Fim de noite
Em um fim de noite de sábado, já amanhecendo o domingo, depois de tomar todas, paguei a conta da boate e me dirigi ao estacionamento, diante da dificuldade que tive para chegar ao meu carro, a Rosely, uma travesti cheia de curvas, em um corpo de um metro e oitenta, ombros largos, pele bem branca e grandes seios de silicone, que era a diretora artística da casa, me abraça pela cintura e me leva até o lado do veículo. Percebendo que eu não teria condições de dirigir, me pergunta se eu queria que ela dirigisse para mim, doidão e quase não conseguindo falar, concordei e ela me colocou no banco do passageiro. Só lembro da agua frio no meu corpo e o copo de café amargo me sendo oferecido e do beijo que troquei com Rosely antes de dormir. Acordei com minha anfitriã me oferecendo um efervescente e seu pau duro apontando para mim. Sentei na cama para tomar o liquido, voltando a deitar em seguida e ela deita-se na cama me abraçando por trás com aquele mastro no meio do meu rego disse no meu ouvido: Preferi esperar. Não entendendo, virei de barriga para cima e perguntei: Esperar o que? Ela fazendo carinha de ofendida diz enquanto acariciava meus bagos: Você não lembra? Você me pediu para te comer pedindo para eu ser delicada porque você nunca deu o cu. Já de pau duro, não impedi que ela me fizesse uma chupeta maravilhosa, enquanto enfiava o dedo no meu cu. Gozei forte na boca de Rosely que com perícia engoliu tudo e ela aproximou aquela piroca da minha cara e sorriu para mim. Em um impulso abocanhei aquele caralho e com estranha satisfação chupei e mordisquei até que Rosely não aguentando mais, me virou e me colocou de quatro, ao sentir o cabeção na portinha, uma corrente elétrica percorreu minha coluna e eu mesmo abri minhas nádegas esperando a penetração que não tardou. Rosely puxou meu quadril e não sei quanto entrou, mas a dor estava quase insuportável e ela nem precisou movimentar para encher meu cu de porra. Excitado, troquei de posição e enfiei minha rola naquele cuzinho até o talo, ouvindo Rosely choramingar e rebolar enquanto se masturbava, logo que comecei a movimentar, ela parou de bater punheta e assim que eu gozei, seu pau estava mais duro do que antes e voltei a ficar de quatro e mesmo com o cu ardido, engoli toda aquela piroca enquanto batia uma punheta nervosa e recebi a segunda esporrada em meu rabinho até então virgem. Agora só vou a boate no fim da noite para levar Rosely para casa.
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