#Assédio #Estupro #Grupal #Sado

A puta Giovanna part 2

988 palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Diiabadesaia

A vadia dos amigos

Usada pelos Cinco – Parte 2

Na manhã seguinte, Giovanna acordou nua na cama king size do quarto principal do apartamento. O corpo doía em lugares que ela nem sabia que existiam. Marcas roxas nos seios, mordidas na parte interna das coxas, o cu ainda ardendo da invasão de Lucas. Porra seca colada na pele morena, cabelo liso todo embolado.

Ela tentou se levantar devagar, mas um braço forte a puxou de volta.

Igor estava deitado ao lado dela, completamente nu, o pau meio duro descansando contra a coxa grossa dela.

— Aonde você pensa que vai, Gi? — murmurou ele com a voz rouca de sono, mordendo o lóbulo da orelha dela. — Hoje é domingo. Dia de descanso… pra gente usar você direito.

Antes que ela pudesse responder, a porta do quarto se abriu. Henrique entrou só de cueca boxer, segurando um copo de água e um analgésico.

— Toma. Vai precisar. Ontem você levou bastante — disse ele, com aquele sorriso cruel que fazia o estômago dela revirar. — Mas não pensa que acabou. A gente só começou.

Giovanna engoliu o remédio em silêncio. Sentia-se suja, usada… e estranhamente molhada só de ouvir o tom possessivo deles.

José apareceu em seguida, já vestido, mas com os olhos famintos fixos no corpo dela.

— Levanta. Banho agora. Todos juntos.

No banheiro enorme com box de vidro, os cinco entraram com ela. A água quente caiu sobre o corpo de modelo de Giovanna enquanto mãos grandes ensaboavam cada curva sem pedir permissão.

Gustavo foi o primeiro a pressioná-la contra a parede fria. Segurou os dois pulsos dela acima da cabeça com uma mão só e enfiou dois dedos grossos na boceta ainda inchada.

— Ainda tá cheia da porra de ontem — grunhiu ele, mexendo os dedos devagar. — Boa garota. Guardou tudo pra gente.

Lucas se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas redondas e enfiou a língua no cuzinho apertado, lambendo e chupando enquanto a água escorria.

— Porra… esse cu é viciante — murmurou ele entre lambidas.

Henrique e José ficaram na frente. Um chupava os seios dela com força, mordendo os mamilos até ela gemer alto. O outro enfiou o pau na boca dela, fodendo a garganta devagar enquanto segurava o cabelo liso molhado como rédea.

Igor apenas observava encostado na parede, se masturbando devagar, comandando:

— Engole mais fundo, interiorana. Mostra pra eles como você aprendeu rápido a ser nossa putinha.

Giovanna engasgava, lágrimas misturadas com água, mas o corpo traía: a boceta apertava os dedos de Gustavo, os quadris se mexiam sozinhos contra a boca de Lucas.

Eles não a deixaram gozar no banho. Queriam ela desesperada.

Depois do banho, levaram ela de volta pra cama, ainda molhada.

Dessa vez foi mais organizado. Mais cruel.

Colocaram Giovanna de quatro no centro da cama. Igor deitou debaixo dela, enfiando o pau grosso na boceta de uma vez só, até o fundo.

— Cavalgue — ordenou ele, segurando a cintura fina com força.

Enquanto ela subia e descia, gemendo alto, Henrique se posicionou atrás e cuspiu no cuzinho. Enfiou o pau devagar, esticando o anel apertado. Dupla penetração. Giovanna gritou de dor e prazer, o corpo tremendo inteiro.

— Isso… aguenta os dois paus, vai — rosnou Henrique, metendo fundo, sentindo o pau de Igor roçando através da parede fina.

José e Lucas se ajoelharam dos lados. Ela foi obrigada a chupar um enquanto masturbava o outro, alternando. Gustavo ficou na frente, segurando o queixo dela e fodendo a boca quando queria.

Eles trocavam de buraco constantemente. Boceta, boca, cu. Às vezes dois ao mesmo tempo, às vezes três. Gozavam dentro, no rosto, nos seios. Depois faziam ela limpar com a língua.

Em determinado momento, Igor a puxou pelo cabelo, obrigando ela a olhar nos olhos dele enquanto os outros continuavam metendo.

— Fala pra gente o que você é agora, Gi.

Ela hesitou, voz rouca de tanto gemer e engasgar.

— Eu… eu sou de vocês…

— Mais alto — exigiu Henrique, dando um tapa forte na bunda dela.

— Eu sou a putinha de vocês! — gritou ela, lágrimas escorrendo, o corpo convulsionando num orgasmo violento enquanto os dois paus a fodiam sem parar.

Depois que todos gozaram pela segunda ou terceira vez, eles a deixaram deitada no meio da cama, completamente destruída, porra escorrendo de todos os buracos, corpo coberto de marcas.

Gustavo foi o mais carinhoso (de um jeito doentio). Deitou ao lado dela, acariciou o cabelo liso e sussurrou:

— Você foi perfeita hoje. Se continuar assim, a gente pode te dar umas coisas boas. Roupas novas, dinheiro… até fingir que é nossa namorada quando sair com a gente.

Henrique riu do outro lado da cama.

— Mas se tentar fugir ou contar pra alguém… a gente vai pro interior visitar sua família. E aí não vai ser só você que vai levar.

Igor selou a promessa com um beijo possessivo na boca inchada dela.

— Amanhã você volta pro trabalho como se nada tivesse acontecido. Mas toda noite, depois do expediente, você vem pra cá. Entendeu?

Giovanna só conseguiu acenar com a cabeça, exausta, mente confusa entre o medo, a vergonha e o prazer viciante que aqueles cinco homens estavam imprimindo no corpo dela.

Ela sabia que estava presa.

Sabia que cada dia ia ficar mais fundo nessa dependência tóxica.

E, pior… uma parte dela já começava a esperar ansiosamente pela próxima vez que eles a usariam.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos