Ano novo com o senhor exibicionista
Lia estava ofegante, sentindo o suor escorrendo pelo vale das costas, o calor da pele de Ismael queimando contra a sua. Seus seios nus estavam pressionados contra o peito dele, e ela descansava a cabeça em seu ombro enquanto cavalgava. O ritmo era perfeito. Ela nunca soube que poderia se sentir assim; apenas um homem experiente como ele poderia proporcionar um prazer tão denso e avassalador.
Havia um sabor proibido que a excitava ainda mais: o fato de ele ter a idade e ser o melhor amigo de seu pai. Era um escândalo silencioso. Lia sentia sentimentos mistos — uma sensação de fraternidade, de que aquele homem mais velho cuidaria dela como um pai faria, mas que, ao mesmo tempo, a preenchia sexualmente com uma força bruta. Ela se sentia pequena, imatura e protegida sob o domínio dele.
As mãos grandes de Ismael agarraram sua cintura com firmeza enquanto ela pulava. A carne dura dele entrava e saía, atingindo o fundo de seu ventre, fazendo seu útero contrair em espasmos maravilhosos. Ismael dizia algo, mas Lia não entendia; as palavras se perdiam no turbilhão de prazer.
De repente, a posição mudou. Ismael a ergueu e a deitou com força na espreguiçadeira. Só então Lia percebeu onde estavam: na área da piscina, o exato lugar onde se viram pela primeira vez. Estavam ao ar livre, expostos, onde qualquer um poderia flagrá-los. Ismael abriu as pernas dela, segurando o próprio pênis que brilhava com a lubrificação e o pré-sêmen, e a penetrou novamente com um golpe certeiro.
— Que menina linda gemendo — Ismael disse, sorrindo de um jeito predatório. — Tão safada.
— Hmm... — Lia gemeu, fechando os olhos, entregue ao sol e ao toque dele.
— O que o seu pai está pensando, vendo a filha dele assim, gemendo no meu pau? — Ismael perguntou, a voz subitamente mais alta.
— O quê? — Lia abriu os olhos, confusa. A pergunta não fazia sentido.
— Está gostando, papai? De ver sua menina assim? — Ismael gritou para o lado.
Lia desviou o olhar de Ismael e o mundo pareceu parar. Benjamin, seu pai, estava sentado na cadeira de sol, a poucos metros, assistindo a tudo. Ele estava nu, a pele bronzeada contrastando com o membro ereto e escurecido, a cabeça arroxeada indicando uma excitação violenta. Gotas de pré-sêmen brilhavam na ponta, prontas para cair.
Lia congelou. Seu corpo gelou, mas não era apenas terror; era um medo misturado com um prazer proibido e sufocante. Ela não conseguia pedir para Ismael parar, e, no fundo de sua mente entorpecida, ela nem queria. Seus olhos ficaram fixos nos do pai, numa comunicação silenciosa de pecado e exposição.
Ismael soltou um grunhido final, descarregando jatos quentes de gozo dentro dela.
— ãã... papai... — Lia gemeu, a palavra escapando de seus lábios enquanto ela ainda encarava Benjamin.
Ela estava extremamente confusa, sentindo-se exposta e sensível. Ver o pai ali, nu e excitado por vê-la ser possuída pelo amigo, criava uma satisfação doentia. Ismael se afastou, saindo de dentro dela, e Lia sentiu o esperma dele escorrer por suas coxas, frio e viscoso.
Mas o vazio não durou. Benjamin se levantou.
O pai caminhou em direção à espreguiçadeira com uma autoridade pesada. Ele parou entre as pernas abertas de Lia, substituindo Ismael. Benjamin segurou o próprio pênis com firmeza, os olhos fixos nos dela, sem dizer uma palavra. Lia estava ofegante, o coração batendo na garganta, perguntando-se se o próprio pai iria mesmo consumar aquele ato, se ele iria entrar onde o amigo acabara de sair.
A mão dele tocou a coxa dela, e o calor era tão real que Lia sentiu um choque elétrico percorrer seu ventre...
Lia acordou com um grito mudo, sentando-se abruptamente na cama. O quarto das tias-avós estava mergulhado na penumbra do início da manhã. Suas mãos tremiam e ela estava encharcada de suor, a respiração vindo em soluços curtos.
Ela levou a mão à testa, tentando afastar as imagens do pai nu e do olhar de Ismael. O sonho fora tão vívido que ela ainda conseguia sentir a pressão fantasmagórica entre suas pernas. A confusão mental era absoluta: como sua mente pudera criar algo tão perverso? Onde terminava a influência de Ismael e onde começavam seus próprios desejos sombrios?
Foi direto para o banheiro, ligando o chuveiro em uma temperatura quase fria, na esperança de que a água levasse consigo as imagens e sensações vívidas do sonho. Ela esfregou a pele com força, tentando limpar a mente, mas não adiantava. O sonho ainda parecia real, gravado em cada fibra de seu ser.
Ela demorou no banho, prolongando o máximo que podia, mas o som da família reunida para o café da manhã começou a subir as escadas, chamando-a de volta à realidade. Nervosa, Lia desceu as escadas. Seu coração disparou ao perceber que todas as cadeiras estavam ocupadas, exceto uma: ao lado de Ismael.
— Lia, finalmente acordou! — a mãe exclamou, com um sorriso acolhedor.
— Bom dia, mãe — a garota murmurou, abraçando-a rapidamente e sentindo uma pontada de culpa por seu segredo e pela perversão de sua mente.
Respirando fundo, Lia caminhou até a mesa e deslizou para o assento ao lado de Ismael.
— Bom dia, Lia — ele disse, sua voz rouca de homem matinal. Lia sentiu um arrepio percorrer seu corpo inteiro ao som da voz dele, mas conseguiu responder com um aceno de cabeça.
— Lia, que bom que você chegou! Guardei seu lugar especialmente para você — Sara falou, sorrindo de forma cúmplice do outro lado da mesa. — Chegou bem a tempo de escutar a história superengraçada do seu pai e do Ismael.
— É, filha, seu pai tem muita história de quando era mais jovem — a mãe completou.
A voz de seu pai. Lia sentiu-se totalmente arrepiada. Ela finalmente o olhou, e a imagem dele nu, excitado no sonho, voltou com uma força avassaladora. Lia baixou o olhar rapidamente, incapaz de conciliar a figura paterna com os sentimentos de prazer proibido.
— A gente tinha apostado que quem chegasse primeiro na linha de chegada ficava com... — Benjamin começava a contar a história, mas Lia não conseguia prestar atenção. A voz dele estava deixando seu coração acelerado, seus mamilos eretos de excitação. Para se distrair, ela colocou leite na xícara, as mãos tremendo levemente.
— E seu pai estava superconfiante que iria conseguir me vencer na corrida — Ismael continuou a história, e, por debaixo da mesa, sua mão grande e quente deslizou para a coxa de Lia. — Quando eu fui procurar, ele estava no chão, sem fôlego!
Todos na mesa riram da história. Lia tentou rir também, mas a mão de Ismael já estava acariciando a buceta dela por cima do tecido da calcinha e da regata. O toque era leve, quase imperceptível, mas o peso da mão dele ali, naquela situação, era insuportável. Ela apertou as pernas, lutando para manter a compostura. O sonho se misturava à realidade, e a sensação de estar sendo tocada por ele, sob o olhar de seu pai, era quase insuportável.
A mesa do café da manhã, repleta de frutas frescas e pães, tornou-se um campo de batalha para os sentidos de Lia. Enquanto Benjamin gesticulava, rindo da própria derrota na história do passado, Ismael mantinha uma expressão de absoluto tédio social, contrastando com o que sua mão fazia sob o tampo de madeira.
Ismael não se limitou apenas a acariciar. Com uma ousadia que fez o sangue de Lia latejar nos ouvidos, ele afastou a lateral da calcinha dela com dois dedos. O toque direto da pele dele contra a sua intimidade, ainda sensível da madrugada, foi como um choque elétrico. Ele começou a massagear seu clitóris com movimentos lentos e circulares, enquanto bebia um gole de café preto com a outra mão.
Lia geme o seu leite com chocolate para tentar esconder o gemido. O prazer era sufocante. A mão de Ismael se movia com a confiança de quem a conhecia por inteiro, e a visão do pai à sua frente, o homem que ela vira nu em seus sonhos há poucos minutos, criava uma sobrecarga sensorial. Ela sentia que ia atingir o clímax ali mesmo, no meio da refeição em família, com o cheiro de café no ar e a voz do pai ecoando em seus ouvidos.
O som estridente do telefone fixo da casa de veraneio cortou o ar como uma lâmina, quebrando instantaneamente a bolha de perversão que Ismael havia criado sob a mesa.
Benjamin, sempre o anfitrião atento, levantou-se num salto.
— Deve ser o meu irmão querendo dar os parabéns de Ano Novo — comentou ele, afastando a cadeira e caminhando em direção ao aparelho na parede.
A distração foi o suficiente para que Ismael retirasse a mão com uma calma exasperante. Ele deslizou os dedos para fora de Lia, sentindo-os úmidos e quentes, e os limpou discretamente no guardanapo de pano sobre seu colo, sem tirar os olhos da garota. Lia, por outro lado, sentiu um vazio súbito e gélido onde antes havia o fogo dos dedos dele. O coração dela batia tão forte que ela tinha certeza de que todos na mesa podiam ouvir.
•••
Lia foi lavar os pratos sozinha na cozinha com a mente com tanta coisa que nem escultor que alguém entrou e estava atrás dela. Quando Lia sentiu o corpo dele se moldar ao dela por trás, a rigidez semi-ereta pressionando sua bunda, o ar fugiu de seus pulmões. O susto foi apenas a faísca que acendeu o fogo que Ismael já havia plantado nela.
— Te assustei, menina linda? — o sussurro de Ismael no seu ouvido foi acompanhado por um beijo úmido e quente na pele sensível do pescoço, exatamente onde a marca da noite anterior ainda latejava.
— Quase meu coração para... — ela ofegou, fechando os olhos e deixando a cabeça pender para o lado, dando a ele mais acesso.
— Desculpa — ele disse, embora o tom não tivesse nada de arrependimento. — Você estava tão distante no café da manhã... me magoou. Eu estava esperando uma menina mais carinhosa depois de nossas horas de amor.
Aquelas palavras atingiram o ponto fraco de Lia. A necessidade de agradá-lo, de ser a "aluna aplicada" que ele desejava, falou mais alto. Ela desligou a torneira com as mãos trêmulas, virou-se e abraçou a cintura dele, escondendo o rosto no peito largo de Ismael. Ali, sentindo o perfume amadeirado e o calor dele, ela se sentia protegida e, ao mesmo tempo, perigosamente exposta.
— Desculpa... é que eu tive... um sonho... e acordei estranha — confessou timidamente, a voz abafada contra a camisa dele.
Ismael a afastou um pouco, segurando o queixo dela para que seus olhos se encontrassem.
— O sonho era bom?
— Não sei dizer... — ela desviou o olhar, a imagem do pai nu na piscina cruzando sua mente como um raio.
— Você está arrependida? — a voz dele ficou mais fria, mais possessiva.
— Não! — Lia respondeu rápido demais, olhando-o com urgência. — Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Um sorriso vitorioso e cruel surgiu nos lábios de Ismael. O ego dele se inflou ao ouvir a confissão de total entrega da jovem. Ele a puxou para um beijo voraz, uma disputa de línguas que cheirava a café e desejo, enquanto suas mãos grandes apertavam as nádegas dela com força, reivindicando seu território.
— Seu papai deixou você passear comigo — Ismael disse contra os lábios dela, a voz carregada de um cinismo triunfante. — Ele me disse que é tradição você ir à sorveteria no primeiro dia do ano. Como ele confia muito em mim, pediu para eu te levar.
Lia sentiu o corpo arrepiar da nuca até os pés. A menção ao pai, a confiança cega que Benjamin depositava no amigo enquanto Ismael a possuía na cozinha, era o tempero proibido que tornava tudo insuportável e delicioso ao mesmo tempo.
— Vamos? — ele perguntou, dando um último aperto firme nela. — Quero ver você tomando aquele sorvete de morango...
•••
Lia entrou na sorveteria, sentindo o choque térmico do ar-condicionado contra sua pele aquecida. O estabelecimento estava quase vazio, mergulhado naquele silêncio preguiçoso de início de tarde. À sua frente, apenas um casal e um avô que ajudava o neto a escolher entre as cores vibrantes dos sorvetes. Enquanto esperava, o celular vibrou com as notificações insistentes de Sara.
Sara: “Tô com tanta raiva da minha mãe! 😤 Não acredito que ela não me deixou ir com vocês. Me conta tudo que aconteceu... TUDO! 😻 Quero os mínimos detalhes.”
Lia soltou uma risadinha baixa, o coração ainda disparado pelas lembranças do carro. Quando levantou os olhos, a fila havia andado; o avô e o neto se despediam, deixando-a sozinha diante do balcão. O atendente era um jovem que, ao vê-la, mudou instantaneamente de postura.
— Oi... posso experimentar esse? — Lia perguntou, apontando para um sabor novo.
O rapaz entregou a colherzinha de plástico. Ao provar, Lia fechou os olhos e soltou um gemido involuntário pelo contato do doce gelado com sua língua.
— Hmm... gostoso. Posso provar o do lado?
O jovem sorriu, hipnotizado. Lia era uma visão perturbadora naquele ambiente familiar. O body vermelho vibrante de alças finas moldava-se ao seu corpo como uma segunda pele, revelando a ausência de sutiã através do tecido que marcava o desenho exato de seus seios. A saia jeans curtíssima deixava suas pernas totalmente expostas e, por baixo, apenas o fecho do body protegia sua intimidade. O atendente não conseguia evitar que os olhos descessem para o decote dela a cada movimento.
Lia já estava na terceira colher de prova quando sentiu o ar mudar. Antes mesmo de ouvir os passos, as mãos grandes e firmes de Ismael circularam sua cintura, puxando sua nuca contra o peito dele com uma força que beirava a agressão.
— Já escolheu, linda? — a voz grave dele ecoou na loja, possessiva.
— Ainda não, estou com dúvida... — ela respondeu com uma voz melosa, sentindo o calor dele. — Quero experimentar aquele de chocolate com cookies.
O sorriso do atendente murchou na hora. Ismael ignorou a presença do rapaz, focando apenas em marcar seu território. Suas mãos desceram para a bunda de Lia, subindo o jeans da saia até o limite, expondo a firmeza de suas curvas para quem quisesse ver. Ele inclinou a cabeça e deixou um beijo demorado no ombro dela, o olhar fixo no atendente, como se dissesse: “Ela é minha propriedade”.
— Acho que decidi. Vou querer esse — Lia disse, a respiração curta.
— Sim... — o jovem murmurou, desviando o olhar, constrangido e intimidado, enquanto preparava a casquinha.
— Débito — Ismael sentenciou, entregando o cartão sem soltá-la. Sua mão agora repousava sobre a barriga lisa de Lia, pressionando-a contra seu corpo.
Ao pegar o cone, Lia sentiu um alívio súbito por não ver o Senhor Joaquim ali. O dono da sorveteria a conhecia desde o berço; vê-la naquela situação, sendo manuseada por Ismael como uma mulher feita, destruiria a imagem de "menina doce" que ela ostentara por anos. A nova Lia, a Lia safada, só pertencia a Ismael.
Eles saíram para a calçada. Ismael sentou-se no banco de madeira em frente à loja e, sem dizer uma palavra, puxou Lia para o seu colo, forçando-a a sentar-se sobre sua ereção enquanto ela começava a lamber o sorvete.
O sol da tarde batia contra a calçada, mas Lia só sentia o calor que emanava do corpo de Ismael abaixo dela. Ela passava a língua pelo sorvete de chocolate, deixando que o creme gelado derretesse devagar, em movimentos que eram pura provocação. Com ele, a vergonha não existia; Ismael era o seu porto seguro para a depravação. Sob a proteção daquele homem, ela podia finalmente liberar a faceta que escondia de todos: a menina submissa e voraz que pertencia a ele.
Ismael deslizou as mãos pelas coxas dela, apertando a carne macia enquanto observava o espetáculo. Ele se inclinou, depositando um beijo úmido no ombro de Lia, e com um movimento lento e deliberado, puxou a alça fina do body vermelho para baixo, expondo ainda mais a pele clara ao sol e aos seus olhos famintos.
— Quer me contar sobre seu sonho agora? — ele sussurrou, a voz vibrando contra o pescoço dela.
Lia congelou. A casquinha de sorvete parou a milímetros de seus lábios. No mesmo instante, a imagem vívida de Benjamin nu na piscina, com o membro pulsante e o olhar fixo neles, voltou como um soco. Ela sentiu um calafrio percorrer sua espinha, contrastando com o calor do colo de Ismael.
A memória de ver o próprio pai naquele estado, e a sensação de prazer que sentira no sonho ao ser assistida por ele, era algo que ela ainda não sabia como verbalizar. Era um segredo dentro de outro segredo.
— Eu... — ela começou, a voz falhando. — Foi um sonho com você, na piscina. Mas tinha mais alguém.
Ismael arqueou uma sobrancelha, seus dedos parando o movimento nas coxas dela, focando toda a sua atenção na confusão estampada no rosto da jovem.
— Mais alguém? — ele instigou, com um brilho de curiosidade perversa nos olhos. — Quem mais estava lá com a gente, pequena?
Lia respirou fundo, o sabor doce do sorvete agora parecendo amargo em sua boca. Ela olhou para os lados, vendo o movimento calmo da rua, sentindo o peso da mão de Ismael sobre sua pele e a marca no pescoço latejando.
A praça, outrora um lugar de memórias infantis inocentes, transformou-se no cenário de uma confissão pecaminosa. Sob o sol forte, o suor de Lia começou a brilhar em seu colo e decote, enquanto ela se via forçada a colocar em palavras as imagens perturbadoras que a assombraram durante a noite.
No início, as palavras de Lia saíam truncadas, mas a pressão de Ismael era implacável. Ele apertava sua coxa com uma força possessiva, seus dedos subindo cada vez mais, roçando o limite do tecido do body. A dor leve do aperto misturada ao calor da mão dele a fez ceder.
— Eu... eu gostei, Ismael. No sonho, eu gostei que ele estava lá. Gostei que ele estava vendo o que você fazia comigo — ela confessou, a voz num sussurro carregado de uma vergonha excitante.
Ismael sentiu um estalo de excitação pura. A ideia de corromper Lia a esse ponto, de envolvê-la em uma fantasia que tocava o proibido absoluto com o próprio pai, era o ápice de seu controle. Ele abriu as pernas dela brutalmente, fazendo a saia jeans subir até a cintura. Agora, apenas a fina camada de tecido do body vermelho separava a intimidade encharcada de Lia dos olhos do mundo.
Com uma das mãos, ele apertou o seio pequeno dela, sentindo o mamilo pontiagudo lutar contra o tecido, enquanto a outra mão trabalhava nos botões de pressão do body.
— Você é uma vadiazinha preciosa, Lia — ele rosnou no ouvido dela.
Quando Ismael finalmente puxou os botões, o tecido se abriu, liberando sua buceta totalmente exposta ao ar morno da tarde. O choque de liberdade e exposição foi tão intenso que Lia não conseguiu segurar a casquinha; o sorvete de chocolate caiu na calçada, derretendo-se instantaneamente, mas ela nem notou. Estava imersa na sensação de ser possuída visualmente por ele e, potencialmente, por qualquer um que passasse.
— Me conta... — Ismael provocou, a mão mergulhando na umidade dela ali mesmo, no banco da praça. — Como você queria que seu papai empurrasse nessa bucetinha?
Lia jogou a cabeça para trás, os olhos revirando. A imagem do sonho — o pau escuro e pulsante de Benjamin — fundiu-se com o toque real de Ismael.
— Eu... aaah... eu queria que ele esfregasse aquele pau na minha buceta! — ela gemeu, perdendo o filtro, entregue ao delírio. — Parecia tão bom... queria sentir ele batendo na minha bucetinha molhada, Ismael! Queria que ele visse o que você faz comigo e depois terminasse o serviço!
Ismael sorriu, um brilho diabólico nos olhos. Ele a estimulava com os dedos, sentindo como ela pulsava em torno dele.
— Então é isso que a filhinha do papai quer? — ele sussurrou. — Pois saiba que agora que eu sei o seu segredinho, as coisas vão ficar muito mais interessantes quando voltarmos para aquela casa. Seu pai não faz ideia da safada que ele criou.
— Então é isso que a filhinha do papai quer? — Ismael sussurrou, a voz carregada de uma malícia predatória. Ele a puxou mais para perto, o hálito quente chocando-se contra a orelha dela. — Me diz, minha menina linda... Como você sabe exatamente como é o pau do seu papai? Como sabe que ele é escuro e grosso?
Lia fechou os olhos com força, a cabeça pendendo para trás. Os dedos de Ismael trabalhavam nela com uma precisão cruel, arrancando gemidos que se perdiam no vento da praça. Ela sentia que sua mente estava prestes a colapsar sob o peso daquela pergunta.
— Me conta. Agora! — ele exigiu, intensificando o toque, transformando o prazer em uma necessidade de rendição.
Lia sabia que não havia escapatória. Ela estava completamente sob o feitiço dele, programada para obedecer a qualquer comando, por mais obsceno que fosse. O segredo que ela guardara no fundo de sua alma transbordou.
— Eu vi... — ela começou, a voz trêmula e embargada. — Eu vi ele tomando banho uma vez. Ele esqueceu a porta entreaberta... e estava lá, se tocando. Eu nunca tinha visto um homem daquele jeito, Ismael. Eu fiquei paralisada, curiosa... eu assisti tudo. Eu vi como ele era... e eu não consegui parar de olhar.
Lia soluçou de alívio e vergonha ao entregar seu segredo mais íntimo. Ismael, ao ouvir a confissão, sentiu um surto de triunfo e poder. A obediência cega de Lia era o seu maior troféu.
— Que garota maravilhosa... — ele elogiou, a voz rouca. — Tão honesta com o seu mestre. Você merece uma recompensa por ser tão corajosa.
Ignorando qualquer rastro de pudor ou risco, Ismael abriu o zíper da calça, libertando seu membro pulsante. Ele ergueu o corpo de Lia com facilidade e a sentou sobre ele. O encaixe foi violento e perfeito. Ali, em plena luz do dia, no banco da praça, Lia começou a cavalgar.
Ismael não sentia medo; ele se sentia um deus. Ele sabia que tinha o controle total da situação, e a ideia de que olhos estranhos poderiam estar assistindo — voyeurs casuais escondidos atrás de janelas ou árvores — apenas alimentava sua chama. Ele a possuía com força, enquanto Lia, entregue ao delírio, gemia sem se importar com o mundo. Para ela, naquele momento, só existia a carne dura de Ismael, a imagem do pai em sua mente e a liberdade de ser, finalmente, a pecadora que sempre escondera.
— Isso... — Ismael rosnava, as mãos apertando a bunda dela contra si. — Sinta o que é ser de um homem de verdade enquanto pensa no seu papai.
— Minha menina linda... sente quando eu gozo em você? Sente como você foi feita exatamente para isso? — Ismael sussurrou, a voz carregada de um orgulho possessivo, enquanto a mantinha pressionada contra si.
— Sim... hmmm... — Lia respondeu num fio de voz, entregue.
— Olha como você está maravilhosa assim. Tão linda, tão minha.
Lia finalmente abriu os olhos e recobrou a consciência do ambiente ao redor. Ela era uma visão de pura luxúria: a saia jeans totalmente subida, a intimidade exposta com o membro de Ismael ainda alojado nela, o gozo escorrendo de forma viscosa. A alça do body vermelho havia caído, deixando um de seus mamilos rígidos completamente à mostra, e seus cabelos estavam um caos. Ela era a imagem perfeita da "vagabunda" que Ismael tanto elogiara.
Ao desviar o olhar para a vitrine da sorveteria, Lia viu o jovem atendente. Ele não trabalhava; estava paralisado, assistindo a tudo com uma mistura de choque e fascínio. As bochechas de Lia queimaram de vergonha, mas foi uma vergonha passageira. O único julgamento que importava era o de Ismael, e vê-lo satisfeito era sua maior recompensa. Ele a possuía não apenas fisicamente, mas sua alma também estava sob o controle dele.
— Seu sorvete caiu — Ismael disse, olhando para a poça de chocolate derretida no chão. — Vamos ter que comprar outro.
Com uma calma autoritária, Ismael a tirou do colo e começou a remontá-la. Ele ajeitou a saia, vestiu as alças do body e tentou domar seus cabelos. Lia estava em transe, deixando-se ser manipulada como uma boneca. Enquanto caminhavam de volta para a entrada, Lia cruzou o olhar com a avó que vira antes; a mulher, sentada em um banco próximo, sorria de forma enigmática. Ela também tinha assistido ao espetáculo.
Ao entrarem na sorveteria, o ar-condicionado bateu na pele de Lia, mas não esfriou o fogo que sentia. O atendente estava visivelmente nervoso, as mãos trêmulas enquanto pegava as colheres de metal.
— Linda, acho melhor levar sorvete para sua família também, né? — Ismael sugeriu com uma naturalidade assustadora, a mão repousando pesada sobre o ombro dela. Ele exalava poder, o domínio de quem acabara de marcar território em público.
— Sim... — Lia respondeu baixo, a submissão evidente em sua voz.
Ismael começou a ditar as ordens ao atendente, escolhendo potes grandes de vários sabores para levar para a casa de praia. O jovem obedecia com uma admiração silenciosa, olhando para Ismael como se ele fosse um mestre. Ao entregar o cartão para o pagamento, Ismael manteve o olhar fixo no rapaz, um lembrete silencioso de que ele era o único dono daquela cena.
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