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A nova realidade que mudou o mundo parte 142 - Safadeza não tem idade

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AnãoJediManco

Os dias se arrastavam como uma sentença lenta. Não sabemos quem e nem quando seremos capturadas novamente, nem se seremos. Cada hora que passava, o medo cresce, a notícia do exército avançando não saía da minha cabeça. Eles já haviam reconquistado três cidades vizinhas, as histórias que chegavam eram terríveis, mulheres queimadas vivas dentro de galpões, outras moídas em máquinas de cana, milhares sendo embarcadas para serem vendidas na África. Mamãe e eu sabíamos que, se nos pegassem, não haveria piedade.
Sentadas no chão frio do quarto, encostadas uma na outra, passávamos horas sussurrando planos de fuga. Falava para mamãe: Se conseguirmos sair à noite, eu dizia baixinho, talvez possamos chegar até o rio. Tem um bosque denso depois da ponte velha. Podemos nos esconder lá por alguns dias. Eu vi quando me levaram para uma caminhada forçada.
Mamãe balançava a cabeça, realista como sempre: Eles vão vasculhar tudo. Somos duas mulheres sozinhas, sem armas, sem comida. E tem sua avó… e as gêmeas. Não podemos deixar elas para trás.
Ficávamos em silêncio, imaginando rotas, esconderijos, possibilidades quase impossíveis. Sabíamos que nossas chances eram mínimas. Éramos fracas, sem treinamento, sem contatos. Mas falar sobre fuga nos dava a ilusão de controle. E quando o medo ficava grande demais, quando o pavor apertava o peito e a respiração ficava curta… nós nos entregávamos uma à outra.
Era nossa única fuga. Naquela noite, depois de mais uma discussão sobre como tentar resgatar vovó e as gêmeas, o silêncio caiu pesado. Mamãe me olhou, seus olhos estavam escuros, famintos, e sem dizer nada, ela se aproximou e me beijou com uma urgência quase violenta. Nossas bocas se chocaram, duas línguas quentes, molhadas, desesperadas. Eu gemi contra os lábios dela, segurando seu rosto, puxando-a para mim como se quisesse desaparecer dentro dela. Suas mãos desceram pelas minhas costas, apertando minha bunda com força, me puxando contra seu corpo. Suas unhas riscavam minha pele enquanto ela implorava por prazer: Eu preciso de você… ela sussurrou rouca, mordendo meu lábio inferior. E preciso agora!
Eu a empurrei contra a parede. Tirei a túnica dela com pressa, expondo seus seios cheios, ainda sensíveis e levemente inchados. Chupei um mamilo com fome, sentindo o gosto doce do leite que ainda vazava. Mamãe gemeu alto, arqueando as costas, enfiando os dedos no meu cabelo. Eu desci, beijando sua barriga, e abri suas pernas. Sua buceta estava encharcada, brilhando. Eu lambi devagar primeiro, saboreando cada gota, depois chupei sua cicatriz com força, enfiando dois dedos fundo dentro dela, ela rebolava contra minha boca, gemendo meu nome, os quadris se movendo com desespero: Julie… filha… mais forte…
Eu fodi ela com os dedos, curvando-os, enquanto chupava e lambia sem parar. Mamãe gozou tremendo, apertando minha cabeça contra sua buceta, esguichando um gozo quente na minha boca. Eu engoli tudo, gemendo, excitada demais. Ela me puxou para cima e me beijou, provando o próprio gosto. Depois me deitou no chão, abriu minhas pernas e desceu a boca sobre mim. Sua língua era quente, experiente, gulosa. Ela chupava meu clitóris, enfiava a língua dentro de mim, lambia meu cu, voltava. Eu me contorcia, gemendo alto, segurando a cabeça dela. Mamãe… assim… me chupa… por favor… gritei quase sem ar.
Eu gozei forte, jorrando na boca dela, o corpo inteiro convulsionando. Mamãe não parou. Continuou chupando, bebendo meu gozo, gemendo contra minha carne sensível.
Nós nos embolamos no chão. Eu me sentei no rosto dela, rebolando minha buceta molhada contra sua boca enquanto ela me comia com fome. Ao mesmo tempo, eu me inclinei para frente e chupei sua buceta, enfiando a língua fundo, lambendo seu cu. Nossas bocas trabalhavam desesperadas, gemendo, babando, os corpos suados e grudados. Gozei de novo, e de novo. Cada orgasmo era uma fuga. Cada gemido alto era um grito contra o medo que nos consumia.
Quando finalmente paramos, exaustas, suadas e meladas, ficamos abraçadas no chão frio da cela. Nossas pernas entrelaçadas, minha cabeça no peito dela, ouvindo seu coração bater forte.
Foi então, que bateram na porta de nosso quarto, era uma negra, que nos trouxe um presente.
Meu corpo ainda tremia do último orgasmo. O gozo da minha mãe escorria pela minha coxa, misturado com o meu próprio. Nossas respirações estavam pesadas, entrecortadas. Eu tinha a cabeça apoiada no peito dela, sentindo o gosto dela ainda na boca, quando ouvimos três batidas firmes na porta de ferro. Mamãe se assustou. Eu me levantei rapidamente, o coração acelerado, pensando que tinham vindo nos buscar. A porta se abriu.
Uma negra alta, de expressão séria, entrou. Atrás dela, segurando o braço dela como apoio, estava uma mulher mais velha, era a vovó Helena.
Ela usava uma túnica cinza simples, o cabelo branco solto e bagunçado, o rosto marcado pela exaustão. Mesmo assim, ainda era linda, aquela beleza madura, serena, que eu sempre admirei. Seus olhos claros encontraram os meus e se encheram de lágrimas imediatamente, ela nos olhou sorrindo: Julie… Caroline…
A voz dela falhou, ela estava emocionada.
Mamãe soltou um soluço alto e correu até ela. As duas se abraçaram com tanta força que parecia que iam se esmagar. Eu fiquei parada por um segundo, o corpo ainda suado e cheirando a sexo, antes de me juntar a elas. Abracei as duas ao mesmo tempo, enterrando meu rosto no ombro da vovó, sentindo seu cheiro familiar misturado com suor e medo.
A negra nos observou por um momento e disse, com voz neutra: Ela chegou hoje de manhã da fazenda de adestramento. Achei que vocês mereciam se ver.
E saiu, trancando a porta novamente. Ficamos as três abraçadas, chorando em silêncio por um longo tempo. Quando nos separamos, eu segurei o rosto da vovó com as duas mãos, olhando bem para ela. Havia olheiras profundas, marcas roxas nos pulsos e um corte cicatrizando no lábio inferior: Vovó… o que fizeram com você?
Vovó Helena respirou fundo, sentando-se no chão conosco. Sua voz estava rouca, cansada: Eles me levaram para uma fazenda de treinamento. Disseram que eu era velha demais para reprodução, mas que ainda podia servir de exemplo. Me amarraram nua no primeiro dia e me fizeram assistir enquanto fodiam algumas meninas. Depois me obrigaram a lamber todas elas enquanto elas eram penetradas por máquinas. Me fizeram chupar o cu delas depois que eram fodidas… Ela fechou os olhos por um segundo, envergonhada e continuou: Me foderam também. Com paus grandes, com mãos. Me deixavam horas com vibradores dentro, sem deixar gozar. Uma noite, me amarraram de quatro e fizeram algumas escravas me comerem com cintas com paus de borracha enquanto eu lambia o chão. Foi… humilhante.
Mamãe segurou a mão dela, lágrimas escorrendo: E as meninas? Como elas estão?
Eu nunca mais vi elas, e não sei como elas estão. Torço para que estejam bem. Disse vovó com lágrimas nos olhos.
Vovó olhou para mim. Seus olhos se suavizaram, mas também demonstraram dor: E você, minha neta? O que te fizeram?
Eu baixei a cabeça, sentindo um peso enorme no peito. Minha voz saiu tremendo: Eu… eu me tornei horrível, vovó. Papai me transformou na puta particular dele. Eu gostei… no começo. Depois eu fiquei cruel, eu torturei duas índias… a Maya e a Yara. Eu as chicoteei. Eu forcei a Maya a me chupar enquanto eu batia nela. Eu gozei enquanto fazia elas sofrerem.
Minha voz falhou. Eu comecei a chorar: Eu traí todo mundo. Por causa disso, as negras me puniram muito. Me enfiaram punhos, me queimaram por dentro com pimenta, me fizeram lamber cus sujos… Eu mereci, mereci tudo.
Vovó me puxou para seus braços. Eu chorei como uma criança contra o peito dela, soluçando alto.
Eu só queria ter poder de novo, vovó… eu queria não ser a vítima. E acabei virando pior que eles. Falei soluçando pelo choro.
Mamãe nos abraçou também, as três formando um emaranhado de corpos suados, marcados e destruídos. E vovó disse: Estamos juntas agora, disse vovó, a voz fraca, mas firme. Isso é o que importa.
Vovó nos olhou por um longo momento, os olhos percorrendo nossos corpos nus, suados, ainda brilhando com o gozo uma da outra. O cheiro forte de sexo preenchia a cela pequena, um aroma denso, doce e almiscarado de buceta e excitação feminina. Ela piscou, surpresa, a voz um pouco rouca: Vocês… estão nuas. E esse cheiro… Vocês estavam… se tocando?
Eu não desviei o olhar. Meu corpo ainda pulsava do orgasmo recente. Sentei-me melhor, sem tentar me cobrir, e respondi com sinceridade: Sim, vovó. Eu e mamãe… estamos tendo relações. Não é só sexo, é um alívio, é o único momento em que conseguimos esquecer um pouco tudo isso. Quando estamos juntas assim… o medo diminui. A dor diminui. Por alguns minutos, só existimos nós duas.
Mamãe ficou visivelmente acanhada, cruzando os braços sobre os seios, o rosto corado. Mas eu continuei olhando direto nos olhos da minha avó: Não julgue a gente, por favor. Aqui dentro… é o único jeito que encontramos de aguentar. De sentir que ainda estamos vivas.”
Vovó ficou em silêncio, respirando devagar. Eu me aproximei um pouco mais dela, ainda de joelhos, e toquei suavemente sua coxa por cima da túnica: E se a senhora permitir… eu posso fazer a mesma coisa com a senhora. Posso te fazer gozar, posso te aliviar também. Aqui tudo é sofrimento. Mas o prazer… o prazer ainda é nosso. Mesmo que seja estranho. Mesmo que seja proibido.
Vovó arregalou os olhos, chocada: Julie… eu sou sua avó. Isso é…
Sua voz falhou quando minha mão subiu devagar pela parte interna da sua coxa. O toque foi leve, quase carinhoso. Mesmo assim, ela estremeceu inteiro. Seus lábios entreabriram, e um suspiro escapou.
Eu continuei, a voz baixa e sedutora: Eu sei. Mas olha para a gente… o que sobrou de normal nesse mundo? Eu quero te fazer sentir bem. Quero te fazer esquecer um pouco do que te fizeram na fazenda. Deixa-me cuidar da senhora… só um pouco.
Minha mão subiu mais, deslizando por baixo da túnica até tocar sua buceta. Ela estava quente e levemente úmida. Vovó soltou um gemido baixinho, os olhos semicerrando: Julie… isso é errado…
Mas ela não afastou minha mão. Eu acariciei devagar seus lábios externos, sentindo a textura macia e quente. Ela tremeu novamente. Seus seios subiam e desciam mais rápido sob a túnica: Deixa-me te fazer gozar, vovó… por favor.
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, respirando pesado. Depois, com as mãos trêmulas, segurou a barra da túnica e a puxou lentamente para cima, revelando o corpo maduro e ainda bonito, seios grandes e pesados, barriga suave, uma buceta com pelos grisalhos bem aparados. A túnica caiu no chão.
Eu sorri, excitada, e me aproximei. Beijei sua barriga com carinho, descendo devagar enquanto mamãe observava tudo em silêncio, os olhos brilhando: Deita-se, vovó… deixa eu cuidar de você.
Vovó se deitou no chão, respirando rápido, as pernas tremendo levemente quando eu as abri. Eu abaixei a cabeça entre suas coxas e dei o primeiro beijo quente em sua buceta. Ela soltou um gemido longo, rendido, e segurou minha cabeça com as duas mãos.
Eu tinha toda a paciência do mundo. Vovó estava deitada no chão frio, as pernas abertas, o corpo maduro tremendo de vergonha e expectativa. Eu me posicionei entre suas coxas, beijei suavemente a parte interna delas, subindo devagar até chegar na sua buceta. Ela estava quente, levemente úmida, com pelos grisalhos bem aparados. O cheiro era forte, maduro, íntimo. Comecei devagar, beijei seus lábios externos, lambi com a língua plana, sentindo o gosto dela. Vovó soltou um gemido baixo, quase assustado. Eu a abri com os dedos, expondo o interior rosado, e passei a língua bem devagar do cuzinho até o topo, circulando onde antes ficava o clitóris.
Julie… meu Deus… ela sussurrou, a voz tremendo.
Eu não tinha pressa. Chupei seus lábios, enfiei a língua dentro dela, lambi cada dobra com carinho e fome ao mesmo tempo. Quando ela começou a ficar molhada de verdade, eu me concentrei no ponto mais sensível, sugando suavemente, girando a língua em movimentos lentos e constantes. A respiração dela mudou, ficou mais rápida, mais pesada. Os quadris dela começaram a se mover contra minha boca, tímidos no começo, depois mais desesperados. Eu enfiei dois dedos nela, fodendo devagar enquanto chupava com mais força.
Filha… eu… eu vou… gritou ela olhando para minha mãe.
O primeiro orgasmo dela foi lindo. Vovó arqueou as costas, soltou um gemido longo e rouco, o corpo inteiro tremendo. Sua buceta pulsou forte contra minha língua, liberando um gozo quente e abundante que escorreu pela minha boca. Eu continuei chupando, bebendo tudo, gemendo contra ela. Mas eu não parei, continuei lambendo, chupando, fodendo-a com os dedos. Vovó gemeu mais alto, quase em pânico de tanto prazer.
Julie… espera… é demais… ai meu Deus… Ela gemeu com a voz abafada gozando mais uma vez.
O segundo orgasmo veio mais forte. Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos, apertando minha cabeça contra sua buceta enquanto gozava novamente, o corpo convulsionando, gemendo alto, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça. Eu ainda não parei.
Continuei devorando ela, agora com mais fome. O terceiro orgasmo veio rápido, quase doloroso. Vovó gritou, o corpo se debatendo, gozando tão forte que esguichou um pouco na minha boca. Suas pernas tremiam descontroladamente. Foi nesse momento que mamãe tomou coragem, se aproximou, com o olhar vidrado de excitação. Ela passou por cima da sua mãe, posicionou a buceta molhada sobre o rosto dela e desceu devagar.
Deixa eu sentar na sua cara, mãe… murmurou ela, a voz rouca.
Vovó, ainda ofegante do terceiro orgasmo, mal teve tempo de reagir. Mamãe começou a rebolar devagar, esfregando a buceta melada e quente no rosto da própria mãe, molhando o nariz, a boca e o queixo dela. Eu continuei chupando a buceta da vovó, enquanto mamãe cavalgava o rosto dela. O som era obsceno, molhado, gemidos abafados, respirações pesadas. Nós rodamos a noite inteira.
Em um momento eu estava chupando a vovó enquanto mamãe se sentava no rosto dela. Depois mamãe chupava a vovó enquanto eu me sentava no rosto da minha avó. Em outro, eu e mamãe nos beijávamos por cima, línguas enroscadas, enquanto vovó lambia nossas bucetas alternadamente.
Gozei várias vezes, mamãe gozou. Vovó gozou mais do que todas nós, orgasmos longos, profundos, quase sofridos, como se anos de desejo reprimido estivessem saindo de uma vez. O chão ficou quente, úmido, cheirando fortemente a três bucetas molhadas e gozo. Nossos corpos suados se embolavam, línguas, dedos, bocas trabalhando sem parar. Gemidos, suspiros, gritos abafados enchiam o pequeno espaço.
Em determinado momento, estávamos as três em círculo, eu chupando mamãe, mamãe chupando vovó, vovó me chupando. Um triângulo incestuoso, sujo, molhado e desesperado. Quando o cansaço finalmente venceu, estávamos jogadas no chão, pernas entrelaçadas, rostos melados de gozo, respirações pesadas. Vovó, ainda tremendo, olhou para nós duas com os olhos marejados. Vovó falou no meu ouvido: Eu… eu nunca senti nada assim na vida…
Eu sorri, exausta, e beijei o seio dela: Agora somos nós três, vovó, uma família unida.
Mamãe se aproximou e nos abraçou, as três formando um emaranhado de corpos suados, marcados e extremamente vivos. Por algumas horas, o medo do exército, da morte e da escravidão desapareceu., só existia prazer.

Comentários (2)

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  • Anão Jedi Manco: Quem preferir, pode falar comigo pelo telegram @eusendomesma. Eu respondo vocês por lá também

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  • Anão Jedi Manco: Preferem que o exército capture elas, ou vocês estão torcendo pelas mulheres? Quero saber de vocês

    Responder↴ • uid:1cn0503aem7f