Luan, os 4 cachorros, seu tio e o cavalo.
Luan agora tem o cu destruído pelo seu tio, os cachorros e vai aprender a mamar cavalo.
Eu sou Luan, 15 anos, estou de férias na fazenda de meu tio, em casa dou o cu direto pra meu cachorro, o Thor, já fiquei engatado nele várias vezes, na fazenda, estou me deliciando com quatro cachorros, ou melhor, estava, até descobrir que meu tio viu tudo pelas câmeras.
Eu estava já deitado quando ele veio no quarto e disse que me viu dando pros cachorros.
Eu gelei na cama, o coração quase saindo pela boca. Meu tio Zé estava encostado no batente da porta, com aquele sorriso safado no rosto bronzeado pelo sol da fazenda. Ele era um homem grande, uns 52 anos, forte de tanto trabalhar na roça, barba grisalha bem aparada e um olhar que agora eu entendia que não era só de "tio carinhoso".
— Câmeras? — consegui gaguejar, a voz rouca.
— Várias, garoto. O paiol, a clareira, o curral… eu gosto de ficar de olho em tudo que acontece na propriedade. — Ele deu um passo pra dentro do quarto e fechou a porta atrás de si. — E desde ontem eu tô assistindo você rebolar pra aqueles cachorros como uma cadelinha no cio.
Senti o rosto queimar de vergonha, mas meu pau, traidor, já começou a inchar debaixo do lençol fino. Tio Zé percebeu na hora.
— Não precisa fingir que tá com vergonha não. Eu vi tudo. Vi o Kaiser te arrombar aquele cu virgem até inchar. Vi você gemendo feito puta enquanto os quatro te enchiam de porra. — Ele se aproximou da cama e sentou na beirada, a mão grande pousando na minha coxa por cima do lençol. — E pelo jeito você gostou pra caralho, né?
Eu não consegui responder. Só balancei a cabeça devagar, mordendo o lábio. Meu cu ainda latejava, dolorido e sensível da foda bruta com Kaiser mais cedo.
— Levanta o lençol — mandou ele, a voz mais grossa.
Obedeci. Meu pau já estava meio duro, a cabeça brilhando de pré-gozo. Tio Zé soltou um riso baixo.
— Olha só pra isso… todo melado ainda. Deixa eu ver esse cu.
Ele me virou de bruços com facilidade, como se eu não pesasse nada. Puxou minha cueca pra baixo e abriu minhas nádegas com as duas mãos grandes e calejadas. O ar frio bateu no meu buraco inchado e vermelho.
— Caralho, tá destruído mesmo… — murmurou, passando o polegar ao redor do anel sensível. — Todo arrombado pelos paus dos cachorros. Kaiser te deixou bem folgado, hein?
Ele cuspiu direto no meu cu e começou a massagear a saliva com o dedo grosso, enfiando devagar. Eu gemi contra o travesseiro.
— Tio… por favor…
— Por favor o quê, sua putinha? Quer mais? — Ele enfiou dois dedos de uma vez, girando. — Amanhã cedo o Kaiser vai te comer de novo, mas hoje à noite quem vai te foder sou eu.
Ele tirou a roupa rápido. O pau do tio Zé era grosso, curvado pra cima, com veias saltadas e uma cabeça grande e vermelha. Não tão monstruoso quanto o do Kaiser, mas bem maior que o da maioria dos homens. Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e montou em cima de mim.
— Relaxa esse cu… que agora é meu também.
A cabeça grossa pressionou meu buraco e entrou devagar, mas firme. Eu soltei um gemido longo, sentindo ele me abrir novamente. Quando estava todo dentro, ele deitou o peito nas minhas costas e mordeu minha nuca.
— Isso… aperta meu pau, vai. Tá quentinho e molhado da porra daqueles cachorros ainda.
Ele começou a meter com força, estocadas pesadas que faziam a cama bater na parede. Cada vez que ele entrava fundo, eu sentia o pau dele roçando exatamente onde Kaiser tinha deixado meu ponto mais sensível.
— Amanhã eu quero assistir ao vivo — grunhiu ele no meu ouvido, acelerando. — Vou te amarrar de quatro no celeiro e deixar os quatro cachorros te usarem enquanto eu filmo tudo. Depois eu vou te comer cheio da porra deles.
Eu gozei só de ouvir aquilo, apertando o pau dele dentro de mim. Tio Zé não demorou muito mais. Grunhiu alto e me encheu com jatos grossos e quentes, misturando a porra dele com o resto que ainda tinha dentro de mim.
Quando saiu, ele deu um tapa forte na minha bunda e ficou olhando o esperma escorrendo.
— Dorme com esse cu assim, todo melado. Amanhã tem mais. E dessa vez o Kaiser vai te dar o nó enquanto eu tô assistindo de perto.
Ele se levantou, vestiu a calça e antes de sair do quarto ainda disse:
— E não se preocupe… aqui na fazenda segredo nenhum sai. Mas você vai virar a cadelinha oficial dos cachorros… e minha também.
Na manhã seguinte, acordei com o cu ainda latejando, cheio da porra seca do tio Zé misturada com o resto dos cachorros. Mal terminei de tomar café e ele já apareceu na cozinha com um sorriso largo.
— Levanta essa bunda, garoto. Hoje vai ser um dia especial. Os cachorros estão loucos pra te comer de novo, e eu vou participar junto.
Fomos direto pro celeiro grande, nos fundos da fazenda. Tio Zé trancou a porta grande de madeira e espalhou um colchão velho de palha no chão. Logo os quatro cachorros entraram correndo: Kaiser na frente, já com o pau vermelho saindo da bainha, seguido por Max, Troia e Baco.
— De quatro — mandou meu tio, tirando a camisa e mostrando o peito largo e peludo.
Obedeci rapidinho, empinando a bunda. Tio Zé se ajoelhou atrás de mim e abriu minhas nádegas com as mãos.
— Olha como tá bonito esse cu… todo marcado ainda. Kaiser, vem cá.
O dogue alemão gigante montou em mim imediatamente. Tio Zé segurou o pau monstruoso do Kaiser e guiou a cabeça grossa pro meu buraco. Eu gemi alto quando ele empurrou, entrando com força. Meu tio ficou ao lado, assistindo de perto, passando a mão no meu cabelo.
— Isso, aguenta o pau do alfa… engole tudo, sua cadelinha no cio.
Enquanto Kaiser me fodia com estocadas brutais, tio Zé tirou o pau pra fora e enfiou na minha boca. Ele era grosso, com gosto de homem suado, e metia fundo na minha garganta enquanto segurava minha cabeça.
— Chupa o pau do tio enquanto o cachorro te arromba, sua putinha suja.
Max e Troia se revezavam lambendo minhas bolas e o pau duro que balançava. Baco montou de lado e enfiou o pau fino na minha mão, me fazendo masturbar ele. O celeiro estava cheio de barulhos molhados, grunhidos e meus gemidos abafados pelo pau do tio.
Kaiser inchou o nó e travou dentro de mim, me enchendo de porra quente. Enquanto ele estava preso, tio Zé fodeu minha boca com mais força, gozando fundo na minha garganta.
Quando Kaiser saiu, um rio de porra escorreu do meu cu. Tio Zé não perdeu tempo: montou em mim e meteu seu pau grosso no buraco fodido, deslizando fácil na mistura de porras.
— Caralho… tá mais quente e molhado que boceta… — grunhiu ele, metendo forte.
Ele me fodeu por uns bons minutos, batendo fundo, enquanto os cachorros lambiam tudo ao redor. Depois saiu e deixou Max tomar o lugar. Assim os quatro cachorros me comeram um atrás do outro, com tio Zé sempre por perto: ora enfiando o pau na minha boca, ora segurando o nó dos cachorros pra entrar mais fundo, ora lambendo meu cu junto com eles.
Quando eu já estava destruído, tremendo e cheio de porra, tio Zé me ajudou a ficar de joelhos.
— Agora vem a surpresa, garoto.
Ele assoviou e um enorme cavalo preto, o garanhão da fazenda chamado Trovoada, foi trazido pra dentro do celeiro por uma corda. O animal era gigantesco, musculoso, com mais de 600kg. Entre as patas traseiras balançava um pau preto, grosso e longo pra caralho, já meio saindo da bainha só com o cheiro de sexo no ar.
Meus olhos arregalaram.
— Fica tranquilo… por enquanto você só vai chupar — disse tio Zé, rindo. — Deixa ele conhecer sua boca de putinha.
Ele me posicionou debaixo do cavalo. O pau do Trovoada era absurdo: comprido como meu antebraço, grosso como meu pulso, com uma cabeça achatada e veias pulsantes. Tio Zé segurou a base e aproximou da minha boca.
— Abre bem.
Eu abri. O cheiro forte de animal me invadiu. Comecei lambendo a cabeça enorme, passando a língua na fenda que já pingava pré-gozo viscoso. Tio Zé masturbava a base enquanto eu chupava o máximo que conseguia, engasgando, babando, os lábios esticados ao redor daquela rola monstruosa.
— Isso… chupa o pau do cavalo, vai. Olha como ele tá gostando.
Trovoada bufava e mexia o quadril devagar. Tio Zé segurava minha cabeça, me incentivando a engolir mais fundo. Enquanto isso, Kaiser montou nas minhas costas novamente e enfiou o pau no meu cu, me fodendo por trás enquanto eu chupava o cavalo.
Eu estava completamente dominado: cu sendo arrombado pelo dogue alemão, boca esticada no pau gigante do garanhão, baba e porra escorrendo por todo lado, tio Zé filmando tudo com o celular e masturbando o próprio pau.
Enquanto eu chupava desesperadamente o pau monstruoso do Trovoada, Kaiser continuava metendo forte no meu cu, o nó já começando a inchar dentro de mim. Tio Zé segurava firme a base do pau do cavalo, masturbando ele com movimentos longos enquanto eu lambia e chupava a cabeça grossa, engasgando com o pré-gozo viscoso que não parava de jorrar.
— Isso, garoto… mama o pau do garanhão. Ele tá quase lá — grunhiu meu tio, excitado.
O cavalo bufava alto, mexendo o quadril com mais força. De repente, o pau dele pulsou violentamente na minha boca. Tio Zé empurrou minha cabeça um pouco mais pra frente.
O primeiro jato veio como uma mangueira: grosso, quente, com volume absurdo. Eu tentei engolir, mas era demais. A porra do cavalo explodiu na minha garganta, enchendo minha boca até transbordar pelos cantos dos lábios, escorrendo pelo queixo, pescoço e peito. E não parava. Jato atrás de jato, cada um mais forte que o outro. Meu tio ria enquanto segurava o pau do animal, apontando um pouco pra cima pra sujar meu rosto inteiro.
— Engole, sua cadelinha imunda! Olha só essa cara de puta toda banhada de porra de cavalo! — zombou tio Zé, gargalhando.
Eu tossia, engasgava, mas não conseguia sair de baixo. A porra branca e grossa do cavalo cobria meu rosto, cabelo, peito, barriga… um verdadeiro banho de porra. O cheiro forte de animal dominava tudo.
Quando Trovoada finalmente terminou de gozar e foi puxado pra trás pelo tio, eu estava irreconhecível: completamente melado, pingando porra de cavalo por todo lado, cuspindo e ofegando.
Mal tive tempo de recuperar o fôlego. Kaiser, que ainda estava montado em mim, empurrou com força bruta e enfiou o nó gigante de uma vez no meu cu já destruído, travando fundo. Eu gemi alto, tremendo inteiro, enquanto os outros cachorros (Max, Troia e Baco) começaram a lamber meu corpo sujo, disputando a porra do cavalo que escorria pelo meu peito e barriga.
Tio Zé se levantou, guardando o celular que tinha filmado tudo.
— Olha só pra você… todo banhado de porra de cavalo como uma vadia barata e engatado no nó do Kaiser como uma boa cadelinha no cio. Tá lindo, garoto. Que imagem patética.
Ele deu um tapa forte na minha bunda, fazendo o nó do Kaiser mexer dentro de mim e me provocar outro orgasmo seco. Eu tremia, cu apertando o nó monstruoso, baba e porra escorrendo da boca.
— Vou voltar pra casa agora. Deixo você aqui um tempinho terminando de ser usado. Quando o nó do Kaiser sair, os outros vão querer mais. Aproveita, sua putinha cheia de porra.
Tio Zé riu alto, aquele riso safado e satisfeito, enquanto caminhava até a porta do celeiro. Antes de sair, ainda olhou pra trás:
— Quando eu voltar mais tarde te encontro todo destruído e cheio de porra, né? Descansa esse cu… ou o que sobrar dele.
A porta do celeiro fechou com um baque. Fiquei ali, sozinho com os quatro cachorros: preso no nó gigante do Kaiser, corpo inteiro coberto de porra grossa de cavalo, enquanto Max e Troia lambiam meu pau e Baco enfiava a língua na minha boca, esperando sua vez.
Eu estava completamente viciado, sujo, arrombado e feliz.
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Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkLex75: Vais acabar na piscina do cavalinho...e vais ver como é bom... é como desafiar o senso comum com um sorriso de dor nos lábios. Dar aquele grito de dor e libertar todos os complexos e medos . ... E entrar numa experiência que te cai mudar pó ara sempre. Eu sei do que falo ..sou a puta humana, mulher de um cavalo...e amo isso.
Responder↴ • uid:bqlg01kv4Zoe: Sou mulher, tenho 21 anos e apesar de consumir o conteúdo de zoo há muito tempo, não faço idéia de como iniciar :(( Sou virgem também o que dificulta qualquer situação.
Responder↴ • uid:1egyp3t25m0r