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Chamei aline de maceió para dividir várias picas comigo, na frente de meu corno

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Em um dia, eu e Aline de Maceió fomos para um motel conhecer um novo amigo que fizemos pelo Telegram VIP e pelo site. Esse amigo mora aqui e tem um pau enorme, muito grosso mesmo, daqueles que as mulheres mal aguentam na frente. E ele queria comer o cu meu e o de Aline de Maceió.

Liguei para Aline numa sexta-feira, cerca de um mês antes, e ela disse aos pais, no bairro do Tabuleiro, em Maceió, que ia para o Recife passar o final de semana para fazer um trabalho de faculdade. E os inocentes ficaram felizes de ver a filhinha universitária, jovem e tão estudiosa. Mas ela, na verdade, foi para minha casa para foder com vários machos num motel, onde já faço filmes e vídeos desde 2007 até hoje e sempre publico para o Brasil todo ver.

O primeiro que chegou foi um macho moreno, o mais roludo de todos, mas ainda viriam mais cinco. Começamos a fazer fotos com Aline e eu deitadas lado a lado, e o corno manso de Selma, Márcio, mandou o macho chegar perto com seu caralho enorme. Nós duas colocamos a mão na pica e nem conseguíamos fechar as mãos de tão grossa que era.

Aline disse logo:
— Porra, esse negócio na bunda eu não vou querer não. Estou com medo.

Eu retruquei na hora:
— Que nada, Aline, deixa de frescura. Tu vieste para dar o cu. Tu não sabe que os machos que encontram a gente querem comer nossa bunda?

Aline, com medo, respondeu:
— Porra, Selma, eu adoro vir para cá para foder, mas esses caras que tu conhece só querem cu mesmo. Eu gosto tanto de pau na buceta, mas no cu eu sempre me cago toda.

O macho que estava olhando nós duas discutindo falou:
— Tem que cagar mesmo, Aline. Quem come cu de casada puta e de solteira como você, que vem para dar o rabo, é para se cagar mesmo, para se arrombar. Cala a boca que eu vou meter minha vara no teu cu e vai ser a primeira.

Comecei a beijar Aline. Ela relaxou. Mandei ela ficar de quatro. O macho lambeu o cozinho das duas e começou a penetrar Aline. A penetração foi bastante dolorida e difícil; ela gemia enquanto me beijava na boca. Aline gritava e chorava, enquanto o corno de Selma filmava por todos os lados.

Frases de Selma e do macho humilhavam o corno, denegrindo sua imagem. Aline gritava e chorava muito, dizendo que estava muito grosso, muito grande. Tentava sair, mas o macho segurava. Enfiava o pau, ela gritava. Eu segurava também. Parecia uma briga. Eu segurando seus braços, o macho puxando pela cintura.

Aline dizia que queria sair, que estava sendo estuprada, que estava doendo muito. O macho socava mais ainda, e ela começou a se peidar. Olhou para mim desesperada, com os olhos quase pulando da órbita, dizendo:
— Porra, Selma, eu vou me cagar desse jeito, caralho.

E eu disse:
— Caga mesmo, caralho. Se entrega, tu não vai sair daqui não. Tu vai se cagar aí mesmo.

O macho meteu mais forte. Levantei, pedi para cheirar o pau. O pau saiu do cu todo melado. Cheirei. Disse que estava podre. Mandei o cara gritar de novo. Quase vomitei. Voltei a beijar Aline. Ela disse que estava arrombada, e eu disse que era assim mesmo.

Depois fiquei de quatro, com a bunda de lado, e disse que era minha vez. O macho foi metendo devagar. Eu disse:
— Mete essa porra com força, caralho. Tu não sabe que eu só gosto de sexo anal doendo? Não sou feito Aline, cheia de frescura, não. Come essa bunda, caralho.

Ele começou a meter. Aline me beijava. O macho estava com o pau no meu cu. Mandei Aline cheirar. Ela quase vomitou. Disse que estava podre. Voltou a me beijar.

Depois ele ficou revezando no cu de nós duas. Os dois arrombados. Aline com um cu escuro e profundo. Eu com um cu saliente, todo para fora. Dois cus diferentes e gostosos. Gemendo pra caralho. Eu denegria a imagem do corno. Aline também. O macho que comia também. Colocava várias frases de negrina embaixo do corno.

Na hora de gozar, nós duas abrimos as bocas juntas. E ele gozou dentro, passando o pau todo melado com merda de nós duas na nossa cara e fazendo a gente se lamber, trocando esperma com a boca.

E era somente o começo, pois ainda viriam mais três ou quatro machos, que você verá na segunda parte, tudo registrado pelo corno de Selma.

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