#Bissexual #Coroa #Grupal

Brincando de escravo sissy com casal

5.4k palavras | 0 | 2.50 | 👁️
homem-sem-limites

Conto sobre uma escapadinha que dei com um casal. recheada de fetiche e algumas coisas bem interessantes.

Como começar?
Tenho 49 anos, 1,80 m de altura e peso cerca de 120 kg, com o corpo relativamente bem distribuído, mas ainda assim carrego a famosa barriga de pai. Tenho cinco tatuagens, olhos castanhos e cabelos que já começam a ganhar tons de cinza com a idade. Honestamente, sou uma pessoa comum, mas sempre bem cuidado — limpinho, como costumo brincar. O que vou contar aconteceu há dois dias; então, ainda sinto os efeitos da brincadeira.
No sábado, estava conversando com um casal que conheci recentemente.
O homem, que vou chamar de Tiago, era um cara comum, desses que a gente pode cruzar no supermercado sem dar muita atenção. Tinha barba por fazer, a barriga começando a ficar arredondada, mãos ásperas de quem trabalha com esforço e ombros largos e fortes. Aproximadamente 1,83 m de altura, uns 100kg, cabelos e olhos castanhos. Trabalha numa linha de produção — guarde esse detalhe, pois ele se revelou importante depois.
Já a mulher, que vou chamar de Carol, era pequena, com cerca de 1,60 m de altura e 50 kg. Tinha seios pequenos, quadril discreto, corpo magro, no estilo slim. A pele dela chamava atenção: branca como vela, quase sem nenhuma marca ou mancha. Assim como ele, também tinha olhos e cabelos castanhos. Ambos aparentavam estar na casa dos trinta anos.
Fomos apresentados por outro casal, estes com cerca de 50 anos, com quem mantenho contato e, às vezes, participo de algumas brincadeiras.
Esse casal novo chegou querendo conhecer alguém que topasse tudo. Meus amigos logo sugeriram que falassem comigo — o que é meio verdade, já que não tenho muitas restrições no sexo, desde que nada seja ilegal. Já vivi minha cota de experiências estranhas. O casal procurava alguém para um ménage masculino, o que é raro, mas, no caso, queriam alguém para fazer o papel de sissy, ou seja, um homem feminilizado.
Não aceitei de cara a ideia de raspar meu corpo. Não compensa depilar por uma noite só; além disso, tenho alergia a gilete e fico todo pipocado. Já tentei cera, mas não deu certo.
Voltando ao assunto: eles queriam uma sissy, alguém para ambos brincarem de escravo. Posso dizer que isso, por si só, já me chamou a atenção. Fui perguntando o que pretendiam fazer e eles explicaram: nada muito pesado.
Me informaram que “bi masculino” estava fora de questão, e concordei — respeito sempre foi meu forte. Claro que esse pedido acabaria se mostrando mentira no final, mas seguimos adiante. Combinamos de nos encontrar no sábado.
Eles chegaram à meia-noite. Ficamos conversando.
— O que você acha de cinto de castidade masculino? — perguntou Tiago.
— Eu tenho um, mas não é muito bom. É feito de anéis de metal e tem uma curvatura estranha. Difícil explicar, poderia ser melhor — respondi.
Tiago ficou super interessado em saber como se colocava, como ficava, e o que eu sentia. Achei curioso. Já Carol ficou quase todo o tempo quieta, só ouvindo. Mas aquela impressão de “quietinha” não ia durar muito.
Tiago pediu para eu mostrar o cinto ali, na frente deles. Atendi prontamente. Mostrei a falha de design; ele pediu para ver de perto, pegou o cinto e, com facilidade, entortou o metal com as mãos, diminuindo o tamanho e retirando a curvatura. Honestamente, fiquei surpreso com a força dele. Coloquei o cinto novamente, que ficou bem melhor.
— Quanto tempo você já ficou com isso? — perguntou Carol.
— Próximo de quatro dias — respondi.
Eles se animaram e perguntaram se podiam ficar com a chave e irmos para um motel em uma semana, o que concordei na hora. Carol pegou a chave, colocou numa corrente e pendurou no pescoço. E, então, sorriu. Primeiro sinal de que ela não era tão quieta assim.
Conversamos mais um pouco. Contei algumas experiências que já tive, o que pareceu animar os dois. Por ora, ficou só nisso, e eles foram embora.
Naquela noite, permaneci com o cinto. Meu pênis já mostrava sinais de excitação, soltando um líquido transparente o tempo todo.
Mantivemos contato pelo WhatsApp. Enviei algumas fotos de tempos em tempos. Por volta das 16h do dia seguinte, eles perguntaram se rolava ir para o motel naquele dia. Respondi que não seria possível, mas sugeri que viessem à minha casa, o que animou ambos.
Marcamos o encontro para depois da meia-noite. Passei o resto do dia ansioso, trocando mensagens com eles. A cada comentário, minha excitação só aumentava; meu pênis batia na gaiola e vazava sem parar.
No fim da tarde, recebi uma mensagem inesperada:
— Não tome banho.
Achei curioso, mas obedeci. Fiquei o tempo todo pensando no que aquilo significava, sentindo o corpo cada vez mais à flor da pele.
Quando o relógio marcou meia-noite e meia, eles finalmente chegaram. Tiago vestia calça jeans e camiseta, com aquele jeito despojado de quem não se preocupa muito com aparência. Carol estava com um vestido florido largo, discreto, mas com um brilho nos olhos. Tiago carregava uma mochila grande de acampamento.
Olhei para ambos e avisei:
— A partir de agora, sou o brinquedo de vocês. Farei tudo o que mandarem, mas não farei nada por conta própria. Sem ordem, nada acontece.
Falei a palavra de segurança:
— Macadâmia.
Entramos.
Carol tomou a dianteira e ordenou, com a voz firme:
— Tire a roupa.
Fui tirando devagar, sentindo o olhar dos dois sobre mim, até ficar completamente nu — a gaiola ainda estava presa. Carol pegou minha cueca e notou o acúmulo de pré-gozo. Ela se aproximou, beliscou meus mamilos e comentou, com um tom de provocação:
— A vadia vazou a noite inteira. Precisamos lavá-la.
Carol me puxou pela mão e me conduziu até o banheiro dos fundos da casa, aquele sem box, e me mandou deitar no chão do banheiro, de costas, a cabeça apoiada no piso frio, a boca aberta como ela ordenou. Fiquei ali, a gaiola ainda presa, exposto por completo. Carol se agachou sobre o meu rosto segurando e puxando a gaiola como arreio sua mão pequena, puxando meu penis e esticando causando um pouco de dor, ela estava tão perto que pude ver cada detalhe da sua buceta e do ânus, o calor do corpo pairando sobre mim.Ela mandou que eu ficasse de boca aberta, “você é meu banheiro agora”. Sem aviso, senti o jato morno de urina dela cair direto na minha boca e pelo rosto. O gosto era suave, quase sem cheiro um pouco desceu pela minha garganta mesmo eu não querendo. Assim que Carol terminou, Tiago se aproximou, retirou a parte de baixo da roupa e, segurando o pênis, mijou com força sobre meu rosto. O líquido quente e de cheiro mais forte escorreu pela minha cara, entrou pela boca, pingou no peito e desceu pelo corpo. Eu permanecia imóvel, a boca cheia, a sensação líquida rodando dentro, tentando não engolir, mas inevitavelmente alguma coisa descia. A humilhação era enorme, mas a excitação crescia junto.
Enquanto eu estava ali, completamente submisso, com a urina deles na boca, eles começaram a se pegar bem ao meu lado, quase como uma demonstração de poder e controle sobre mim. Eu era apenas o acessório, o objeto, o próprio toalete deles, e isso só deixava ainda mais evidente o quanto eu estava entregue, humilhado e excitado ao mesmo tempo.

Antes de começar a limpeza, Carol e Tiago decidiram retirar a gaiola de castidade. O alívio foi imediato, sentindo a circulação voltar e a pele sensível do pênis quase latejando com a liberdade repentina. Depois disso, lavei todo o meu corpo, sentindo a água morna escorrer e levando embora o acúmulo do dia, mas sem jamais perder a sensação de estar sob o olhar atento dos dois.
Assim que terminei, Carol ordenou que eu ficasse de quatro. Obedeci, me posicionando no chão do banheiro. Ela se aproximou, passou a mão com firmeza e começou a raspar cuidadosamente meu ânus, primeiro com delicadeza e depois com precisão, ensaboando a região, passando a lâmina devagar, retirando qualquer pelo remanescente. No final, aproveitou para introduzir alguns dedos, massageando com certa firmeza, testando minha entrega e docilidade.

Assim que terminou, Thiago se aproximou e deu a ordem:
— Agora, faça a limpeza interna do anal.
— Sim, senhor — respondi.
Assenti em silêncio, já acostumado à dinâmica. Me preparei, ajoelhei no chão, cabeça baixa, e usei o chuveirinho para começar a limpeza. Deixei a água entrar e sair algumas vezes no vaso sanitário, até perceber que estava saindo limpa. Me enxuguei e avisei:
— Pronto.
Só depois desse ritual íntimo, eles colocaram a gaiola com o mesmo cuidado de antes, aprisionando novamente meu pênis já sensível. Foi então que Carol pegou uma camisinha, abriu o pacote e, com um sorriso de quem saboreia o controle da situação, envolveu toda a gaiola com o preservativo.
— É para segurar essa putinha que não para de vazar — disse ela, dando um leve tapinha no meu pênis engaiolado.
O gesto me deixou ainda mais submisso, curioso e excitado ao perceber que ela queria que tudo o que saísse de mim ficasse ali, dentro da camisinha — e comecei a imaginar o que ela faria com aquilo depois.

Carol riu, satisfeita, e acrescentou:
— Me chame de senhora. E esse é o seu senhor.
— Sim, senhora.
Tiago agora tomou a dianteira:
— Não queremos uma sissy muito masculina. Você vai vestir algumas coisas.
— Sim, senhor.
A primeira coisa que me deram foi uma meia-calça sem fundo, expondo meu pênis e ânus, e uma minissaia curta. Uma cinta com elástico, daquelas para gestantes, mas já bastante usada e em tamanho reduzido que só consegui colocar depois de muito sacrifício,uma blusa de gola alta de elastano bem justa ao corpo, e para o toque final uma máscara de coelho preta, de plástico, cobrindo meus olhos com orelhas longas. então por baixo da blusa um clip de mamilo. o que doeu bastante. mas carol me mandou aguentar

Tiago me mandou ficar de quatro, obedeci e falei sim senhor, . Senti alguém — não consegui ver quem — encaixar cuidadosamente um plug anal de tamanho médio para pequeno, com um pompom fofo na ponta, simulando um rabinho de coelho. Não sei ao certo o tamanho, mas lembro que, por ser pequeno, ele foi expandindo meu ânus só um pouco antes de entrar de vez, com aquele breve “plop”. Mesmo antes de sentir a pressão suave dele entrando, eu já estava inteiramente submisso — cada ordem, cada olhar deles me colocava no meu lugar. Quando senti o encaixe, foi quase fácil demais, um breve “plop” que mais serviu para me lembrar do meu papel do que realmente me desafiar. Confesso que fiquei um pouco decepcionado; queria que fossem mais duros, que me levassem ainda mais fundo na humilhação e na entrega física. Mas, a cada movimento, sentir o pompom balançando e as risadas discretas deles só reforçava minha posição: eu era o brinquedo, a vadia deles naquela noite. Meu corpo já esperava, ansioso, que algo mais intenso viesse, e mentalmente eu desejava ser testado de verdade.

Perguntaram onde era a cama. Guiei-os até o quarto. Mandaram-me ficar ao lado enquanto começavam a se pegar. Fiquei assistindo.
Eles se beijaram longamente, sem pressa, deixando a intimidade crescer aos poucos. O corpo de Carol se movia com desejo, e dava para notar, pelo jeito como ela pressionava o quadril contra o dele, o quanto estava excitada. Tiago, inicialmente mais contido, foi se animando aos poucos; Carol começou a chupá-lo com dedicação, e logo ele estava completamente duro.
Ela então olhou para mim e disse, com um sorriso malicioso:
— Eu tenho o prazer, e você, a porra.
Começaram a transar, trocando de posição, explorando cada ângulo, cada ritmo. O cheiro de sexo começou a permear o ar, denso, inconfundível. O som das estocadas dele preenchia o quarto, ritmado, molhado, misturado aos gemidos e respiração acelerada deles. Às vezes Carol montava sobre ele, outras se apoiava de lado ou se inclinava para frente, e a cada mudança parecia que se esqueciam de tudo ao redor, completamente entregues um ao outro.
O tempo se arrastava para mim — tudo o que eu podia fazer era ficar de pé, assistindo, sentindo meu pau latejar e vazar dentro da gaiola, cada vez mais dolorido e ansioso, completamente alheio ao prazer deles.

Depois de um tempo, o ritmo das estocadas aumentou e Tiago avisou, ofegante, que estava quase gozando. Carol, ainda de quatro na cama, virou o rosto para mim, os olhos brilhando de excitação e domínio.
— Vem cá, você vai receber o presente do meu marido — ordenou, a voz firme e cheia de prazer. — Vai limpar tudo até não sair mais nada.
Me coloquei de quatro na cama, ao lado dela, com o rosto encostado na sua bunda. Daquela posição, eu podia sentir o calor do corpo dela e ver de perto as ondas que o impacto do quadril de Tiago provocava em Carol, cada batida reverberando na pele dela e em mim, quase como se eu também recebesse cada estocada.
Quando Tiago começou a gemer mais forte, ele saiu de dentro dela e, segurando minha cabeça com firmeza, puxou meu rosto para trás. Seu pênis entrou fundo na minha boca, me preenchendo por completo, e os jatos de sêmen desceram quentes pela minha garganta. Fiquei ali, sugando, ouvindo seus gemidos e sentindo o corpo dele estremecer, até ter certeza de que não restava mais nada. Só então Tiago relaxou, respirando pesado, enquanto eu permanecia ao lado de Carol, ainda sentindo as marcas do momento no meu corpo e na minha mente.

Ela pediu para ver minha boca, conferiu que eu tinha engolido tudo e sorriu satisfeita.
— Deite na cama, boca aberta.
Obedeci, deitando de costas, sentindo o colchão sob meu corpo e o coração acelerado de expectativa. Carol pegou o pênis de silicone e se aproximou do meu rosto, olhando firme nos meus olhos antes de encaixar o brinquedo nos meus lábios.
— Segure com os lábios e não morda — ela ordenou, a voz baixa e autoritária. — Se morder, apanha.
Me esforcei para relaxar a mandíbula, mantendo o pênis de silicone firme entre os lábios, sentindo a textura lisa e fria contra a língua. Fiquei imóvel, atento, completamente submisso, enquanto Carol subia na cama e se posicionava sobre mim. Só então percebi que o brinquedo era de duas pontas: uma entrava na vagina dela, a outra permanecia presa na minha boca.
Carol então segurou minhas pernas e as ergueu para o alto, abrindo-as e me deixando totalmente exposto, de barriga para cima, pernas levantadas e abertas, completamente vulnerável. Ela começou a cavalgar, usando minhas pernas para se apoiar; a cada sentada, o lado do brinquedo em minha boca era empurrado mais fundo, pressionando minha garganta, enquanto sua vagina se encaixava do outro lado, e seus gemidos se intensificaram junto ao ritmo.
Enquanto Carol acelerava os movimentos, senti Tiago se ajoelhar entre as minhas pernas. Por um momento, pensei: será que ele vai me foder? Mas ele começou a mexer no plug que estava no meu ânus: tirava, encaixava de novo, experimentando diferentes ângulos — talvez testando se o tamanho era adequado.
— Está muito pequeno, sai fácil — comentou Tiago, analisando o plug.
Carol foi direta:
— Põe o maior. Aquele de 6 cm.
Atento ao comando dela, Tiago pegou o plug maior, lubrificou generosamente e encostou a ponta fria na minha entrada.
— Assim está melhor — comentou Carol, olhando para Tiago. — Pode colocar.
A cada sentada mais forte de Carol, sua vagina pressionava minha boca, pele com pele, ambos dividindo o brinquedo até o limite, completamente dentro tanto dela quanto de mim. No exato momento em que Tiago começou a forçar o plug grande no meu ânus, Carol chegou ao orgasmo. Senti seu corpo tremer sobre mim, sua buceta colada à minha boca, e ela desabou, sentando com todo o peso. O pênis de silicone entrou por inteiro, bloqueando minha garganta e me impedindo de respirar por alguns segundos. Eu nunca tinha sentido algo entrar tão fundo na minha garganta — era como se sentisse o pênis no meu pescoço. Ela se manteve assim por alguns segundos, travando minha respiração.
E então, meu ânus foi se abrindo, lentamente, até o limite. O plug finalmente entrou com dificuldade; o impacto me fez arfar mesmo com a boca ocupada, um tremor involuntário percorrendo meu corpo. O peso daquele enorme plug me mantinha constantemente lembrando do meu papel ali: apenas um canal, um acessório, uma vadia submissa, completamente entregue ao prazer deles.

O peso daquele enorme plug me mantinha constantemente lembrando do meu papel ali: apenas um canal, um acessório, uma vadia submissa, completamente entregue ao prazer deles. A intensidade da penetração, misturada à impossibilidade de reagir, só aumentava ainda mais o prazer de ser submisso o tempo todo.
Depois que Tiago encaixou o plug grande no meu ânus, os dois passaram a me dar comandos um atrás do outro, testando minha entrega e obediência. Mandaram que eu andasse pelo quarto nas pontas dos pés, simulando o equilíbrio de quem usa salto alto, com o plug forçando minha abertura a cada passo. Depois, me fizeram abaixar e pegar um objeto no chão, sentindo o plug pressionar ainda mais por dentro, o corpo exposto e vulnerável sob o olhar deles.
Em seguida, ordenaram que eu ficasse de quatro, bem devagar, e Carol aproximou os pés do meu rosto.
— Lamba meus dedos — ela exigiu, e eu obedeci, passando a língua com cuidado e devoção pelos dedos dos pés dela, limpando cada um enquanto sentia Tiago observando e, de vez em quando, me dando tapas firmes na bunda para reforçar meu papel.
Fiquei algum tempo assim, cumprindo cada ordem, exposto e usado por eles, até que Carol, satisfeita, finalmente disse:
— Agora deite na cama.

Antes de começar tudo, Carol se divertiu brincando com o plug grande no meu ânus. O plug tinha um formato especial: uma ponta fina, seguida por um corpo mais largo e, depois, afinava novamente na base. Carol puxava devagar, até a parte mais larga quase escapar, esticando minha entrada ao máximo, mas sem deixar sair completamente da região mais grossa. Então, quando ela soltava, o próprio formato do plug fazia com que ele fosse sugado de volta para dentro, preenchendo tudo de novo com um estalo abafado. Ela repetia esse movimento várias vezes, se divertindo em ver meu corpo reagir, completamente à mercê do que ela quisesse.
Depois de algum tempo assim, Carol se posicionou atrás de mim e pegou o strapon — um pênis de borracha preto, segundo eles, com cerca de 22 centímetros de comprimento por 4,5 de largura, definitivamente nada fino. Ela passou uma quantidade generosa de gel no meu ânus, massageando e preparando a entrada.
Com firmeza, Carol começou a introduzir o strapon em mim. Soltei um pouco do ar preso, sentindo o preenchimento intenso, o látex forçando devagar até entrar por completo. Ela começou a se movimentar, ritmando as estocadas, e eu não consegui conter alguns gemidos.
— Putinha... está gostando, não está? — provocou, mantendo o controle absoluto.
— Sim, senhora... — respondi, ofegante.
Depois de algum tempo, Carol parou, ficou imóvel e abriu as pernas, mantendo o strapon ainda dentro de mim. Nesse momento, senti Tiago subir na cama e se posicionar atrás dela. Ele começou a penetrá-la — não sei se na vagina ou no ânus, mas só de imaginar nós dois sendo abertos ao mesmo tempo, uma nova onda de excitação me percorreu por inteiro.
A cada estocada dele, ela pesava mais sobre mim. Não sei quanto tempo ficaram me penetrando, mas foi intenso sentir o peso dos corpos pressionando o meu, o ritmo acelerado até ouvir ambos chegando ao orgasmo — ou pelo menos Tiago, com ela acompanhando. Fiquei perigosamente perto de gozar, mas o estímulo não era suficiente e continuei ali, parado, apenas sentindo tudo. Pensei que, se gozasse, não suportaria a dor, já que para mim, depois do orgasmo, a dor sempre é pior.

Ficaram parados um tempo e saíram de cima de mim.
— Você não se mexe — ordenou Tiago.
Me deixaram com o pênis enterrado no meu ânus, enquanto conversavam. Aqui entra o lado psicológico: ser usado como apoio, o desdém pelo meu prazer — isso me excitava ainda mais. Fiquei quieto, apenas ouvindo, com aquele pesado pênis dentro de mim.
Ouvi Carol perguntar:
— Você vai fazer isso?
Tiago respondeu que sim, e eu já sabia que algo ia acontecer.
Sem dizer mais nada, senti alguém subindo na cama atrás de mim e retirando o cinto. Logo percebi: era Tiago me penetrando, dessa vez sem o cinto. Fiquei imóvel. Era o pênis dele — ali, qualquer resistência, qualquer conceito de “ser bi” caiu por terra, e o tesão falou mais alto.
— Empina mais a bunda — ordenou Tiago.
— Sim, senhor.
Obedeci. Carol colocou um travesseiro embaixo do meu quadril, levantando-o, e Tiago deitou o corpo sobre mim, me prendendo na cama. Resolvi apertar o pau dele com o ânus; senti que ele percebeu e comentou:
— A vagabunda tá piscando.
Ouvi a risada de Carol, que subiu na cama junto. Tiago começou a gemer, falando mais devagar, e percebi que agora era a vez dela comer ele, enquanto ele me comia. Ele se movia mais, porque o pau de carne dele sentia minhas entranhas e, quando eu apertava, ele gemia gostoso. Aquilo me deixou perigosamente perto do orgasmo, e alguns gemidos escapavam.
— A vagabundinha tá gostando, olha como geme — comentou Carol.
— Agora vai gemer com gosto — disse Tiago.
Ele acelerou, e logo gozou. Não esperava tanto estímulo. Eu só conseguia pensar: será que ele usou camisinha? Mas a ideia de receber a porra dele me deixou ainda mais excitado.O pau dele foi amolecendo dentro de mim enquanto Carol saía de cima dele. No momento em que ela tirou a cinta, ouvi Tiago gemer baixo, marcando a diferença do contato direto em comparação à penetração anterior. A cinta que Carol usava agora não era a mesma que tinham usado em mim antes, mas sim uma bem menor, feita para aquele instante entre eles.
Fiquei ali, sentindo o pênis de Tiago perder a rigidez dentro de mim aos poucos, tornando a sensação diferente, mais íntima e ainda assim carregada de submissão. O corpo dele relaxava sobre o meu, e eu percebia todo o peso e a entrega daquele momento.

Depois de algum tempo no quarto, Carol olhou ao redor, como se planejasse o próximo passo. Sem dizer uma palavra, ela fez um sinal com a cabeça em direção à porta.

— Vamos para a sacada — ordenou.

Saímos do quarto e atravessamos o corredor até a porta de vidro. Do lado de fora, a vista da cidade à noite se abria diante de nós, as luzes distantes formando um cenário quase surreal para o que estava prestes a acontecer.

Carol me posicionou ali, apoiado na mureta da sacada.

— Apoie-se aqui e olhe para trás. Agora empina a bunda.

Mais uma vez, ela voltou a usar o cinto grosso e começou a me penetrar com o strapon. Me deixei levar, os gemidos escaparam enquanto sentia o ritmo dela. Logo, Tiago começou a penetrá-la por trás. Ouvi Carol advertir:

— No cu, não. mas já era tarde e ele jah estava estocando na bunda dela.
Só a ideia de Tiago comer o cu dela enquanto ela me comia fazia o tesão crescer ainda mais em mim. Ela realmente sabia como me deixar à beira, cada estocada me levando mais perto do limite. Mas, de repente, Carol me puxou para baixo, me fazendo sentar no chão e começar a chupá-la — naquele instante, toda a expectativa mudou de direção, e aquele frenesi de antes virou um foco total em dar prazer a ela.

Enquanto eu a chupava, sentindo seu gosto, Tiago continuava a foder o cu dela. Ouvia os gemidos dos dois ecoando na sacada, misturados à sensação de ser usado e comandado por eles. Me concentrei em usar a língua e os dedos, colocando dois dedos na vagina dela, explorando cada reação até ouvi-la gemer alto, o corpo tremendo até cair pesadamente no chão, completamente entregue ao próprio prazer.

Ela me olhou e ordenou:
— Fica na mureta, vadia.
Como se, de alguma forma, a culpa dela ter tido o cu fodido fosse minha.
Levantei-me e me apoiei na mureta, sentindo o ar frio da noite contrastar com o calor do meu corpo. Tiago veio por trás, abriu minha bunda e colocou um vibrador de duas pontas — o mesmo que, antes, estivera na minha garganta — mas não o nem mexeu. Apenas puxou para o lado e posicionou o pau dele junto. Agora, com uma dupla penetração anal, vi estrelas. Ele penetrou fundo, já começando a me foder sem esperar que eu me acostumasse. Dava para ouvir o quadril dele batendo com força na minha bunda, o ritmo intenso e bruto.
Ficou tanto tempo ali que meu pau começou a vazar, até que gozei, ali mesmo, apoiado na mureta, com o pau preso, sentindo o orgasmo vindo só da bunda. Carol, já recuperada e bebendo água, assistia à cena, rindo e me provocando:
— Olha só, vadia que goza só com a bunda! Teu pau não serve pra nada. Devia ficar sem ele mesmo.
Essas palavras, em vez de me humilhar, começaram a me animar de novo. Enquanto Tiago ainda me penetrava, ele puxou o pênis de duas pontas, ficando só com meu ânus para si. Então meteu até gozar de novo. Agora eu tinha certeza: ele gozou as duas vezes sem camisinha.

Assim que Tiago terminou, ele largou o vibrador no chão e se sentou, ainda recuperando o fôlego. Carol então se aproximou por trás de mim e ordenou:
— Faz força, quero que você expulse tudo.
Obedeci, me esforçando para contrair e expulsar o sêmen de dentro do meu ânus. Carol pegou o copo dela, aquele em que estava bebendo água, e coletou ali tudo o que saía — Ela deixou o copo de lado, satisfeita, e voltou a se concentrar em mim.
Começou a introduzir os dedos, um a um, aproveitando a sensibilidade do meu ânus já arrombado. Primeiro um dedo, depois dois, três, quatro… até que a mão inteira deslizou para dentro, e ela empurrou até o pulso. Senti tudo se abrindo ao máximo, uma mistura de dor, prazer e total entrega. tudo já estava sensível.
— Olha, meu amor, tenho uma vadia de relógio — disse ela, rindo, exibindo o pulso enfiado em mim.
Tiago riu e provocou:
— É um relógio de carne, mas não deve dar as horas… Acho que só dá o cu mesmo.
Carol riu junto, tirando a mão e enfiando de novo, repetindo o movimento algumas vezes, aproveitando cada reação minha. Então, começou a massagear minha próstata com habilidade, e não teve jeito: o tesão voltou com força, e acabei gozando de novo, completamente entregue, desabando ali, exausto e satisfeito.

Antes de irmos para a limpeza final, Carol ainda guardava uma última ordem. Ela se aproximou e, com cuidado, retirou a camisinha que envolvia a gaiola desde o início da brincadeira, reunindo ali todo o líquido que havia vazado de mim ao longo da noite, misturado ao sêmen das duas vezes em que gozei. Sem hesitar, ela derramou tudo no copo — junto ao sêmen de Tiago, que havia saído do meu ânus.
— Deite de barriga para cima — ordenou.
Obedeci, exausto, mas atento a cada comando. Carol então despejou calmamente todo o conteúdo do copo na minha boca.
— Não engole — disse, fitando meus olhos com aquela firmeza que não deixava espaço para dúvida.
Fiquei ali, imóvel, de boca cheia, sentindo o gosto e a tensão, enquanto ela e Tiago começavam a se beijar intensamente ao meu lado, como se eu fosse apenas um acessório, um detalhe em meio ao desejo deles. Permaneço assim, parado, com o líquido pesando na boca, aguardando a próxima ordem. Depois de alguns instantes que pareciam eternos, finalmente recebi permissão para engolir e me levantar.
Antes de sentarmos para conversar, Carol fez questão de pegar o plug grande e colocá-lo novamente em mim, se certificando de que eu ficaria bem preenchido durante todo o tempo. Só então nos acomodamos, e ela insistiu para que eu continuasse com o plug no ânus e o pênis preso na gaiola. Compartilhamos desejos e histórias, rindo e nos reconhecendo em pequenas confissões. Nos limpamos juntos, e eles saíram de casa por volta das quatro da manhã.
Fiquei sozinho, sentindo o peso das marcas daquela noite: os mamilos doloridos, o pênis, que ficou preso o tempo todo, agora latejando e tentando se acostumar à ausência da gaiola; meu ânus, ainda sensível e meio arrombado, dava a nítida impressão de que algo permanecia lá dentro — resultado das horas de penetração intensa. No dia seguinte, o incômodo persistiu: cada vez que eu me sentava ou me movia, sentia aquela mistura de dor, sensibilidade e um estranho vazio, como se meu corpo ainda estivesse tentando se ajustar ao que viveu naquela noite.

fotoconto

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos