#Bissexual #Lésbica

Comi a cantora "Sapatão"

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Ramon

Fui tomar uma num bar com música ao vivo, fizemos amizade e terminamos na cama. Não foi nada rápido ou fácil.

Fui passar uns dez dias numa cidade do interior e, à noite, comecei a tomar umazinha num botequinho da cidade. Boa comida, eu tomava 1 ou 2 cervejas, comia algo e ia para casa, na verdade, era um apartamento naqueles prédios em que embaixo são lojas e acima residências. Na primeira sexta-feira, vi que teria música ao vivo e, para minha surpresa, aquela minha vizinha interessante, MARTA, ia cantar. Eu não sabia o nome dela ainda, nem quem era ela, apenas encontrei com ela duas vezes lá no prédio. Uns 30 e poucos anos, peitos médios duros, sem muita cintura apesar de pernas grossas e bonitas. Olhos puxadinhos, sempre rindo, ela me chamava a atenção mas disso não passei.

Durante a apresentação dela, um colega de trabalho que morava na cidade me disse que “MARTA gostava da mesma fruta que a gente e chupava mais buceta do que a gente”. Fiquei meio desolado, pois eu a achava tão feminina. No sábado, fui para uma festa de aniversário e tomei a saideira nesse mesmo bar e foi quando enfim conheci MARTA.

No intervalo, ela veio se sentar na mesa em que eu estava com um colega e conversamos e nos divertimos muito – e desde esse dia viramos amigos. Encontrava com ela no prédio e conversávamos, ela me deu um bolo de milho maravilhoso que fez, e assim foi. Voltei para Recife e renovávamos a conversa quando eu voltava na cidade. Não pensei que iria passar disso, até porque MARTA me contava as aventuras delas com as meninas.

Quanto tempo isso durou? Não sei, muitos meses com certeza, até um dia em que MARTA, no intervalo da apresentação, senta-se na minha mesa (o que era comum) e não aceita a cerveja que ofereci. “Quero, não, obrigada. Amanhã vou fazer uma massa lá em casa e vou tomar vinho”. “Quem tem vinho bom, sou eu”, respondi, dizendo que tinha trazido 2 garrafas. “Se levar o vinho, almoça de graça lá em casa”, ela disse rindo. Marcamos a hora e no outro dia estava lá, no apartamento de MARTA (no mesmo prédio que o meu, lembrem-se). “PATY já já está chegando”, ela me explicou, referindo-se a uma “amiga” dela, o que não impediu que abríssemos a primeira garrafa enquanto ela fazia o almoço.

A conversa fluiu demais, contamos coisas engraçadas e a única coisa que achei diferente foi que MARTA não estava com umas bermudas que costumava usar, estava com um short “normal”, uma camiseta feminina e, não soubesse as preferências sexuais dela, eu teria ficado animado – se bem que aquilo poderia ser para PATY e não para mim.

Derrubamos a primeira garrafa, o almoço estava praticamente pronto e nada de PATY. “Vou ligar para ela”, disse MARTA. Após uma breve conversa, MARTA diz que PATY não poderia vir mais e, então, a gente iria “resolver as coisas sozinhos” (ela usou essa expressão). “O vinho vai render mais”, comentei rindo. “Você terá mais opção para comer”, ela completou e, na hora, percebi o tom diferente.

- Não entendi. Se PATY viesse, seria mais uma para eu comer, falei brincando.
- Se ela viesse, nem ela, nem eu.
- Se isso não foi brincadeira, agora fiquei doido, respondi já olhando tarado para ela

MARTA riu e disse que “vinha pensando em dar uma variada ultimamente”. “Quer saber a verdade, RAMON? Eu nem chamei PATY”. O almoço foi a desculpa. Ficamos rindo um para o outro e nos beijamos. Nesse primeiro beijo percebi uma ligação muito forte com MARTA, um beijo sensacional, meu pau já ficando duro e eu apertando a bunda dela. “Faz tempo e muito tempo que um homem não me dá tesão”, ela falou. Ficamos nos amassos, beijos, troca de carinhos, MARTA agia extremamente feminina, sentou no meu colo, ficou me abraçando, parecíamos um casal de namorados na primeira oportunidade em que ficam sozinhos e seguros.

Tirei a blusa de MARTA e ela já tirou o sutiã, pulando os seios médios duros e bonitos dela. Chupei-os sem pressa e fui tirando a roupa. Ficamos nus na cama dela e vi uma xoxota linda, toda depilada, “tá meio suadinha” ela alertou, “assim é que presta”, respondi. Beijei MARTA dos pés à cabeça; cheguei na buceta e me deliciei muito e ela gozou rapidamente, gozando muito. Lambi o gozo, ela se contorcia de tesão, evitava um pouco e pediu para eu penetrá-la, pois nem sabia se ainda gozava com um pênis de verdade dentro. MARTA me disse que as namoradas delas normalmente enfiavam um garanhão e ficavam chupando o clitóris dela (ela fazia o mesmo). Ali íamos trepar no papai-e-mamãe, por isso que insisti um pouco na chupada antes e mandei rola. MARTA estava encharcada e meu pau não teve problemas de entrar, fiquei impressionado como a vagina dela estava quente, pulsante, uma delícia. Eu comendo MARTA e a beijando. Uma delícia, eu apertava as coxas delas, alisava os seios, dizia mil elogios (verdadeiros) e MARTA anuncia que vai gozar de novo e goza maravilhosamente, uma cena linda o rosto dela demonstrando o gozo. Mantive o vai-e-vem até ela gozar e meti leite dentro dela, muito leite. Gozamos e ficamos abraçados. Ali estávamos apaixonados um pelo outro, uma sensação maravilhosa.

Passamos um bom tempo ali, fomos tomar banhos juntos, abrimos a segunda garrafa e almoçamos. Tomamos um cafezinho e fomos deitar no sofá, juntinhos, apaixonados, comentando o ocorrido. Cochilamos sentados e acordamos para dar a segunda e também segunda trepada. “Vai dormir aqui hoje comigo?”, ela perguntou. “Claro que sim”.

Fomos para a apresentação dela, ela foi na frente como de costume, e “apareci” por lá. Passamos o domingo juntos e até a bundinha MARTA me deu; ela já curtia sexo anal, mas disse que um pau de verdade atrás é muito melhor que qualquer objeto enfiado.

Por mim, eu assumiria o romance com MARTA a partir daquela data; ela é bonita, a gente conversava e se dava muito bem, as nossas trepadas eram maravilhosas e era tudo o que eu queria, no entanto, MARTA me disse que as coisas não seriam tão fáceis para ela, ela era “sapatão” assumida há um bom tempo, ela própria tinha de enfrentar essa situação nova e ficamos no romance escondido. Às vezes eu via uma menina chegar com ela e morria de ciúmes; MARTA me dizia que nada tinha a ver.

Cheguei a pagar a passagem dela para Recife, quando passamos excelentes dias. MARTA estava cada dia mais bonita e mais feminina. Só que a distância e a dificuldade de nos vermos nos afastou e hoje somos apenas amigos; já saímos juntos depois disso, foi uma trepada maravilhosa, porém sem o sentimento de amor que nos nutria antes.

Um detalhe que MARTA me alertou em uma das nossas conversas depois de tudo: “Sabia que mulher não engravida de mulher, não sabe?”. “Era assim antigamente”, respondi na brincadeira. “E que eu nunca tomei anticoncepcional. Sabia?”. “O que você está me dizendo?”, perguntei. “Foi um milagre eu não ter engravidado de você, meu amor”. Tomei um susto, vi que ela falou a verdade e, para não perder a pose, eu disse a ela “nunca é tarde para tentarmos, meu amor”.

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