#Gay

O coroa que manteve meu cu ativo

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cucetabranca

Eu ouvia atentamente as orientações do Jorge na empresa para aprender um pouco mais. Pegou o paquímetro mostrando as dimensões da peça. Pediu para seguir o Desenho Técnico, sorriu e falou para continuar. Coloquei a peça na morsa de bancada e continuei o desbaste na lima. A ideia era justamente que eu sofresse um pouco até chegar em outro nível. Se eu estava empregado era devido a ele e como meu orientador e amigo na empresa, ouvir suas dicas era bem importante. Amigo do meu pai, ele encaixou-me lá após um curso de Desenho Técnico Mecânico (DTM). Eu estava com 20 anos, sou branco e baixo.

Após o expediente, sempre parávamos no bar para uma conversa, rolava uma cerveja, batíamos um papo não só sobre a empresa como coisas triviais para depois deixar-me em casa. Dia seguinte, carona e era sempre assim. No bar, claro, ele tirava onda comigo e acostumado ao jeito dele, ria.

- Tem dado em casa?

Ria e mandava falar baixo. O dono do estabelecimento tirava onda e já amigo, mandava:

- Não. Só na rua.

Risada geral e eu fazia um não com o indicador.

No fundo, esta brincadeira boba começou a alimentar uma tara e eu estava querendo dar para o Jorge. Não falava nada até pela ligação dupla (emprego e família) e fui contendo minha vontade sem muita esperança que algo saísse dali. Cinquenta e dois anos, magro, negro, rosto redondo pequeno e com óculos, calvo, mexia com meu corpo pois tenho uma tara implícita por caralho preto. Já tinha feito antes e criei este fetiche especial que eu guardava para os momentos certos em quatro paredes. Neste dia, eu resolvi testar e soltei:

- Tá querendo, né?

Falei baixo e ri esperando outra piada.

- Já deu?

Ele olhou, jogou uma piscada e emendou sem eu responder:

- Lá em casa te apresento.

Trocamos olhares e mordi o lábio. Ele falou:

- Vamos?

- Vamos.

No carro, a safadeza começou antecipada com um gostoso carinho na minha perna! Perguntou:

- Dá faz tempo?

- Desde os dezoito.

Chegamos na casa dele rapidinho e assim que entramos na sala, passou a chave, o trinco, fechou a cortina e começou a tirar a roupa para revelar um pau preto duro, grosso, cabeçudo ficando nu enquanto eu sorri, mordi o lábio vendo aquela pica preta quase na minha frente! Segurei com os olhos brilhando, bati uma e olhei nele falando:

- Pau lindo.

- Chupa.

Segurei e dei uma passada de língua na cabeça, abri a boca e engoli aquilo que deu. Suave e sem pressa, fiz a mamada devagar e ele soltou:

- ULLLLLLL!

Segurando, acelerei a mamada, rosto corado, tirei da boca.

- Delícia! Quero dentro de mim.

Trocamos olhares e sorrisos, percorri e chupei as bolas! Amo pau preto e meu cu piscava antes de ficar nu. Caí de boca e ele forçou a minha cabeça recebendo uma garganta profunda. Babei.

- Nossa, adoro! Vem comer.

Não resisti e tirei a roupa rapidinho ficando de quatro no sofá. A tora preta sendo alisada e eu abrindo a bunda de forma safada, mordendo o lábio, balançando, fez carinho no meu bundão, abriu e meteu saliva.

- Dá gostoso senão eu conto para teu pai.

- Come.

Mirou e segurando, senti o cacete ultrapassar meu cu branco. Ato de conhecimento, tirou, melou mais o pau e introduziu mais fundo, abri a boca e mordi o lábio para sentir suas mãos na minha bunda e enterrar! Abri bem a boca e soltei:

- Ohhhh!

Movimentando devagar, ele foi pegando ritmo para foder gostoso. O rasgo já tinha sido feito e agora eu precisava acostumar com aquele caralho preto dentro do meu cu. O meu tesão ampliou e eu nem importei com o vai e vem que começou só soltando caretas e abrindo a bunda com a mão direita.

Pegou meus braços e cruzou mandando ver. Fiz caretas e o vai e vem foi botando meu corpo para esquentar, o rosto fervia, respirei mais rápido! Ele deu enterradas e retomava sem tirar. Falou:

- Adoro cu branco.

- Amo pau preto. Come. Ai, ai, ohhhh!

Rapidamente, assimilei a foda e estava excitado demais. Abri bem a bunda comas duas mãos e deixei o delicioso pau percorrer bastante e a pica preta mostrava facilidade para isto dando cabeçadas e eu fazendo caretas, mordendo o lábio, corpo já curvado no sofá!

- Ohhh! Caralho gostoso.

Tirou, abriu bem, o cu estava arregaçado e piscando. Cuspiu e mandou mais vara. Pegou bom ritmo e gemi baixo com boca aberta. Um caralho preto merece respeito, fechei os olhos, mordi mais o lábio e falei:

- Arromba, caralho. Arromba tudo. Ai.

A fortíssima excitação obrigava apertar o meu pau e ele mandava bombadas pela velocidade. Os corpos transpiravam e suavam. Jorge estava no caminho certo. Botando sexo rápido, eu gemia de boca aberta e fazia mais caretas. Gaguejava para ser mais exato! Pau preto e cu branco, experiência e juventude se uniam para cada um tirar o melhor um do outro em ato sexual. A tara estava na cara de cada um e o fato da amizade, trabalharmos juntos, colocou mais pimenta na foda!

- Ahhh, cu quente do caralho!

- Mete mais e goza dentro.

- Esse cu tem dono agora.

- Ai, come, humm!

Tarado, ele não resistiu e após uma sequência rápida onde gemi fazendo caretas, gaguejando, ele enterrou meio pau e ficou soltando esperma e eu ouvi:

- AHHHHH, TOMA LEITE CU DO CARALHO! AHHHHH, OHHHHH!

Senti os jatos e fiquei na minha mordendo o lábio. Segurou e foi tirando e meu cu soltou o acúmulo de porra caindo no chão. Passei a mão e coletei um pouco experimentando: bem gostoso, salgadinho, é porra de pau preto e eu tenho que respeitar!

Fodeu mais um pouco e ficou sentando cabeça na portinha quente e que havia esquentando muito no sexo.

- Não fala nada para ninguém.

- Segredinho.

Sorri enquanto dava os últimos tratos na pica preta para limpá-la e usá-la em outro momento. Tomamos um banho.

- É só o começo. Agora você é meu e minha cadela.

Ri e confirmei com troca de olhares e falei:

- Gostou, né?

- Para de ser viado. Enxuga e bota a roupa para te levar em casa.

Ri, sequei o corpo e curvei mostrando o rabo para ele só para vera reação.

- Não provoca.

Rimos e vesti rapidinho. Minutos depois eu estava em casa.

Fiquei contente. Eu rompi o medo e quebrei o tabu ao dar para o Jorge. Ele era o primeiro cara próximo da família ao ter o privilégio de foder meu cu.

No fundo, ele conseguiu o seu objetivo ao ficar provocando com suas piadas safadas.

O melhor: ele chegou no momento certo e eu estava quase parando no sexo anal pela falta de caras fixos. Eu não gosto de sexo com cara que eu não conheço, morro de medo, ele investiu colhendo os frutos de maneira bem gostosa. Vem mais contos.

Comentários (1)

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  • Coroa60comtesãonorabo: Quando tempos um pau amigo é tudo de bom

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