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Primeiras aventuras na capital maranhense

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Perv_MA

A única piroca que meu cu já havia experimentado era mediana e fina, igual a minha. Já a do Jorge era grossa. Nossa, que rolão grosso.

Bom, vou relatar aqui um pouco sobre as minhas primeiras experiências com outros caras, após ter saído do meu interior para morar na capital.
Na época, eu tinha por volta de 15 anos e fazia o ensino médio em uma escola no centro de São Luís. Não era comum ter computador em casa, celular, então, nem se fala. Então o jeito era ir para as lan-house. E logo eu descobri uma perfeita no centro. Todos os computadores ficavam em cabines reservadas com cortinas, um paraíso perfeito pra acessar porno. Bati muita punheta ali.
Mas meu principal intuito ali era acessar o bate-papo uol. Estava doido pra encontrar alguém pra ter minha primeira experiência na minha nova cidade. Ao mesmo tempo em que tinha muito desejo, eu morria de medo de marcar algo com um estranho. Até porque alguns caras não queriam mostrar rosto. Aí seria um encontro às cegas.
Após algumas tentativas, combinei um encontro ali pelo centro mesmo com um cara chamado Jorge. Ele deveria ter ali por volta de seus quase 30 anos. O que a princípio o deixou um pouco receoso, por conta da minha idade. Além do que, eu estava com a farda da escola.
Marcamos um local, demos as características um do outro e saí para encontrá-lo.
Ao me reconhecer, ele deu logo um sorriso de canto de boca, com uma cara tão safada que me deixou tímido e ao mesmo tempo com muito tesão. Eu sou um pouco tímido e fiquei acanhado, mas ele começou a fazer algumas perguntas e também falava sobre si. Disse que tinha ido ao centro distribuir alguns currículos.
Depois de um papo breve, ele me perguntou se não queria ir a um lugar mais reservado.
Eu topei. Mas achei que iríamos a alguma praça menos movimentada e tal. Eu fui seguindo, enquanto ele entrava pelas ruas movimentadas do centro comercial de São Luís, até chegarmos em uma rua onde ele entrou numa casa dessas de aparência antiga. Eu não entendi bem o que seria. Após um tempo é que eu iria descobrir que aquela região do centro era cheia de casarões que viraram pousadas onde o povo ía pra uma foda rápida, ou porque era a opção mais barata mesmo.
Depois que percebi que havia entrado num “motel”, fiquei morrendo de vergonha. Fiquei me perguntando como que iria sair daquele lugar, com aquele povo passando na rua.
Pois bem, uma senhora bem na entrada nem perguntou nada, só entregou a chave e a gente adentrou mais aquele casarão. A pousada em si era muito acabada, puta que pariu heheh…era um local meio escuro, o quarto só tinha um ventilador e o banheiro, minha nossa. Mas eu nem reclamei. Eu era apenas um estudante e liso. E com tesão no rabo. E Jorge deveria estar com pouca grana por estar desempregado.
Já no quarto, ele me chamou pra tomarmos um banho e balancei a cabeça positivamente e fui tirando a minha roupa, enquanto olhava discretamente para Jorge. Ele tinha uma estatura média, corpo parrudo, mas não malhado, uma barriguinha saliente, aquele pele bronzeada, cabelo baixo…esse conjunto me deixou com um tesão da porra. Até então só havia dado o cu pro meu tio no interior e agora estava diante de outro cara, o que me deixava de certa forma meio nervoso.
Embaixo do chuveiro, ele me abraçou, ficou me encarando um pouco, depois me tascou um beijo.
Eu era muito inexperiente, já havia fudido algumas vezes com esse tio, mas sempre foi algo de chegar, meter, ele gozar e pronto. Ele percebendo que eu estava meio atrapalhado com a boca, foi beijando de forma mais suave. Chegou a perguntar se eu era virgem. Disse que não, mas que também não tinha muito jeito ainda. Ele riu um pouco e falou: Que bom! Posso ser teu professor. Te ensinar algumas coisas (e de fato ele foi).
Só sei que ao falar isso, o pau dele começou a ficar mais duro. Até então estava meia-bomba. E eu fiquei impressionado com o tamanho daquilo.
A única piroca que meu cu já havia experimentado era mediana e fina, igual a minha. Já a do Jorge era grossa. Nossa, que rolão grosso. Não tinha tanto comprimento, mas enchia a mão.
Deitados na cama ele me beijou mais um pouco e em seguida me pediu pra mostrar o que eu sabia fazer com a boca.
Fiquei admirando mais um pouco aquele monstro na minha mão.
- Chupa vai. Ele mandou.
E eu obedeci. Desci e passei a língua na cabeça, depois fui passando no pau todo. Passei o nariz na pentelhada e depois voltei pra cabeça da rola novamente. Tentei engolir, mas entrava bem pouco. Ele tentou forçar um pouco, segurando minha cabeça e empurrando.
Depois me mandou ficar de quatro. Fiquei tenso. Pensei logo, é agora que esse caralho vai me torar ao meio kkk
Mas quando menos esperava, senti aquela língua no meu rabo. Pqp! Nunca tinha recebido uma língua no cuzinho. Só via nos pornos. Nessa hora fiquei em êxtase.
E ele começou a falar putaria, enquanto enfiava a língua no meu rabo. E chupava como se quisesse sugar meu cu pra fora. E eu só conseguia gemer. Enquanto ele dizia:
- Isso, geme minha putinha. Geme enquanto eu preparo esse cu pra receber meu pirocão
Ainda de quatro, ele começou a passar a cabeça da pica na portinha do meu cu. Depois começou a forçar mais um pouco. Já vi que o negócio iria me dar trabalho.
E haja ele cuspir no meu cu. Foi quando ele percebeu que perto da cama, ao lado das camisinhas, tinha aquele gel distribuído pelo governo.
Ele lambuzou o pau e passou outro tanto no meu cu. E voltou à tentativa.
A cabeça da piroca entrou. Fiz menção de querer sair por conta da dor, quando senti só o tapa na bunda.
- Não foge, filha da puta. Tu não estava matando aula atrás de piroca na internet. Agora aguenta.
Tomei um susto e enfiei a cara no travesseiro, enquanto aguardava aquele pau terminar de me arrombar.
Ele meteu mais um pouco, mas parecia que não dava mais pra entrar. Nessa hora meu tesão foi embora e eu só conseguia sentir uma dor do caralho.
- Relaxa, bebê. Senão o cacete não entra.
Mas era involuntário. Após algumas estocadas de leve o cu foi relaxando e ele conseguiu meter tudo.
A sensação que me dava é que tinha um braço enfiado no meu rabo. A dor era medonha.
Acho que ele deve ter percebido meu desconforto e pegou no meu pau (outra coisa que nunca havia feito), e começou a me punhetar, enquanto metia o pau só na manha.
De vez em quando, parava e dava uma cuspida pra lubrificar mais.
A partir daí comecei a curtir mais o momento. O tesão voltou e eu comecei a gemer.
Com isso ele aumentou a intensidade e começou a socar com mais força no meu cu.
Sem tirar o cacete, ele me colocou meio de lado, de um modo que ele conseguia mamar em um dos meus peitos. Isso me deixou com um tesão louco. O pau no cu e a boca mamando no peitinho. Aí terminei de me entregar àquele macho gostoso.
Depois me botou de quatro novamente e disse pra eu me punhetar enquanto ele socava. Daí foi macetando sem pena. Comecei a sentir um cheirinho de coco (na pousada não tinha ducha, nem tinha como limpar antes). Mas ele nem se importava. Parecia que o único objetivo era arrebentar com meu cuzinho.
E de alguma forma aquilo foi me deixando com tesão. Aquela sensação do sexo sujo, depravado, ele falando putaria pra mim…
- viadinho do cuzinho gostoso.
- vai ser minha putinha a partir de hoje.
- vou te deixar com o cu todo arrombado pra tu ficar lembrando que um macho de verdade te comeu.
E eu me senti uma verdadeira putinha nas mãos daquele homem.
Depois de mais algumas estocadas ele anunciou que iria gozar.
Deu um urro grosso e começou a falar: toma leite nesse rabo, meu viadinho.
Quando ele tirou, no pau tinha um pouco de merda e sangue. Ele olhou pra aquilo e disse sorrindo:
- quebrei o cabaço do viado com força, chega ele se cagou todo no pau.
Fomos tomar banho junto e ele foi me ajudar a passar o sabonete. Quando ele passou no meu rabo a região estava muito sensível. Eu gemi um pouco e ele disse que era pra eu usar uma pomada em casa pra ajudar.
Depois, antes de irmos embora, ele me beijou e disse que queria de novo.
Saí da pousada morrendo de vergonha, sem nem olhar pra trás.
Fiquei com o cu bastante tempo dolorido. Mas logo voltou aquele tesão no rabo, com saudade da piroca do Jorge.
Conversávamos pelo MSN e logo depois estávamos marcando outro encontro.

Comentários (3)

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  • P Cunha: Nossa delícia de conto, eu dei quando era novinho voltei a dar depois do 60

    Responder↴ • uid:gsuz4jmm3
  • Coroa60comtesãoborabo: Uma rola no nosso cuzinho é tudo de bom.

    Responder↴ • uid:xqegs2vhygg
  • Roberto: Gosto assim, prefiro as grossas, as grandes as vezes só machucam.

    Responder↴ • uid:r7dwknhi