Capacho, escravo de mijo e zoo, segunda rodada parte 2
Conto bdsm forte com mijo, cavalo e humilhação total, tá avisado, leia se quiser.
Roberto olhou para o meu corpo destruído no colchão sujo e sorriu com aquela malícia que eu já temia.
— O dia ainda não acabou, égua. Mas dessa vez vamos fazer diferente. Você não vai ver nada do que te espera. Vamos te vendar bem apertado pra sua mente pirar imaginando o pior.
Eles me arrastaram até o centro do curral. Primeiro, Roberto pegou uma venda de couro preta grossa e amarrou com força sobre os meus olhos, apertando tanto que nem um fio de luz passava. O mundo inteiro ficou escuro. Só restavam os sons — risadas baixas dos homens, o relincho distante de Trovão, o cheiro forte de porra velha, mijo, suor e animal que impregnava tudo.
— Agora você é só um buraco cego, cadela — zombou Roberto, dando um tapa forte no meu rosto. — Não sabe se vai levar pau, punho, chicote ou rola de cavalo. Isso vai te deixar ainda mais puto e desesperado.
Em seguida, trouxeram o brinquedo novo: um dildo bem grosso e longo, de uns 35 centímetros, com veias salientes e cabeça grande. Eu só soube o que era quando Zé descreveu em voz alta enquanto besuntava a coisa toda com lubrificante misturado com a porra que ainda vazava do meu cu.
— Olha esse monstro, rapaziada. Vamos treinar esse cu frouxo com ele antes de qualquer coisa.
Eles me colocaram de quatro no banco reforçado, amarrando meus pulsos e tornozelos com correias bem apertadas. Minha bunda ficou empinada, o cu ainda uma cratera vermelha e inchada, bordas protuberantes, vazando porra equina grossa sem parar.
O primeiro golpe do chicote veio sem aviso. O couro fino cortou o ar e acertou em cheio nas minhas nádegas já marcadas.
— Aaaahhh! — gritei, o corpo arqueando violentamente.
— Isso é pra te lembrar que você é nossa propriedade, égua — grunhiu Paulão, chicoteando de novo, agora nas costas. Vergões novos queimavam instantaneamente. Cada chicotada fazia meu cu piscar e expelir mais porra.
Enquanto o chicote caía ritmado — dez, quinze golpes fortes que deixavam minha pele ardendo —, Zé posicionou a cabeça grossa do dildo na minha entrada destruída. Ele pressionou devagar. Meu cu, já largo depois do cavalo de verdade, engoliu os primeiros 20 centímetros com um som molhado e obsceno.
— Porra, olha como engole fácil — riu Russo. — Depois do Trovão real, esse dildo parece brinquedinho. Mas espera só.
Ele empurrou mais fundo, chegando a uns 32 centímetros. O dildo revirava minhas entranhas cheias, empurrando porra antiga ainda mais para dentro. Eu gemia alto, uma mistura doentia de dor lancinante e prazer que me fazia tremer inteiro, o pau duro balançando entre as pernas.
— Tá gostando do dildo grosso, cadelinha? — provocou Roberto, chicoteando minhas coxas com força. — Imagina que é o Trovão te fodendo de novo, mas você não vê nada. Só sente ele te abrindo inteiro.
De repente, Paulão se ajoelhou na minha frente, segurou minha cabeça pela venda e enfiou o pau duro na minha boca.
— Abre essa boca de privada enquanto te fodemos, puta.
No mesmo instante, Russo começou a meter o dildo com estocadas brutais. O chicote não parava — Roberto chicoteava minhas costas ritmadamente, cada golpe fazendo meu corpo convulsionar e meu cu apertar em volta do dildo.
Enquanto o dildo socava fundo, Paulão mijou direto na minha garganta.
— Bebe, cadela! Mijo quente enquanto leva dildo no cu!
O jato forte, salgado e amargo jorrou sem piedade na minha boca aberta. Eu engasguei violentamente, o líquido subindo pelo nariz, bolhas amarelas escorrendo pelos cantos da boca enquanto o dildo continuava metendo sem parar. Parte do mijo escorria pelo queixo, misturando com baba e caindo no chão sujo.
— Engole tudo, porra! Não desperdiça o mijo dos machos! — berrou Paulão, segurando minha cabeça com força.
O gosto queimava minha garganta. Eu tossi e engoli o máximo que consegui, o mijo quente descendo enquanto o dildo me abria. Enquanto isso, Zé trocou com Russo: agora era o pau grosso dele no meu cu junto com o dildo enfiado.
— Um pau e o dildo juntos!
Meu cu esticou ainda mais. O pau humano e o dildo se esfregavam dentro de mim, um ao lado do outro, revirando tudo. O chicote continuava caindo — agora nas costas e nádegas —, marcando minha pele com listras vermelhas que ardiam como fogo.
— Sente isso, puta cega? Tá levando pau de homem e dildo grosso enquanto bebe mijo. Que nojo você é!
Marcos se juntou na frente e mijou também, o jato quente enchendo minha boca já cheia de mijo anterior. Eu engolia desesperado, a barriga inchando mais, o abdômen distendido ficando visível mesmo de quatro.
— Olha a barriga balonando de mijo e porra! — riam todos. — Bebe mais, privada ambulante!
Eles me viraram de barriga para cima no colchão sujo, pernas bem abertas e amarradas para cima, ainda completamente vendado. O dildo foi enfiado novamente, dessa vez bem fundo — quase todo o comprimento dentro, a base grossa esticando meu anel ao máximo. Um prolapso leve começou a aparecer: as paredes internas rosadas se virando levemente para fora com cada retirada forte.
— Tá nascendo o intestino dele! — comemorou Tatu. — Olha esse pedaço saindo por causa do dildo.
Enquanto o dildo socava fundo, Paulão e Russo meteram os dois paus ao lado dele. Meu cu virou uma ruína esticada, a pele fina separando os três objetos que se moviam dessincronizados, raspando um no outro dentro das minhas entranhas cheias de porra e mijo.
— Caralho, dois paus e o dildo juntos! Tá mais largo que boceta de puta velha! — grunhiu Russo, metendo com força.
O chicote caía sem piedade no meu peito, nos mamilos sensíveis, nas coxas internas. Cada vergão novo me fazia gritar abafado contra os paus que revezavam na minha boca.
E a mijada não parava. Um por um, os homens se revezavam na frente: enquanto os dois paus e o dildo trabalhavam no meu cu, eles mijavam direto na minha boca aberta. Roberto foi o primeiro — jato forte e cheiroso de cerveja enchendo minha garganta. Depois Marcos, depois o novato Tatu. Cada jato me fazia engasgar, tossir, bolhas de mijo misturando com baba escorrendo pelo rosto vendado, cabelo encharcado, peito molhado e pegajoso.
— Bebe enquanto te arrombam, égua! Mijo na garganta e dois paus com dildo no cu! Isso é que é ser uma verdadeira cadela de chácara!
Eu gozei várias vezes sem ninguém tocar no meu pau, o corpo convulsionando violentamente, jatos fracos de porra misturando com o mijo que escorria pelo meu peito. A próstata esmagada enviava ondas insanas de prazer que se misturavam à dor lancinante do chicote e do esticamento extremo.
Depois de longos minutos, eles finalmente tiraram o dildo e os paus devagar. Meu cu ficou uma cratera grotesca, completamente frouxo, com um pedaço do intestino rosado pulsando e vazando uma mistura nojenta de porra equina, porra humana, mijo e lubrificante em cascatas grossas e Sangue que escorriam pelo colchão.
— Olha o estrago… o cu dele virou um túnel sem fundo — disse Zé, dando um tapa leve no pedaço rosado que aparecia, fazendo eu gemer alto.
Ainda vendado, eles me colocaram de joelhos no centro do círculo. Roberto anunciou com voz de leiloeiro:
— Agora, rapaziada, vamos terminar o leilãozinho pra nossa cadelinha cega. Quem der o maior lance de porra e mijo ganha o direito de foder esse cu destruído por último antes do Trovão voltar. Vamos ver quem enche mais essa privada!
Eles me usaram como uma puta barata de rua. Um atrás do outro, paus entravam na minha boca e no meu cu ao mesmo tempo. Enquanto eu levava dois paus esfregando um no outro dentro do meu buraco completamente frouxo, o chicote continuava marcando minhas costas. E a cada rodada, o “vencedor” do momento mijava direto na minha garganta.
— Engole, privada! Tá levando porra no cu e mijo na boca ao mesmo tempo. Que puta degenerada!
— Bebe tudo, égua! Sua barriga já tá parecendo uma bola de mijo e porra de cavalo!
Mais cinco mijadas diretas caíram na minha boca enquanto eu era fodido sem parar. Alguns jatos eram fortes e pressionados, me afogando; outros mais lentos e concentrados. Eu engolia o máximo possível, tossindo, babando, o líquido quente escorrendo pelo queixo, pescoço e peito. Minha barriga estava enorme, distendida, pesada de tanto fluido. O gosto forte e amargo queimava minha garganta e meu nariz.
— Olha o estado dessa vadia… marcada de chicote, vendada, barriga inchada de mijo, cu virado do avesso e ainda gemendo como uma puta no cio — ria Roberto.
Quando o leilão terminou, Roberto tirou a venda devagar. A luz fraca do curral me cegou por um instante. Eu vi todos os homens ao redor, paus ainda duros, o dildo sujo jogado no chão, e ao fundo Trovão sendo trazido de volta pelo Zé.
Pedi um tempo, eu estava com ânsia, tentei correr para o banheiro mas caí de quatro na grama, comecei a vomitar, mijo e porra saíram de dentro de mim, ardendo enquanto subia pela minha garganta.
A força do vômito vez meu cu lançar jatos de porra, mijo e sangue.
Eles assistiram eu quase morrer botando tudo pra fora, quando retornei, manco, devagar so ouvi um, vamos ter q encher a cadela de novo, ela acabou de jogar tudo fora, e recebi um tapa na cara forte, que deixou minha cara marcada em vermelho dando pra ver até a marca dos dedos.
Agora teria q encarar o cavalo novamente.
Se eu soubesse que seria assim, teria vindo?
Meu corpo estremeceu, meu pau pulsou, duro, mesmo quase morrendo de levar pica, era a resposta que eu precisava.
O garanhão preto estava agitado, o pau imenso já meio fora da bainha, rosado e pulsando só de sentir o cheiro do meu cu destruído.
— Chegou a hora da segunda rodada com o dono de verdade — anunciou Roberto, dando um tapa forte na minha bunda aberta. — Deita de barriga pra cima de novo, égua. Pernas bem abertas. Vamos deixar o Trovão te montar direito dessa vez.
Eles me posicionaram no banco reforçado, de costas, pernas amarradas bem abertas e para cima, o cu exposto como uma oferta. Meu buraco latejava, frouxo, vermelho, com o pedaço rosado ainda visível, vazando sem parar a mistura nojenta de tudo que eu tinha recebido.
Zé guiou o cavalo. O peso enorme de Trovão fez o banco ranger quando ele montou sobre mim. A cabeça grossa e quente do pau equino roçou minha entrada destruída, escorregando fácil por causa de todo o lubrificante, porra e mijo.
— Não… tá muito aberto… mas ainda dói… — gemi fraco.
— Cala a boca e aguenta, cadela — rosnou Roberto. — Você nasceu pra isso.
O cavalo bufou e empurrou. Dessa vez, uns 28 centímetros entraram de uma vez, esticando minhas paredes internas ao limite. Eu gritei alto, o corpo inteiro tremendo. A dor era brutal, queimando fundo, mas a próstata sendo esmagada a cada estocada pesada transformava tudo em um prazer doentio e viciante.
Trovão começou a meter com estocadas ritmadas e poderosas. Cada socada fazia meu corpo balançar, minha barriga inchada de mijo e porra subindo e descendo. O pau gigantesco revirava minhas tripas, batendo fundo. O barulho molhado e obsceno enchia o curral inteiro.
— Isso, Trovão! Fode sua égua humana de novo! — incentivava Zé. — Olha como o cu dela tá engolindo quase 35 centímetros agora. Tá mais fácil depois de todo o treino!
Os homens assistiam de perto, alguns batendo punheta, outros filmando. Roberto chicoteava minhas coxas e peito de leve enquanto o cavalo me fodia, marcando mais vergões vermelhos.
— Grita pra gente, puta! Diz que você ama rola de cavalo!
— Eu… amo… aaaahhh… rola de cavalo… me usa… me destrói… — gemi entre estocadas, a voz rouca.
O garanhão acelerou. Estocadas pesadas, profundas, o pau pulsando dentro de mim. Eu gozei duas vezes sem toque, o corpo convulsionando, jatos fracos saindo do meu pau enquanto Trovão continuava metendo sem piedade.
Finalmente, o cavalo relinchou alto e gozou. Jatos potentes e quentes de porra equina inundaram meu interior mais uma vez. Era volume absurdo — litros de sêmen grosso enchendo meu intestino já cheio de mijo e porra humana, fazendo minha barriga inchar ainda mais. O excesso transbordava em cascatas brancas ao redor do pau ainda enterrado, escorrendo pelas minhas costas e pelo banco.
Quando Zé finalmente afastou Trovão, meu cu ficou uma ruína completa: uma cratera aberta, vermelha, inchada, com bordas viradas para fora e um pedaço do intestino rosado pulsando. Porra de cavalo jorrava como uma torneira, formando uma poça enorme no chão do curral.
Eu fiquei ali, ofegante, o corpo coberto de vergões do chicote, barriga distendida, rosto e cabelo sujos de mijo, o cu completamente destruído latejando.
Roberto se aproximou, passou a mão no meu cabelo molhado e falou com um sorriso satisfeito:
— Boa cadelinha. Você aguentou a venda, o chicote, o dildo grosso, dois paus com dildo, mijada na boca enquanto te fodiam, o leilão de porra e mijo… e agora mais uma carga pesada do Trovão. Amanhã vamos te vender de verdade pra uns amigos. Eles vão pagar caro pra ver uma égua como você levando tudo isso ao vivo.
Eu só consegui gemer baixinho, exausto, dolorido, humilhado até o fundo da alma.
Esqueci de reparar, mas tudo aquilo estava filmado, eu era a porra de uma estrela de filme pornô caseiro.
Mas no fundo, uma parte quebrada de mim já sabia que voltaria para mais.
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Comentários (1)
Sub_Afeminado: Mais um conto maravilhoso que tesão parabéns Seus contos são incríveis ansioso para saber a continuação
Responder↴ • uid:7xbywvj5hk