#Incesto

Reencontro na Fazenda

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DaniRJ25

Eu nunca imaginei que voltaria praquela fazenda. Tinha 25 anos agora, morava no Rio, trabalhava no escritório no Méier, e a vida parecia seguir num ritmo previsível. Até que minha mãe me ligou dizendo que a família toda ia se reunir na fazenda do meu tio no interior de Minas, pra comemorar o aniversário dele. E que o Mateus também ia. Mateus.
Meu primo.
Meu primo que eu não via desde os 17 anos.
Na adolescência, a gente era grudado. Passávamos as férias inteiras na fazenda, correndo pelo pasto, nadando no rio, dormindo no mesmo quarto quando a casa enchia de parentes. Tinha 15, ele 16. A gente se beijava escondido atrás do paiol, mãos trêmulas, corações disparados. Beijos molhados, desajeitados, mas cheios de tesão. Nunca passou disso. A família era muito religiosa e a gente tinha medo pra caralho de ser descoberto. Depois que cresci, a vida afastou a gente. Ele ficou na fazenda ajudando o pai, eu fui pro Rio estudar. O contato foi morrendo aos poucos.
Até agora.
Quando cheguei na fazenda, o sol já estava baixo. A casa grande de madeira, o cheiro de terra molhada, vaca e café… tudo voltou de uma vez. Meu coração deu um salto quando vi ele saindo do paiol.
Mateus tinha 26 anos agora. Alto, mais alto que eu lembrava, uns 1,85m. Pele bronzeada do sol do interior, braços grossos de quem carrega saco de ração e conserta cerca o dia inteiro. Cabelo preto curto, barba por fazer de dois dias, olhos castanhos escuros. Camiseta preta justa marcando o peito largo e a barriga definida. Calça jeans surrada, bota de couro suja de terra. Cheirava a suor, a macho, a trabalho.
Ele me viu e parou. Um sorriso lento se abriu no rosto dele.
"Daniela… porra, você cresceu."
A voz dele estava mais grossa. Mais grave.
Eu corei na hora, como sempre. Meu vestido branco leve balançou com o vento quente. Cabelos longos castanhos soltos, olhos verdes que ele sempre dizia que eram "iguais aos da mãe dele". Seios pequenos, quase sumindo no decote discreto. Eu era a mesma de sempre: tímida por fora, mas sentindo um calor subir entre as pernas só de olhar pra ele.
"Você também" respondi, voz baixa. "Tá… forte."
Ele riu, baixo, e veio me abraçar. O corpo dele era quente, sólido. Eu senti o cheiro dele na pele: suor, sabonete barato e algo mais cru, masculino. Meu peito pequeno encostou no dele e eu senti o mamilo endurecer dentro do sutiã.
"Saudade pra caralho" ele murmurou no meu ouvido, antes de soltar.
A família toda estava lá. Tios, primos, avó. A casa lotada. A gente passou o dia evitando olhar muito um pro outro, mas toda vez que cruzávamos, o ar ficava pesado. Depois do jantar, quando todo mundo foi dormir, eu fiquei na varanda tomando uma cerveja. Ele apareceu com outra.
"Não consegue dormir também?" perguntou, sentando na cadeira ao lado.
"Tô agitada."
Ele ficou em silêncio um tempo, olhando pro pasto escuro.
"Você lembra… daquela época?"
Eu engoli em seco.
"Lembro. Dos beijos atrás do paiol."
Ele virou o rosto pra mim. Os olhos dele estavam escuros, cheios de coisa não dita.
"Eu nunca esqueci, Dani. Nunca. Você era… é… a coisa mais gostosa que eu já provei na vida."
Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ouvia. Eu era tímida. Sempre fui. Mas entre as pernas eu já estava molhada só de ouvir ele falar assim.
"Mateus…"
Ele se levantou, estendeu a mão.
"Vem. Quero te mostrar uma coisa."
A gente caminhou no escuro até o paiol antigo, o mesmo de quando éramos adolescentes. O cheiro de feno, madeira velha e terra. Ele fechou a porta de correr e acendeu uma lanterninha pequena. A luz amarela iluminou o rosto dele.
"Ninguém vem aqui de noite" ele disse, voz rouca. "A gente pode… fazer direito agora."
Eu estava tremendo. Não de medo. De tesão.
Ele se aproximou devagar, como se tivesse medo de me assustar. Colocou a mão grande na minha cintura, por cima do vestido branco. O tecido era leve, quase transparente na luz fraca.
"Você tá linda pra caralho" murmurou. "Esse vestido… parece que foi feito pra você tirar devagar."
Eu levantei o rosto. Ele me beijou.
Diferente dos beijos de adolescente. Agora era homem beijando mulher. A boca dele era quente, exigente, língua grossa invadindo a minha com fome. Eu gemi baixinho contra a boca dele, segurando nos ombros largos. Ele me empurrou contra a parede de madeira, o corpo inteiro colado no meu. Eu sentia o pau dele duro contra minha barriga, grosso, latejando dentro da calça jeans.
"Tira isso" ele pediu, voz abafada, puxando a alça do meu vestido.
Eu obedeci. Deslizei o vestido branco pelos ombros, deixando ele cair no chão de terra. Fiquei só de sutiã branco e calcinha de renda branca combinando com o vestido, a mesma que eu tinha posto pensando nele. Meus seios pequenos, mamilos rosados já duros. Barriga lisa, quadril estreito, bunda redonda e firme.
Mateus parou um segundo, olhando.
"Porra, Dani… você é perfeita. Peitinho pequeno, tudo certinho… eu sempre imaginei assim."
Ele se ajoelhou na minha frente. Beijou minha barriga, desceu até a calcinha. Cheirou. Cheirou fundo, como se estivesse viciado.
"Você tá molhada pra caralho" ele gemeu. "Posso sentir o cheiro da sua buceta daqui."
Eu corri, mas abri mais as pernas. Ele puxou a calcinha pra baixo devagar, olhando pra minha boceta depilada, lábios já inchados e brilhando de tesão. Ele lambeu uma vez, devagar, da entrada até o clitóris. Eu soltei um gemido alto, tapando a boca com a mão.
"Shhh… quietinha" ele sorriu, safado. "Se alguém ouvir, a gente fodeu."
Ele lambeu de novo, mais firme. A língua dele era quente, grossa, experiente. Chupou meu clitóris, chupou os lábios, enfiou a língua dentro de mim. Eu me apoiei na parede, pernas tremendo, gozando na boca dele em menos de dois minutos. Ele bebeu tudo, gemendo baixo.
"Delícia… sua buceta tem gosto de mel."
Ele se levantou, tirou a camiseta. O peito era largo, peludo no meio, abdômen marcado, braços grossos com veias saltadas. Tinha uma cicatriz na barriga, provavelmente de algum acidente na fazenda. Desceu a calça jeans e a cueca boxer preta com um volume enorme.
O pau dele saltou. Grosso. Longo. Uns 20cm, veias marcadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Pelos pubianos escuros e curtos. As bolas pesadas.
"Vem cá" ele pediu, voz rouca.
Eu me ajoelhei na terra. Peguei o pau dele com as duas mãos. Quente. Duro demais. Lambi a cabeça, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu alto, segurando meu cabelo longo.
"Chupa, prima… engole tudo."
Eu chupei. Devagar no começo, depois mais fundo. Ele era grande, mas eu consegui engolir quase tudo. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, fodendo minha boca devagar, gemendo meu nome.
"Porra, Dani… sua boca é maravilhosa demais…"
Depois de um tempo ele me levantou, me virou de costas. Me colocou de quatro. A bunda empinada pra ele. Ele passou a cabeça do pau na minha entrada molhada, esfregando no clitóris.
"Quer?" perguntou, voz grossa.
"Quero… enfia ele todo…"
Ele enfiou devagar. Centímetro por centímetro. Eu gemi alto, mordendo o próprio braço. Ele era grosso, abria tudo. Quando encaixou tudo, parou, respirando pesado.
"Tão apertada… porra…"
Começou a foder. Devagar no começo, depois mais forte. As bolas batendo na minha buceta. O som molhado de pica entrando e saindo. Ele segurava meus quadris com força, puxando pra trás enquanto metia. Eu gozei de novo, apertando ele, tremendo toda.
Ele não parou. Virou eu de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, olhando pra mim. Os olhos dele estavam selvagens.
"Olha pra mim enquanto eu fodo você" ordenou.
Eu olhei. Verde nos castanhos. Ele metia fundo, rápido, suor escorrendo pelo peito. Eu gozei mais uma vez, quase chorando de tanto tesão.
Ele tirou o pau, me colocou de costas no feno, abriu minhas pernas e voltou a meter. Agora olhando no meu rosto, beijando minha boca, gemendo meu nome.
"Vou gozar… porra, Dani… vou gozar dentro…"
"Goza… goza tudo…"
Ele gozou com um gemido rouco, fundo, jatos quentes enchendo minha buceta. Eu senti cada pulsação. Ele ficou dentro de mim um tempo, respirando ofegante, beijando meu pescoço, minha boca, meus seios pequenos.
A gente ficou deitado no feno, suados, cheirando a sexo e terra. Ele passou a mão no meu cabelo longo.
"Eu sempre soube que um dia ia te foder de verdade" ele murmurou. "Sempre soube."
Eu sorri, tímida, mas por dentro ainda latejando.
"A gente não pode contar pra ninguém."
"Nunca" ele respondeu, beijando minha testa. "Isso é nosso."
A gente se vestiu no escuro. Meu vestido branco estava amarrotado, com cheiro de feno e porra. A calcinha eu guardei na bolsa. Ele me deu um último beijo demorado antes de abrir a porta do paiol.
"Amanhã de noite… mesmo lugar?"
Eu assenti, coração disparado.
Enquanto voltava pra casa no escuro, sentindo o leitinho dele escorrendo pela minha coxa, eu sorri sozinha.
A gente tinha crescido. Tinha voltado.
E agora… a gente ia foder escondido toda vez que desse.

dani

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