Dando a bunda na moita e no mato, voltei com o coração partido e o cu aberto
PEPE é uma lembrança que meu coração e meu rabo lembram com carinho. Ô matuto da rola gostosa.
Mais uma boa lembrança da adolescência.
Uma pessoa da minha família tem um sítio com uma boa área, apesar de muito acidentada, muito sobe e desce, com a vantagem de ser limítrofe com uma mata, que dá a beleza e um clima bem legal. Eu sempre ia passar alguns dias por lá com minha família e às vezes até sozinho (mas claro que sempre tinha gente da família no sítio).
Eu tinha uns 16 anos e gostava de andar pela região, tomar banho num riachinho perto, no sítio tinha uma nascente d’água que fornecia água para uma bica, também ia ajudar na plantação ou colheita de alface, tomate, coentro, macaxeira (aipim) e banana principalmente, e também terminei conhecendo os filhos do moradores da região em partidas de futebol num descampado ali perto.
Foi no futebol que conheci PEPE (o nome dele era Pedro Pereira), filho de um morador de lá, 14 anos, magro, baixinho e esperto demais, o que a gente via só de olhar para ele. PEPE conhecia tudo por ali e era quem liderava os outros quando a gente marcava de ir pescar no riachinho, tirar cacau da pé (tinha uns cacauzeiros por lá, bem aleatórios), botar armadilha para pegar bicho, enfim, PEPE era o chefe da “gangue” e tudo ele sabia ou arranjava jeito de resolver.
Uma vez fomos eu, ele e mais dois carinhas de lá colocar uns alçapões/armadilhas para ver se pegávamos uns passarinhos (eu nem criava mais em casa e esse fato faz uns bons muitos anos, então nada de reclamar desse costume deles da época). A gente saía bem cedo, ia para um local da mata (não fechada, esse local era até bem amplo), deixava as gaiolas com os passarinhos e as armadilhas e ficava olhando de longe. Sempre demorava e quase sempre não se pegava o passarinho que se queria, era como pescar em rio ruim, vale mais a pescaria que a quantidade de peixe que se traz. Nesse dia depois de algum tempo só ficamos eu e PEPE, que, experientes nisso, tínhamos comido algo antes de sair de casa; os outros meninos foram embora com fome. “Caboclo vem para cá com fome, é melhor nem vir”, comentamos.
- O cabra vem com fome, não traz nem um pão seco, falei
- Aqui só tem cu para comer, disse PEPE já rindo
- Tá oferecendo o seu?, entrei na greia
- Aqui não, eu estava pensando na sua bundinha, disse pegando no pau e mostrando que a pica não estava mole
- Agora lascou
- Besteira. A sua rabetinha ia adorar receber visitas (e botou o pau já meio bambo, mais para duro, para fora)
Mostrei espanto quando vi o tamanho do pau dele em comparação com o corpo. Ninguém diria que aquele baixinho magrinho ia ter uma rola daquele tamanho, que se destacava.
- Tá com a porra, você é raceado com cavalo, falei espantado e sem tirar o olho
- E a danada não tomou café ainda, está querendo comer algo. Dá uma ajudinha
- Agora lascou tudo
- Deixa de frescura. O pessoal de fora curte uma brincadeira dessa e a gente fica na moita, só entre a gente (e a rola dela já dura e ele alisando)
- Pronto, era só o que me faltava
- Ela tá limpinha, eu garanto só uma pegadinha, você não tira o olho dela. Olha só
Ele estava certo e meu pau já estava duro também. “E se chegar alguém?”, perguntei já me entregando. “A gente vai um pouco para lá e tá tudo certo, dá para ver se alguém estiver vindo”, PEPE garantiu. Andamos alguns metros e ele se encostou um pedaço de madeira em cima de algumas pedras que alguém tinha feito para simular um banco, parecido de onde a gente estava, pois ali as pessoas iam pegar passarinho e ficavam na tocaia. “É segredo, ouviu? Só para a gente brincar, só uma pegadinha”, falei e meti a mão no cacetão dele. Era grande para a idade, não tão grosso quanto o meu, porém maior e com uma cabeça e tanto (estilo sorvete de casquinho). Foi sentir minha mão que PEPE começou a chiar, dizendo que minha mão era gostosa, que ele ia gozar rápido. Minha boca se encheu de água e, não resistindo, comecei um boquete naquele pau. PEPE praticamente não tinha pentelhos. Ele começou a “comer” minha boca, segurando minha cabeça e sem avisar meteu leite para dentro, eu me engasguei, cuspi um pouco mas engoli o resto, ainda limpei o cacete dele. Caiu um pouco de porra na minha camisa.
- Eita chupada da porra. Boca gulosa de franguinho, imagine essa bunda, disse ele
- Com esse pau desse tamanho? Nem pense
- Bebesse minha gala, foi? (gala = porra, esperma)
- Um pouquinho
- Esse cuzinho vai sair, não tem jeito
Ficamos esperando os passarinhos só que conversando sobre putaria e sexo, com PEPE me convencendo a dar a bunda a ele. Eu já tinha levado rola daquele tamanho, fazia algum tempo que não era enrabado e principalmente nenhuma com aquela cabeça de pau tão grossa. “Essa cabeça arromba qualquer cu”, disse a ele na conversa. “Engano seu, é todo acolchoado, é macio, você vai ver”. Passaram 3 trabalhadores por lá, perguntaram se a gente já tinha conseguido algo, dissemos que não e que em pouco a gente ia desistir. Eles seguiram em frente e PEPE me falou:
- Tá vendo? Se vier alguém a gente escuta de longe. Aqui é tranquilo. Vamos brincar de novo?
- Eu quero é gozar
- Eu te ajudo. Só que deixa eu meter nesse rabinho antes
Eu me fiz de difícil e temeroso (estava morrendo de tesão mas nervoso pelo local também), o que não impediu que logo depois eu estava com o calção abaixado, com o peitoral encostado e de bunda empinada, enquanto PEPE gastava saliva cuspindo no meu cu e no pau dele. “Abre a bunda, vai”, mandou. Fiz isso e ele, mais baixo do que eu, pediu para eu abrir mais as pernas. Tirei o calção e me posicionei na altura da pica dele, que roçou meu rego, aquele cano de carne quente batendo na porta do meu cu e entrando logo. “Ai, porra, que pau grosso”, reclamei. “É a cabecinha, o resto é fácil”, disse PEPE já enfiando o resto. Meu cu não estava relaxado, ardeu, tentei sair, tirar o cu da reta, mas era tarde, PEPE me segurou e começou a meter e tirar. “Tá ardendo, porra, doendo”, falei dizendo a verdade. PEPE me ignorou e só dizia “fica quieto, viado”. O pau dele já entrava todo e ele puxava mas eu ainda estava desconfortável e dizia isso a PEPE, que o máximo que fez foi cuspir no pau sem tirar ele de dentro e enfiar de novo.
Estava ardendo meu cu, ao mesmo tempo que aquela cabeçona entrava me dando tesão, eu sentia ela se arrastando por dentro de mim e o prazer foi vencendo. Relaxei e aproveitei, não muito tempo porque PEPE aumentou a força e a velocidade e gozou dentro. Gozou e puxou o pau, senti o vazio e o descanso do cu na hora. Ele limpou o pau com a própria mão, passou numa árvore e subiu o calção. Eu senti um pouco de porra caindo mas não liguei, subi a cueca e o calção e decidimos voltar para a casa, não antes de tomarmos um banho na bica.
- Amanhã de manhã a gente vem de novo, falou PEPE
- Meu cu tá ardendo e eu nem gozei, respondi
- Amanhã a gente resolve tudo
No outro dia de manhã, eu estava de novo com a bunda empinada levando rola no mesmo lugar; a diferença era que, apesar de ter ardido um pouco na entrada, o pau de PEPE entrou fácil e já ficou gostoso. PEPE ainda pegou no meu pau enquanto me comia, porém a posição não ajudava, preferi sentir aquela rola me penetrando e senti ela gozando dentro e o leite que já saía do meu cu. PEPE gozava muito, não era um exímio comedor de rabo mas sua rola era uma delícia. Pegamos um passarinho! PEPE foi ver, ficou feliz e me disse que tudo tinha dado certo. Dessa vez um passei um papel no rabo e voltamos para casa.
Marcamos para o outro dia de novo e fui dormir tarde e acordei cedo pensando na rola de PEPE. O magrinho grosseiro tinha um pau delicioso, parece que tocava, aquela cabeçona de pau, lá dentro em algum local que me derretia. No terceiro dia, PEPE nem gaiola levou. Eu já fui chupando o pau dele, indo para minha posição de fêmea e levei rola. “Tô viciado nesse cu, ainda mais agora que ele tá todo arrombado”, falou PEPE. “Come meu rabo, magrinho do pau grande”, falei balançando o rabo. Ele gozou e, diferente dos outros dias, pegou no meu pau e me punhetou até um gozar. Cada um foi para sua casa e, quando nos encontramos à tarde, inventamos de ir no riachinho porque já era perto do anoitecer e ninguém topou a não ser nós dois, ou seja, levei outra varada na mata, com PEPE me comendo de um jeito intenso, me agarrando na cintura, pegando nos meus peitos, no meu pau e dizendo que a minha bunda era somente dele.
Passamos dois dias sem trepar, o que foi uma loucura. Quando voltamos para “pegar passarinho” o tesão estava a mil, PEPE foi ajeitar a gaiola e a armadilha enquanto que eu já tirava a roupa; meu machinho veio de pau duro, engoli aquela rola e foi comido de novo, de um jeito que foi o melhor de todos (não repetimos aquela trepada nem depois). PEPE metia forte e eu rebolava naquele pau, quando ele gozou dei uma chave de cu e fiquei rindo, olhando para trás e "rindo com meu olhar", como se dissesse “quero levar seu pau para casa”. PEPE ria e dizia que eu era um viado muito gostoso. Conseguimos trepar até no meu último dia no sítio e todas as vezes em que eu fui ao sítio.
Em um acesso de loucura e tesão, eu já em Recife, teve uma vez que faltei a aula, fui de ônibus para o sítio (da rodoviária para o sítio tive de ir de lotação) e arrisquei encontrar com PEPE por lá. Deu certo e PEPE me comeu duas vezes, voltei para casa de tarde, morrendo de fome, com o cu dilacerado e com saudades daquela rola.
Eu queria levar uns presentes para meu machinho, achava perigoso então levava alguns trocados que eu tinha. Até hoje minha parte gay se sente na obrigação de gratificar meus comedores e acho que isso surgiu daí, mesmo que PEPE jamais tenha pedido ou insinuado nada, é que ele era de uma família simples e morava por lá e eu achava que deveria ajudar meu macho.
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Comentários (3)
Lagartixa: A função do macho é fazer o viado gozar
Responder↴ • uid:w73hxxicBeto: O bom é que o cuzinho delata é aceita tudo dentro também sou de Recife e amei seu conto
Responder↴ • uid:g62bi2fv1Beto: Fantástico seu conto cada foda uma mulher que a outra perdeu o cabaço e a vergonha já ia mamando o pau dele esse Pepe deixou vc viciado na Rola dele conta mais meu cuzinho tá piscando por uma agora
Responder↴ • uid:g62bi2fv1