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Juninho apanhando de chicote parte 2

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Thiago puta

Conto bdsm, juninho vai levar dp e ter a boca destruída...

Depois da primeira vez o Rafael, demorou mais de um mês para ele me chamar de novo, neste tempo, fiquei pensando que não havia agradado, que eu não era um bom escravo, mas ele me chamou.
Me comeu, bateu, arrombou meu cu e senti novamente as chicotadas. Mas o q irei contar é o que veio depois.
Eu ainda sentia o corpo latejando quando Rafael me mandou tomar um banho rápido, depois de gozar no meu cu. Minhas pernas tremiam enquanto a água quente escorria sobre as marcas vermelhas que o chicote havia deixado na minha bunda e nas costas. Cada toque da água ardia, mas ao mesmo tempo me lembrava de tudo que eu tinha aguentado por ele. Meu cu ainda estava aberto, vazando a porra dele misturada com o lubrificante, e só de pensar nisso meu pau já começava a endurecer de novo, mesmo depois de ter gozado duas vezes.
— Se seca direito e veste só a cueca preta que eu deixei na cama — ele ordenou do quarto, a voz grave voltando ao tom de comando.
Quando saí do banheiro, Rafael já estava vestido com uma camisa preta justa que marcava os músculos do peito e ombros largos. Ele me olhou de cima a baixo, sorriu satisfeito e passou a mão na minha bunda ainda quente.
— Tá marcado bonito, escravo. Amanhã vai sentir cada vergão quando sentar. Agora vem.
Ele me levou até o carro sem dizer mais nada. Dirigiu em silêncio por uns vinte minutos até parar em frente a um motel discreto na saída da cidade. Meu coração acelerou quando vi que tinha outro carro já estacionado lá. Rafael desligou o motor, virou pra mim e segurou meu queixo com força.
— Hoje você vai dar o cu pra dois ao mesmo tempo pela primeira vez, Juninho. Um cara tá esperando lá dentro. Ele é grande, tarado e tá louco pra arrombar esse cuzinho que eu já preparei. Você vai ser um bom escravo e vai aguentar tudo que a gente mandar. Entendeu?
Eu engoli em seco, o medo e a excitação misturados fazendo minha voz sair rouca.
— Sim.
— Bom menino. Se você chorar ou pedir pra parar, eu vou te punir depois. Mas se você aguentar como um putinho obediente, vou te recompensar.
Ele desceu do carro e eu o segui, só de cueca preta, o corpo ainda marcado e sensível. Entramos na suíte maior do motel. A luz era baixa, vermelha, e tinha um cheiro forte de sexo no ar. No meio do quarto, sentado na cama king size, estava um homem alto, forte, usando uma máscara preta de couro que cobria todo o rosto menos a boca e os olhos. O corpo dele era musculoso, pele morena, e ele já estava só de cueca, o volume grosso marcando o tecido.
Rafael fechou a porta e me empurrou pra frente.
— Esse é o Juninho, meu novo escravo. Juninho, cumprimenta ele direito.
Eu baixei a cabeça, envergonhado e excitado.
— Boa noite.
O mascarado riu baixo, uma voz rouca e grave.
— Porra, que garotinho bonito e marcado. Já vi que o Rafael trabalhou bem nessa bunda. Vem cá, vira de costas pra mim.
Eu obedeci. Senti as mãos grandes dele apertarem minhas nádegas, abrindo elas sem cerimônia. O dedo grosso dele passou pelo meu cu ainda inchado e vazando porra.
— Caralho… já tá arrombado e melado. Olha o tamanho desse buraco. Rafael, você punhou esse cu hoje, né? Tá lindo, todo aberto e vermelho.
Rafael sentou na poltrona ao lado da cama, abrindo as pernas.
— Punhei até o pulso. Ele bebeu água do vaso sanitário enquanto eu fodia. É um puto bem treinado já. Mas hoje vamos treinar a boca e o cu dele pra servir dois.
O mascarado deu um tapa forte na minha bunda, fazendo eu gemer.
— Então vamos começar pela boca. De joelhos, escravo. Bem na minha frente.
Eu me ajoelhei no chão. Ele tirou a cueca e o pau dele surgiu enorme, mais grosso que o de Rafael, com uma cabeça inchada e veias saltadas. O cheiro forte de macho me invadiu.
— Abre essa boca de puta.
Eu abri. Ele segurou meus cabelos com as duas mãos e enfiou o pau grosso na minha garganta de uma vez. Eu engasguei imediatamente, o corpo inteiro se contraindo. Ele não parou. Empurrou mais fundo, até sentir a cabeça bater no fundo da minha garganta.
— Isso, engole esse pau, putinho. Não tem piedade hoje.
Ele começou a foder minha boca com estocadas longas e brutas. Cada vez que ele entrava fundo, meu nariz encostava na barriga dele e eu perdia o ar. Baba escorria pelo queixo, pelo pescoço, pingando no chão. Eu tossia, engasgava, lágrimas escorrendo pelos olhos, mas ele segurava minha cabeça firme e continuava metendo.
— Olha como baba todo, Rafael. Parece uma vadia barata. Engasga mais, escravo. Quero ouvir você sufocando nessa rola.
Rafael se aproximou, deu um tapa forte no meu rosto enquanto o pau do mascarado estava enterrado na minha garganta.
— Respira pelo nariz quando der. Senão vai engasgar até vomitar. E engole tudo mesmo assim.
O mascarado acelerou, segurando minha cabeça com força, fodendo minha boca como se fosse um buraco qualquer. Eu sentia o pau inchando na minha língua, as veias pulsando. Meu estômago revirava, a garganta ardia, baba grossa escorria sem parar. Ele tirava só o suficiente pra eu respirar um segundo e enfiava de novo até o fundo.
— Isso, chora, puto. Lágrimas deixam a rola mais gostosa. Engole até o saco, vai. Quero sentir sua garganta apertando em volta da cabeça.
Ele segurou minha cabeça contra a barriga dele por longos segundos. Meu nariz esmagado, a garganta completamente obstruída. Eu me debatia, as mãos instintivamente tentando empurrar as coxas dele, mas Rafael deu um tapa forte nas minhas mãos.
— Mãos atrás das costas, escravo. Não ouse tirar o pau da boca.
Eu obedeci, tossindo e engasgando violentamente quando ele finalmente saiu. Fios grossos de baba ligavam meus lábios ao pau dele. Eu tossia, cuspia baba, o peito subindo e descendo rápido.
— Por favor… tá muito grosso… — gemi rouco.
— Cala a boca e abre de novo — ordenou o mascarado.
Ele enfiou de novo, dessa vez mais fundo e mais rápido. Rafael se juntou, segurando meus cabelos junto com ele, ajudando a empurrar minha cabeça. Os dois revezavam: um fodia minha boca enquanto o outro dava tapas no meu rosto, nas bochechas, na testa, mandando eu engolir mais fundo.
— Olha o estado dessa boca… toda babada, vermelha, inchada. Perfeita pra virar um buraco de porra — ria Rafael.
Depois de longos minutos de garganta sendo destruída, meu queixo doía, a garganta ardia, baba cobria meu peito inteiro. O mascarado finalmente tirou o pau brilhando de saliva e cuspiu na minha cara.
— Boa boca, escravo. Agora vira de quatro na cama. Bunda pra cima. Vamos usar esse cu.
Eu subi na cama tremendo, me posicionando de quatro. Rafael foi o primeiro. Ele cuspiu no meu cu e enfiou o pau grosso de uma vez, fundo. Começou a foder com força brutal, as bolas batendo contra a minha bunda marcada. Cada estocada empurrava meu corpo pra frente.
— Toma, puto. Leva a rola como um bom escravo.
O mascarado se ajoelhou na minha frente na cama e enfiou o pau ainda babado na minha boca novamente. Agora eu estava sendo usado pelos dois lados ao mesmo tempo: pau no cu e pau na garganta. Eles sincronizavam as estocadas, me fodendo como um brinquedo.
— Isso, geme com o pau na boca — ordenava Rafael, dando tapas fortes na minha bunda. — Quero ouvir você sufocando enquanto eu arrombo esse rabo.
Eles me foderam assim por um bom tempo, alternando posições. Às vezes Rafael metia no cu enquanto o outro me dava tapas e mandava eu chupar melhor. Às vezes trocavam: o mascarado socava meu cu com força enquanto Rafael fodia minha boca já destruída.
— Olha como o cu dele tá piscando depois de levar rola — grunhia o mascarado. — Tá ficando molinho. Mas ainda tá apertado o suficiente pra gente sentir.
Rafael deu um tapa forte nas minhas costas.
— Fala, escravo. Diz pra gente o que você é.
Eu tirei o pau da boca por um segundo, a voz rouca e babada:
— Eu sou… um putinho de vocês… meu cu e minha boca são seus… me usem… me arrombem…
Eles riram e voltaram a me foder com mais força. Tapas constantes na bunda, nas coxas, no rosto. Ordens secas:
— Mais fundo na garganta!
— Empina esse rabo mais!
— Engole tudo, vadia!
— Geme mais alto, quero ouvir como você gosta de ser usado!
Meu corpo estava coberto de suor, baba e marcas de tapas. Meu cu ardia, minha garganta queimava, mas meu pau continuava duro, babando no lençol.
Finalmente, Rafael anunciou:
— Agora vamos fazer o que você veio aprender hoje. Os dois paus no seu cu ao mesmo tempo.
Eles me colocaram de lado. O mascarado deitou atrás de mim e enfiou o pau primeiro, fundo. Eu gemi alto. Depois Rafael se posicionou na frente e começou a forçar o pau dele ao lado.
— Não… tá muito grosso… — eu gemi, a voz tremendo.
— Cala a boca e relaxa o cu — Rafael rosnou, dando um tapa forte na minha bunda. — Você vai tomar os dois paus hoje.
Centímetro por centímetro, os dois paus grossos foram entrando juntos. Eu gritei, o cu queimando, esticando além do limite. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eles se acomodavam dentro de mim, os dois paus esfregando um no outro.
— Olha isso… os dois paus enterrados no cu dele — grunhiu Rafael satisfeito. — Tá esticado fino pra caralho. Bom escravo.
Eles meteram devagar no começo, depois com mais força por alguns minutos. Cada movimento fazia meu corpo tremer inteiro. O prazer misturado com a dor era insano.
— Toma essa rola dupla, seu viado — Rafael rosnava. — Seu cu nunca mais vai ser o mesmo. Vai ficar largo pra sempre, só servindo pra levar porra.
— Grita que você é nossa vadia — ordenou o mascarado. — Diz que quer mais.
— Quero… mais… aaaahhh… me arrombem… meu cu é de vocês… — eu gemia, a voz rouca.
Eles gozaram quase juntos. Rafael foi o primeiro, rugindo enquanto enchia meu intestino de porra quente. Logo depois o mascarado também gozou, o pau pulsando contra o de Rafael, despejando mais porra grossa.
Quando finalmente tiraram os paus, meu cu ficou aberto como um túnel, vermelho, inchado, vazando rios de porra branca que escorriam pelas minhas coxas.
Eu caí de lado, ofegante, o corpo todo tremendo, o cu latejando dolorido.
Rafael se aproximou, passou a mão no meu cabelo suado e sorriu.
— Bom escravo. Aguentou a boca destruída, o cu arrombado e os dois paus no final. Olha o estado desse buraco… completamente destruído.
O mascarado riu e deu um tapa leve na minha bunda.
— Da próxima vez vamos treinar mais tempo com os dois juntos.
Rafael me puxou pro colo dele de novo, como tinha feito antes, e começou a acariciar minhas costas marcadas com carinho.
— Descansa agora, Juninho. Você foi perfeito hoje. Mas isso é só o começo. Amanhã vamos continuar treinando esse rabo pra virar uma boceta de verdade.
Eu fechei os olhos, ainda sentindo a porra escorrendo do meu cu aberto, o corpo dolorido, a mente flutuando entre a humilhação extrema e uma estranha sensação, que eu agora tinha um dono.
Eu era dele. E, a partir daquela noite, também sabia que podia ser de outros.

Comentários (1)

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  • luiz: quero ser penetrado por 2 paus de novo , ja fui , amo.

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