#Gay #Traições

Aventuras em família

3.0k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Winterboy

2ª parte da minha viagem a minha cidade natal

Oioi, meus putos!

Venho contar a 2ª parte da minha viagem para minha cidade natal. Se quiserem ler a primeira parte, leiam o conto “Reencontrando Joaquim, meu ex-namorado”.

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Vamos ao conto.

O sol da manhã batia forte na varanda. O cheiro de carne queimada e fumaça de carvão dominava o ar da casa da minha tia, misturado ao som alto de música sertaneja e risadas de crianças.

Eu me ajustei na cadeira de plástico, sentindo uma leve dor latejante nas costas ao me sentar, memória do meu encontro com Joaquim no dia anterior, tentando parecer natural enquanto segurava uma lata de cerveja morna.

Foi então que o notei.

Augusto estava encostado no parapeito da piscina, segurando um copo longo. Ele usava uma bermuda de surf curto e uma regata branca justa que colava nos músculos definidos do peito e dos braços. O cabelo comprido, castanho claro, estava preso num rabo de cavalo solto, deixando alguns fios bagunçados caindo no rosto. Ele era alto, magro mas com aqueles músculos que aparecem quando ele se movia, uma definição nítida que me fazia engolir em seco. Ele tinha 25 anos, quatro a mais que eu, e desde os meus 14, quando ele tirou minha virgindade num quarto escuro de uma festa, a dinâmica entre nós sempre foi carregada de tesão.

Augusto virou a cabeça e nossos olhares se cruzaram. Não foi um olhar de primo cumprimentando outro. Foi um olhar carregado, avaliando meu rosto e descendo pelo meu corpo.

Meus olhos se concentraram na abertura da minha sua camisa, que revelava alguns pelos crescendo.

Ele sorriu de canto, aquele sorriso malandro que sempre usava quando queria algo. A tensão sexual latente entre nós era como uma linha esticada prestes a arrebentar. Ele desviou o olhar para os outros tios, rindo de uma piada, mas a mão dele deslizou pelo próprio peito, um gesto sutil e proposital.

Minha respiração falhou. O corpo reagiu antes da mente, o sangue correndo para baixo da cintura.

Augusto se afastou do grupo, caminhando na minha direção, mas passou por mim sem dizer nada, apenas roçando o braço no meu ombro de leve. O cheiro dele, um misto de perfume barato, desodorante e suor, invadiu meu nariz, despertando memórias que eu tentava enterrar. Ele parou no corredor que levava para os quartos, olhou para trás uma vez e fez um gesto sutil com a cabeça. Um discreto convite.

Senti as pernas tremerem ao me levantar. Disse algo vago sobre ir ao banheiro para a minha mãe, mas ninguém parecia ligar muito. Segui pelo corredor escuro, o som da festa ficando abafado conforme me aproximava do quarto fundo. A porta estava entreaberta. Entrei e fechei a porta suavemente, mas não notei na hora que não tinha fechado por completo.

O quarto estava na penumbra, as cortinas corridas bloqueando a luz do dia. Augusto estava encostado na cômoda, os braços cruzados, me observando com aquele olhar faminto.

— Chegou rápido — a voz dele era grave, rouca. — Isso é saudade do primão aqui?

Não respondi. Apenas caminhei até ele. A atração era magnética, inevitável. Quando cheguei perto, ele soltou os braços e segurou meu rosto com as duas mãos, puxando-me para um beijo que não foi doce, foi voraz.

Seus lábios eram firmes, a barba por fazer arranhando minha pele, a língua invadindo minha boca com uma urgência que me deixou fraco. Eu me agarrei à cintura dele, sentindo a firmeza dos músculos lombares sob a regata.

Augusto me afastou um pouco, olhando nos meus olhos, e depois me empurrou para a cama. Caí de costas sobre o colchão, a cama rangeu com o impacto. Ele tirou a regata de uma vez, jogando-a no chão, revelando o torso pálido e sarado. Subiu na cama, ajoelhando entre minhas pernas, e começou a desabotoar minha calça com movimentos rápidos e precisos.

— Tava difícil lá fora, hein? — ele sussurrou, puxando minha calça e cueca para baixo num só movimento, expondo meu pau que já estava duro, pulsando. — Seu corpo pede por isso, primo.

Ele não esperou. Baixou a cabeça e a boca quente dele engoliu meu pau de uma vez só.

Mordi o lábio para não gemer alto, as mãos indo para o cabelo dele, puxando o rabo de cavalo enquanto a língua dele fazia movimentos circulares na cabeça do meu pau, descendo até a base e chupando com força.

O som da boca dele era úmido e barulhento, misturado aos meus gemidos abafados. Augusto sabia o que fazia; ele sempre soube. Ele usava a mão para massagear minha saco enquanto me chupava, levando-me à beira do limite muito rápido.

— Não... não vou aguentar... — gemi, arqueando as costas.

Ele parou de repente, soltando meu pau com um "pop" sonoro. Ergueu-se, desabotoou o bermuda e deixou o pau dele saltar para fora. Era grosso, rosado, com a cabeça grande e brilhante de pre-gozo. Ele se masturbou devagar na minha frente, olhando para meu corpo exposto.

— Vira de bruços — ordenou, e a voz dele não admitia negativa.

Eu obedeci, virando na cama, apoiando os joelhos e enterrando o rosto no travesseiro que cheirava a ele. Ouvi o som de ele cuspindo na mão e depois a sensação gelida da saliva na minha entrada, seguida pelo dedo dele preparando o caminho. Meu cuzinho já estava trabalhado, o que facilitou, mas a ansiedade fazia meu músculo contrair involuntariamente.

— Relaxa, Iago. É só eu. Lembra da primeira vez? — ele disse, colocando a ponta do pau na minha entrada.

Sem aviso, ele empurrou os quadris para frente. A cabeça do pau dele rompeu o anel, e eu gritei no travesseiro, sentindo uma mistura de dor e prazer intenso. Ele não parou até estar enterrado até a base, o saco dele batendo no meu. Ele ficou parado por alguns segundos, deixando meu corpo se acostumar com o tamanho dele, seus dedos cravados na minha cintura.

— Esse cu é macio demais, caralho — ele gemeu, começando a se mover.

As estocadas começaram lentas, mas ganharam força rapidamente. Augusto não tinha piedade. Ele fodia com raiva, com uma força bruta que fazia a cama se mover. Graças a Deus, o som da festa era alto, o que abafaria qualquer som que fizéssemos.

O som da pele batendo na pele era alto, o prazer era avassalador, uma onda de calor que subia da minha coluna e percorria todo meu corpo.

— Toma, primo! Toma essa pica grossa! — ele gemia entre dentes, dando tapas fortes nas minhas nádegas, que deviam estar vermelhas.

Eu me apoiava nos braços, tentando empurrar de volta contra ele, querendo mais, querendo ele todo dentro de mim. Ele se curvou sobre mim, mordendo meu pescoço, o suor do corpo dele escorrendo para as minhas costas. O cheiro de homem e sexo era viciante.

— Vou gozar dentro de você, meu putinho. Vai levar meu leite todo — ele rosnou no meu ouvido.

Ele acelerou ainda mais, as estocadas ficando curtas e profundas, visando o meu ponto certo. Eu gemia incontrolavelmente, sentindo meu próprio pau pulsar contra o colchão, sem precisar tocar nele. O orgasmo se aproximou como uma tempestade.

— Gu, porra, vou gozar! — avisei.

Ele agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás, e cravou os dentes no meu ombro enquanto gozava. Eu senti o jato quente me enchendo por dentro, espalhando o calor, e isso foi o suficiente para eu soltar tudo, tremendo incontrolavelmente, meu corpo se contorcendo em espasmos de prazer puro.

Nós caímos na cama, ofegantes, o corpo dele pesado sobre as minhas costas. O quarto estava imerso em silêncio, exceto pelo som da nossa respiração pesada tentando voltar ao normal. Eu fechei os olhos, sentindo o coração bater contra as costelas, o mundo lá fora parecendo não existir mais.

Foi então que percebi um movimento perto da porta. Pensei “deve ser minha imaginação, ela está fechada”.

Augusto, ainda ofegante, estava enterrado fundo em mim. Seu peso quente me esmagava contra o colchão, mas meus olhos ficaram pregados na porta, imaginando se alguém tivesse visto tudo.

O tempo depois disso foi uma névoa. A festa terminou, as luzes se acenderam e o som de vozes e copos sendo recolhido. Já havia horas que Augusto se arrastara para fora de mim após um beijo descuidado na minha nuca.

Após sair do quarto, voltamos à festa como se nada tivesse acontecido. Como era de praxe, mantivemos uma distância cautelosa, com esparsas interações de primos.

Minha irmã, Catarina, estava na varanda com o braço de seu namorado, José Antônio, em volta da cintura da Catarina. Ele ria de algo que ela dizia, aquele cabelo preto encaracolado caindo desgrenhado sobre a testa, os óculos brilhando sob a luz amarela.

Quando meus olhos encontraram os dele por um breve segundo, o sorriso dele não mudou, mas havia algo ali, um brilho predatório que me fez desviar o olhar instantaneamente. Ele não disse nada. Apenas apertou Catarina contra o corpo, mas o olhar dele continuou preso em mim, pesado e calculista.

— Vou indo, Cat — disse ele de repente, dando um beijo na boca dela. — Estou cansado. Amanhã acordo cedo.

Ele se virou para mim, ajustando a camiseta preta justa que destacava a largura dos ombros.

— Iago, você precisa de carona? Você veio com a Cat né?

A pergunta pareceu inocente, mas o tom não. A maioria das pessoas já tinha ido embora ou voltado para dentro da casa. Minha irmã precisaria ficar ali para ajudar a arrumar tudo.

— Ah, sim... se não for incomodo — gaguejei, sentindo o peso daquela decisão.

— Claro que não — respondeu JA, com um sorriso de canto.

Despedi-me de Catarina e segui JA até o carro.

O ar da noite estava fresco, mas dentro do veículo dele, o ar condicionado soprava frio e o cheiro dele, um misto de couro, cigarro e algo amadeirado, invadiu meus pulmões.

Ele ligou o carro e manobrou para sair, o silêncio se esticando entre nós, denso e desconfortável. Eu olhei pela janela, focando nas luzes da cidade e desejando ter Augusto dentro de mim mais uma vez.

— Você tem um corpo bonito, Iago — a voz dele quebrou o silêncio, grave e rouca. Minhas mãos apertaram o cinto de segurança. — O Augusto tem sorte.

O estômago deu um nó. Eu virei a cabeça devagar, encarando o perfil dele.

— O que... o que você quer dizer?

Ele não olhou para mim, mantendo os olhos na estrada, mas a mão dele no câmbio apertou com força.

— Vi tudo, Iago. Vi vocês no quarto. Vi o jeito que ele te comeu.

O sangue subiu para o rosto, o calor da vergonha e do choque me queimando as bochechas.

— Eu... como assim? — murmurei, a voz falhando.

JA riu, um som seco e sem graça.

— Ué, ficou difícil não ver. Você seguiu ele pra dentro de casa e depois deixou a porta aberta. Quase achei que fosse um convite pra participar — disse rindo —. Mas sabe do que eu fiquei com inveja?

O carro parou num sinal vermelho. Finalmente, ele virou a cabeça. Os óculos refletiam as luzes dos postes.

— Se você ia dar para alguém da família, se ia abrir as pernas assim tão fácil para um parente... deveria ser eu.

O sinal abriu. O carro acelerou com um impulso brusco, me jogando contra o banco. Meu coração batia tão forte que eu podia ouvir o som nos ouvidos.

Ele era namorado da minha irmã, mas a proibição disso, a obscenidade da sugestão, enviou um choque elétrico direto para a virilha. Eu me endureci na calça, traído pelo meu próprio corpo.

Ele não levou para a minha casa. Ele virou a direção e entrou no bairro dele, estacionando na garagem do prédio sem dizer uma palavra. Saí do carro com incerteza, seguindo-o pelo elevador e pelo corredor até a porta do apartamento dele. A chave girou na fechadura com um clique metálico.

Assim que a porta se fechou atrás de nós, trancando o mundo lá fora, a atmosfera mudou. JA me empurrou contra a parede da sala, o corpo alto e magro pressionando contra o meu. Ele era mais alto que eu, seus 1,85m forçando meu pescoço para trás.

— Na cama — ele ordenou, a voz baixa, autoritária.

Eu obedeci, as pernas parecendo de algodão. Entrei no quarto dele, iluminado apenas por uma luz azulada da rua que entrava pela janela.

Ele tirou a camisa, expondo o peito branco e pálido, definido sem ser exagerado. Desabotoou a calça jeans e a deixou cair, chutando para o lado. Assim que baixou a cueca box, o pau dele estalou para fora, duro e imponente. 19cm de carne grossa, branca, com a cabeça rosada escondida sob a pele do prepúcio, e pelos pubianos aparados com capricho. Era uma arma pronta para disparar.

Eu tirei minha roupa num frenesi, deixando tudo num monte no chão. Deitei de costas na cama dele, o cheiro dele no travesseiro me envolvendo. Ele subiu em cima de mim, ajoelhando entre minhas pernas, e tirou os óculos, colocando-os na mesa de cabeceira. Sem eles, o rosto dele parecia mais selvagem, os olhos escuros queimando de desejo.

— Vou te comer melhor que ele — sussurrou, baixando a cabeça.

Não houve beijos suaves. Ele foi direto ao ponto. Agarrou minhas pernas e as jogou sobre os ombros dele, expondo meu cuzinho que ainda estava úmido e relaxado de Augusto.

JA deu um gemido rouco ao ver aquilo e, sem aviso, enterrou a cara entre minhas nádegas.

A língua dele era quente e áspera, trabalhando com uma insistência brutal. Ele não estava apenas lambendo; ele estava devorando. Chupou o anel com força, fazendo meu corpo arcar na cama, um gemido alto escapando dos meus lábios.

Ele introduziu a língua,melando todo meu cuzinho, preparando o caminho. Eu enfiava as mãos no cabelo encaracolado dele, puxando, sem saber se queria afastá-lo ou empurrá-lo mais fundo.

— Porra, JA... — gritei, ofegante. — Isso... isso é bom demais.

Ele levantou a cabeça, um sorriso estampado no rosto, como de um predador que capturou a presa.

— Você gosta, não gosta? Sua putinha adora ser usada.

Ele subiu no corpo, alinhando a pica gigante na minha entrada. Eu senti a cabeça grossa, coberta pela pele, roçando no meu anel. A adrenalina misturada com o prazer antecipado. Ele era maior que Augusto, mais grosso.

— Relaxa pra mim — murmurou ele, beijando minha mandíbula, um gesto de ternura que contrastava com a brutalidade iminente.

Empurrou os quadris para frente. A cabeça do pau dele abriu caminho, esticando a pele ao limite. Eu gritei, sentindo a queimadura da penetração, a sensação de ser aberto em dois.

Ele não parou. Continuou entrando centímetro por centímetro, implacável, até que eu senti os pelos aparados dele roçando minhas nádegas. Ele estava todo dentro.

— Foda-se... você é apertado mesmo dando para ele — gemeu ele no meu ouvido, a respiração pesada. — Melhor que imaginei.

Ele começou a se mover. Primeiro devagar, retirando quase tudo e enfiando de volta com força, fazendo a cama ranger com o ritmo. A dor deu lugar a um prazer profundo e avassalador.

Cada golpe dele acertava meu ponto, enviando ondas de choque pela espinha. Eu me contorcia sob ele, as pernas envolvendo a cintura dele, puxando-o para dentro.

— Mais! Me fode mais! — roguei, perdido no tesão.

JA obedeceu. A velocidade aumentou. Ele me fodia com uma fúria contida, o corpo dele batendo forte contra o meu, o som de pele contra pele enchendo o quarto.

— Vou gozar dentro de ti, Iago — sussurrou ele, a voz trêmula. — Vou te encher de porra.

— Isso! — gritei, sentindo o orgasmo se aproximando como uma onda.

Ele cravou os dedos nos meus ombros e deu uma última série de golpes profundos e rápidos. Eu o senti inchar dentro de mim e, então, o calor explodiu. Ele gemeu alto, um som animal, e eu senti o jato quente de porra me inundando.

Aquilo me levou à borda. Meu pau, esfregado entre nossos estômagos suados, disparou sem nem precisar ser tocado, esguichando porra no meu peito e na barriga dele.

Nós ficamos assim, entrelaçados, ofegantes, com o coração disparado em uníssono. O cheiro de sexo e suor era inebriante. JA pousou a testa na minha, tentando recuperar o fôlego. Eu fechei os olhos.

Eu tinha traído Murilo de novo, e dessa vez com o namorado da minha irmã. Mas, enquanto o pau de JA ainda pulsava dentro de mim, tudo o que eu conseguia pensar era que eu queria fazer aquilo de novo.
____________________________________________________________________________

Telegram para papo de putaria: @BenjiParma

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos