BETH e JÚLIO: eu transava com os dois irmãos no sigilo.
Mais uma lembrança dos bons tempos de juventude. Tudo em família, (quase) tudo em segredo.
Adolescente, morava numa rua em que as casas eram pequenas mas bem disputadas para compra e aluguel. A vizinhança de um forma geral se apoiava. JÚLIO e BETH eram dois irmãos que vieram morar na rua já “grandes”, ele da minha idade e ela mais velha um pouco, 17 anos. Eles vieram com os pais e causaram espanto inicialmente porque era uma família “meio bicho grilo”, pais liberais, BETH e a mãe dela usavam shorts pequenos, e ainda veio uma prima dos irmãos já com 19 anos (morava desde pequena com a família, era uma quase-irmã). Dessa mais velha não vou falar, apesar de ser a mais gostosa.
Em pouco tempo, a gente nem mais ligava para a “esquisitice” da família, todos bem educados, e não fosse uma punheta ou outra para homenagear alguma cena que a gente via de BETH, da mãe dela ou da prima (um short mais curto, uma blusa sem sutiã), tudo seria normal.
JÚLIO ia muito lá em casa, ele colou em mim e, como ocorria nessa época, de ver e se masturbar vendo revistas de putaria (não havia celular...), terminamos nós dois fazendo a putaria. Começamos a fazer troca-troca e JÚLIO sempre se oferecia para dar primeiro. A gente não era mais virgem e tudo foi ainda mais facilitado porque fazer troca-troca para JÚLIO era normal. Lembro que a gente ainda estava nos ajustes iniciais, ninguém se mostrava muito interessado mesmo estando, “qual pau maior?”, “você tem fimose?”, “teu pau é reto ou torto?”, quando JÚLIO cospe na mão, passa no rabo e diz “mete no rabo”. Eu chega me assustei, esperava todas as tratativas que para esse momento exigia – não perdi e meti naquela bunda branca dele. Depois ele veio e me comeu com muita categoria e assim passamos a viver atrás de troca-troca.
Algumas vezes eu ia para a casa dele e quem estava por lá quase sempre era BETH; ela até participava das nossas conversas e brincadeiras de jogos de salão. Mulher amadurece mais cedo e eu achava o máximo “uma mulher feita” conversar comigo. Ela sempre foi muito carinhosa com todos e vivia me elogiando, aliás, ela elogiava muito as pessoas. Uma tarde passei na casa deles para chamar JÚLIO e BETH para eu entrar, diz que o irmão tinha saído e já ia voltar. Entrei e ela estava vendo uma revista de notícias ou fofocas de famosos.
- RAMON, você acredita que eu me desespero quando vejo esse homem?, perguntou ela apontando para a capa de revista que tinha um galã da época
- Um cara feio desse? Isso é um marginal, falei brincando
- Feio? Eu fico molhada quando olho para ele, que olhos
BETH percebeu que eu não tinha entendido a referência a “molhada” (e eu sabia disso nessa época? Claro que não) e insistiu: “Molhada de ter de trocar a calcinha”. Com a minha cara de incompreensão, BETH foi professoral:
- RAMON, menino fica de pau duro, menina fica molhadinha, entendeu?
- Ah, sim, entendi, entendi
BETH não satisfeita, afasta o short de algodão que usava, desses frouxos, largos, e mostra a calcinha molhadinha. Era uma calcinha branca, ela tinha pentelhos e aquela manchinha molhada estava lá. “Assim, RAMON”. Meu pau ficou duro assim que ela começou a afastar o short, imagine quando vi a calcinha (que hoje é uma calçola, nada de fio dental, era de algodão também, com umas pequensa rosas na estampa).
- Isso no seu calção que cresceu... é o que estou pensando?, pergunta ela com cara de safada
- Não tenho como evitar, me desculpe
- Por que a gente não junta a molhadinha com esse durinho? Topa?
- Claro, mas JÚLIO está voltando
- Ele só vem à noite, foi para o oculista com mamãe. Vamos lá para meu quarto
Ela mal entrou e ficou só de calcinha e sutiã. Era mais linda ainda desse jeito. Ela tirou o sutiã e foi liberando a visão dos seios delas aos poucos. “Não vai tirar a roupa?”, perguntou a mim. E em um segundo após eu já estava completamente nu dando um beijo em BETH, ela pegando no meu pau e dizendo que estava louca “para me comer”. Ela tirou a calcinha, deitou-se de pernas abertas e perguntou se eu gostava de chupar buceta. Eu tinha lambido a xoxota de uma vizinha da minha idade, mas nada demais. BETH percebeu a minha inexperiência e me guiou na chupada. O cheiro estava meio forte, ela estava meio suada, mas não perdi o embalo. Quando estava virado na chupação, ele me puxou e eu montei nela no papai-e-mamãe. Fiquei louco, um sonho realizado, aquele mulherão dando a xoxota para mim. “Tenta segurar para eu gozar, querido”, ela pediu. Foi muito difícil, eu estava prestes a gozar porém, por sorte e das lambidas preliminares, BETH gozou e eu meti leite dentro dela.
Vou dar um spoiler: nunca perguntei a BETH, mas acho que ela tomava anticoncepcionais, porque todas as vezes a gente no trepava no pelo, eu gozava dentro, às vezes 2 ou 3 vezes no dia, e, ainda bem, ela nunca engravidou de mim. Eu comia o rabo dela (já não era mais virgem atrás) e aquela mulher me conquistou todo. BETH não era a gostosa, era aquela mulher de rosto bonito, pernas grossas, seios médios e duros, e “o defeito” era que não tinha muito cintura e tinha até uma barriguinha. Eu a achava linda antes de transar com ela; depois ela ficou a mais linda do mundo.
Fiquei apaixonado por BETH, a gente ia para o cinema escondido para trocar beijos e sarros por lá, eu e ela faltamos algumas aulas (todos nós estudávamos de manhã) só para transar. Ela arranjou um namorado e eu quase morro de ciúmes e inveja, vi como uma traição, mas BETH me convenceu que era melhor para nós dois e realmente a gente continuou transando. O namorado dela aparecia eventualmente durante a semana e nos finais de semana.
E JÚLIO? Continuamos a nossa safadeza, sem a frequência anterior, eu já não tinha tanto interesse, mas tive de continuar para ele não suspeitar do meu envolvimento com a irmã dele. A única suspeita dele foi que eu passei a ser mais passivo depois de começar a ficar com BETH, o que não passou de algo que logo foi esquecido por ele. Por outro lado, a minha amizade com JÚLIO me franqueava estar na casa dele e ficar mais perto de BETH.
Esse sonho concretizado infelizmente não durou 6 ou 7 meses: o pai dele recebeu uma proposta profissional melhor e foi morar na Paraíba com a família, fiquei destroçado, até fiz promessas de ir passar um final de semana por lá, porém nunca mais vi ninguém deles. Lembro que, com muito esforço, fiz a despedida com JÚLIO e, no penúltimo dia antes de a família se mudar, BETH foi lá em casa e trepamos apaixonadamente.
Uns 2 meses depois, SEU ANTÔNIO, um senhorzinho que era vizinho da minha casa (qual a idade dele à época? 50 anos? 60 anos? Era apenas um cara bem mais velho que eu) e da onde moravam BETH e JÚLIO, estava passeando com seu cachorro na rua. Eu brinquei com o cachorro e fiquei com os dois. SEU ANTÔNIO olhou para um lado e para o outro e me disse?
- RAMON, aceita um conselho de alguém experiente?
- Claro, SEU ANTÔNIO (ele era gente boa demais)
- Já tive sua idade e já fiz coisa parecida, mas não durma no ponto nunca
Fiz cara de que não entendi e realmente não tinha entendido.
- Eu estava passeando com MACAU (o cachorro dele) e passei por sua casa. Você esqueceu que tem um espelho no guarda-roupa?
- Explique melhor, SEU ANTÔNIO
- Olhando pela janela para o espelho dava para ver um casal bem apaixonado na cama. Você e BETH...
Fiquei azul do susto, ele percebeu e fez questão de dizer que não estava me recriminando, apenas me alertando para eu não dar mais essa bobeira. Ele até me disse que tinha inveja de mim kkkkkk. Rimos, eu confessei que tinha ficado apaixonado por ela e ali era a nossa despedida e não tivemos o tempo que queríamos, daí a falha. É que imaginamos que deitando na minha cama embaixo da janela, ninguém veria, o que era verdade se não existisse um espelho no guarda-roupas.
Se SEU ANTÔNIO me viu com JÚLIO não me falou.
Até hoje penso que BETH e JÚLIO nunca falaram entre si sobre nossas transas.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)