#Gay

Abri a porteira e realizei um fetiche

1.3k palavras | 0 | 3.00 | 👁️
rá18

Eu estava em vida universitária e trabalhando tendo pouco tempo disponível para aproveitar na questão do sexo. Isto não impediu que ele ocorresse entre meus 18 e 22 anos, ao contrário, adquiri um macho para satisfazer minha tara especialmente aos Sábados e durante meu período de estudos a pica preta do cara de 37 anos, negro, alto, gordo, dono de bar fez a festa no meu cu.

Vida corrida, eu não podia reclamar. Durante a semana, impossível e os Domingos tirava para estudo e trabalhos da faculdade, sobrava o Sábado a tarde e quando chegava em casa neste dia no começo da noite, dormia como pedra pela exaustiva semana.

A amizade com ele virou coisa de irmão e minhas chegadas no bar quase ao final do expediente resultavam em fodas quentes e fortes dentro do banheiro ou depósito, boas rapidinhas com gozada na minha boca para engolir esperma ou levar leitada dentro do cu dependendo da vontade dele. Evitando ficar sem sexo pelo já relatado, era assim e acabou.

Formado, não perdemos contato e mantivemos nosso sexo ativo. O cara é um devorador de cu, eu acostumei pois seu pau preto faz um encaixe perfeito no meu rabo a ponto de botar tanta excitação que era certa uma nova relação depois daquela. Na prática, eu vivi um caso longo de 4 anos tendendo para mais.

O meu problema: novidades. Durante muito tempo eu fiquei pensando em sexo com vários caras e agora eu pensava em colocar em prática. A cabeça imaginava levar picas e não uma. O sigilo era prioridade e achei o lugar certo distante de casa.

Neste lugar a regra é não ter regra, ou seja, basta pagar, deixar documentos e chave na entrada, aí é festa bastando entrar na rodinha de sexo e curtir. Se quiser dar, fique a vontade e caso queira meter também. Se quiser soltar porra na boca ou gozar na bunda também tá valendo. Resumindo: você tem livre-arbítrio e quem está na chuva é para se molhar, não é? Vinte e dois anos, branco e magro diante de caras mais experientes e com sexo em atraso, eu fui praticamente cercado em menos de cinco minutos naquele ambiente lotado e cheirando a sexo, levei passada de mão enquanto mamava um moreno, cara na minha frente e logo conduzido para o canto da parede para um grupo de cinco ou seis caras cercarem e já viu! A roupa inferior caiu e sua pica morena já foi assanhando tudo para dar uma melada no rabo, forçar e dar início ao sexo! Humm!

Logicamente, eu não estava preparado para este tipo de chegada e já senti a coisa quente logo de cara. Sem camisinha, uma roda de punheteiros observando o sexo em andamento, eu gemia com caretas e percebi que ali não é para brincadeira! O moreno quarentão veio dando cabeçadas fortíssimas impondo um sexo rápido e sofri, não vou mentir. A pegada nestes lugares é diferente, os caras chegam para foder sem a menor dó e quem se submete tem que aguentar e que se foda. A maioria são fodedores experientes e notei isto na pegada do cara na minha cintura mandando pica na maior facilidade e dane-se se estou ou não gostando.

A vantagem que você tomará rolas desconhecidas e o metedor tem um “prazo” para foder bem e gozar. Se demora, o público em volta dispersa e perde o clima. Quem está lá quer variedades e demora não pode ser a meta. Desta forma, o cara meteu muito durante uns dois minutos e meio soltando esperma com a pica cravada na minha bunda tirando rápido dando lugar para outro. O que veio em seguida já estava esperto não dando tempo para que eu pensasse e mesmo com o cu ainda escorrendo só um pouco, meteu firme e recomeçou a coisa.

Apesar do pau duro, rosto quentíssimo, corpo em ebulição, eu não tinha como mamar uma rola ali para aliviar a pegada forte e o negro fez um encaixe perfeito para meter pica no meu cu por uns cinco minutos nem ligando ao meu sofrimento. O cu com esperma dentro faz a nova pica deslizar e atacar bem, gaguejei bem e foram “eternos” cinco minutos para o cara dar estocadas pontuais e mandar mais esperma! Naquilo que o negro tirou uma gota foi ao chão e meu rabo piscava muito aberto.

O próximo, um cara de trinta e poucos, moreno quase preto não deu a menor chance para eu avaliar melhor, só tomei um fôlego e mais pica. O interessante que cada uma tem um formato e as sensações são muito diferentes. Ele segurou firme na cintura e botou minha boca para gaguejar! Criando uma puta tensão no cu, fiquei aos seus caprichos e com o cu melado levando pica, a vantagem era total a favor do pau que deslizava, batia forte com a cabeça e voltava para fazer um vai e vem quente! Excitação não falta e nesta altura, o que vier já é lucro. Ficou dando espetadas pontuais e ao meu ouvido falou que eu era gostoso e deixaria leite dentro para não esquecer mais. Reiniciou forte, caretas, gaguejadas e numa boa travada jogou jatos lá dentro e tirou para o público de tarados que batiam uma, ver o meu cu babar esperma!

Saí da roda pois fiquei exausto em menos de quinze minutos de sexo neste esquema! Não há pausa, pegadas fortes, sexo intenso, eu só levantei a cueca que melou com a carga de leite, a bermuda e fui ao banheiro limpar com lenço, tomar fôlego e dar um tempo. Meu cu estava realmente aberto, piscando, quente e ardia. Dei um tempo no box e caí fora.

Banho tomado e deitado na cama, eu assimilei melhor a loucura e eu senti usado. O bom que aquilo foi excitante, promíscuo e havia sido um momento inesquecível. Curiosidade realizada, eu pensei em fazer de novo mas de outra forma: sem pressa. Sexo mais trabalhado e com pausa para uma água, uma toalha, um lugar mais particular.

Dei sorte e não tive problemas. Durante a semana, aquela loucura não saía da cabeça. Tudo isto foi no Domingo. Na quinta-feira, o cu piscava novamente. O negócio era procurar o irmão do bar e logo. Safadeza demais. Delícia da porra.

Segue.

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(3.00 de 2 votos)

rá18 #Gay

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos