Thiago e Felipe : chifre trocado
Thiago e Felipe não se ajustam, um esconde e outro se vinga, mas será q eles conseguirão superar tudo isso?
Sou Thiago, 16 anos, namorando o cara mais popular da escola, escondido, o que é uma merda.. Antes de terem pena de mim, um aviso, eu sou quieto, mas não sou santo.
O problema de amar alguém que tem vergonha de você é que o escuro sempre acaba traindo os dois. Depois daquele fim de semana na casa dele — das promessas sussurradas entre lençóis suados, dos “eu te amo” ditos com a boca ainda melada de porra, das estocadas possessivas que pareciam selar um pacto —, eu realmente acreditei que as coisas iam mudar. Thiago parecia diferente. Mais grudado, mais carinhoso nas mensagens, até arriscando um “saudade pra caralho” em áudio de voz rouca às três da tarde. Por três dias eu flutuei numa ilusão perigosa: talvez ele estivesse pronto para dar um passo. Talvez o medo dele estivesse diminuindo.
Idiota. Três dias foi o tempo exato que durou a ilusão.
O churrasco na chácara do padrinho do Thiago, em Colombo, era para ser só mais uma festa da turma. Mas virou o palco onde tudo desmoronou de vez. O lugar era enorme: um terreno gigantesco com piscina aquecida, campo de futebol, quiosque com churrasqueira industrial e uma casa principal com vários quartos de hóspedes. O som já tocava alto desde cedo — funk misturado com sertanejo universitário e um ou outro trap. Cerveja gelada, carne na grelha, cheiro de carvão e protetor solar no ar.
Chegamos juntos, mas separados. No carro, ele tinha segurado minha mão no semáforo, apertado forte e dito “hoje eu vou tentar ficar mais perto de você”. Eu sorri como um idiota. A ilusão ainda estava intacta.
Mal descemos do Uber e a máscara dele caiu. Os amigos vieram cumprimentar — abraços de urso, tapas nas costas, “Thiago, seu filho da puta, tava sumido!”. Ele sorria aquele sorriso largo, fácil, o cabelo castanho bagunçado do jeito perfeito, a camisa social branca justa marcando os ombros e o peito definido. Em menos de dez minutos já tinha uma latinha de cerveja na mão e duas meninas da turma ao redor: a Júlia e a Letícia.
Eu fiquei um pouco atrás, segurando uma cerveja que esquentava rápido na minha mão. Sorria quando ele olhava pra mim e dizia “o Felipe é meu parceiro, mano, o cara mais foda”. Tapinha no ombro. “Mano”. Sempre “mano”. Nunca o olhar demorado que ele me dava quando estávamos sozinhos, nunca o toque que descia pela minha cintura.
O dia foi se arrastando assim. Devagar. Doloroso.
No campo de futebol, ele jogou pelada sem camisa. O corpo suado brilhando no sol de fim de tarde, os gominhos marcados, a linha de pelos descendo até o short. Toda vez que ele fazia um gol, as meninas gritavam. Letícia especialmente. Ela era loira, corpo de academia, peitos grandes que balançavam quando ela pulava, bunda empinada dentro de um short jeans curto. Toda vez que Thiago passava por ela, ela encostava “sem querer”, ria alto, jogava o cabelo.
Eu sentia o estômago apertar. Primeiro foi só um desconforto leve. Depois veio o ciúme quente, subindo pelo peito. Bebi mais. Fiquei perto da piscina, fingindo conversar com uns caras da turma, mas meus olhos não saíam dele. Cada risada da Letícia parecia uma facada. Cada vez que Thiago colocava a mão na cintura dela “de brincadeira” pra tirar uma foto, eu engolia seco.
A tarde virou noite. O frio típico de Curitiba chegou forte, fazendo todo mundo migrar para a varanda envidraçada e para dentro da casa. O som ficou mais alto, as luzes mais baixas. Cerveja deu lugar a vodka com energético. O ar ficou pesado de fumaça de cigarro, perfume doce e suor.
Eu estava meio alto, a cabeça girando devagar, quando percebi que Thiago tinha sumido da varanda há uns bons minutos. A Letícia também não estava em lugar nenhum. Meu coração acelerou. O desconforto que vinha crescendo o dia inteiro virou uma bola de ansiedade no peito.
— Cadê o Thiago? — perguntei pra um cara qualquer.
— Acho que foi pra dentro, mano. Deve tá pegando uma mina — ele riu, sem imaginar o quanto aquela frase me destruiu.
Caminhei devagar pela casa, o som abafado pelas paredes. O corredor dos quartos de hóspedes estava na penumbra, só algumas luzes fracas acesas. Meus passos eram silenciosos no piso de madeira. O coração batia tão forte que parecia querer sair pela boca. Uma intuição ruim, pesada, me puxava para o final do corredor.
A última porta estava encostada. Apenas uma fresta. Uma linha fina de luz dourada cortando o chão escuro.
Eu parei. Prendi a respiração. E espiei.
O mundo inteiro desabou em câmera lenta.
Thiago estava de pé na beirada da cama king size, de costas para mim. A calça jeans escura arriada até os joelhos, a cueca boxer preta ainda presa numa das coxas. A camisa social branca — aquela que eu tinha ajudado ele a escolher semanas atrás — estava completamente aberta, caindo pelos ombros largos e definidos, revelando as costas musculosas que eu já tinha cravado as unhas tantas vezes. O suor brilhava na pele dele sob a luz do abajur.
A Letícia estava deitada de costas no meio da cama, completamente nua. As pernas longas e claras jogadas por cima dos ombros dele, os calcanhares cruzados nas costas dele. Os peitos grandes dela balançavam a cada estocada. O rosto dela era pura luxúria: boca aberta, olhos semicerrados, bochechas vermelhas.
Thiago metia nela com força bruta. O pau grosso — o mesmo pau que eu tinha aprendido a engolir inteiro — entrava e saía brilhando, abrindo a boceta dela sem piedade. O som era obsceno: molhado, ritmado, as coxas dele batendo contra a bunda empinada da Letícia com força. Pah. Pah. Pah.
— Porra, Thiago… assim… me fode mais fundo! — ela gemia alto, as unhas cravadas nas costas dele, deixando marcas vermelhas.
Ele não respondia com palavras. Só soltava aqueles rosnados graves, guturais, que eu achava que eram exclusivos meus. O mesmo som que ele fazia quando me tinha de quatro. Ele segurava a cintura fina dela com as duas mãos, dedos afundando na carne macia, e dava estocadas poderosas, saindo quase até a cabeça rosada e socando de volta com todo o peso do corpo. O pau dele brilhava, veias marcadas, entrando fundo e girando levemente no final — exatamente o movimento que fazia minha próstata explodir.
Ele deu um tapa forte na bunda dela. O estalo ecoou no quarto. A pele clara ficou vermelha imediatamente. Outro tapa. E outro. Letícia soltou um gemido agudo, empinando mais a bunda, pedindo mais.
— Isso… gosta de apanhar, né sua safada? — ele grunhiu, a voz rouca e carregada de tesão.
Ele puxou o cabelo loiro dela com uma mão, arqueando o corpo dela ainda mais, e acelerou o ritmo. Estocadas brutais, rápidas, o colchão rangendo alto, a cabeceira batendo contra a parede. Os peitos dela quicavam descontrolados. Thiago abaixou a cabeça e chupou um mamilo com força, mordendo de leve enquanto continuava metendo sem parar.
Eu não conseguia desviar o olhar. Cada detalhe queimava na minha retina: o jeito que as bolas dele batiam contra a bunda dela, o suor escorrendo pelas costas dele, o jeito que ele segurava ela como se fosse um objeto — exatamente como segurava meu quadril quando me chamava de putinha.
Letícia estava perdendo o controle. As pernas tremiam sobre os ombros dele.
— Thiago… eu vou gozar… caralho!
Ele não diminuiu. Pelo contrário. Segurou os quadris dela com mais força, meteu fundo e girou, acertando o ponto certo dentro dela. Letícia arqueou o corpo inteiro, soltou um gemido longo e agudo, o corpo convulsionando enquanto gozava. Thiago não parou. Continuou socando durante o orgasmo dela, prolongando, até que ele mesmo grunhiu alto, enterrou o pau até o fim e gozou. Eu vi os músculos das costas dele tensionarem, as bolas contraídas enquanto ele enchia ela de porra quente, estocando devagar agora, espremendo até a última gota.
Ele ficou dentro dela por uns segundos, ofegante, depois saiu devagar. Um fio grosso de sêmen escorreu da boceta inchada da Letícia, descendo pela bunda dela.
Eu virei as costas antes que o vômito subisse de verdade. As lágrimas vieram quentes, borrando tudo. O peito ardia. Ódio. Ciúme. Humilhação. Nojo de mim mesmo por ainda sentir o pau latejar dentro da calça depois de ver aquilo.
Saí andando rápido pelo corredor, o som da festa parecendo distante, como se viesse de outro mundo. O gosto amargo subia pela garganta — da cerveja, da vodca, da traição. Eu era só mais um segredo sujo na vida dele. A putinha que ele comia no escuro enquanto fodia meninas bonitas na frente de todo mundo.
E o pior: mesmo destruído, eu ainda o queria. Ainda o amava.
Saí correndo pelo corredor, o peito apertado, a visão embaçada pelas lágrimas que eu nem conseguia mais conter. O som da festa parecia distorcido, como se estivesse debaixo d’água. Precisei de ar. Precisava apagar aquela imagem — Thiago metendo fundo na Letícia, os tapas, os gemidos, o jeito que ele gozou dentro dela como se fosse dono.
Corri até a área dos carros estacionados, onde a iluminação era quase nenhuma. O frio de Colombo batia forte, mas eu mal sentia. Perto do portão, encostado num Voyage velho bege, estava o Marcos. Boné virado para trás, jaqueta jeans surrada, cigarro de fumo na mão. Cheiro forte de maconha misturado com cerveja velha e suor. Ele estava visivelmente bêbado, olhos semicerrados, balançando levemente o corpo.
Não pensei. Não quis pensar. A raiva e a humilhação queimavam tanto que eu precisava fazer algo sujo, algo que doesse em mim também.
Caminhei direto até ele. Marcos ergueu a sobrancelha, surpreso.
— E aí, Felipe? Tá perdido, cara?
— Tá afim? — perguntei, voz rouca, quase um rosnado.
Ele piscou, confuso por um segundo, mas o sorriso bêbado se abriu devagar, safado.
— Afim de quê, mano?
Não respondi. Segurei a manga da jaqueta dele e puxei com força para o espaço escuro entre o Voyage e a cerca alta de pinheiros. O chão era de grama úmida e terra fria. O cheiro de mato molhado e escapamento de carro enchia o ar.
Assim que ficamos escondidos na sombra, eu me ajoelhei. A grama gelada molhou meus joelhos na hora. Minhas mãos tremiam de raiva e de uma excitação doentia enquanto abria o cinto e o zíper dele. O pau do Marcos pulou para fora — médio, meio torto para o lado, já meio duro, com cheiro forte de suor acumulado de festa, mijo e pele quente. A cabeça estava brilhando de suor e pré-gozo.
Eu não hesitei. Enfiei na boca de uma vez, quente, molhado, desesperado.
— Puta que pariu… — Marcos soltou um gemido arrastado, bêbado, segurando meu cabelo com as duas mãos.
O gosto era forte. Salgado, azedo, com aquele fundo amargo de quem não tomava banho direito depois de um dia inteiro bebendo. Eu chupei com fome, descendo fundo, sentindo a cabeça do pau dele tocar o fundo da minha garganta. Babava horrores, saliva escorrendo pelo queixo, pingando na grama.
Marcos estava muito bêbado. As pernas dele tremiam, mas o tesão falou mais alto. Ele grunhiu, segurou minha cabeça com mais força e começou a foder minha boca sem dó.
— Caralho… que boca quente da porra… engole, vai… engole tudo, putinho…
Ele metia fundo, sem ritmo, socando com força bruta. O pau torto entrava torto, batendo na lateral da minha garganta. Eu engasgava, lágrimas escorrendo pelo rosto, nariz escorrendo, mas ele não parava. Segurava minha cabeça como se fosse um objeto, quadril batendo contra meu rosto, bolas suadas batendo no meu queixo.
O som era obsceno: gluck, gluck, gluck molhado e constante, minha saliva espumando nos cantos da boca, escorrendo pelo pescoço. Eu sentia o pau dele inchar mais dentro da minha garganta, as veias pulsando contra minha língua. O cheiro forte de suor e virilha enchia minhas narinas cada vez que ele enterrava até o talo.
— Isso… assim… caralho, tu mama melhor que muita mina… — ele gemia, voz embolada pela bebida. — Engole fundo, vai… deixa eu foder essa garganta gostosa…
Ele empurrou com mais força, segurando minha nuca com as duas mãos, me mantendo preso enquanto enfiava tudo. Meu nariz encostava nos pelos pubianos dele, molhados de suor. Eu não conseguia respirar. Engasgava violentamente, o corpo inteiro tendo ânsia, mas ele só gemia mais alto e metia mais fundo. Lágrimas desciam sem parar. Meu próprio pau estava duro pra caralho dentro da calça, latejando de humilhação e tesão doentio.
Enquanto ele socava minha boca sem piedade, a imagem de Thiago não saía da minha cabeça: ele metendo na Letícia, o tapa estalado, o gemido rouco, o jeito que gozou dentro dela. Cada estocada do Marcos era como uma punição que eu aplicava em mim mesmo.
Marcos começou a tremer mais, as pernas fraquejando.
— Porra… tô gozando… vou gozar na tua boca, caralho…
Ele segurou minha cabeça com toda força, enterrou o pau até o fundo e gozou. Jatos grossos, mornos, amargos explodiram direto na minha garganta. Eu engasguei, tossi, mas ele não tirou. Segurou firme, esvaziando tudo. Engoli parte por reflexo, o resto desceu errado, queimando, e eu cuspi o que sobrou na grama, tossindo forte, baba e porra escorrendo pelo queixo e pelo peito.
Marcos ficou ali, ofegante, pau amolecendo, balançando bêbado.
— Caralho, mano… tu é doido pra porra… — murmurou, rindo fraco, fechando a calça com dificuldade. — Qualquer hora a gente repete, hein…
Eu não respondi. Levantei devagar, pernas tremendo, joelhos molhados e sujos de terra. Limpei a boca com as costas da mão, sentindo o gosto ruim ainda forte na língua, a garganta ardida, o rosto molhado de lágrimas, baba e porra.
Nojo. Raiva. Vergonha. E uma dor profunda no peito.
Eu tinha me rebaixado ao nível dele. Ou pior.
Virei as costas e caminhei para longe dos carros, pedindo Uber com as mãos trêmulas. O gosto amargo do Marcos ainda estava na minha boca. E a imagem de Thiago gozando dentro da Letícia ainda estava queimada nos meus olhos.
Eu era tão podre quanto ele.
Levantei sem falar nada e pedi Uber.
No dia seguinte, fim de tarde, Thiago apareceu na minha casa sem avisar. Meus pais tinham viajado cedo. Eu estava destruído no sofá da sala, cortinas fechadas, ressaca martelando a cabeça e a alma em pedaços. O gosto amargo do pau do Marcos ainda parecia grudado no fundo da minha garganta.
Ele entrou devagar, quase hesitante. Assim que me viu, a cara dele desmontou. Olhos baixos, ombros caídos, uma culpa pesada estampada no rosto bonito.
— Felipe… eu sei que você me viu ontem. Eu te vi no corredor. Sou um merda completa. Me perdoa, cara. Eu tava bêbado pra caralho, com medo de alguém desconfiar… mas quando fechei os olhos lá dentro, era em você que eu tava pensando. Sempre penso em você. Me perdoa, por favor.
Thiago se ajoelhou no tapete da sala, bem na minha frente. Segurou minhas mãos com as dele, tremendo levemente. Os olhos castanhos estavam vermelhos, à beira das lágrimas. Ver o Thiago — o cara popular, o pegador, o cara que todo mundo queria ser ou ter — ali de joelhos implorando perdão mexeu com algo doentio dentro de mim.
A raiva, o ciúme e um tesão possessivo e cruel subiram juntos, misturados.
Eu levantei devagar, olhando para ele de cima.
— Quer perdão de verdade, Thiago?
— Quero. Faço qualquer coisa.
— Então tira toda a roupa. Agora. Aqui na sala.
Ele hesitou por meio segundo, mas a culpa era maior. Levantou e começou a se despir. Tirou a camiseta, revelando o peito definido e a barriga marcada. Depois o jeans e a cueca. Ficou completamente nu na minha frente, pau já meio duro apesar do nervosismo, mãos ao lado do corpo.
Eu tirei minha roupa com movimentos rápidos, meu pau latejando de ódio e desejo. Empurrei ele com força contra o sofá, virando-o de bruços.
— Felipe… vai com calma… por favor — pediu, voz baixa e insegura.
Não respondi. Cuspi duas vezes na mão, passei rápido na cabeça do meu pau e encostei na entrada dele. Ele estava seco, apertado. Eu não me importei. Segurei a cintura dele com força e empurrei com tudo, de uma vez só.
Thiago soltou um grito abafado contra a almofada, o corpo inteiro arqueando violentamente.
— Aaaah! Porra, Felipe… dói! Caralho!
— Aguentou comer a Letícia ontem com essa força toda… agora aguenta eu — rosnei, enterrando até o talo sem piedade.
Comecei a meter selvagem. Estocadas brutais, longas, saindo quase completamente e socando de volta com todo o peso do meu corpo. O som das minhas bolas batendo contra a bunda dele era alto e seco. Ele gemia alto, choramingando, as mãos agarrando o sofá com força.
Eu estava possuído. Cada estocada era uma vingança. Cada vez que eu entrava fundo sentia ele apertar ao meu redor, quente, latejando. Dei o primeiro tapa forte na bunda direita. O estalo ecoou na sala. A pele clara ficou vermelha na hora. Outro tapa. E outro. A bunda dele começou a marcar com as minhas mãos.
— Olha pra mim, Thiago! — ordenei, puxando o cabelo dele com força para trás.
Virei o corpo dele de lado, levantei uma perna dele bem alto e meti ainda mais fundo. O ângulo ficava perfeito. Eu via o rosto dele contorcido de dor e prazer, lágrimas escorrendo, boca aberta gemendo meu nome.
— Isso… geme pra mim. Você é meu, porra. Esse cu é meu.
Acelerei, suado, o corpo batendo contra o dele com violência. O sofá rangia. Thiago chorava e gemia ao mesmo tempo, o pau dele duro pra caralho pingando pré-gozo no estofado.
Virei ele de quatro novamente, empinei a bunda dele e meti com ainda mais força. Segurei os quadris dele e fodi como um animal. Tapas seguidos, puxões de cabelo, socadas fundas que faziam ele tremer inteiro.
— De quem é esse cu, Thiago? Fala!
— Seu! Caralho… é seu, Felipe! Me fode mais forte… me usa… — ele implorou, voz quebrada.
Ver ele assim — destruído, chorando, entregue, sendo arrombado por mim — me deu um prazer doentio e poderoso. Eu adorei. Adorei subjugar o cara que me humilhava na frente dos outros. Adorei ouvir ele gemendo meu nome enquanto eu castigava ele. Meu pau parecia ainda mais duro dentro dele.
Mas no fundo, por baixo de toda essa raiva e dominação, o remorso já começava a apertar meu peito. Ele estava se entregando, pedindo perdão de verdade, e eu estava usando isso pra machucar ele. Mesmo assim, não conseguia parar.
Acelerei no limite, socando fundo, sentindo o cu dele pulsar ao meu redor. Quando gozei, foi com um urro gutural, enterrando tudo e enchendo ele de porra quente, jato após jato. Thiago tremeu violentamente e gozou logo depois, sem nem tocar no próprio pau, esporrando no sofá enquanto o cu dele apertava forte em volta de mim.
Caí por cima dele, ainda enterrado fundo, ofegante, suado. O corpo dele tremia embaixo do meu. Ele soluçava baixinho, a bunda vermelha e marcada, meu gozo começando a escorrer devagar pela coxa dele.
A culpa bateu forte agora. O tesão da dominação ainda latejava, mas o remorso veio como uma onda. Eu tinha adorado cada segundo de ter ele assim — submisso, chorando, meu. Tinha adorado punir ele. Mas vendo ele destruído, soluçando contra a almofada, o arrependimento me sufocou.
Levantei devagar, meu pau saindo dele com um som molhado. Peguei uma toalha limpa na cozinha, voltei e limpei ele com cuidado, passando a mão suave nas marcas vermelhas da bunda. Depois me deitei atrás dele no sofá, abraçando-o por trás, beijando sua nuca suada e as costas marcadas.
— Te amo — murmurei, a voz rouca. Estava falando verdade e mentira ao mesmo tempo.
Thiago apertou minha mão contra o peito dele, exausto, ainda tremendo.
— Também te amo… não faz mais isso comigo, por favor.
Eu não respondi. Porque por dentro eu sabia: eu tinha adorado fazer. Queria fazer de novo. Queria que ele sentisse exatamente a mesma humilhação que eu senti vendo ele comer a Letícia.
E o pior de tudo… mesmo depois de tudo isso, eu ainda queria ser dele. Completamente.
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