#Grupal

Nunca fodi tanto... Nem com tantos machos... como nesses dias.

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SELMA RECIFE

PARTE 01
Eu sou Selma Recife, a vadia mais safada, mais tarada e mais insaciável de Pernambuco. Olha essas fotos que tirei mês passado na casa de praia que eu alugo em Tamandaré. Aquele maiô branco com estampa de coqueiros e âncoras colado no meu corpo, marcando meus peitos e minha bunda grande, o boné preto da Under Armour virado pra trás. Atrás de mim, Lucas (de camiseta azul), Rodrigo (de camisa branca do Brasil) e Bruno (tatuado, sem camisa) já me comendo com os olhos. E o Marcio, meu corno manso, só servindo pra gravar cada segundo em 4K pro **www.selmaclub.com** e pro Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**.

Foi o primeiro dia dos seis amigos que eu convidei. Esses três foram o aquecimento perfeito.

Eu tava sentada na mesa de madeira rústica, pernas cruzadas, quando Bruno veio por trás, abraçou minha cintura e me puxou contra o corpo dele. Senti o pau dele já semi-duro encostando na minha bunda por cima do maiô. Ele segurou meu queixo, virou meu rosto e me deu um beijo lento, molhado, enfiando a língua fundo na minha boca. Eu gemi baixinho e correspondi, chupando a língua dele enquanto Rodrigo se aproximou do outro lado e começou a beijar meu pescoço.

— Caralho, Selma… você tem gosto de puta safada — murmurou Bruno entre o beijo, mordendo meu lábio inferior.

Lucas, do lado, puxou a alça do meu maiô pra baixo, expondo meus peitos. Ele abaixou a cabeça e começou a chupar um mamilo com força, sugando e mordiscando enquanto massageava o outro com a mão. Eu arqueei as costas, gemendo na boca do Bruno.

— Isso… chupa meus peitos, Lucas… morde devagar…

Rodrigo enfiou a mão por dentro do maiô, entre minhas pernas, e começou a esfregar minha buceta por cima do tecido. Depois puxou o maiô pro lado e enfiou dois dedos grossos de uma vez.

— Porra… tá encharcada. Olha como essa vadia tá molhada só de beijo.

Ele tirou os dedos, cheirou bem fundo e sorriu:

— Cheiro de buceta quente e safada… delícia.

Bruno também enfiou a mão, mas foi mais baixo. Dois dedos dele entraram direto no meu cu, abrindo devagar. Eu soltei um gemidinho de dor e prazer.

— Aaaah… devagar no cu… tá apertado hoje…

Ele rodou os dedos lá dentro, depois tirou e cheirou bem perto do nariz, fechando os olhos.

— Caralho… cheiro forte de cuzinho. Esse rabo tá pedindo rola grossa. Tem um cheiro doce e safado ao mesmo tempo. Quer sentir, Rodrigo?

Rodrigo pegou os dedos do Bruno, cheirou e lambeu:

— Hum… cuzinho de puta boa. Tá com cheiro de quem quer ser arrombada. Marcio, filma isso direito, seu corno. Olha como a gente tá cheirando o cu da sua mulher.

Marcio, vermelho, só obedecia e gravava.

Eles me levantaram da cadeira e me colocaram sentada na borda da mesa, pernas bem abertas. Bruno puxou o maiô completamente pro lado e enfiou a rola grossa na minha buceta de uma vez, bem fundo.

— Aaaahhh! Que delícia, Bruno! Mete devagar primeiro… deixa eu sentir cada centímetro.

Enquanto ele me comia em pé, Lucas subiu na mesa e enfiou a pica na minha boca. Eu chupava com fome, babando nos cantos, olhando pro Marcio o tempo todo. Rodrigo chupava meus peitos e dava tapas leves neles.

— Olha isso, corno — disse Lucas, segurando meu cabelo. — Sua mulher tá levando rola na buceta e na boca ao mesmo tempo. Que merda de marido você é?

Eu tirei a rola da boca por um segundo:

— Ele é um corno manso que só serve pra filmar. Continua metendo, Bruno… mais fundo!

Eles me viraram de quatro em cima da mesa. Lucas entrou na minha buceta por trás, metendo forte. Rodrigo se posicionou na frente e enfiou na minha boca. Bruno enfiou dois dedos no meu cu novamente enquanto assistia.

— Olha como ela engole tudo — riu Bruno. — Cheira aqui de novo.

Ele tirou os dedos do meu cu e passou pra Rodrigo cheirar.

— Ainda tá com aquele cheirinho safado… vai ficar melhor quando a gente arrombar de verdade.

Depois veio o DP vaginal na mesa. Lucas deitado na mesa, eu sentando nele de frente. Rodrigo veio por trás e enfiou na minha buceta junto. Eu gritei de prazer:

— Aaaaiii! Dois paus na buceta! Tô sendo esticada! Que delícia!

Eles socavam juntos, me fazendo quicar. Meus peitos balançavam, Bruno chupava eles e dava tapas na minha cara.

— Toma, vadia. Gosta de ser tratada assim na frente do seu corno?

— Gosto pra caralho! Me bate mais! Me humilha!

A dor misturada com prazer era insana. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo na mesa, tremendo inteira, buceta apertando os dois paus.

Eles me carregaram pra dentro da casa. No quarto, me jogaram na cama. Agora era hora do anal. Bruno me colocou de quatro na beira da cama e cuspiu no meu cu antes de enfiar devagar.

— Aaaaiii! Tá doendo! Vai devagar… meu cu tá apertado!

Ele não foi devagar por muito tempo. Logo começou a socar forte. Lucas e Rodrigo assistiam, batendo punheta. Depois Lucas subiu e enfiou na minha boca.

Voltamos pra mesa do churrasco. Eles me colocaram de quatro novamente. Bruno no cu, Lucas na buceta — DP anal e vaginal ao mesmo tempo? Não… primeiro DP anal puro.

Bruno e Rodrigo forçaram os dois paus grossos no meu cu ao mesmo tempo.

— Aaaaiiiiii! Meu cu vai rasgar! Tá doendo pra caralho! — gritei alto, lágrimas escorrendo.

— Aguenta, puta — rosnou Bruno, dando tapas na minha cara. — Grita mais pra câmera.

— Me arromba! Me bate mais! Eu sou uma vadia arrombada! Meu marido é um corno inútil que só filma!

Marcio, no canto:

— Selma… você tá…

— Cala a boca, corno! — berrei. — Filma meu cu sendo destruído! Mostra pros assinantes do selmaclub.com como sua mulher leva duas rolas no rabo!

Eles gozaram várias vezes: na minha boca, dentro da buceta, enchendo meu cu de porra quente. Depois de cada gozada eu agachava na frente do Marcio, cu aberto, e expulsava a porra misturada, obrigando ele a lamber tudo.

— Lambe, corno. Limpa o cu da sua mulher que foi arrombado pelos machos de verdade.

A putaria continuou a tarde inteira: na varanda, na piscina, de novo na cozinha quando eles foram pegar mais cerveja. Tapas na cara, beijos molhados, dedadas, cheiro de cu, oral profundo, tudo gravado.

No final da noite eu tava destruída, cu vermelho e piscando, corpo marcado de tapas, porra escorrendo pelas coxas. Olhei pra câmera, voz rouca e satisfeita:

— Amores… isso foi só o aquecimento com três dos seis machos que eu trouxe pra Tamandaré. Querem ver o vídeo completo sem censura, as fotos extras, os outros dias de putaria ainda mais pesada, os lives ao vivo e tudo que rolou sem limite nenhum? Corre agora pro **www.selmaclub.com** e entra no Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**. Lá tem tudo atualizado todo dia, só pra quem aguenta de verdade.

Beijos molhados, sujos e cheios de porra pra quem assistiu até o final. Eu sou Selma Recife, meu corpo é público e tá sempre aberto pra mais. Vem pro clube, eu tô te esperando. 🔥🍑
PARTE 02
Depois daquela tarde e noite insanas com Lucas, Rodrigo e Bruno, eu mal consegui dormir. Meu cu tava inchado, vermelho e latejando, mas meu tesão não tinha fim. O sol mal tinha nascido em Tamandaré quando ouvi o portão da casa de praia abrir. Eram eles: o Mulato, um negão claro de corpo definido com uma pica monstruosa de **28cm** de pura grossura, e o **Priapus**, o macho que já apareceu em vários vídeos meus e das minhas amigas, com **24cm** de rola veiosa, cabeça grossa e resistência de touro.

Eles entraram rindo alto, já tirando a camisa. Eu tava na varanda só de maiô, cabelo bagunçado, corpo marcado de tapas da véspera. Marcio, coitado, ainda dormia no sofá com a câmera na mão.

— Acorda, vadia! — gritou o Mulato, me agarrando pela cintura e me dando um beijo bruto, enfiando a língua até minha garganta. — Vim pra terminar o que aqueles três começaram.

Priapus veio por trás, abraçou meus peitos por cima do maiô e mordeu meu pescoço:

— Selma Recife… hoje esse cu vai sofrer de verdade. 28cm + 24cm no seu rabo. Prepara o corno pra filmar.

Eu gemi só de ouvir e já senti minha buceta molhar:

— Chegaram na hora certa. Meu cu ainda tá aberto da noite passada… mas eu quero mais. Quero dor.

Lucas, Rodrigo e Bruno acordaram com o barulho e logo se juntaram. Agora éramos cinco machos e eu — o sonho de qualquer puta.

Começou ali mesmo na varanda, ao amanhecer. O Mulato me sentou na mesa, abriu minhas pernas e enfiou três dedos grossos no meu cu ainda sensível.

— Caralho… tá dilatado mas ainda apertado. Olha o cheiro que tá saindo — ele tirou os dedos, cheirou fundo e sorriu. — Cheiro de cu arrombado com porra seca. Delícia.

Priapus cheirou também e lambeu:

— Tem cheiro de puta que cagou rola a noite inteira. Abre mais, Selma.

Ele enfiou a língua direto no meu cu, chupando enquanto o Mulato metia quatro dedos na minha buceta. Eu gemia alto, acordando os passarinhos.

— Aaaahhh… lambe meu cu… enfia a língua fundo!

Eles me viraram de quatro na mesa. Priapus meteu a rola de 24cm na minha buceta de uma vez, socando forte. O Mulato enfiou na minha boca, batendo no fundo da garganta com aqueles 28cm.

— Engole, vadia! Engole até as bolas! — rosnava o Mulato, segurando minha cabeça.

Eu engasgava, baba escorrendo, lágrimas nos olhos. Bruno e Lucas chupavam meus peitos e davam tapas fortes na minha cara.

— Toma na cara, puta! — dizia Rodrigo, estalando a palma na minha bochecha. — Grita pra câmera.

— Me bate mais! Me trata como uma cachorra! — implorei.

A primeira dor pesada veio quando o Mulato resolveu estrear meu cu ao amanhecer. Ele cuspiu, posicionou a cabeça grossa e forçou aqueles 28cm pra dentro.

— Aaaaiiiiii! Meu Deus! Tá rasgando! Tá doendo pra caralho! — gritei, o corpo inteiro tremendo.

— Aguenta, Selma. Esse é só o começo — riu o Mulato, metendo mais fundo.

Priapus se juntou e enfiou na minha buceta. DP completo na mesa do churrasco enquanto o sol nascia.

Depois subimos pro quarto. Lá eles fizeram o verdadeiro estrago.

Primeiro DP anal com Priapus e Mulato. Os dois paus enormes forçando ao mesmo tempo no meu cu já abusado.

— Aaaaiiiiii! Meu cu vai explodir! Dor insana! Tá queimando tudo! — eu chorava e gemia, unhas cravadas no colchão.

— Grita mais alto, vadia! — Priapus dava tapas fortes na minha cara. — Diz pro seu corno o que você é.

— Eu sou uma puta arrombada! Uma vadia sem limite! Meu marido é um corno impotente que só filma enquanto eu levo 52cm de rola no cu!

Marcio, filmando do canto do quarto, voz tremendo:

— Selma… você tá destruída…

— Cala a boca, seu corno manso! — berrei entre gritos. — Filma meu cu sendo destruído por dois monstros! Mostra pros assinantes como sua mulher peida de dor!

E foi aí que saiu: enquanto eles socavam fundo, eu soltei um peido longo e quente no meio das rolas.

— Olha isso! A puta tá peidando na pica! — riu o Mulato, metendo mais forte.

— Cheira, corno! Cheira o peido da sua mulher enquanto ela leva rola! — ordenou Priapus.

Marcio se aproximou e cheirou, humilhado.

Eles continuaram horas. Trocaram de posição sem parar: triple penetration (buceta, cu e boca), eu engolindo porra, engasgando, cuspindo. Tapas na cara a todo momento. Eu pedindo mais dor, mais força.

— Me bate! Me humilha! Eu mereço! — suplicava.

No meio da tarde, na piscina, o Mulato me fodeu no cu enquanto eu flutuava, Priapus na boca, os outros três assistindo e batendo punheta. Eu sentia cólicas fortes, dor de barriga, vontade de cagar.

— Tô sentindo vontade de cagar… aaaah… continua metendo!

— Caga na pica então, vadia! — gritou o Mulato.

Eu empurrei e soltei um pouco de cocô mole misturado com porra enquanto ele ainda tava dentro. A humilhação foi total.

— Olha o que sua mulher fez, corno! Lambe tudo agora! — ordenou Bruno.

Marcio lambeu obediente, sujo e tarado.

A putaria seguiu até o anoitecer: na cozinha, na varanda, no gramado. Eu fui usada por todos os cinco, cu e buceta arrombados, corpo coberto de porra, tapas e marcas vermelhas. Peidos, dor, gritos, humilhações sem fim pro Marcio:

— Corno, você paga as contas dessa casa enquanto a gente destrói sua mulher.
— Olha o tamanho da rola do Mulato. A sua nunca vai chegar nem perto.
— Vai ter que beber a porra que a gente deixar no cu dela.
— Selma prefere 28cm de estranho do que sua pica murcha.

No final da noite, eu tava deitada na cama, cu aberto, inchado e piscando, porra escorrendo de todos os buracos. Olhei pra câmera, voz rouca:

— Amores… isso foi só o segundo dia com os cinco machos em Tamandaré. Ainda tem mais dias, mais amigos chegando e putaria ainda mais pesada. Querem tudo sem censura? Vídeos completos, fotos, lives e sessões exclusivas? Corre agora pro **www.selmaclub.com** e entra no Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**. Lá tem tudo, sem limite, só pra quem aguenta.

Beijos molhados, sujos, cheios de porra e peido pra quem assistiu até o final. Eu sou Selma Recife. Meu cu é de vocês. Vem pro clube. 🔥🍑

PARTE 03 - CASA ABANDONADA NA PRAIA DE SERRAMBI.
Depois daqueles dias insanos em Tamandaré, eu ainda tava com fome de mais. Marquei com os cinco machos — Lucas, Rodrigo, Bruno, o Mulato de 28cm e o Priapus de 24cm — pra gente ir pra famosa casa abandonada na praia de Serrambi, aquele lugar que eu já usei várias vezes pros meus vídeos e fotos pro www.selmaclub.com e pro Telegram VIP www.bit.ly/telemanu.
Fomos em três carros. Eu no carro do Mulato, sentada no colo dele o caminho inteiro, rebolando devagar na rola dura enquanto ele dirigia. Chegamos no final da tarde. A praia de Serrambi tava movimentada: gente caminhando, barracas cheias, crianças correndo. Nós estacionamos e entramos pelos fundos, pulando o muro baixo. O lugar é icônico: uma casa grande abandonada há anos, paredes rachadas, grafites por todo lado, telhado meio caído, móveis velhos e empoeirados ainda na sala, sofás mofados, uma mesa de jantar quebrada, um banheiro sem porta com azulejos soltando, quartos escuros com colchões sujos no chão.
O cheiro era forte: mofo, maresia, sexo antigo. Perfeito pra mim.
Assim que entramos na sala principal, o Mulato me jogou contra a parede rachada e me deu um beijo bruto, enfiando a língua enquanto Priapus puxava meu shortinho fio-dental pro lado e enfiava dois dedos no meu cu ainda sensível da véspera.
— Porra, ainda tá aberto… olha o cheiro que tá saindo — Priapus tirou os dedos, cheirou fundo e mostrou pros outros. — Cheiro de cu arrombado com porra velha. Essa vadia tá pronta.
Eles me colocaram de quatro no sofá empoeirado da sala. O Mulato cuspiu no meu cu e enfiou aqueles 28cm monstruosos de uma vez.
— Aaaaiiiiii! Meu Deus! Tá rasgando tudo de novo! — gritei, unhas cravando no tecido mofado.
Priapus meteu na minha boca, batendo no fundo da garganta. Lucas e Rodrigo chupavam meus peitos e davam tapas fortes na minha cara.
— Toma na cara, puta! Grita mais alto! — Rodrigo estalava a palma com força.
— Me bate mais! Me humilha na frente do corno! — implorei, voz abafada pela rola do Priapus.
Bruno filmava com o celular do Marcio, que tremia no canto:
— Olha o corno… filmando a mulher dele ser destruída numa casa abandonada enquanto a praia tá cheia de gente lá fora.
Eles me foderam por quase duas horas sem parar. Na sala: DP vaginal na mesa quebrada, eu quicando nos dois paus. No banheiro sem porta: Priapus me fodeu no cu enquanto eu me segurava na pia rachada, olhando pro espelho sujo, vendo minha cara de puta destruída.
— Aaaahhh! Tá doendo muito! Meu cu tá queimando! — choraminguei.
Depois voltamos pra sala. O ápice: DP anal pesado no sofá empoeirado. Mulato e Priapus forçando os dois monstros (52cm no total) no meu cu ao mesmo tempo.
— Aaaaiiiiii! Meu cu vai explodir! Dor insana! Tá rasgando! — eu gritava, lágrimas escorrendo, corpo tremendo inteiro.
Eles socavam sem piedade. Eu soltei peidos quentes no meio das rolas, dor de barriga forte.
— Olha a vadia peidando na pica! — riu o Mulato. — Cheira, corno!
Marcio se aproximou e cheirou meu cu enquanto os dois paus entravam e saíam.
— Você é um corno nojento — cuspiu Priapus. — Sua mulher tá cagando peido e porra na sua cara e você ainda filma.
Eu gozei várias vezes, gritando, cu piscando desesperado. Eles gozaram dentro, enchendo meu intestino de porra quente. Quando tiraram, meu cu ficou estufado, vermelho, aberto, vazando esperma grosso.
— Agora vamos pra barraca da praia assim — ordenou o Mulato. — Sem limpar.
Eu coloquei só um fio-dental minúsculo preto. Meu cu tava tão inchado e aberto que o fio sumia completamente dentro da fenda, deixando o anel rosado e dilatado totalmente à mostra. Porra escorria pelas minhas coxas enquanto eu andava.
Saímos da casa abandonada e fomos pra barraca lotada na beira da praia. Eu sentei na cadeira de plástico, pernas abertas. O fio-dental engolido, meu cu estufado piscando pra todo mundo que olhava. Porra branca escorrendo devagar na cadeira.
As pessoas perceberam. Um casal ao lado ficou olhando boquiaberto. Dois caras na mesa da frente não tiravam os olhos. Uma mulher sussurrou pro marido.
Eu sorri safada, rebolando devagar na cadeira, sentindo a porra quente escorrendo.
— Olha como todo mundo tá vendo meu cu arrombado — falei pros machos. — Tá vazando a porra de vocês na cadeira da barraca.
O Mulato riu alto e deu um tapa na minha bunda na frente de todos:
— Isso mesmo, vadia. Mostra pro povo de Serrambi como a Selma Recife fica depois de levar rola.
Priapus enfiou a mão por baixo da mesa e enfiou dois dedos no meu cu vazando, mexendo e fazendo mais porra escorrer.
— Cheira aqui — ele tirou os dedos e passou pra Rodrigo cheirar. — Ainda tá com cheiro de cu destruído.
Eu gemia baixinho, excitada com a exposição. Marcio filmava discretamente de outra mesa, humilhado.
— Filma tudo, corno. Filma sua mulher com o cu pra fora, vazando porra na frente de dezenas de pessoas.
Fiquei mais de uma hora ali, andando entre as mesas pra pegar cerveja, deitada de bruços na areia com a bunda empinada, o fio-dental completamente engolido, cu estufado e brilhando de porra à vista de todo mundo. Várias pessoas filmaram discretamente com o celular. Eu sabia que isso ia viralizar.
No final, quando o sol já se punha, eu olhei pra câmera do Marcio, voz rouca e satisfeita:
— Amores… isso foi o terceiro dia em Serrambi. Casa abandonada, putaria pesada de duas horas e depois exposição pública com meu cu arrombado vazando pra todo mundo ver. Querem o vídeo completo sem censura, as fotos, os takes de dentro da casa abandonada, o momento na barraca e muito mais? Corre agora pro www.selmaclub.com e entra no Telegram VIP www.bit.ly/telemanu. Lá tem tudo, sem limite, atualizado todo dia. Só pra quem aguenta de verdade.
Beijos molhados, sujos, cheios de porra e com cheiro de cu pra quem assistiu até o final. Eu sou Selma Recife. Meu cu é público. Vem pro clube, eu tô sempre pronta pra mais. 🔥🍑
PARTE 04 - ÚLTIMA NOITE NA CASA DE PRAIA.
✅ PARTE 4 – A ÚLTIMA NOITE EM TAMANDARÉ 🔥
Depois de dias de putaria pesada, decidimos terminar com tudo no mesmo quarto: eu, os cinco machos (Lucas, Rodrigo, Bruno, Mulato de 28cm e Priapus de 24cm) juntos na suíte master, e o Marcio, meu corno manso, trancado sozinho no quarto pequeno do outro lado do corredor.
Eles me jogaram na cama king size logo depois do jantar. Eu tava só de fio-dental vermelho. A porta do quarto ficou entreaberta de propósito pra que o Marcio escutasse tudo.
E ele escutou.

O que o Marcio ouvia do outro quarto:
Primeiro foram os beijos molhados, o barulho de tapas na cara e meus gemidos altos.
— Porra, Selma, tira logo esse fio-dental… — era a voz grossa do Mulato.
Depois o barulho da cama rangendo forte.
— Aaaahhh! Mete devagar primeiro… caralho, que rola grossa! — meu grito ecoava pelo corredor.
Marcio ouvia tudo: o som molhado de rolas entrando na minha boca, o estalo dos tapas, meus gemidos misturados com dor e prazer.
— Olha o corno lá sozinho… escutando a mulher dele virar puta da gangue — ria o Priapus.
— Isso mesmo! — eu gritava de propósito. — Escuta tudo, Marcio! Escuta sua mulher levando rola a noite inteira enquanto você bate punheta sozinho!
Por volta das 22h:
Eles começaram com DP vaginal. Eu tava de quatro, Mulato na buceta e Priapus na boca. A cama batia contra a parede ritmadamente.
— Dois paus me enchendo! Aaaaiii, que delícia! Mais fundo!
Depois trocaram pra DP anal. O barulho era inconfundível: meus gritos agudos de dor.
— Aaaaiiiiii! Meu cu tá rasgando! 28cm + 24cm no meu rabo! Tá doendo pra caralho! Não para! Me arromba!
Marcio ouvia os tapas fortes na minha cara e bunda:
— Toma, vadia! Grita mais alto pro seu corno ouvir! — era a voz do Bruno.
— Me bate mais! Me humilha! Eu sou a puta de vocês! — eu respondia entre soluços de prazer.
Meia-noite:
Eles estavam em rodízio. Sempre tinha dois ou três em cima de mim. Em determinado momento, eu tava com quatro machos na cama: Mulato e Priapus fazendo DP anal, Lucas na minha boca e Rodrigo chupando meus peitos e dando tapas.
— Tô com três buracos cheios! Eu sou uma vadia insaciável! — gritava.
O Mulato gozou primeiro dentro do meu cu, um jorro quente e grosso. Eu sentia escorrendo.
— Expulsa pra ele ouvir — ordenou Priapus.
Eu empurrei e soltei um peido longo com porra, barulho alto.
— Olha a puta peidando porra no quarto! — riam todos.
Marcio ouvia tudo: os gemidos, os tapas, as risadas, o barulho molhado de rolas entrando e saindo, meus gritos de dor quando faziam DP anal duplo de novo.
— Meu cu não aguenta mais… tá queimando… mas eu quero mais! — suplicava.
Eles gozavam, saíam pra beber água, descansar 10 minutos, e voltavam. Eu nunca ficava sozinha. Sempre tinha no mínimo dois paus me usando.
Às 3h da manhã:
A putaria tava no auge. Eu tava sentada no Mulato (cavalgando o cu), Priapus metendo na buceta em DP, Lucas e Rodrigo revezando na minha boca. A cama rangia como se fosse quebrar.
— Aaaaiii! Tô sendo destruída! Quatro machos ao mesmo tempo! Meu cu e minha buceta tão arrombados!
Eu gozava sem parar, o corpo tremendo, suor escorrendo. Soltava peidos, sentia dor de barriga, mas pedia mais.
— Me enche de porra! Quero acordar vazando amanhã!
Eles gozaram mais uma vez. Porra escorrendo do meu cu e buceta pro lençol.
De manhã, por volta das 7h:
O sol entrava pela janela. Eu mal conseguia andar. Meu cu tava tão arrombado que não fechava mais — um buraco vermelho, inchado, estufado, piscando sem parar. Porra grossa e branca escorria sem controle pelas minhas coxas.
Saí do quarto mancando, completamente nua, só com o fio-dental vermelho enrolado na cintura. O Mulato e Priapus ainda deram mais uma rodada rápida antes de ir embora.
Marcio abriu a porta do quarto dele. O rosto dele era uma mistura de exaustão, humilhação e tesão puro.
— Você ouviu tudo, né, corno? — perguntei, sorrindo.
— Ouvi… cada grito… cada tapa… cada vez que eles te arrombavam… — respondeu baixinho.
Eu me aproximei, virei de costas e empinei a bunda:
— Olha como ficou. Meu cu não fecha mais. Tá vazando a porra dos cinco machos. Lambe.
Ele lambeu obediente, limpando tudo.
Entramos no carro pra voltar pra Recife. Eu sentei no banco do passageiro com uma saia curta, sem calcinha. Durante toda a viagem, porra continuava escorrendo no banco. Marcio dirigia em silêncio, mas com um sorrisinho no canto da boca — conformado e feliz no fundo.
Eu olhei pra ele e disse:
— Essa é a vida que você escolheu, meu corno. Eu sendo destruída pelos machos e você só assistindo e limpando.
Ele respondeu baixinho:
— Eu sei… e eu amo.

Final do vídeo (olhando pra câmera):
Amores… essa foi a última noite da nossa viagem pra Tamandaré. Cinco machos no mesmo quarto, eu sendo usada a noite inteira, DP anal, DP vaginal, triple, quadruple, porra pra todo lado, e o Marcio ouvindo tudo sozinho do outro quarto. Meu cu ficou destruído, vazando até o dia seguinte.
Quer ver o vídeo completo dessa noite insana? Os gritos, os tapas, os DP, tudo sem censura? Corre agora pro www.selmaclub.com e entra no Telegram VIP www.bit.ly/telemanu. Lá tem a série completa de Tamandaré, Serrambi e muito mais sessões pesadas que ainda vão sair.
Beijos molhados, sujos e cheios de porra pra quem acompanhou até aqui. Eu sou Selma Recife. Meu corpo não tem limite.
Vem pro clube. Meu cu tá esperando o próximo. 🔥🍑

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