A nova realidade que mudou o mundo parte 132 - A noite do pau de fogo
Quando o sol se pôs sobre a cidade tomada, o ódio que havia fervido por anos finalmente transbordou em forma de vingança pura. As escravas não queriam apenas liberdade. Elas queriam que os homens sentissem, na carne, cada humilhação, cada violação, cada dor que lhes havia sido imposta. E elas tinham tempo, muitos homens e muitas horas.
No pátio central do antigo hotel, agora transformado em centro de julgamento improvisado, os primeiros grupos de prisioneiros foram arrastados. Guardas, hóspedes ricos, donos de galpões, jovens filhos de famílias poderosas, todos nus, amarrados, expostos. As mulheres formaram um grande círculo ao redor deles, silenciosas, os olhos brilhando com uma satisfação fria e antiga.
Começaram pelos paus. Um grupo de negras, as que mais haviam sofrido no galpão principal, pegaram luvas de couro cru reforçadas com cacos de vidro e arame farpado. Elas se ajoelharam em frente aos homens e começaram a masturbar cada pau com movimentos lentos, deliberados, girando as mãos como se estivessem descascando uma fruta podre. A pele se rasgava imediatamente, o sangue quente escorria pelos dedos das mulheres, misturando-se ao suor e ao medo dos homens. Elas não aceleravam, mantinham o ritmo constante, cruel, arrancando tiras inteiras de pele, expondo carne viva, veias pulsantes, a cabeça inchada e roxa.
Os gritos dos homens ecoavam pela praça. Alguns urinaram de dor, o mijo misturando-se ao sangue. As mulheres riam baixo, continuando o trabalho. Quando os paus estavam completamente esfolados, viraram massas de carne crua e sangrenta, elas pegaram facas afiadas e começaram a castração. Os testículos foram cortados devagar, um por um, enquanto os homens uivavam e se contorciam. As mulheres forçavam as bocas abertas dos prisioneiros e enfiavam os próprios órgãos ainda quentes dentro delas, obrigando-os a mastigar e engolir. O sangue escorria pelos queixos, pelos peitos, pingava no chão. Alguns homens vomitavam, mas as escravas seguravam suas cabeças e faziam-nos engolir novamente.
Depois veio o fogo. Elas arrastaram os homens castrados e esfolados até grandes pilhas de madeira e palha seca. Amarraram-nos de pé, paus expostos e sangrando, e atearam fogo aos pés deles. As chamas subiram devagar, lambendo as pernas, queimando a pele, subindo pelas coxas. Os homens gritavam até a voz falhar, o corpo se debatendo contra as cordas. As mulheres ficavam em círculo, assistindo, algumas tocando a si mesmas enquanto viam os algozes de anos queimarem vivos.
Em outro canto da praça, um grupo de escravas brancas e orientais escolheu os homens mais jovens, os adolescentes que um dia haviam rido enquanto as estupravam. Elas os amarraram de pernas abertas em cavaletes de madeira. Usando agulhas grossas e linha de pesca, costuraram os ânus deles, fechando-os completamente. Depois enfiaram mangueiras de borracha nos paus e injetaram litros de água fervente misturada com sal e pimenta. Os jovens se contorciam, os ventres inchando grotescamente, gritando até perderem a voz enquanto o líquido queimava por dentro.
Em outro grupo, as índias, as mais silenciosas e as que mais haviam sofrido, pegaram facas e começaram a cortar pedaços pequenos dos corpos dos homens: pedaços de pele do peito, dos braços, das nádegas. Elas não matavam rápido. Cortavam, cauterizavam com ferro quente para impedir o sangramento, e continuavam. Os homens imploravam, choravam, mijavam de terror. As índias apenas olhavam, os olhos frios, e continuavam cortando. A noite inteira foi de dor sem fim.
Mulheres que haviam sido urinol humano agora mijavam na boca dos antigos donos. Mulheres que haviam sido forçadas a chupar animais agora obrigavam os homens a chuparem os paus uns dos outros enquanto elas assistiam e riam. Mulheres que tiveram os filhos arrancados agora forçavam os homens a assistir enquanto elas queimavam os órgãos genitais deles com brasas. O ar cheirava a carne queimada, sangue, mijo e medo.
Quando o dia começou a raiar, a maioria dos homens ainda estava viva, mas quebrada. Muitos haviam enlouquecido. Outros simplesmente olhavam para o vazio, o corpo destruído, a mente apagada. Alguns ainda respiravam, mas já não eram mais homens. Eram coisas, coisas que sofriam. As escravas não sentiam pena. Elas caminhavam entre os corpos torturados, algumas ainda nuas, outras vestindo roupas roubadas, o olhar duro e satisfeito. O ódio não havia acabado, apenas havia sido extravasado.
Pela primeira vez em anos, o silêncio da cidade não era de medo, era de justiça cruel. E o novo mundo, que um dia parecera eterno, agora sangrava.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)