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Frio rigoroso e sexo com os pais - segunda parte

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Sandra

Depois daquele dia, eu e mamãe, passamos a condição de amantes, todas as manhãs, fazíamos sexo e gozávamos muito, até que confessei para ela que assistia as fodas dela com papai e considerando a opinião dela de que o anal era a oitava maravilha do mundo ela tentou argumentar que eu tinha muito tempo para isso, mas contestei dizendo que além de querer experimentar o anal, achava que papai a comia maravilhosamente, ela então alegou que meu pai era muito dotado e que eu teria que começar com penetrações menores, o que fez com que eu tivesse ainda mais vontade de conhecer a piroca do meu pai.
Mamãe aproveitou uma viagem que fez à capital para escolher ladrilhos para a casa que estávamos reformando e comprou vários brinquedinhos para nós, vários dos quais eu só podia usar pelo lado de fora. Na manhã seguinte a seu retorno, mamãe mandou eu ficar de quatro na cama, emplastou o dedo com gel, introduziu no meu rabinho, fazendo-me ter arrepios maravilhosos. Quando achou que já tinha lubrificado bem minha argolinha virgem, já excitadíssima, enfiou um pênis de silicone na própria buceta, enquanto introduzia com toda a delicadeza um plug pequeno no meu cuzinho, ao concluí a operação, grudou na minha bucetinha um excitador de clitóris levando-me ao céu enquanto ela gozava mamando em mim. Naquela tarde, fui para a escola empaladinha com o plug e cheguei em casa com muita tesão e quando estava assistindo televisão na cama com papai e mamãe, aproveitei para roçar no corpo de papai até sentir seu pau duro no meio de minhas nádegas. Na noite de sexta feira, mamãe percebeu que teria que dividir seu macho comigo e combinamos que quando ela estivesse fazendo sexo com papai, eu deveria deixar ele perceber que eu estava assistindo. Foi que fizemos, mamãe estava quicando na pica quando eu derrubei um vaso de plantão ao lado da entrada do quarto e imediatamente mamãe falou: "Entra filha". Meu pai não conseguiu esconder seu espanto ao me ver entrar nuazinha embaixo do cobertor que mamãe tinha sobre as costa e ela saiu de cima de meu pai e eu segurei aquela piroca maravilhosa molhada com o liquido vaginal de mamãe, sorri para ele e ela o beijou dizendo: "Sua filha te quer". Quando ela acabou de falar, eu comecei a masturbar aquela vara que logo voltou a ter uma esplendida ereção, talvez até maior do que tinha antes de eu derrubar o vaso de plantas. Como combinado, mamãe já com o dedo cheio de gel, untou meu rabinho e mesmo sem explicar nada para papai, assumi a posição anterior de minha mãe, com um joelho em cada lado do corpo de meu pai. Mamãe dirigiu a piroca com feições de tarada que eu nunca tinha visto antes e colocou a cabeçona bem na minha argolinha já arrombada dias antes pelo plug e eu forcei o corpo para baixo, senti a diferença de grossura, mamãe tinha razão, aquela piroca não é para amadora, mas minha vontade de dar o cu era muito maior que de uma profissional, aguentei firme, segurei nos ombros musculosos de meu pai que segurava firme na minha cintura com os olhos arregalados, por certo achando-se o homem mais feliz do mundo e eu baixei um pouco mais o corpo, a dor maior foi para mais dentro e senti a argola morder a parte mais dura da rola, indicando que a cabeça tinha entrado, papai passou a gemer e temendo que ele gozasse, engoli mais um pouco daquele cacete . Sentindo que tinha pouco tempo sentei com força, a dor foi ao quase insuportável, mais o macho me encheu de leite fazendo aquele som maravilhoso e eu beijei pela primeira vez meu pai de língua, enquanto ouvia minha mãe gozando em sua siririca. Fiquei abraçadinha com meu pai esperando a dor diminuir e seu pau amolecer. A dor diminuiu bastante, mas a caceta não saiu do meu cuzinho, mamãe falou com voz tesuda. "Pisca o cuzinho, ele vai gostar e vai passar a te chamar de mamãe na cama e eu continuarei a ser a filhinha". Senti a piroca pulsar dentro de mim e falei: "Tá sentindo as piscadas papai ?". Ele entendendo o recado de minha mãe falou: "Deliciosas mamãe, levanta um pouquinho para o papai poder mexer". Só então percebi que aquele cacetão estava inteirinho dentro do meu cuzinho e enquanto ele mexia para baixo e para cima eu passei a rebolar para os lados sendo mamada por mamãe que estava com três ou quatro dedos na buceta, levei meu dedo médio a meu grelo. Eu e ela gozamos como duas loucas. Não demorou para eu sentir vários jatos de leite lá no fundo. Quando papai achou que a putaria tinha terminado, ainda com a piroca enterrada em mim, beijei demoradamente minha mãe. Fomos os três juntos para debaixo da ducha até acabar a agua quente e voltamos para a cama colocamos nossos pijamas de flanela e dormimos, deixando as explicações para o dia seguinte.

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