#Grupal #Lésbica #Teen #Virgem

Sexo familiar

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Sandra

Concluí o antigo ginásio com quinze anos incompleto em um colégio pequeno perto de casa e fui cursar o que na época era o cientifico em um grande colégio de classe média alta. Até então, minha rotina era escola pela manhã, estudo e aulas de piano durante a tarde e judô no início da noite, era bem tranquilo, as vezes flertava com um menino ou outro, não sabia como era um beijo na boca, tinha muita curiosidade, mas os meninos daquela escolinha eram como irmãos. Algumas noites, meus pais me deixavam, sozinha em casa e as vezes nos finais de semana iam para o que chamavam de "retiro de casais", onde em tese discutiam relacionamentos e coisa e tal. Quando mamãe me levou para fazermos a matricula no colégio novo, surpreendeu-se ao encontrar lá uma amiga dela, mãe de Lucy que também estava matriculando a filha. Naquele dia, já nos afeiçoamos, ela loirinha como a mãe e eu ruiva como meu pai, ela com um corpo tão desenvolvido quanto o meu, jogava vôlei em um clube que éramos sócio mas que íamos muito pouco. Já no inicio do ano letivo, como alunas novas da mesma classe, passamos a sentar uma ao lado da outra e em um recreio falei para ela que meus pais iriam para o retiro naquele final de semana, ela me olhou com uma expressão de sacana mas não esclareceu nada. Na sexta feira, Lucy me convidou para passar o sábado em sua casa e eu topei. No dia seguinte, acordei a tempo de me despedir de meus pais se prometeram que voltariam no finalzinho do domingo, ,mamãe me deu dinheiro para eu ir ao cinema quando quisesse e papai reforçou meu caixa me aconselhando a almoçar no shopping no domingo. Assim que eles saíram me arrumei e coloquei algumas roupas em uma mochila, chamei um táxi e fui para casa de Lucy. Minha amiga estava sozinha, os pais também tinham viajado, logo percebi que ela queria me falar alguma coisa e quando comentei da coincidência de nossos pais saírem da cidade exatamente no mesmo fim de semana ele não aguentou e me levou ao escritório do pai. Lá, pegou uma chave escondida atrás de uns livros e abriu um móvel com muitos rolos de filmes, montou o projetor e fiquei de boca aberta, eram filmes de putaria, comecei a ver e logo no primeiro filme, identifiquei uma mulher que parecia ser a mãe dela, mas como não aparecia os rostos não tive certeza, no segundo rolo de filme, ao aparecer uma pica dura, ela falou: "Essa é a rola do meu pai". Passamos um filme atrás do outro, até que apareceram duas mulheres esfregando a buceta, de imediato identifiquei minha mãe, foi um choque e Lucy cinicamente fala: "Nossas mãos se comendo". Eu não sabia o que era maior, minha tesão ou meu espanto. Continuamos a ver os filmes e logo identifiquei o corpo do meu pai, aquela pentelheira ruiva não deixava dúvida e naquele mesmo rolo de filme, meu pai estava comendo uma desconhecida. Eu estava chocada, os encontros de casais eram verdadeiros, mas não como meus pais diziam, não eram rodas em que os casais contavam suas experiencias e trocavam conselhos como minha mãe me dizia, ali os casais faziam trocas e até as mulheres comiam umas às outras. Lucy me contou que descobriu os filmes, após espionar os pais em telefones suspeitos e seu pai, quando recebia visita, sempre se trancava com os visitantes no escritório. Estavam faltando uns cinco ou seis filmes para vermos, quando começamos a assistir umas oito mulheres em uma espécie de tatame nas variadas posições, entre elas nossas mães, as quais identificamos pelos corpos, pois quem estava filmando tinha pratica e em instante alguém nos vários filmes apareceram os rostos . Aquela gemedeira foi a gota d'água sem dizermos nada, trocamos nosso primeiro beijo, não só um beijo lésbico, mas nosso primeiro beijo na boca. Senti espasmos musculares como nunca tinha sentido antes e ao alisar os seios de minha primeira amante, senti seu coração batendo nas pontas do meu dedo. Chupamos nossas línguas, nossos pescoços e tirarmos nossas camisetas com parte do amasso com que a muito sonhava, nunca tinha imaginado que seria com outra menina, mas eram aquelas as mais fortes sensações que tinha sentido até então, com a certeza que também o eram as de Lucy, nossa inexperiência era superada por nossa vontade e curiosidade, necessidade de conhecer o prazer. Depois de algum tempo nos mamando como duas bezerrinhas foi a hora de tirarmos nossas bermudas e o fizemos de pé, pois até então, estávamos rolando pelo chão do escritório, não nos permitimos admirar nossos corpos, pois nossas mãos já os conheciam e descobrimos com os dedos nossos grelos. Passamos a nos massagear reciprocamente a expressão de prazer de Lucy me excitava ainda mais e descobri que o dom de masturbar outra mulher é nato a todas nós. Minha amante ter tido contato por mais tempo com o material que eu acabara de conhecer, era mais erotizada que eu. Seu corpo estremeceu em meus braços e seu gemido tornou-se bem mais prolongado, a massagem que ela fazia em minha buceta perdeu o ritmo, assim eu percebi que estava dando prazer suficiente a Lucy, a ponta de leva-la ao orgasmo. Assim que ela acabou de gozar voltou a caprichar no trato que estava dando a minha bucetinha virgem completamente molhada, e fui ao céu choramingando como uma menina mimada que era. Nos abraçamos como duas namoradas de fato e caminhamos nuazinhas para o chuveiro. Após o banho, voltamos ao escritório e arrumamos tudo como estava antes, inclusive escondendo as chaves do armário dos filmes no lugar original. Minha namorada passou a me contar tudo que tinha descoberto, especialmente sobre seus pais e no meio da tarde saímos para almoçar no shopping. Voltamos a namorar na casa dela e quando o telefone tocou, ela correu para a sala só de calcinha, eram seus pais e ela arriscou mandar um recado: "Mãe, diga a mãe da Sandrinha que ela vai dormir aqui em casa". A resposta da mãe nos fez ter certeza que nossos pais estavam no mesmo bacanal, certeza essa que nos levou a uma nova masturbação mutua e já mais habilidosas conseguimos gozar quase juntas e como da vez anterior, minha fêmea gulosa entrou em gozo um pouquinho antes de mim. Lucy pegou um espelho de mão e além de ver a própria buceta melecada, mostrou a minha, o que nos levou novamente ao chuveiro. Aquele clima sensual entre nós duas, não nos permitiu continuarmos enroladas em nossas toalhas e para nos conhecermos melhor, deitamos na cama dos pais de Lucy para estudarmos uma a buceta da outra, claro que para adolescente, o ver significa tocar também e naquela posição uma bolinando a outra com as cabeças bem próximas das bucetas, tendo visto os filmes que tínhamos visto, o sessenta e nove foi inevitável, grudei naquela buceta como se ela fosse magnetizada e senti a boca de Lucy fazendo sucção no meu grelo e sua língua penetrando minha virgenzinha e como duas famintas nos chupamos nos linguamos e fomos a loucura juntas. Adormecemos e quando acordamos, nos embolamos novamente elegendo o sessenta e nove antes do banho a oitava maravilha do mundo e ficamos naquela posição gostosa dando e recebendo carinhos olhando nossas bucetas e alisando nossas bundas até que voltamos a nos possuir. Perto da hora do almoço precavidas com uma possível chegada antecipada dos pais de Lucy, tomamos banho, arrumamos tudo e passamos a aguarda-los.

Comentários (1)

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  • Rita: Isso excita-me..

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a