem saber exatamente o que pedia.
Roberto não deu trégua. As mãos subiram, encontrando os seios pequenos e firmes de Julia por cima da blusa. Ele apertou com intensidade, roçando os polegares nos mamilos endurecidos, provocando arrepios que percorriam todo o corpo dela. Julia se contorcia em seus braços, as pernas bambas, a respiração transformada em ofegante desespero.
Ele a virou de lado, aproximando os lábios do ouvido dela novamente. A voz saiu grave, dominadora:
— Se estiver molhada... — ele fez uma pausa dramática, sentindo o corpo dela paralisar em antecipação — ...na próxima vez, vou comer seu cu.
Julia engasgou-se, um som entre gemido e súplica. Roberto desceu a mão, deslizando pela barriga, entrando por baixo da calça. Os dedos encontraram a calcinha, já encharcada, e empurraram a barra para o lado. Quando tocou a vagina de Julia, não havia dúvida — ela estava ensopada, os lábios inchados de excitação, o clitóris pulsando contra seus dedos.
— Tão molhada... — ele provocou, deslizando dois dedos para dentro sem cerimônia.
Julia gritou. Não era de dor. Seu corpo se arqueou, as mãos agarrando os braços de Roberto por trás, as unhas cravando-se na pele. Ele começou a movimentar os dedos com ritmo firme, profundo, curvando-os para encontrar o ponto certo. Julia se contorcia violentamente, as pernas tremendo, a bunda pressionando contra o corpo dele em busca de mais fricção.
Roberto acelerou o ritmo, os dedos entrando e saindo com sons obscenos de excitação. Ele se inclinou novamente, mordendo a orelha dela:
— Se vai gozar agora... — ele sussurrou, a voz rouca — ...goze imaginando o cu que vou comer em breve.
Julia soltou um gemido estrangulado, o corpo inteiro tensionando. Roberto retirou a mão de sua vagina de forma abrupta, fazendo-a gemer de frustração. Mas ele já estava em movimento, deslizando a mão por trás dela, entrando pela cintura da calça, empurrando a calcinha para o lado.
Quando seus dedos tocaram o ânus de Julia, ela perdeu completamente o controle. Seu corpo se contorceu intensamente, a bunda empurrando para trás com força, tentando forçar a entrada do dedo. Roberto riu, um som gutural de satisfação masculina, enquanto pressionava o dedo contra a entrada apertada, massageando em círculos sem penetrar completamente.
— Você quer, não quer? — ele provocou, sentindo ela tentar empurrar-se contra sua mão.
Julia não conseguia falar. Seu corpo estava em chamas, cada nervo exposto. Roberto retornou a mão à frente, massageando o clitóris com uma mão enquanto a outra continuava provocando sua entrada traseira. O duplo estímulo foi demais.
O orgasmo a atingiu como uma onda devastadora. Julia gritou, um som alto e desesperado que ecoou na sala vazia. Seu corpo convulsionou, tremores violentos percorrendo desde as pernas até a cabeça. Ela se dobraria se não fosse pelo braço forte de Roberto a segurando. As contrações foram intensas, prolongadas, enquanto ela se desfazia em seus braços.
Quando finalmente o tremor diminuiu, Julia estava ofegante, o rosto corado, o corpo mole. Roberto a soltou devagar, e ela deslizou para o chão, ajoelhando-se propositalmente diante dele. Os olhos de Julia encontraram os dele no espelho — um olhar de submissão e gratidão.
As mãos dela subiram, desfazendo o cinto dele, abrindo a calça. Roberto estava duro, pulsando de necessidade. Julia não hesitou: levou-o à boca completamente, engolindo até a base em um movimento fluido. Roberto soltou um gemido rouco, as mãos agarrando os cabelos dela.
Ela chupava com vontade, com fome, com dedicação. A cabeça movia-se em ritmo constante, a língua circulando a ponta, a garganta relaxando para recebê-lo profundamente. Os olhos de Julia permaneciam fixos nos dele no espelho, uma conexão intensa enquanto ela o devorava.
Roberto sentiu a pressão aumentando, as bolas contraídas, a base da coluna formigando. Ele tentou segurar, mas a visão dela ajoelhada, a sensação da boca quente, a memória do orgasmo que ela acabara de ter — foi demais.
— Vou gozar... — ele avisou, a voz estrangulada.
Julia não recuou. Pelo contrário, acelerou, levando-o mais fundo, massageando a base com a mão. Quando ele começou a jorrar, ela engoliu tudo, cada jato quente e denso, sem desperdiçar gota. Roberto gemia sem se importar com quem poderia ouvir, o corpo inteiro tensionando enquanto esvaziava-se na boca dela.
Quando finalmente terminou, Julia limpou os lábios com a língua, lambendo-o até o último resíduo, garantindo que estivesse completamente limpo. Ela o olhou de baixo para cima, um sorriso satisfeito nos lábios inchados.
Roberto a puxou para cima, beijando-a novamente, provando seu próprio gosto na boca dela. Eles permaneceram ali, abraçados, refletidos no espelho da sala de reuniões, sabendo que aquela era apenas a primeira vez de muitas.
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