#Gay #Incesto #Zoofilia

Escravo Familiar: Capítulo 33 (Meu Amante, Meu cunhado, Meu príncipe)

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Tártaro

O resto do meu dia foi pacato. Tive que ficar à espera de papai para saber quais seriam minhas próximas atividades, com quem e quando seriam.

Eu amo satisfazer os homens da minha família, mas, sinceramente, minha vida estava pacata; quando não estou com eles, simplesmente não tenho muito o que fazer.

Estava escutando música, mas a inquietude do meu corpo não deixava eu pensar direito em outras coisas a não ser PICA.

Será que papai já estava planejando quem seria o próximo a transar comigo? Será que quem seria o próximo? O que ele planejava? Será que em algum momento me liberaria para foder com outros homens fora da família? Como foi com o Kiko? Ou até mesmo me emprestaria para a família do Kiko?

Meu cérebro não parava e estava louco, ansioso, mas o que me restava era esperar. Continuei escutando música e fuçando nas redes sociais, fuçando nos perfis de meus familiares, fantasiando com uma porrada de gente que eu visitava os perfis.

Era por volta das 13:00 quando subi para casa da minha mãe para almoçar. Fiquei por lá até as duas, comendo e conversando com ela, tanto sobre minha rotina quanto sobre meu futuro e os planos da nossa família.

Depois que almocei, voltei para casa, joguei-me de volta na minha poltrona e fui assistir minha série na Max para passar o tempo.

Meia hora depois tinha terminado o episódio e, em seguida, fui ler meu livro.

Por volta das 16:00, papai retornou para casa; escutei seu carro chegando ao portão. Saí do meu quarto e fui recebê-lo.

— Pai! Chamei descendo as escadas de casa.

Papai estava colocando o carro para dentro. Logo que estacionou na garagem, ele abriu a porta do carro e, em seguida, bateu a porta do carro para fechá-la.

BAM!

Ao se virar, deu de cara comigo.

— Ai, filhote, que susto! Papai estava distraído. Ele disse-me, aproximando-se do meu rosto e logo depositando um beijo suave nos meus lábios.

— Desculpa! Não queria assustar o senhor!

— Tudo bem, docinho, sem problemas!

— Estava sentindo sua falta!

— É? O que você aprontou o dia inteiro? Seu irmão Thiago está em casa? Aprontou alguma com você?

— Não, nenhuma das duas coisas. Porém estou ansioso; passei o resto do dia caçando coisa para fazer. Acho que preciso arrumar um curso ou trabalho para quando não estiver satisfazendo os homens da família.

— Concordo, filho! Mas não se preocupe com a parte de satisfazer os homens da família, papai está organizando tudo!

— Ok, mas me fale, já sabe quando vou transar de novo?

— Tá subindo pelas paredes, né, gostoso?

PLAFT!

Papai deu um tapa na minha bunda e fez sinal para que subíssemos para casa.

— Sim! Tô sentindo falta do sabor de pica na boca, e meu cuzinho piscante implora por pau.

— Safadinho! Venha, vamos para meu quarto, terminamos essa conversa lá.

— Ok!

Subimos os dois lances de escada da casa e fomos para o seu quarto.

Papai entrou primeiro e começou a retirar suas roupas e guardou seus pertences nas gavetas da cabeceira da sua cama. Depois terminou de retirar suas roupas e, eu não resisti e peguei o seu tênis que ele tinha acabado de tirar e o levei até meu nariz.

FSSSSS!

— Aaaah! Suspirei, sentindo o seu chulé quente e divino, excitando-me.

— Você gosta do chulé do papai, né, meu amor?

— Sim, papai, de todos os chulés que já provei dos membros da família, o seu é o melhor.

— Que ótimo, filhote, então cheire os pezões do papai.

Sentei no chão, coloquei os pezões de papel no colo e logo ergui um pé até meu nariz e comecei a cheirar e depois a chupar.

FSSSSS, Huuuuuuuuuum! Aaaah!

— Aaaah! Papai suspirava enquanto eu chupava seu pé.
— Estava precisando desse trato nos pés; eles estão cansados e doloridos.

Retirei o pé da boca e disse:

— Não se preocupe, papai, vou deixá-los relaxados. E voltei a chupar e cheirar seus deliciosos pés, e aproveitei para fazer uma massagem com as mãos.

Enquanto isso, papai começou a retirar suas roupas, camiseta, depois abriu e, levantando um pouco seu quadril, desceu as calças até seus tornozelos. Eu parei de chupar seu pé e ajudei ele a retirar o resto das suas calças.

Depois ele desceu a cueca, eu a retirei e cheirei, aspirando o cheiro de pica e cu suados dele. Deixei suas meias, calça e cueca de lado e voltei para seus pés.

— Ãããh! Papai gemeu, fechando os olhos.

— Filho! Chamou minha atenção. Olhei para ele, ainda deliciando-me em seus pezões, esperando ele falar.

— Amanhã você vai satisfazer seu cunhado Felipe. Vou te levar na parte da manhã, como sempre, e você passará o dia com ele, tá bom?

Retirei seus pés da boca, papai abriu os olhos me olhando, e o respondi:

— Tudo bem, papai! E voltei a cheirar, beijar, lamber e chupar seus pés.

— Ótimo, querido, agora delicie-se nos meus pezões.

Eu continuei nos seus pés, lambuzando-me neles, e os deixando brilhando com minha saliva.

Um tempo depois, ele pediu para eu parar. Levantou-se e ergueu-me do chão, pegou em minhas mãos e me levou para o chuveiro junto com ele.

Entramos no box e ele abriu o chuveiro com a temperatura no morno. Entramos debaixo do chuveiro e tomamos banho juntos, e aproveitei para roçar o pau no dele.

Minutos depois, terminamos o banho e saímos do banheiro, nos trocamos e saímos do quarto, indo para a sala. Deitamos no sofá juntos, agarrados, e ficamos assistindo televisão até a hora de dormir.

As horas passaram, por volta das 19:30 fui para casa da minha mãe, jantei com ela e depois vim embora de volta para os braços do meu papai.

Deitei no sofá junto com ele e ficamos agarradinhos até tarde da noite. Um tempo depois levantamos e fomos escovar os dentes e depois fomos para a cama.

Deitei de lado e papai veio para trás de mim, agarrando minha cintura e, logo, quando a cama e nossos corpos esquentaram, caímos no sono profundo.

Na manhã seguinte, acordamos praticamente juntos. Papai se enroscou em mim, beijando-me e se esfregando em meu corpo.

— Bom dia, bebê do papai!

— Bom dia, papai dormiu bem?

— Agarrado a você? Sempre! Aaaa! Ele bocejou, esticando-se todo, e pulou da cama em seguida, encaminhando-se para o banheiro.

Levantei segundos depois e fui usar o banheiro do andar de baixo. Entrei, tranquei a porta e fiz o que tinha que fazer. Saí do banheiro e fui para meu quarto; iria começar logo a me arrumar. Papai iria daqui a pouco levar-me para meu cunhado.

Por volta das 10:00, estava pronto, esperando papai me chamar para irmos para a casa de meu cunhado.

— Florzinha, já está pronta? Saímos em alguns minutos.
— Estou, papai!

— Ótimo, só vou pôr o tênis e tomar um café preto e saímos.

— Ok!

Papai desceu depois de dez minutos, passou na cozinha, fez seu café e aproveitei para comer alguma coisa.

Uns vinte minutos depois, fomos para a garagem; papai abriu o portão e começou a esquentar o carro. Minutos depois, ele o retirou da garagem, e desci as escadas e ele retirou o carro. Fechei o portão e me alojei ao seu lado no banco do carona, e em seguida partimos.

Vinte minutos depois chegamos à casa de minha irmã Camila, descemos do carro e chamamos no portão.

— FELIPE! Gritou papai.

A cachorra da minha irmã latiu no quintal.

— AU, AU, AU.

De dentro da casa, vimos meu cunhado pegar as chaves e vir abrir o portão.

Quando abriu a porta, pisou sem querer na pata da sua cachorra.

— Sai, Nala! Ele falou bravo.

A cachorra foi atrás dele, e ele aproveitou para trancá-la na casinha dela. Em seguida, ele veio em direção ao portão.

Quando chegou, nos cumprimentou:

— Bom dia, sogro, bom dia, Pedro!

— Bom dia! Respondemos cumprimentando-o; papai apertou sua mão, e eu dei um beijo na sua bochecha. Em seguida, entramos pelo portão e seguimos até a sala da casa.

— Podem entrar! Disse meu cunhado para nós.

Entramos e sentamos no sofá, na sala.

— Então, meu genro. Disse papai: — Vim deixar seu cunhado a seus cuidados, como conversamos ontem. Cuide bem dele e o me devolva em segurança.

— Pode deixar! Disse meu cunhado a papai.

— Ótimo, não vou me estender falando muito, é só isso. Você conhece as regras, então dá para saber até onde pode ir sem arrumar problemas.

— Com certeza, sogro!

— Então está bom!

Papai levantou-se do sofá, vindo me dar um beijo no topo da minha cabeça.

— Tchau, meu docinho, cuide-se. Voltarei para te buscar mais tarde.

— Tá bom, papai!

— Cuide do meu amor, meu genro. Mais tarde passo para buscá-lo. Comporte-se. Papai disse, apertando a mão do meu cunhado.

— Ok, sogro, até mais tarde.

Meu cunhado levou meu pai até o portão e o trancou. Depois, passou pela casinha da sua cachorra Nala e a trouxe junto com ele para dentro da casa.

— Bom, meu cunhadinho, hora de transarmos.

Ele colocou a cachorra que estava nos seus braços no chão, trancou a porta da cozinha atrás de si e logo começou a retirar suas roupas, ficando pelado.

Levantei-me do sofá e comecei a retirar minhas roupas. Logo em seguida ele aproximou-se de mim por trás, puxando-me pela cintura para seu corpo, e tascou-me um beijão de língua molhado.

— Huum! muach! muach!

Conforme nos beijávamos, passávamos nossas mãos pelos nossos corpos, alisando os braços, as costas, nossas bundas, enquanto nossos paus se esfregavam. Nossas pernas se entrelaçaram e roçamos nossos pés descalços.

A língua quente do meu cunhado duelava junto à minha na minha boca, compartilhando nossas salivas doces.

Logo ele se afastou de mim e puxou-me para o sofá. Sua cachorra subiu junto a nós e foi direto pular na cara dele. Ele a segurou pela cabeça e lambeu sua boca, fazendo-a expor a língua para fora, e logo vi os dois se beijando e se lambendo.

Ele puxou meu rosto para junto deles, e nós três começamos a nos beijar, rodando nossas línguas umas nas outras. Eu revezava entre beijar a boca dele e a da cachorra, e ele fazia o mesmo, gemendo baixo.

Deixei-o beijando a cachorra, e fui descendo pelo seu maxilar quadrado, marcado, que apresentava uma barba por fazer, beijando e lambendo suavemente. Beijei seu pescoço e seus ombros definidos pela academia; em seguida, passei para seus braços, beijei-os até suas mãos, lambendo a aliança de casamento dele no dedo anelar esquerdo. Ergui seus braços, fazendo-o colocar atrás de sua cabeça, cheirei e lambi seus suvacos, absorvendo o cheiro e o sabor de macho que ele exalava.

Logo me dirigi para seu peito definido, lambi e beijei, deslizei meus lábios até seus mamilos tesos e rodei a ponta da língua neles, depois os suguei forte e os mordisquei, fazendo-o gemer alto.

— Hããã!

Larguei seus mamilos e fui descendo em direção à sua barriga definida, lambendo e dando vários beijos nos gominhos que se formavam.

Olhei para cima enquanto me divertia com a sua barriga, passando a língua nela, e às vezes enfiando a ponta no seu umbigo. A visão que tive foi dele e da cachorra no encosto do sofá. Ele a colocou em cima do encosto de patas abertas, com a buceta e o cu dela para frente. Em seguida, passou a ponta do dedo indicador, tentando entrar primeiro na buceta dela, depois no cuzinho. A cachorra grunhiu baixo e ele tascou a boca na sua buceta.

Lambeu, chupou e, de vez em quando, colocava um, depois dois dedos dentro dela para ir alargando.
Eu, nessa hora, estava louco, já na sua virilha lambendo-a, cheirando e descendo para seu belo cacete, que estava duro que nem ferro, apontado para cima.

Ele abriu mais suas pernas, deixando mais espaço para mim, e pude ver seu cuzinho rosado e peludinho se contraindo de leve.

Desci minha boca beijando o início do seu pau rosado não circuncidado, depois lambi até chegar na ponta e caí de boca mamando fundo seu delicioso cacete.

— Hãããããã! Ele gemeu, levantando seu quadril e segurando na minha cabeça, e voltou a chupar a buceta da Nala.

Seu pau se alojou fundo em minha garganta, fodendo-a. Depois deslizou para fora, depois voltou a entrar e sair inúmeras vezes até ele quase gozar e retirar seu pau da minha boca.

Ainda naquela posição, segurei suas pernas para cima, tendo acesso ao seu cu. Ele segurou com as duas mãos suas pernas para ajudar a manter a posição, em seguida abriu suas nádegas, olhando seu cuzinho que piscava, e caí de boca, arrancando vários gemidos dele.

— Huuuuuuuuuum, hãããããã!

Em seguida, saí do seu cuzinho e desci beijando e lambendo suas coxas grossas e panturrilhas desenhadas, até que cheguei aos seus lindos pés 39.

Sentei-me no chão para ficar mais confortável, ele sempre observando enquanto chupava e dedava sua cachorra, e ergui seus pés até minha cara, e os esfreguei sentindo o chulé fraco e quente deles, depois lambi as solas macias e chulezentas e passei para seus dorsos veiudos beijando e lambendo.

Depois, ergui-me do chão e ele largou a cachorra. Deitei no sofá de barriga para cima e ele veio para cima de mim, beijando minha boca de língua, depois desceu para meu pescoço, beijando.

Puxei a Nala para minha boca e chupei seu cuzinho e depois sua buceta, enquanto isso meu cunhado descia chupando meus peitos, mordiscando e chupando meus mamilos. Depois lambeu e beijou minha barriga. Quando chegou no meu pau, masturbou-o e, em seguida, caiu de boca, deixando meu cacete deslizar até sua garganta.

Com o tempo, deixou ele sair e depois entrar novamente. Sua boca o acariciava, ele rodava a língua em volta do meu cacete, lambuzando-o de saliva. Ele descia e subia com a cabeça me chupando e aproveitava para massagear meu saco com a mão grande e forte.

Depois, retirou meu pau da boca e foi para meu saco, chupou-o e mordiscou. Em seguida, ergueu minhas pernas até minha cabeça e caiu de boca no meu cu, tirando-me suspiros e tremedeiras.

— Huuum! Aaaah!

Eu gemia baixinho chupando a Nala enquanto ele me chupava. Sua boca quente provocava-me e estava louco para sentir logo seu delicioso pau devorando meu cu.

Quando ele se cansou de chupar, levantou-se, retirou a Nala da minha boca e trocou-me de posição. Pegou em minhas mãos e levantou-me do sofá.

Em seguida, pediu para que eu ficasse de quatro no chão. Chamou a Nala e a colocou embaixo de mim, segurou no meu cacete duro e, abrindo as patas traseiras da Nala, enfiou a cabeça do meu pau na sua buceta canina.
— Aaaaaah! Gemi alto.

Em seguida, depois que meu pau entrou todo nela, meu cunhado foi para trás de mim, ficou de joelhos e segurou seu cacete duro, abriu minhas nádegas e cuspiu no meu cu.

— PUff!

Segurou seu cacete duro pela base, apontando a cabeça rosa na entrada do meu cuzinho, e começou a forçar.

— Huuuuuuuuuum! Gemi

No meu pau, a Nala estava impaciente, louca para que eu começasse a bombar, mas precisava que ele ordenasse os movimentos.

Ele foi se instalando aos poucos dentro de mim, até chegar às suas deliciosas bolas. Dobrou-se em cima de mim e veio até meu ouvido. Falando baixinho, ordenou:

— Foda-se no meu caralho, minha cachorrinha.

— huuum! Gemi e comecei a me movimentar para trás e para frente, fazendo com que seu caralho entrasse e saísse de dentro de mim, e consequentemente eu entrava e saía de dentro da Nala.

— Hããã! Ele gemia grosso, de olhos fechados, curtindo nossa foda.

— Huuum! Eu gemia, apertando meu cuzinho na sua pica, piscando meu cuzinho e fazendo meu pau entrar e sair de dentro da Nala e, consequentemente, ele entrava e saía de dentro de mim.

PLOC... PLOC.... PLOC....

Meus movimentos eram lentos para poder aproveitar o máximo possível da foda. Mas para ele não era o suficiente, então segurou na minha cintura e começou a estocar mais forte.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— huuum! Gemiamos com a velocidade.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.

— Ãããããh , toma leitinho, meu gostoso! Aaaah! Pffffffffffffffffffffffff!!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Bombei mais um pouco na buceta da Nala e gozei, enchendo-a de porra.

Pffffffffffffffffffffffff!

— Huuuuuuuuuum!

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Sai de dentro dela e meu cunhado de dentro de mim.

A cachorra dele saiu de perto de nós e foi se lamber com a buceta vazando minha porra. Estalei-me no chão, cansado, e meu cunhado levantou-se e sentou-se no sofá, recobrando o fôlego, e pisando no meu rosto com seus pezões suados que começavam a exalar chulé.

Um tempo depois nos levantamos, e ele colocou a Nala para fora. Pegou na minha mão e levou-me para seu quarto.

Quando entramos, ele me atirou de bruços na cama e, já de pau duro, subiu em cima de mim.

Abriu minhas nádegas e chupou meu cu com o resto de sua porra que tinha vazado de dentro. Tomou-a e se posicionou como seu cacete duro na portinha do meu cu.

Em seguida, começou a forçar, fazendo seu membro rígido deslizar para dentro do meu cu até chegar nas bolas.

Esperou uns minutinhos, suspirando, e começou lentamente a me foder.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC

Seu quadril subia e descia em uma boa amplitude, seus golpes eram fortes e lentos, mas que faziam eu gemer gostoso, sua barba por fazer arranhava-me o pescoço, e eu rebolava gemendo baixo, implorando por sua pica gostosa.

— Me fode, Felipe, seja dono do meu cu.

— Toma, pica, viadinho!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aaaah, toma, porra, viado!

Pffffffffffffffffffffffffff

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...

Gozamos juntos, ele dentro de mim e eu na cama.

Ele saiu de cima de mim e estendeu a mão para eu levantar.

Em seguida, fomos para o banheiro. Entramos juntos no box e tomamos banho juntos. Durante o banho, ele informou que queria mijar na minha boca. Ajoelhei-me, colocando a cabeça da sua pica nos lábios, e ele despejou seu delicioso mijo.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Terminei de engolir seu mijo quente e delicioso e ergui-me do chão e continuamos o banho. Depois desligamos o chuveiro e fomos nos trocar.

Ele foi para a cozinha em seguida e preparou algo para comermos; estava morto de fome. Olhei no relógio e eram 16:30; tinha meia hora para papai vir me buscar.

Comemos os dois juntos alguns sanduíches de queijo, alface, hambúrguer e tomate, com uma jarra de suco de goiaba.

Depois esperamos até que meu pai viesse me buscar. Sentamos no sofá e deitamos ele embaixo e eu em cima dele, com a cara na sua virilha, cheirando.

Um pouco antes de papai chegar, tirei seu pau para fora e o mamei de novo até tirar as últimas gotas ralas da sua pica. Ele quis fazer xixi novamente e aproveitei que estava com a boca ali e tomei tudo.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Antes de levantar do sofá para despejar tudo o que tinha bebido, desci com o nariz até seus pés limpos, os cheirei e os lambi, passei meu pau neles rebolando e saí dali direto para o banheiro, antes que voltássemos a transar.

Mijei na privada, esvaziando até a última gota de xixi da minha bexiga. Saí do banheiro, dando descarga, e, quando ia para o sofá, recebi uma mensagem do papai.

"Estou na porta."

A campainha tocou na mesma hora.

DING DONG!

A Nala latiu, e meu cunhado levantou do sofá e pegou na minha mão. Fomos até a cozinha, pegamos a chave do portão e fomos para fora.

— Sogrão, passou rápido demais, vou querer mais depois!
— Passou a tarde toda com a minha boneca e já está querendo mais, Felipe?

— Claro, ela é gostosa demais!

— Vemos isso depois, safado!

— E AÍ, bebê do papai, tudo bem? Como foi sua tarde?

— Tudo ótimo, papai, estou satisfeito.

— Que bom! Papai disse, me tascando um beijo de língua.

— Vamos embora, meu dengo?

— Vamos, papai!

— Tchau, Felipe! Disse meu pai, apertando a mão do meu cunhado.

— Tchau, sogro, até breve!

— Até!

— Tchau, gatinha! Disse ele para mim.

— Tchau, cunhado. Fui até ele e dei um beijo de língua.

Depois papai puxou-me para o carro, ligou-o e partimos de volta para casa.

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