#Bissexual #Corno #Traições

O corno ganhando um cu pra se satisfazer

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Thiago puta

Acho que esse será meu último conto... Então aproveitem a cena. Fechei a sequência com um conto bi.. Acho q foder Cara q come mulher da mais tesao.

A Lais sempre foi minha esposa troféu. Aos 33 anos, eu tinha construído tudo que um homem como eu merecia: corpo malhado e definido por anos de academia pesada, rosto que chamava atenção por onde passava, dinheiro no bolso e uma esposa loira, siliconada, com corpo de revista. Paguei cada centavo daqueles peitos 450ml perfeitos, as roupas de grife que ela usava para sair, o cabelo loiro platinado sempre impecável no cabeleireiro mais caro da cidade. Nos primeiros anos de casamento, a gente fodia como animais selvagens, quase todos os dias. Mas depois de cinco anos, a vida sexual esfriou. Diziam que era normal. Eu sabia que não era só isso.
Comecei a desconfiar. Mensagens demoradas, olhares esquivos no celular, um cheiro diferente na roupa dela. Instalei quatro câmeras no quarto, ângulos estratégicos, e microfones de alta sensibilidade. Queria ouvir cada palavra suja que a puta falava quando abria as pernas para outro.
Naquela tarde de quinta-feira, eu estava na academia, correndo na esteira com os fones no ouvido. O celular vibrou com a notificação do app das câmeras. Abri discretamente enquanto mantinha o ritmo.
Lá estava ele. Um cara de uns 27 anos, corpo malhado mas claramente menor que o meu — ombros razoáveis, cintura fina, abdômen marcado, altura por volta de 1,75m. Ele entrou no nosso quarto já tirando a camisa, revelando o peito depilado e os gominhos definidos. Lais, minha esposa, esperava por ele de lingerie preta rendada que eu mesmo havia comprado há duas semanas. Ela sorriu safada e se jogou nos braços dele sem hesitar.
— Porra, quanto tempo eu esperei por isso hoje... — ela murmurou com a voz manhosa e cheia de tesão.
Ele não perdeu tempo. Agarrou a loira pela cintura fina e enfiou a língua na boca dela com fome animal. O beijo era molhado, barulhento, cheio de saliva. Eu ouvia cada som perfeitamente pelos microfones: as línguas se enrolando, o estalo viscoso, os gemidos baixos.
— Você tá cheirosa pra caralho, Lais... perfume caro do seu corno, né? — ele rosnou, descendo a boca pelo pescoço dela enquanto apertava um dos peitos siliconados. — Seu marido sabe que você é uma vadia safada que abre a boceta pra outro?
— Shhh... ele tá na academia agora. — Ela riu baixinho, mas já gemia enquanto ele chupava seu pescoço. — Hoje eu sou toda sua, Carlos. Me fode gostoso.
Ele jogou ela na nossa cama king size que eu paguei e abriu as pernas dela com força. A calcinha já estava encharcada no meio. Carlos caiu de boca na boceta da Lais como um faminto. O som era obsceno: línguas lambendo, chupando o clitóris inchado, sugando os lábios carnudos e molhados. Lais arqueava as costas, os peitos empinados balançando com o movimento.
— Ai, caralho... chupa minha buceta gostoso... assim... lambe o grelo bem rapidinho, vai... — ela implorava, voz rouca de tesão, os dedos cravados no cabelo dele.
Ele enfiou dois dedos nela enquanto chupava com vontade, fazendo barulhos molhados de boceta encharcada. Depois virou ela de bruços, abriu a bunda grande e macia da Lais com as duas mãos e enfiou a língua direto no cuzinho rosado e apertado.
— Olha esse cu... tão limpinho e cheiroso... — ele murmurou antes de lamber com fome, circulando o anel apertado, enfiando a ponta da língua dentro.
Eu, na esteira da academia, sentia o sangue ferver de raiva pura. Mas, contra minha vontade, minha rola de 20cm estava dura pra caralho dentro da calça de moletom, latejando forte, marcando um volume enorme. O ciúme misturado com aquela excitação doentia era quase insuportável.
Carlos colocou Lais de quatro e meteu de uma vez só, sem aviso. O gemido dela ecoou alto no quarto:
— Aaaahhh... que delícia... mete fundo, vai... me fode como meu marido não fode mais!
Ele segurava a cintura dela com força e socava com estocadas pesadas, o barulho molhado de pele contra pele enchendo o ambiente. Pelos ângulos das câmeras eu via tudo em detalhes: a rola dele entrando e saindo brilhando de creme branco, a boceta da Lais inchada e vermelha, os peitos siliconados balançando violentamente a cada metida.
— Diz que você é minha puta agora, Lais... — ele grunhia entre as estocadas.
— Eu sou sua puta... sua vadia particular... meu marido é um corno manso e nem desconfia... — ela respondia, gemendo alto.
Eles mudaram de posição várias vezes. De lado, ele levantando uma perna dela e metendo devagar, bem fundo, esfregando o ponto G enquanto mordia seu ombro. Depois veio o frango assado: Lais de barriga para baixo, bunda empinada, Carlos por cima socando com força bruta enquanto puxava o cabelo loiro dela.
Eu não aguentei mais assistir de longe. Saí da academia suado, entrei no carro e dirigi para casa o mais rápido possível enquanto continuava assistindo tudo ao vivo no celular. Os gemidos dela, os tapas na bunda, as palavras sujas que saíam da boca da minha esposa.
Quando abri a porta do quarto, os dois pularam da cama como se tivessem levado um choque. Lais tentou cobrir os peitos com as mãos, o rosto vermelho. Carlos, com o pau ainda duro e brilhando da boceta da minha mulher, ficou paralisado, olhos arregalados.
Eu fechei a porta devagar, sorrindo de forma fria e controlada.
— Então é isso... A putinha loira que eu transformei em rainha tá dando a boceta pro primeiro malhadinho que aparece no meu próprio quarto, na minha cama.
Lais começou a gaguejar:
— Amor... não é o que você está pensando... foi só...
— Cala a boca, vadia. — Eu tirei a camisa devagar, exibindo meu corpo muito superior ao dele: peito largo, braços grossos, abdômen trincado. Olhei direto para Carlos. — E você... veio comer a mulher alheia no meu quarto, seu filho da puta?
Ele tentou pegar a cueca do chão, mãos tremendo.
— Cara, desculpa... eu vou embora agora... foi um erro...
Eu ri baixo, aproximando-me dele.
— Não vai porra nenhuma. Você queria ser o macho que fode minha esposa? Agora vai aprender o que acontece quando o corno chega em casa.
Eu segurei ele pelo pescoço com uma mão só e joguei seu corpo na cama, virando-o de bruços, bunda virada pra cima. Ele tentou se levantar, mas eu era muito mais forte, musculoso e pesado.
— Que porra é essa, cara?! Eu não sou viado, porra!
— Vai ser agora. — Eu cuspi na palma da mão, passei saliva generosamente no meu pau de 20cm que estava latejando, roxo de tão duro, veias saltadas. — Se você quer comer minha mulher, vai ter que pagar pedágio com esse cuzinho virgem.
Ele tentou negar com a cabeça, olhos arregalados de medo puro.
— Não... por favor... eu não faço esse tipo de coisa...
Mas quando encostei a cabeça grossa e quente do meu pau no anel apertado dele, vi algo diferente no olhar dele: um brilho de tesão misturado com o pavor.
Eu segurei a cintura fina dele com força e forcei a entrada. A cabeça grossa entrou com dificuldade. Carlos berrou alto, o corpo inteiro tremendo violentamente.
— Aaaahhh! Caralho, dói pra caralho! Tira! Tira essa porra de mim!
— Cala a boca e aguenta, viadinho. — Eu empurrei mais uns centímetros, sentindo o cu dele apertar desesperadamente ao redor da minha rola. — Olha como sua bundinha tá engolindo meu pau... quente pra caralho... que delícia.
Lais estava sentada na beira da cama, olhos vidrados na cena, uma mão já entre as pernas tocando a boceta ainda inchada e molhada da foda anterior.
Eu meti tudo de uma vez, até o talo. Carlos soltou um gemido gutural, meio dor, meio prazer proibido. Quando comecei a bombear devagar, senti ele relaxar um pouco. O pau dele, que tinha amolecido com o susto, começou a endurecer novamente contra o lençol.
— Porra... que cu gostoso... apertadinho pra caralho... tá pulsando no meu pau... — eu grunhia, socando mais forte agora. O barulho molhado de cuspe e fricção enchia o quarto. — Você gosta né, seu putinho? Veio foder minha mulher e agora tá rebolando no meu pau como uma vadia barata.
Ele virou o rosto de lado, bochecha pressionada contra o colchão, olhos semicerrados de prazer misturado com vergonha.
— Ahh... porra... vai devagar... tá muito grosso... tá me abrindo todinho...
— Devagar o caralho. — Eu dei um tapa forte na bunda dele, deixando a marca vermelha da minha mão. — Rebola pra mim. Mostra pra sua puta da Lais como você é viadinho de verdade.
Carlos começou a mexer a cintura, rebolando timidamente no começo. Depois com mais vontade, empinando a bunda contra mim.
— Eu... eu sou um viadinho... porra... seu pau é enorme... tá me arrombando... me fode mais...
Lais gemeu alto, enfiando dois dedos na própria boceta enquanto assistia tudo de perto.
— Meu Deus... olha isso... ele tá comendo você, Carlos... rebola mais gostoso pra ele...
Eu segurei o cabelo curto dele e puxei a cabeça pra trás, metendo mais fundo e mais rápido.
— Fala direito, seu corno de merda. Diz que você só pode comer minha esposa se eu enrabar você primeiro.
— Só... só posso comer a Lais... se você me enrabar primeiro... — ele repetia entre gemidos altos, a voz falhando a cada estocada forte. — Eu sou sua puta agora... me fode... me usa como quiser...
O cu dele estava cada vez mais macio, escorregadio do cuspe, abrindo fácil para meu pau grosso. Eu metia com força bruta, as bolas pesadas batendo contra as dele a cada investida. O cheiro forte de sexo, suor masculino e excitação tomava conta do quarto inteiro.
Depois de uns quinze minutos socando sem piedade, eu tirei o pau dele com um som molhado. O cuzinho ficou piscando, aberto, vermelho e brilhando de saliva.
— De joelhos. Agora, viado.
Ele obedeceu, ainda tremendo. Coloquei o pau sujo do próprio cu dele bem na frente da cara dele.
— Chupa. Limpa seu próprio cu da minha rola, seu filho da puta.
Ele hesitou só um segundo. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça grossa. O gosto devia ser forte — suor, cuspe, o sabor almiscarado do próprio cu. Ele engasgou, olhos lacrimejando imediatamente, mas continuou chupando, descendo o máximo que conseguia pela garganta.
— Isso... engole fundo... garganta de puta... mama gostoso... — Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos e fodia a boca com vontade. Lágrimas escorriam pelo rosto dele. — Olha pra sua namoradinha enquanto mama meu pau, vai.
Lais estava de pernas bem abertas, se masturbando freneticamente, os dedos fazendo barulho molhado na boceta encharcada.
— Chupa ele gostoso, Carlos... engole tudo... vira uma boa vadia pra ele...
Eu sentia as bolas apertando. Segurei a cabeça dele firme e meti até o fundo da garganta.
— Toma porra, seu filho da puta... engole tudo que eu te dou!
Gozei forte, jatos grossos e quentes descendo direto pela goela dele. Carlos engasgou, tossiu, mas engoliu quase tudo. Um pouco de porra escorreu pelo canto da boca e pingou no queixo.
Eu puxei o pau pra fora, ainda babando porra e saliva, e bati na cara dele algumas vezes.
— Bom menino. Agora você sabe exatamente qual é o seu lugar nessa casa.
A partir daquele dia, tudo mudou na nossa vida.
Sempre que Carlos queria comer a Lais, ele tinha que me mandar mensagem primeiro:
“Posso ir aí hoje? Quero comer a Lais... mas só se você me foder também.”
Eu respondia com uma ordem curta e direta:
“Vem. Bunda limpinha e depilada.”
E ele vinha, obediente.
Uma noite, duas semanas depois, ele chegou mais cedo. Lais ainda estava se arrumando no banheiro. Eu estava na sala, só de cueca, pau já semi-duro só de imaginar.
— Já tá com saudade do meu pau no seu cu, né viadinho?
Carlos baixou a cabeça, corado, mas o volume na calça dele crescia visivelmente.
— Eu... eu não consigo mais gozar direito sem sentir você me arrombando primeiro...
Eu ri alto, satisfeito.
— Tira toda a roupa e fica de quatro no sofá. Vou te preparar pra comer minha mulher.
Ele obedeceu rápido. Bunda empinada, já depilada e cheirosa de banho. Eu cuspi direto no cuzinho dele e enfiei dois dedos grossos, abrindo devagar.
— Olha como tá guloso... já piscando e querendo meu pau...
— Por favor... mete logo... — ele pediu, voz manhosa e desesperada.
Eu meti meu pau devagar dessa vez, deixando ele sentir cada centímetro grosso entrando. O gemido que Carlos soltou foi longo e profundo, quase um ronronar.
— Aaaahhh... que delícia... seu pau é tão grosso... me enche todinho... me arromba...
Enquanto eu socava ele no sofá com ritmo constante, Lais desceu as escadas de salto alto, só de lingerie vermelha transparente.
— Olha vocês dois... que casal lindo... — ela provocou, sentando na poltrona e abrindo as pernas devagar. — Fode ele bem gostoso, amor. Depois ele vai me foder enquanto você assiste bem de perto.
Eu aumentei o ritmo, batendo forte contra a bunda dele. Carlos rebolava como uma puta profissional agora, empinando mais.
— Eu sou sua mulherzinha... me fode... me arromba sem pena... eu mereço... sou um viado corno também...
Quando ele estava quase gozando só de levar no cu, eu tirei o pau e mandei ele mamar de novo. Depois deixei ele comer a Lais enquanto eu metia nele por trás, formando um sanduíche bem safado e sujo. Os gemidos dos três se misturavam no quarto: Lais gritando de prazer, Carlos gemendo com a boca abafada contra os peitos dela, eu grunhindo enquanto socava.
A Lais gozava olhando pra mim, olhos cheios de um tesão novo e pervertido.
— Eu amo ver você dominando ele... meu macho de verdade...
E Carlos, entre uma estocada na boceta da minha esposa e outra no próprio cu, gemia sem vergonha:
— Obrigado... obrigado por me deixar comer ela... e por me foder tão gostoso...
A dinâmica se tornou completamente viciante para nós três. Eu, o macho alfa da casa. Lais, minha puta siliconada e loira. E Carlos, o viadinho oficial que precisava pagar com o cu toda vez que quisesse o privilégio de meter na minha mulher.
Muitas noites eu chegava em casa e encontrava os dois já transando na cama. Eu só tirava a roupa, colocava o pau duro na boca de Carlos enquanto ele comia ela, ou arrombava ele primeiro para depois deixar ele terminar dentro da Lais, gozando enquanto sentia meu pau ainda latejando no cu dele.
O cheiro do quarto era sempre pesado de sexo: suor masculino, porra fresca, boceta molhada, cu aberto e usado. Os sons — gemidos roucos, tapas estalados, rola grossa entrando em buraco apertado, línguas chupando, gargantas engasgando — viraram nossa nova trilha sonora constante.
E eu, que comecei tudo com raiva e ciúme queimando no peito, descobri um prazer sombrio, poderoso e viciante em dominar os dois completamente.
Porque no final das contas, os dois sabiam muito bem qual era o novo acordo:
A Lais era minha.
O cu do Carlos também era meu.
E toda vez que ele quisesse dar uma gozada quente na boceta da minha esposa, primeiro teria que rebolar, gemer alto, chorar um pouco e engolir meu pau grosso como a boa vadia submissa que ele havia se tornado.
Comentem, critiquem, falem do q gostam ou não, se eu voltar a escrever, vou acrescentar as sugestões. Só não sou de fazer séries longas.
Abraços, punheteiros. Ate a próxima.

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