Escravo Familiar: Capítulo 27 (Máscara de gás carbônico)
Escravo Punitivo Ato 1: Cadê a sua macheza?
O dia amanheceu chuvoso, fazia calor, mas não queria de jeito nenhum sair do meio dos braços de papai. Estávamos pelados e grudados; eu sentia seu pau pulsar na minha bunda reconstruída, sua ereção matinal começava a se formar e, para provocá-lo, eu dava reboladas de encontro ao seu mastro.
Papai começou a despertar e, ainda sonolento, disse-me no pé do ouvido:
— Meu safadinho já está acordado?
— Sim, papai!
— Aaaagh! Papai se espreguiçou num bocejo dramático. Em seguida, voltou a me agarrar, roçando o pau nas minhas nádegas.
— Hoje é o dia da punição do chifrudo do seu tio Írio; papai preparou algo bem diferente das outras punições.
— Ah, papai, para quê o senhor foi me lembrar disso? Estava animado para uma nova aventura, talvez com algum membro novo com quem ainda não transei.
— Bom, querido, isso resolvemos a outra hora. Tem uma galera ainda que já pediu para ter um dia com você, mas precisamos pôr um ponto final nessa história antes de você dar prazer para outros membros.
— Ok! Respondi.
— Bom, vamos levantar, precisamos nos arrumar. Em breve voltamos a transar e te entrego para algum outro membro da família, tá bom?
— Sim, senhor! Onde vai ser a punição do meu tio? Vai ser na chácara do tio Chico, como das outras vezes?
— Não, preparei outro local e já informei a família. Vamos levantar, sairemos em alguns minutos.
— Ok.
Levantamo-nos e encaminhei-me para o banheiro.
...
Por volta das 10:00, saímos.
...
Horas depois chegamos a um grande galpão. Por fora era comum, nada diferente do que qualquer local imenso e vazio, mas, quando papai abriu as portas, nos deparamos com um galpão futurista e tecnológico.
O ambiente era todo eletrônico, tinha cabos para todos os lados, algumas marcas de inox, nas paredes uma grande variedade de utensílios para sexo BDSM, dos mais leves aos mais pesados.
A família não tinha chegado ainda, mas perguntei ao papai o que ele tinha feito com meu tio e por que ele ainda não estava ali.
— Seu tio está aqui, querido!
— Onde, papai?
— Calma, você vai ver. Antes de revelá-lo, preciso que a família esteja presente.
— Tudo bem, meu senhor pai! Respondi.
Horas depois, a família chegou toda de uma vez, invadindo o imenso galpão.
Meu irmão Thiago veio de encontro conosco, nos cumprimentando.
— E aí, como vocês estão? Ele falou, apertando a mão de papai e dando um tapa no meu rabo.
PLAFT!
— Ei, não é assim que cumprimenta seu irmão! Papai repreendeu-o.
— Calma, pai, sem estresse.
— Você tome jeito, senão tiro novamente o seu direito de usá-lo.
— Nossa, pai, de novo essa ameaça.
— Não é ameaça, é promessa.
— Tá bom! Meu irmão disse.
Alguns minutos depois, nossos familiares foram chegando aos poucos. Vieram tios, tias, primos, meu padrinho, minha madrinha, de várias partes do país. Nossa família era imensa e me surpreendi com o número de pessoas que vieram assistir à punição do meu tio.
...
Passado um tempo, papai pediu a atenção de todos e deu início à punição do meu tio.
— Atenção, por favor! Meu pai falou alto, chamando o pessoal.
— Estamos aqui novamente para uma nova punição. Bem, eu não entendo de verdade o porquê de alguns membros optarem por infringir as regras. Gente, na boa, eu transformei meu filho em um escravo sexual para dar prazer aos membros dessa família. Por que é tão difícil vocês usufruírem dele sem precisar quase matá-lo? Eu realmente não entendo.
Sei que às vezes a putinha é difícil, não aceita algumas práticas, mas as regras dizem bem claro que é para manter a integridade do escravo.
Meu pai olhou para todos por um tempo; ninguém respondeu nada, todos ali só prestavam atenção.
— Bom, já disse o que precisava. Se ninguém tiver nada para falar, iremos iniciar a punição.
— Nenhum membro se manifestou, e papai então foi buscar meu tio.
...
Quando retornou de um anexo do galpão, ele veio com meu tio amarrado e pelado, e em seguida o atirou no chão na frente de todos.
— Estamos aqui hoje para a punição de mais um membro da família. Esse membro vai ser punido por quase matar o escravo familiar. A prática absurda incluía, de acordo com uma conversa que tive com meu filho, um ato de homofobia.
Meu pai pegou forte meu tio pela garganta e olhou bem no fundo dos olhos dele.
— Então quer dizer que você não gosta de viados, e que você iria transformar meu filho em macho novamente, né? Quero ver onde está essa sua macheza toda.
Papai disse e foi buscar na parede uma máscara de gás.
Quando retornou, ele colocou no rosto do meu tio, que resistia.
— A sua punição será a seguinte, compadre: você vai dar o cu para todos os homens presentes, e sabe essa máscara que você está usando? Então, vai ser para você sentir o cheiro do peido que sai do cu de cada macho da família. E não se preocupe, você terá um punho socado no cu também, igual ao que você colocou no meu filho. Thiago, agora é com você; assuma sua responsabilidade.
Meu irmão Thiago foi até meu tio, aproximou-se dele e começou a retirar suas roupas. Quando estava pelado, manipulou seu cacete, que começava a ficar duro, removeu a cânula da máscara que cobria a boca e o nariz do meu tio, com a mão esquerda segurou no topo da cabeça do meu tio e, com a direita, segurou seu cacete duro e apontou para a boca entreaberta do meu tio Írio.
Meu tio resistiu a abrir a boca e disse:
— Não, não sou viado, e não vou chupar o cacete duro de outro homem.
— Vai sim, e não vai ser só o meu, vai ser da família toda. E deu um tapão na cara dele gritando:
— Abre a boca, caralho!
Meu tio, a contragosto, abriu a boca, e meu irmão socou o pau até a sua garganta.
— Huuuummmmm, que boca gostosa, chupa minha pica, otário.
Em seguida, meu irmão começou a foder a boca do meu tio.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Isso, assim, você não gosta de pica, mas sabe chupar muito bem, né, Írio? Huuuummmmm, boquete gostoso da porra.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Meu irmão Thiago batia forte com sua virilha na cara do meu tio; seu saco desferia golpes no queixo barbudo dele, enquanto meu irmão fodia forte sua boca e garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Em volta da cena, nossos familiares ficavam excitados e davam início às masturbações; alguns faziam sexo oral e começavam a transar entre si.
Papai retirou nossas roupas, colocou-me de pé e de costas para ele. Enquanto assistíamos à punição do meu tio Írio, inclinou um pouco do meu tronco para frente, deixando meu cuzinho apertadinho a seu alcance, abriu as bandas da minha bunda e enfiou a cara no meu cu.
— Aaaa! Gemi alto.
Eu comecei a rebolar na sua cara, gemendo alto sem parar um minuto sequer de assistir à cena que se desenrolava na minha frente.
Já na cena que se seguia, meu irmão Thiago continuava a bombar forte na goela do meu tio Írio, gemendo igual a um touro. Conseguia ver o rosto do meu tio molhado de lágrimas. A expressão do meu irmão Thiago era de pura ira enquanto desferia golpes no fundo da garganta do meu tio.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Vi ele remover o pau da boca do meu tio, fechar a máscara e virar a bunda gorda do meu tio Írio para todos que assistiram. Em seguida, abriu as nádegas dele e mostrou o cu do meu tio Írio para que todos pudessem ver.
Meu tio Írio tinha o cu peludinho, rosado e apertado. Quando vi, quase saí do pau de papai e pedi para meu irmão permitir que eu chupasse aquele cu virgem.
Meu irmão Thiago fez contato direto comigo. Sem emitir som, ele disse:
— Gostou?
Balancei afirmativamente a cabeça enquanto via meu irmão se abaixar até ficar com o rosto na altura do cu do meu tio. Em seguida, ele começou a lamber e a chupar o cuzão gostoso do meu tio.
— Huuuummmmm! Meu tio gemeu e empinou a bunda.
Meu irmão então caiu de boca, sem dó nem piedade nas pregas do cu do meu tio, fazendo-o gemer ainda mais alto.
— Ããããh!
Meu tio começou a rebolar na língua do meu irmão, gemendo alto, implorando para que ele socasse mais fundo no seu cu.
— Huuuummmmm! Isso, Thiago, fode meu cu de macho, transforme-o em uma cuceta laceada.
Logo meu irmão levantou-se, manipulou seu cacete duro em uma punheta lenta, observando o cu do meu tio. Vi ele posicionar-se com a glande do seu pau na entrada do cu do meu tio e pincelar, fazendo meu tio tremer.
Logo em seguida, ele anunciou:
— Vamos ver se você é macho de verdade ou uma puta que não se assume.
E, em seguida, começou a entrar lentamente no cu do meu tio Írio.
— Huuuummmmm! Apertadinho do jeitinho que eu gosto! Meu irmão falou.
Eu gozei logo que escutei aquilo, com papai me fodendo e gozando dentro de mim.
Meu irmão esperou alguns minutos parado dentro do meu tio, mas logo começou a se movimentar, bombando firme no cuzão gostoso do meu tio.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Caralho, Írio, que cu gostoso da porra. Morde meu pau duro com seu cuzinho, morde.
Meu irmão entrava e saía do cu dele com gosto; seu semblante era de puro prazer, e ver aquilo dava ainda mais tesão em mim.
Papai passou a bombar forte no meu cu apertado; eu piscava loucamente meu cu para dar ainda mais prazer para ele. Papai então grudou no meu corpo e disse-me baixinho no meu ouvido:
— Vou gozar, nego, toma leitinho do papai no cu, toma. E assim, fodendo forte meu cu, ele gozou fundo dentro de mim, levando-me a gozar junto.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Enquanto isso, meu irmão e meu tio gemiam alto, fodendo à nossa frente. Meu irmão deitou o tronco do meu tio no chão e pisou com seus deliciosos pés 44 largos e chulezentos na cabeça do meu tio, deixando seu cuzão saboroso para todos verem. Ele descia e subia em um ritmo frenético moderado, expondo seu delicioso cu para todos.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Minutos depois gozou atolando fundo no cu do meu tio.
— Toma leite, filho da puta, e cheire meu chulé de macho.
Ele pisou na cara do meu tio e deu uma estocada violenta no cu dele, berrando alto e enchendo o cu do meu tio Írio de porra de macho.
— Ãããããh PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Meu irmão ficou parado dentro do meu tio, ofegando. Logo saiu de cima dele e veio para sua frente, segurou no maxilar do meu tio e reajustou a máscara, recolocando a cânula.
Em seguida, pegou a ponta da cânula e virou-se de lado, fazendo com que meu tio virasse junto, ficando os dois de lado para a plateia.
Em seguida, meu irmão Thiago enfiou a ponta da cânula no seu cuzão e pudemos escutar em bom som meu irmão Thiago começar a peidar.
PUUUM! — Ah! PUUUM! — Ah, PUUUM! — Aaaah!
A cada peido que meu irmão soltava, ele esboçava um sorriso de satisfação. Aqueles peidos demoraram cerca de meia hora para cessarem completamente, e meu irmão Thiago sair daquela posição com meu tio.
Quando meu irmão se deu por satisfeito, ele anunciou:
— Eu consegui humilhar o quanto eu queria esse corno, agora libero ele para toda a família fazer o que bem entender com ele.
A família explodiu em um coro de felicidade, e os homens da família tomaram as rédeas da punição, transformando a punição em uma imensa suruba.
Meu tio Írio foi colocado no meio do imenso galpão de quatro, ainda com a máscara de gás. Logo todos os homens da família se aproximaram dele pelados e começaram a passar a mão no seu corpo.
Alguns o beliscavam, davam chutes em seu corpo, outros ajoelharam perto dele, enfiando os paus duros na boca dele, fazendo ele chupar; outros dois ergueram suas pernas e juntos introduziram os deliciosos cacetes no cu dele, fazendo uma dupla penetração.
Meu tio apanhava na cara com tapas e, às vezes, com alguns cacetes duros de membros da família, enquanto no seu cu outros membros o fodiam com dupla e tripla penetração.
Meu tio só gritava e esperava enquanto os membros da família o dilaceravam de todas as formas.
Depois de foderem muito, o cu e a boca do meu tio, ele foi erguido e colocado amarrado em uma cadeira. Em seguida, colocaram a máscara com cânula nele, e um macho de cada vez enfiava a ponta da cânula no próprio cu e começava a peidar.
PUUUM! PUUUM! PUUUM! ...
Eu enlouquecia de prazer vendo aquilo sentado no cacete duro de papai, quicando e rebolando que nem maluco.
Uns minutos depois, meu padrinho veio até eu e papai e pediu para papai trocar de lugar com ele. Papai levantou-se, retirando seu cacete duro do meu cu, e entregou-me ao meu padrinho.
Meu padrinho sentou-se na cadeira e colocou-me no seu colo, penetrando-me fundo.
— Huuuummmmm! Gemi para ele.
— Sentiu falta da pica do padrinho? Ele perguntou - me.
— Um pouquinho! Respondi rebolando.
— Pois padrinho vai te torar enquanto assistimos à punição do seu tio.
Ele em seguida, começou a bombar lentamente, rebolando cada vez que afundava o pau duro no fundo do meu cu.
Eu observava a cena à nossa frente. Papai tinha tomado as rédeas da cânula da máscara do meu tio Írio e enfiava no seu cu. Logo escutamos seus peidos, que eram soltados com prazer no nariz do meu tio.
PUUUM! PUUUM! PUUUM! PUUUM! PUUUM!
— Cheira o peido do seu compadre, írio, é gostoso?
PUUUM! PUUUM!
Quando papai sentiu que não tinha mais peidos para soltar, foi para o cu do meu tio Írio pedindo espaço para os outros membros que usufruíam do cu do meu tio.
Em seguida, ajoelhou-se atrás dele, abrindo suas nádegas, e começou a enfiar um, dois, três, quatro, cinco dedos, entrando e saindo com calma, até que de súbito enfiou a mão toda no cu do meu tio, fazendo ele urrar:
— Aããããh!
— Toma, compadre, não foi isso que você fez com meu filho? Então é isso que vou fazer com você.
Papai socava fundo sua mão no cu do meu tio Írio, louco para devolver com a mesma moeda o que ele havia feito comigo.
Meus irmãos e primos pegaram cada um um açoite que estava pendurado na parede e começaram a desferir golpes no corpo do meu tio, enquanto ele cheirava o peido de papai.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAF...
PUUUM! PUUUM! PUUUM!
Em seguida, as cenas viraram uma confusão: alguns comiam o cu do meu tio juntos, outros devoravam seu cacete duro, outros o sufocavam com os peidos na cânula, e outros o açoitavam.
Eu estourava de prazer, sendo suprido pelo meu padrinho, até que todos explodiram em um grande orgasmo de uma vez, gritando.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
...
Horas depois, meu tio foi deixado estatelado no chão, todo sujo de porra.
Papai o pegou e o levou para um local onde ele o tinha trancafiado.
Em seguida, ele decretou que a punição tinha acabado e que a família poderia ir embora.
Alguns membros se vestiram sujos mesmo, outros foram atrás de um banheiro com chuveiro para se lavarem.
Papai veio até mim e meu padrinho. Meu padrinho devolveu-me para ele, e os dois trocaram um aperto de mãos e se despediram.
...
Quando todos já haviam ido embora, papai disse-me.
Agora nós dois vamos aproveitar seu tio, venha.
...
Meu pai levou-me para uma espécie de calabouço abaixo do local onde estávamos; meu tio estava novamente amarrado e, dessa vez, amordaçado.
— Agora, Írio, você é só meu. Papai disse, retirando novamente suas roupas.
Eu joguei-me num puff ali perto e só assistia ao que papai iria fazer com meu tio.
Meu pai foi para o rosto do meu tio e, segurando firme no seu rosto, o beijou de língua, gemendo enquanto o beijava. Meu tio retribuía o beijo e tentava aproximar o corpo do meu pai.
Escutei um barulho vindo da porta de onde estávamos, em seguida passos, até que meu irmão Thiago revelou-se para nós três.
— Agora é nossa vez de nos satisfazermos direito.
Meu irmão se aproximou dos dois e primeiro beijou nosso pai, em seguida meu tio na boca, e chamou-me para junto deles.
Aproximei-me, beijando os três. Meu tio estava de pau duro novamente. Papai virou-me de costas para ele, segurou na minha bunda, abrindo-a. Em seguida, aproximou a entrada do meu cu da pica dura de meu tio e falou para mim:
— Se foda no cacete do seu tio.
Ajeitei a cabeça do cacete do meu tio Írio no olho do meu cu e comecei a ir para trás. Seu cacete duro se enterrava aos poucos no meu cu.
Titio urrava de prazer enquanto seu pau entrava no meu cu apertado.
Eu dava reboladas fartas, provocando-o. Enquanto isso, meu irmão Thiago foi para trás do meu tio e papai se jogou no puff.
Meu irmão abriu as nádegas do meu tio Írio e agachou-se; em seguida, começou a chupar o cu dele.
— Huuuummmmm! Titio gemeu mais forte e rebolou gostoso.
Meu irmão Thiago deliciava-se no cu do meu tio, chupando e enfiando sua língua no cu do meu tio, enquanto eu me deliciava no seu cacete, me autofodendo.
— Ãhh! Ãhh!
Meu irmão levantou-se, pincelou o seu cacete duro no cu do meu tio e começou a introduzi-lo.
— Huuuummmmm! Gemiam os dois juntos.
Logo meu irmão Thiago começou a comer o cu dele, fazendo meu tio bombar ainda mais forte no meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ah, caralho, isso é bom demais. Meu tio gritava.
— Toma pau no cu, Írio! Meu irmão falava para ele.
— Ããããã!
— Aãããããããh! Eu gemia, sentindo as estocadas dos dois.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
O entra e sai acabava com o resto de minhas forças. Meu irmão grudou no meu tio e, com o braço, segurou-me para que eu não caísse e aumentou as estocadas, e juntos nós três gozamos um dentro do outro.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Arf, arf, arf, arf, arf...
Quando saímos um de dentro do outro, eu me ajoelhei no chão e pedi para o meu irmão se aproximar mais. Em seguida, segurei o pau dos dois e voltei a chupar, deixando-os limpinhos.
Senti que ambos queriam mijar, então pedi:
— mijem na minha boca!
Segurei o pau do meu tio e meu irmão apontou o pau na minha boca e juntos começaram a soltar o mijo.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Quando terminaram, chupei as últimas gotas da cabeça das picas e levantei-me.
Papai também pediu para que eu tomasse seu mijo, o que fiz de prontidão, abaixando-me aos seus pés e segurando sua pica gozada com uma mão e colocando-a na boca.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
...
Meu tio foi desamarrado, e nós três nos vestimos todos gozados.
Papai, meu irmão e eu voltamos juntos no carro para casa, deixando meu tio Írio para trás.
...
Quando chegamos em casa, nós três fomos para o banho juntos.
No fim do dia, nenhum de nós tinha mais energia. Papai e eu ficamos assistindo televisão até dar a hora de ir para a cama.
— Está tudo bem, viadinho de papai?
— Está, papai! Respondi.
— Ótimo! Papai agarrou-me e, enquanto ele assistia , eu fiquei mexendo no meu celular.
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