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Escravo Familiar: Capítulo 29 (Jogos Horripilantes)

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Tártaro

Despertei ainda nos braços de papai; seu abraço quente aconchegava-me, aquecendo-me o corpo.

Papai ainda dormia, e eu não queria levantar da cama. Olhei a hora no celular: 8:00. Hoje é dia 31/10, Halloween. Esperava que durante o dia ou a noite tivesse alguma surpresa do meu pai.

Quem sabe uma festa regada a sexo com a família. Continuei mexendo no celular até que papai despertou.

— Bom dia, tchutchuco! Meu pai me saudou com a voz grave e sonolenta.

— Bom dia, papai! Dormiu bem?

— Com você? Sempre!

Sorri para ele, dando um beijo caloroso.

— O que o senhor programou para nós hoje? Perguntei, todo ansioso.

Papai beijou-me várias vezes na boca e no pescoço, deixando-me todo assanhado.

— Hoje você vai satisfazer seu cunhado Emerson; inclusive, ele mandou uma fantasia especial para você usar. Como hoje é Dia das Bruxas, ele disse-me que quer você fantasiado.

— Huuum! O que será que ele mandou?

— Não sei, meu bem, vamos levantar, que mais tarde te entrego a ele.

— Certo!

Levantamos; papai foi para o banheiro do seu quarto, enquanto eu desci para o do andar de baixo. Antes de entrar no banheiro, acabei esbarrando no meu irmão Thiago.

— E aí, irmãozinho, está todo animadinho por quê?

— Hoje é Halloween e tenho nosso cunhado Emerson para satisfazer.

— O pai já arrumou outro macho para você foder?

— E quando ele não arruma?

— Verdade! Falando nisso, tenho que pedir para ele liberar você para mim; faz muito tempo que não te fodo. Ele disse-me, passando sua mãozona no meu rabo, alisando e dando uma apertada.

— Ei! O repreendi. — Nesse caso você vai ter que conversar com nosso pai, você sabe das regras. Argumentei com ele.

— É claro que eu sei! De qualquer forma, você se prepare; em breve quero te estourar todo, principalmente agora que esse seu cuzinho está mais apertadinho. Ele disse-me e saiu de perto de mim.

Não tinha tempo para ficar pensando no puto do meu irmão, então fui logo me arrumar; papai ia entregar-me ao meu cunhado em alguns minutos.

...

Tomei um banho demorado, limpei-me todo por fora e por dentro, fiz uma chuca caprichada e, pelado mesmo, saí do banheiro e dirigi-me ao quarto do meu pai.

No meio do processo, meu irmão Thiago saiu do seu quarto e me viu subindo.

— Fiu! Fiu! Que rabinho gostoso esse do meu irmão, olha como você me deixou? Ele disse, baixando a calça com a cueca e expondo a deliciosa pica grossa para mim.

Lambi os beiços na hora em que vi e já me imaginei chupando aquela delícia. Sorri para ele e subi correndo para o quarto de papai, antes que ele tentasse me agarrar ou me torar.
...

Entrei no quarto de papai e encontrei uma sacolinha branca em cima da cama. Abri e de dentro tirei uma fantasia de bruxa bem sexy.

— Uau! Falei olhando-a.

A fantasia vinha com um chapéu, uma calcinha fio dental com strass, uma capa que batia acima da minha bunda e uma meia arrastão. Para os pés, ele mandou um coturno simples.

Comecei a colocar a fantasia e, no processo, papai veio até mim, encoxando-me.

— Huuum, que fantasia linda! Papai depois vai querer você de bruxinha também!

— Depois vemos isso, meu senhor. Aliás, converse com meu irmão Thiago; ele abordou - me agora quando desci. Ele quer me torar em breve.

— Faz tempo que o puto do seu irmão não te tora né, princesa do papai?

— Sim, e, para te falar a verdade, estou sentindo falta da pica dele.

— Olha só, por essa eu não esperava, principalmente pelos ocorridos anteriores.

— Ah, pai, esquece isso. Você já devolveu o direito dele mesmo, então deixa ele usufruir do direito de me torar.

— Claro, meu filho, vemos isso outra hora, mas agora aparecesse , preciso te entregar ao seu cunhado.

— Claro, senhor!

Vesti-me com a fantasia e coloquei minha coleira, passei um perfume.

Papai pegou na minha mão e saímos do quarto. Ao descermos para o andar de baixo, meu irmão estava na cozinha e viu-me.

— FIU FIU, que bruxinha mais gostosa!

— Se aquieta aí, puto! Papai disse.

— Ah, qual é, pai, não fica me repreendendo por tudo.

Papai riu dele e, segurando na minha mão, descemos para a garagem. Meu irmão, que não perde a oportunidade de tirar uma casquinha de mim, meteu a mãozona no meu rabo que ficava de fora na fantasia.

PLAFT!

— Ai, filho da puta! Berrei rindo.

— O Thiago, para de frescura com seu irmão, senão você não vai ter ele.

— De novo isso, pai, que saco!

— Se aquieta aí, mais tarde conversamos e vejo quando irei deixar você foder seu irmão.

— Tá bom, pai! Até breve, putinha! Ele disse, apertando meu rabo e dando-me um beijo na boca.

Papai abriu a garagem, entrou dentro do carro e o ligou. Depois retirou-o de dentro da garagem. Eu fechei o portão e me instalei ao seu lado no banco do carona.

Ele olhou para mim sorrindo e perguntou-me:

— Quer mesmo voltar a foder com seu irmão?

— Claro que sim, eu sinto falta de sentar na pica dele, meu irmão fode muito gostoso, pai.

— Mas é uma putinha mesmo, tá bom então, vou arrumar um dia para você transar com ele, tá bom?

— Claro!

Papai sorriu para mim e saiu com o carro.

...

Cerca de uma hora depois, estacionamos na casa da minha irmã Bruna. Saímos do carro e tocamos a campainha.

DING DONG!!

Um cachorro latiu de lá de dentro e meu cunhado Emerson veio até o portão.

Quando ele abriu a porta, nos deparamos com um homem alto, branco, de cabelos e olhos escuros, barba negra bem desenhada e aparada, parrudo, de 1,92 m, de 110 kg, sem pelos. Ele estava semi-nu, sem camisa, mostrando seu peitoral largo. Sua barriga apresentava um tecido adiposo razoavelmente avantajado, seu pau grosso marcava sua calça de malha fria. Ele estava sem cueca por baixo da calça, deixando o pau grosso marcando. Ele estava descalço, mostrando seus pezões 44 largos.

— Seu João, como vai? Ele abriu o portão já cumprimentando meu pai.

— Estou bem, meu genro, e você?

— Bem! Uau, como minha putinha está linda! Como você está, docinho?

— Bem, cunhado! Respondi. Admirando seu corpo gostoso.

— Que maravilha! Já notifiquei o senhor que vou levar o viadinho para um local que arrumei meu sogro?

— Claro, vi sua mensagem antes de vir para cá.

— Ótimo, então já posso ficar com a delícia aqui. Ele pegou na minha mão, puxando-me.

— Claro! Papai falou: — Vou-me despedindo de vocês, até mais tarde, amor do pai, tchau, Emerson! Papai disse, beijando-me e olhando para o corpo do meu cunhado.

— Tchau, sogro, até mais tarde!

— Tchau, papai, até mais tarde!

— Comporte-se, princesa, eu venho te buscar mais tarde!

— Ok! respondi.

Papai saiu de perto de nós em direção ao carro, olhando várias vezes para trás, admirando o físico do meu cunhado. Logo entrou no carro, deu partida e foi embora.

Alguns minutos depois, quando o carro de papai desaparecia no final da rua da casa do meu cunhado, ele segurou na minha mão e disse:

— Bom, vamos lá, boneca, temos compromisso.

Entramos na sua casa, e ele levou-me para o andar de cima. Passamos pelo seu quarto e fomos para um novo no final do corredor. Quando ele abriu a porta, espantei-me.

— Uau, que quarto é esse? Perguntei quando entrei.

O quarto era lindo, as paredes eram lilás, o chão, branco; tinha uma cama de casal com lençóis rosa e com dois travesseiros.

Na parede do fundo do quarto estava um videogame e um computador gamer; nas paredes laterais, tinham prateleiras com brinquedos sexuais de vários tipos: açoites, dildos, masturbadores, plugs, varas, etc.

— Gostou? Ele perguntou-me.

— Adorei! Respondi.

— Esse quarto foi feito para eu e sua irmã brincarmos e também para eu poder usar meu computador em paz.

Eu estava encantado com o quarto , mas logo ele tirou-me do meu desvaneio.

— Bom querido , bora logo começar estou louquinho te vendo nessa fantasia.

Virei-me, de frente para ele, e logo fui atacado pela sua boca quente e molhada.

Seu beijo era forte, molhado, sua língua invadia minha boca enquanto nos livrávamos das nossas roupas. Fiquei pelado, restando somente o chapéu de bruxa e a coleira; já ele retirou sua calça de moletom, deixando seu cacete duro livre.

Olhei para o meio de suas pernas e lambi os beiços. Seu pau estava duro e com a cabeça rosa exposta; ele estava depilado, deixando o pau com a sensação de ser ainda maior do que realmente era.

Aproximei-me mais dele e, com os olhos de cachorrinho, fiz um pedido silencioso para ele permitir que eu o chupasse.

Ele segurou nos meus ombros e disse:

— Antes de você me chupar, quero propor um jogo. Já que você está fantasiado de bruxa, eu serei um caçador de bruxas. A brincadeira vai ser a seguinte: está vendo meu PlayStation? Balancei a cabeça afirmativamente para ele. — Então, você será igual a ele. Eu vou te informar o jogo que quero jogar, e você vai fazer os movimentos desse jogo, ok?

— Ok! Respondi.

— Então vamos lá, nessa primeira fase do jogo eu serei um caçador de bruxas , e você terá que se esconder de mim, caso eu consiga te caçar eu posso fazer o que eu quiser com você , ok ?

— Claro!

— Então corre, bruxinha putinha, seu caçador está louco para te capturar.

Comecei a correr e olhei para ele; seu semblante era de puro tesão, seu corpo grande balançava conforme ele se deslocava correndo pelo imenso quarto.

Seu pau no meio das pernas balançava duro, já derramando o líquido de pré-gozo; suas mãos abriam e fechavam ansiosas para me pegar, seus pés grandes batiam forte no chão frio do quarto, fazendo barulhos secos das pisadas: TOC TOC TOC.

Ele corria atrás de mim, e eu disparava pelo quarto tentando me esquivar, até que ele me encurralou na parede atrás da porta do quarto, prendendo-me os braços e mãos acima da minha cabeça.

Ele aproximou sua boca do meu ouvido e disse:

— Te peguei, cachorra!

Em seguida, beijou-me, enfiando a língua na minha boca, procurando a minha. Sua língua estava quente e molhada; ela duelava com a minha na minha boca. Sua barba aparada arranhava meu rosto liso junto ao seu bigode ralo. Seu beijo era delicioso, forte e dominante; ele se esfregava no meu corpo com o seu, fazendo com que seu membro duro melasse minha barriga.

O beijo durou alguns minutos e, sem aviso prévio, ele se desvencilhou de mim.

Arf, arf, arf, arf.

Ofegante, ele falou sem emitir som: "CORRE", e voltei a me deslocar pelo quarto rapidamente.

Bati com o pé na sua cadeira gamer e caí no assento, ficando de joelhos no chão, dando vantagem a ele. Ele veio por trás de mim e me agarrou pela cintura, segurou firme no seu cacete duro expondo a cabeça, colocou seu peso sobre minhas costas com seu peito me imobilizando, com a mão esquerda abriu minhas nádegas expondo meu cuzinho rosado que piscava loucamente, com a direita segurou firme no seu cacete duro, colocando a cabeça da pica na minha entrada apertada, com a esquerda deslizou da minha bunda até a minha garganta e apertou firme no meu pescoço esbarrando e acionando o dispositivo do prazer na minha coleira. Senti o hormônio correr pelo meu corpo fazendo meu cuzinho piscar alucinado e eu começar a gemer baixo.

— huum!

Ele sentiu que algo estava diferente, beijou meu pescoço e o apertou, fazendo com que o botão escondido da coleira acionasse e liberasse mais hormônios do prazer, o hormônio correu pelo meu corpo, fazendo com que aumentasse mais meu prazer, meus sentidos ficaram mais aguçados, meu coração passou a bater com um ritmo mais acelerado e, em seguida, ainda segurando e apontando seu cacete no meu cu, me penetrou de uma vez, fazendo eu gritar:

— Aaaaaaah!

— Xiiii! Calada! Já vai passar!

Seu pau de 18 centímetros, grosso, entrou rasgando e queimando minhas pregas apertadas até as bolas grandes e pesadas. Ele pegava gostoso no meu pescoço, apertando-me, de encontro ao seu corpo para que eu não ousasse sair daquela posição.

Ficou parado por alguns minutos esperando meu cu acostumar com a invasão, e logo começou a desferir golpes com bombadas fortes e ritmadas no meu cu guloso.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC

— Huum Eu gemia alucinado

— ÃÃÃH! ÃÃÃH! , ÃÃÃH! Ele gemia alto de forma gutural no meu ouvido.

— Caralho, putinha, que cu apertado, nem parece que já levou rola da família quase toda. — Huuum! Viado apertado da porra!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Vai, meu macho, mostra pra mim seu rifle de caça, quero sentir os tiros de porra grossa no meu cu.

Comecei a rebolar ainda mais para provocá-lo; o hormônio da minha coleira ajudava tanto no meu prazer quanto no dele. Meu cu piscava igual sirene de ambulância, mastigando seu cacete grosso.

Ele enlouquecia nos movimentos bombando desesperado se entregando ao maior prazer que sentia na vida.

Eu sentia seu delicioso saco pesado bater no meu querendo aniquilá-lo. O suor quente e pegajoso dele pingava no meu corpo fazendo com que nossos corpos grudassem um no outro.

Ele prendia meu peito suado com seu braço forte esquerdo, apalpando e beliscando meus mamilos enquanto continuava a desferir golpes no meu rabo. Sua boca vociferava um gemido rouco no pé do meu ouvido, causando ainda mais tesão.

— Huuuuuuuuuum!, Aããããã!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Senti seu pau fisgar; em seguida, ele apertou-me mais forte e, ainda gemendo no meu ouvido, ele disse:

— Vou gozar putinha, vou gozar! Aaaah!

Ele cravou fundo sua pica no meu cu e gozou, inundando meu cu com sua porra e me levando ao orgasmo junto com ele.

— Aaaaaaah! Gritamos juntos , e em seguida gozamos.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Perdendo as forças e o equilíbrio, ele desabou em cima de mim ofegando.

Arf Arf Arf Arf Arf

...

Minutos depois saiu de dentro de mim com o pau mole fazendo o mar de porra escorrer para fora do meu cu.

Alguns minutos depois eu levantei ofegante, ele também se ergueu e veio novamente até mim. Segurou forte na minha cintura e me abraçou, apertando minha bunda e dando-me vários beijos pelo pescoço e ombros.

— Quero uma nova rodada ! Ele disse - me.

— Tudo bem ! Disse para ele.

— Essa próxima rodada , preciso que você pegue o lubrificante de pimenta na prateleira atrás de você.

Virei-me para a prateleira grudada no alto da parede que estava atrás de mim e vi um lubrificante com a embalagem em formato de pimenta dedo de moça vermelha; peguei-o e dei na mão dele.

Ele foi para outra prateleira do recinto e pegou seu controle do PS5. Vitou-se para mim com o controle na mão junto ao lubrificante e disse:

— Fique de quatro no meio do quarto meu docinho, com o cu virado para mim.

Fiz o que ele me pediu. Quando virei, senti o lubrificante sendo colocado no meu cu. Ele aplicou uma porção no topo do meu rego e senti o lubrificante escorrer até a entrada do meu cu.

Com o dedo indicador , ele enfiou uma parte do lubrificante que escorria.

— Aaaah! Suspirei baixinho.

Olhei para trás, e ele estava passando um pouco do lubrificante no controle do videogame. Esperei alguns minutos impaciente.

Ele agachou-se atrás de mim com o controle nas mãos e abrindo minhas nádegas começou a enfiar o controle no meu cu.

— Ããããh!

Aquilo queimava feito fogo e me rasgava também. Mas ele foi enfiando com calma, centímetros por centímetro, reaplicando várias vezes o lubrificante até uma boa parte do controle entrar no meu rabo.

Quando se sentiu satisfeito com o resultado, ele começou a movimentar o controle, entrando e saindo várias vezes em ritmos lentos, curtindo a visão do meu cu esticar e retrair várias vezes.

Enquanto ele mexia com o controle no meu cu, ele mudou sua posição, ficou de pé e na minha lateral direita, em seguida ergueu a perna direita e pisou com seu delicioso pezão 44 na minha cabeça, fazendo eu sentir o cheiro de chulé que exalava do seu pezão largo. Em seguida começou a aumentar a velocidade das entradas e saídas do controle no meu rabo, me fodendo com força.

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup...

— Ãããh Ããããh Ãããããh

— Vou lacear novamente esse seu cu apertado, putinha, vou te devolver largo para seu dono.

O Controle deslizava loucamente no meu cu e eu gozei, sujando-me todo, gemendo baixinho.

— huuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup...

Quando ele cansou, retirou o controle do meu cu e olhou para ele, abrindo bem minhas nádegas.
Senti meu cu aberto, mas aos poucos ele foi se fechando, fechando , fechando , fechando , até que parecia que tinha se trancado.

Meu cunhado tentou enfiar o controle de novo, mas não conseguiu; enfiou um dedo e meu cu mastigou ele.

— Caralho, esse cu não alarga mais, não?

Aquilo despertou em mim algo diferente; acreditava que, com a cirurgia, meu cuzinho agora seria virgem para sempre, sem ficar frouxo a ponto de ter que fazer outra cirurgia.

— Já que não alarga , vou aproveitar para me acabar nele então.

Ele me ergueu novamente e me levou para a cadeira gamer, colocou-me de bruços nela e pegou na parede pendurada uma vara fina.

Aproximou-a da minha bunda e desferiu um golpe.

PLAFT!

Estremeci na cadeira, segurando-a firme. Logo senti mais um, e mais um, e mais um, mais e mais...

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Comecei a chorar incontrolavelmente, os golpes acabavam comigo, sentia minha pele arder , e ele parecia que se divertia horrores com aquilo.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...

Quando chegou o último golpe, ele jogou a vara para o lado e, admirando a cor das minhas nádegas, alisou-a, agachou-se atrás de mim e enfiou fundo a língua molhada no meu cuzinho apertadinho.

— huuum! Gemi rebolando na sua boca.

Ele rodava a língua, entrava e saía de dentro dele, e eu piscava o cu, apertando sua língua.

Minutos depois, ele retirou sua língua e ergueu-se, foi a uma prateleira e pegou uma venda, colocou-a em mim, fazendo eu ficar no escuro.

Meus outros sentidos se aguçaram e ouvi ele voltar para a minha bunda. Ele encostou a cabeça do que parecia ser seu cacete duro e talvez um dildo cabeçudo, e começou a forçar a entrada duplamente.

— huuum! Gemi alto, tremendo-me todo.

Ele aguardou alguns minutos e começou a bombar lentamente junto com o dildo no meu cu.

Ele movimentava os dois pênis ao mesmo tempo, proporcionando-me um imenso prazer; os pênis deslizavam macios no meu cu , entrando e saindo com movimentos cadenciados.

Aos poucos ele foi aumentando o ritmo até chegar a foder loucamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Huuum, Aaaaaaah, vou gozar porra , toma leitinho caralho, toma !

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Ele retirou o dildo do meu cu e cravou fundo o pau no meu rabo despejando até a última gota de porra.

— Huuum PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

...
Quando ele terminou de gozar , desabou em cima de mim, ofegando.

Arf Arf Arf Arf

...

Minutos depois, saiu de dentro e de cima de mim , retirou a venda dos meus olhos e puxou-me para seus braços.

Ficamos os dois de pé , ele pegou em minha mão esquerda e fomos para o chuveiro.

Tomamos um belo banho juntos; a todo momento ele me beijava.

— Foi incrível nossa foda , espero que você tenha gostado! Ele me disse.

— Eu adorei foi uma bela experiência. Respondi.

— que bom que você gostou. Assim que sairmos do chuveiro, vamos comer, e logo em seguida preciso te devolver ao seu senhor.

— Claro! O respondi e dei mais um beijo de língua nele.

— Antes de sairmos do chuveiro, putinha, abaixe-se e coloque o meu cacete na boca. Preciso mijar, essa foda me deu uma vontade imensa de mijar.

— Claro meu cunhado!

Agachei-me aos seus pés, segurei no seu pau mole e expus a glande; em seguida, coloquei-o na boca e esperei até ele derramar seu delicioso mijo.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Quando ele terminou, bateu a cabeça da pica na minha língua para derramar as últimas gotas, fechei meus lábios em volta da sua cabeça e suguei as últimas gotas que escorriam.

Em seguida me ergui e terminamos o banho juntos.

...

Saímos do chuveiro, nos trocamos e descemos em rumo à cozinha da sua casa.

Ele foi para o fogão e pegou uma frigideira, ligando o fogo. Foi até a geladeira e pegou manteiga, selecionou quatro ovos e bacon, pegou no armário um saco de pão de forma, fritou os ovos e o bacon, depois passou requeijão no pão e colocou os ovos com o bacon, fazendo um sanduíche.

Logo quatro sanduíches estavam prontos. Ele pegou um refrigerante de uva que estava armazenado na geladeira e colocou em dois copos, entregando-me um.

Comemos e bebemos em silêncio, estávamos cansados e eu queria um pouco de descanso.

...

Era por volta das 14:00 quando papai veio me buscar.

— como foi o dia de vocês ? Papai perguntou-nos.

— Ótimo sogro ! Meu cunhado respondeu.

— Muito bem , tudo tranquilo meu filho ?

— Tudo sim pai !

— Então está bom! Querido genro espero que tenha se divertido bastante com meu bombomzinho , mas precisamos ir , ok?

— Tudo bem sogro !

— A propósito, cadê minha filha?

— Está visitando a mãe dela, deve chegar mais para de noite!

— Ok então , até mais genro!

— Até mais sogro , tchau putinha! Ele se despediu de mim, dando-me um beijo no canto da boca.

— Tchau cunhado.

Eu e papai saímos pela porta e entramos no carro.

— Tudo certo princesa do papai?

— Tudo !

— Então tá bom!

Papai deu a partida no carro e fomos embora.

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