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Escravo Familiar: Capítulo 53 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 01)

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Tártaro

Ao chegarmos em casa, papai estacionou o carro em frente ao portão, desligou o carro e, antes que eu pudesse sair de dentro do carro, ele segurou em meu braço.

— Filho, espere um pouco, quero conversar com você antes de entrarmos.

Voltei a me recostar no banco do carro e olhei fixamente para seus olhos cansados.

— Pode falar, papai!

— Obrigado por ter ajudado seu primo, e não quero que você se preocupe em ser castigado. Isso não irá acontecer. Por mais que você não tivesse permissão para foder com ele diretamente, sei que você agiu da melhor maneira que julgou adequada.

Primeiro fiquei preocupado e um pouco espantado com o que meu dono disse, mas relaxei.

— Tudo certo, papai! Podemos entrar agora?

— Sim, mas vá primeiro para sua mãe, e depois conversamos. Tenho um comunicado para você, mas primeiro vai ver sua mãe, e conversamos quando você voltar.

— Claro, papai!

Soltei o cinto de segurança e abri a porta do carro. Saí de dentro e fui abrir o portão para que papai colocasse o carro para dentro.

Puxei o portão e papai deu novamente partida no carro, colocou-o para dentro e eu voltei a fechar e colocar a trava de segurança no portão.

Passei pelo carro de papai com ele ainda dentro e fui para as escadas que dão acesso à casa de mamãe. Subi os dois lances e bati na porta, comunicando que eu estava para entrar na casa.

TOC TOC.

— Mamãe! Chamei-a.

— Estou na sala, querido!

Entrei pela porta e fui até a sala de estar. Mamãe estava deitada com a televisão ligada na novela e alternava sua atenção entre o celular e a novela que passava na Globo.

— Está tudo bem, meu amor? Perguntou-me mamãe.

— Sim, mãe! E com a senhora?

— Estou, meu bem! Cansado? Está com fome?

— Sim, e sim!!

Mamãe deixou o telefone de lado, levantou-se do sofá e disse:

— Venha, vou te dar comida.

Descemos a escada para o andar de baixo da casa e fomos direto para a cozinha. Mamãe pegou comida na geladeira, colocou-a em cima do fogão e ligou o fogo para esquentar.

— Como foi seu dia? Ela perguntou-me.

— Bem! Mas ainda estou preocupado com meu primo; espero que ele busque ajuda.

— Fiquei sabendo! Entrei em contato com a esposa dele e conversamos bastante; ela disse que vai tentar convencê-lo a fazer um tratamento intensivo para poder melhorar.

— Que ótimo! Espero que ele aceite.

— Já tem planos para amanhã? Perguntou mamãe.

— Papai falou que precisa conversar comigo, acho que ele tem algo em mente. Ele parecia empolgado, mas não falou do que se tratava. Ele te disse algo?

— Não, querido! Mas sua tia Deja mandou mensagem agora, na metade do dia, e disse que seu tio está querendo ir para o sítio com seu pai, mas ainda não combinaram nada.

— Hum! Então já imagino o que papai queira conversar comigo.

Mamãe voltou a falar, mas não consegui mais prestar atenção e me perdi em pensamentos.

Ah, meu Deus! Pensei me tremendo, lembrando do início da minha transformação em escravo, quando fui sodomizado por titio no sítio. Será que papai vai me levar de volta àquele lugar?

— João Pedro, tá me escutando? Perguntou mamãe.

Voltei para a realidade e voltei a falar com mamãe.

— Sim, mãe!

— Então, querido, como eu ia dizendo, seu pai e seu tio irão passar oito dias no sítio e irão te levar. Não sei o que vai se passar lá, mas pedi para tomarem muito cuidado com você. Você já sofreu demais na mão do seu tio no início e espero que não dê mais nenhum problema.

— Certo, mamãe!

Mamãe colocou comida na mesa e fiz meu prato; comi sem pensar em nada. Logo despedi-me de mamãe e voltei para casa, preocupado, mas sem pensar em nada em específico.

Quando entrei em casa, escutei um falatório no andar de cima, mas já sabia que era papai e meu irmão Thiago conversando. E, quando papai notou que eu tinha subido o primeiro lance de escadas, ele me chamou do andar de cima:

— Filho, sobe aqui!

Subi as escadas e fui até a sala de estar, onde ele e meu irmão Thiago estavam sentados, conversando e assistindo televisão.

— Oi, papai! O que queres?

— Senta aqui do meu lado.

Fui até o sofá em que ele e meu irmão Thiago estavam sentados e me sentei no meio dos dois, e passei a prestar atenção em seu comunicado.

— Amanhã iremos para o sítio do seu tio Chico. Vamos eu, você, seu irmão Thiago, seu irmão Juan e seu tio Chico, ok?

— Certo!

— Ficaremos lá oito dias, então hoje é sexta, ficaremos lá até o próximo domingo. Vamos sair de madrugada de hoje para amanhã para chegarmos lá cedinho, e voltaremos na segunda-feira de manhã.
— Ok!

— Suas obrigações serão com nós quatro, e quero que você transe também com alguns animais do sítio.

— Certo, meu senhor!

— É só isso, querido. Vá arrumar sua bolsa, que acordaremos às 4:00 da manhã. A caminhada até lá é um pouco longa.

— Claro, papai, boa noite!

— Boa noite, meu bebê!

Saí da sala, desci as escadas e fui para meu quarto. Separei uma roupa e fui para o banheiro tomar um banho. Estava ainda sujo da foda no cemitério com meu primo, e, sinceramente, essa semana de "férias" será muito bem-vinda.

Abri a porta do banheiro e tirei minhas roupas, colocando-as para lavar. Depois entrei direto embaixo do chuveiro.

Depois do banho, recolhi-me para meu quarto, deitei-me em minha cama pelado e cobri-me com o cobertor. Fiquei mexendo por um tempo nas redes sociais, até que o cansaço falou mais alto e acabei caindo no sono.

Era 4:00 da manhã quando papai bateu na porta do meu quarto.

TOC TOC TOC

— Acorda, filho, você precisa se arrumar para podermos sair.

Levantei da cama na maior preguiça, abri meu guarda-roupa, peguei uma roupa e a enfiei no corpo, calcei minhas meias e um tênis. Não fiz a mala na noite anterior, então coloquei algumas roupas que vieram à minha cabeça dentro de uma mochila que eu deixava em cima do guarda-roupa, e saí do quarto.

Papai já estava pronto, parecia que acordou um pouco mais cedo, e meu irmão Thiago terminava de se arrumar em seu quarto.

Com sonolência, desci até a garagem com minha mochila nas costas e fui para o carro. Papai estava com o portão já aberto e colocava o carro para aquecer o combustível.

Joguei minha mochila no porta-malas do carro e fui me aconchegar no corpo do meu dono, que fumava na calçada de casa.

Papai me agarrou e tilintou o pingente grande FA da minha coleira com os dedos, segurou o pingente e deu um beijo nele, depois me agarrou pela cintura e beijou o topo da minha cabeça, enquanto fumava seu cigarro.

Meu irmão Thiago terminou de arrumar suas malas, desceu com elas em mãos e as jogou no porta-malas do carro. Veio até nosso lado, aproximando-se de mim, e levantou minha cabeça, depositando um beijo demorado nos meus lábios. Eu retribuí, ainda agarrado em papai, até ele me soltar.

Depois ele repetiu o mesmo movimento em papai, beijando-o com carinho. Papai retribuiu e apertou sua bunda.

Alguns minutos depois, papai falou:

— Vamos para dentro do carro, precisamos partir. Ainda preciso passar no seu irmão Juan para pegá-lo.

Nos desgrudamos e entramos no carro com meu irmão no banco ao lado de papai, e eu atrás, sentado no banco do meio.

Papai retirou o carro de dentro da garagem, estacionando-o no meio-fio, depois saiu e foi fechar o portão da garagem. Logo retornou para o carro, desceu o freio de mão e partimos para a casa do meu irmão Juan, para buscá-lo.

Quando entramos na rua da casa do meu irmão, o avistamos nos esperando no portão. Caramba, fazia tanto tempo que não o via ou fazia sexo com ele que me espantei um pouco quando o vi.

Ele não tinha mudado nada, mas, mesmo assim, parecia que não nos víamos há anos. Papai parou o carro na frente da casa dele, e ele entrou no banco de trás junto a mim.

— Bom dia, minha putinha. Quanto tempo, irmãozinho. Sentiu minha falta? Ele perguntou, jogando sua mochila perto de mim e puxando-me pela nuca, metendo sua língua com gosto de café na minha boca, em um beijo bruto.

Quando se separou de mim, respondi:

— Bom dia, irmão, tudo bem? Na verdade, não senti. Eu tenho tanto macho que não tenho tempo nem de pensar direito, quem dirá de sentir falta.

— Mas é uma puta romeira mesmo!

PLAFT, PLAFT.

Ele deu dois tapinhas no meu rosto de leve, rindo, e se voltou para papai e nosso irmão.

— E aí, meus homens, como vocês estão? Sentiram minha falta.

— Faz tempo que você não aparece, Juan. Tomei até um susto quando me respondeu ontem. E que bom que topou nossa aventura.

— Pois é, pai, fico mais na casa da minha namorada.

Papai deu partida no carro assim que meu irmão fechou a porta e iniciou o trajeto até o sítio do meu tio Chico.

Durante o caminho, paramos para tomar um café reforçado em uma padaria, já que a estrada era longa até o sítio. Não nos aventuramos em foder durante o trajeto, até porque queríamos aproveitar para fazermos isso melhor no sítio.

Papai sentava o pé no acelerador para chegarmos o mais rápido possível. Vimos o sol nascer no horizonte, e o dia prometia ser ensolarado e quente.

Por volta das 8:00 da manhã, chegamos ao sítio. Meu Deus, quanto tempo desde a última vez que estive aqui. Ficamos cerca de três dias, se me lembro bem, em que fodi com papai, meu tio Chico e o Luke, seu cachorro.

O carro balançava na estrada de terra, e nós observávamos os sítios de vasta área onde podíamos ver as vacas e os bois pastando, algumas pessoas correndo atrás de galinhas que escapavam dos puleiros. Cercas de arames farpados que delimitavam a frente dos sítios e árvores grandes de frutos carregadas.
Papai suspirava e sorria com os lábios fechados. Minha ansiedade aumentava para cair fora logo do carro e poder, enfim, voltar a explorar o sítio.

Dez minutos depois, papai parou na frente do portão do sítio de titio e buzinou.

Biiii! Biiiiii!

Escutei Luke latir, e logo meu tio Chico veio abrir o portão. Papai entrou com o carro e estacionou ao lado do carro de meu tio, e descemos do carro.

Titio e Luke vieram até nós, com o Luke pulando e abanando o rabo para o meu lado.

— E AÍ, garotão, ainda lembra de mim e do meu cuzinho?

— Ããh! Pode ter certeza de que sim! Soltou meu tio Chico, enquanto eu fazia carinho em Luke.

Meu pai e meus irmãos cumprimentaram meu tio e já começaram a descer as malas do carro e levar para dentro da imensa casa.

Nossa o sítio tinha sido transformado; titio havia trocado a cor das paredes e transferido e separado os animais.

Fomos para dentro da casa com o Luke atrás de nós. Entramos na casa, e titio foi logo nos mostrar nossos quartos. Deixamos nossas coisas em cima das camas e titio chamou-nos para a área da churrasqueira. Aproveitei e tirei meus tênis e coloquei meu chinelo nos pés, papai e meus irmãos também, e seguimos titio até a área de churrasqueira.

Sentamos, e titio perguntou-nos se queríamos cervejas. Eu recusei, já que não bebo bebidas alcoólicas, e meu pai e meus irmãos o acompanharam.

Enquanto eles colocavam o papo em dia, resolvi que iria explorar o sítio e ver os animais. Saí de perto deles, definindo com o Luke fazendo arruaça com meus irmãos. Papai viu-me distanciando e falou:

— Ei, filhote, tá indo para onde?

— Vou ir ver os animais do sítio, daqui a pouco estou por aí!

— Vamos com você, putinha! Disse meu irmão Juan.

Logo ele e nosso irmão Thiago se levantaram de suas cadeiras e vieram atrás de mim, saltitando e se empurrando.

Andamos em direção às bahias dos cavalos; queria ver como eles estavam, fazer carinho e, quem sabe, montar em algum.

Luke, ao ver que estávamos indo para os cavalos, resolveu ficar parado a alguns metros de distância, balançando o rabo. Nos aproximamos dos cavalos e eu fiz carinho em um manga larga preto macho. Ele baixou a cabeça, permitindo que eu o acariciasse. Passei minhas mãos por suas crinas lisas e pelo seu corpão musculoso até a bunda, dei uma batidinha e me agachei para o que me interessava e vi que ele era macho.

Seu pau imenso balançava despreocupadamente junto ao rabo que batia com a pelagem até o chão.

Agachei-me para contemplá-lo e meus irmãos só me olhavam com interesse, até que meu irmão Thiago soltou:

— Caralho, irmãozinho, já está atrás de pica a essa hora? Nem chegamos direito.

— Cala a boca! Falei e voltei a me concentrar no pau do cavalo.

O pau do cavalo à minha frente era preto e brilhoso e me convidava a tocá-lo. Ergui meu braço direito para frente e, com a mão, segurei sem pudor o pau dele e comecei a massageá-lo, batendo uma punheta.

O cavalo ficou parado e atento aos meus movimentos, assim como meus irmãos. Ajoelhei-me no chão, ficando mais confortável e mais próximo da pica do cavalo, e o balancei de um lado para o outro.

Meu coração batia forte no peito, minha boca salivava e estava louco para colocá-lo na boca. Fui me aproximando e, quando cheguei bem perto da ponta do cacetão do cavalo, coloquei a língua para fora e lambi a ponta.

— Huuuuuuuuuum! Gemi baixo, sentindo o sabor, e, abrindo minha boca, fui colocando-o na boca.

Meus irmãos começaram a tirar suas roupas e a se masturbar vendo a cena. Eu fui chupando o pau imenso do cavalo com cuidado para não assustá-lo e levar um coice na cara.

Enfiei-o até onde consegui e comecei a sugar forte, gemendo.

— Huuuuuuuuuum!

Meus irmãos terminaram de tirar suas roupas, se punhetando, e aproveitaram para me ajudar a tirar as minhas. Deixei que eles retirassem minha calça, meus tênis e cueca. Depois me afastei de leve do cavalo e retirei a camiseta, voltando a chupar aquela imensa pica.

Meus irmãos rodearam o cavalo e foram para o seu cuzão, levantaram o rabo com cuidado e olharam.

Meu irmão Thiago aproximou sua boca do cu do cavalo e enfiou a boca dentro do cu dele. O cavalo relinchou como se dissesse que estava bom e se manteve calmo.

Continuei agachado embaixo do cavalo, chupando a vara imensa e grossa dele, sugando forte, rodando minha língua na sua circunferência, até que senti ele esporrar forte, me lavando todo com o jatão grosso de porra. Tomei um pouco da sua porra amarga e me levantei, rodei o cavalo indo para onde meus irmãos estavam.

Virei-me para ver se papai e titio estavam na casa ou se vinham nos ver, e os encontrei andando em nossa direção, conversando.

Me juntei com meus irmãos e os peguei com a cara ainda enfiada no cu do cavalo, e os alertei:

— Papai e titio estão se aproximando.

Meus irmãos pararam de se revezar, e deram espaço e foram ver papai e titio.
Segurei no rabo do cavalo e o ergui, vendo seu cuzão brilhando com as salivas dos meus irmãos. Sem pensar duas vezes, enfiei minha boca no cuzão gostoso dele e comecei a chupar, enfiando minha língua o mais fundo que dava.

Logo retirei minha cara e desci minhas calças com minha cueca, puxei um banquinho que estava ali próximo e que dava para ficar com meu pau na altura do cuzão do cavalo e subi nele, punhetando meu pau. Cuspi um pouco na mão e passei a saliva nele, depois apontei a cabeça da minha pica no cu do cavalo e comecei a penetrá-lo.

Meu pau deslizou macio para dentro do cu do cavalo, que se agitou um pouco, mas permitiu, como um milagre, que eu entrasse. O cu dele estava imensamente quente, o que me fez gozar, mas não fiquei flácido.

Segurei em suas ancas e, com gosto, comecei a foder o cu do cavalo.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Meti forte, gemendo alto e me perdendo desesperadamente no tesão imenso que eu sentia.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Não aguentei muito e gozei mais do que achava possível dentro do seu cuzão e desci do banquinho, tremendo todo, e desabei no chão.

Meu tio, meu pai e meus irmãos estavam atrás de mim e assistiram a tudo de boca aberta e de calças arriadas, batendo uma punheta forte.

Meu irmão Thiago então se aproximou do cavalo, fez carinho nele, mas o que ele queria mesmo era outra coisa. Em vez de foder o cavalo como eu fiz, ele pegou o banquinho que eu tinha usado e foi para a égua branca que estava na Bahia ao lado. Ele entrou pisoteando o feno do chão, colocou o banquinho no chão e aproximou a boca da buceta da égua e deu uma chupada e uma cuspida. Logo cuspiu na mão e passou no seu caralho, subiu no banquinho ficando com o pau na altura da grande buceta da égua, segurou em suas ancas e começou a penetrá-la.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu e empurrou o pau duro até sua virilha bater na buceta da égua. Esperou alguns segundos, sentindo a quentura da buceta, e logo começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Seus movimentos eram fortes e rápidos; ele a fodia sem pena, batendo seu pau duro fundo nela e sua virilha nas ancas largas.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Até que me chamou com a mão. Eu me aproximei e ele retirou seu pau rapidamente de dentro da buceta da égua, me colocou com o pau na buceta dela, fazendo eu penetrá-la, e enfiou seu pau no meu cu e gozou.

— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Conforme seu gozo invadia meu cu, ele bombava na minha bunda, fazendo eu foder ainda mais forte a égua. Deu duas cravadas fundas no meu cu, despejando o resto da sua porra, e saiu de trás de mim.

Eu continuei na buceta da égua, mas logo fui retirado pelo meu irmão Juan. Ele queria a vez dele, e, em vez de penetrar a buceta da égua, assim como eu e nosso irmão, ele levantou o rabo da égua e cuspiu no seu cuzão.

— Ptiu!

Esfregou o cuspe e segurou seu pau pela base, e começou a penetrar o cuzão da égua.

A égua deu um relincho e se moveu um pouco, e em segundos meu irmão Juan começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Hãããããã

Sua virilha batia com força nas ancas largas da égua até ele berrar e gozar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

— Aaaaaaargh! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Saiu de dentro da égua, ofegando. Papai e titio bateram uma bronha forte e gozaram juntos, sujando-se e observando tudo.

— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Com nós cinco ofegando, recolhemos nossas roupas e voltamos para a casa do sítio.

Entramos e eu e meus irmãos fomos para o banheiro. Entramos e tomamos um banho, revezando entre nós três o chuveiro.

Desligamos o chuveiro, trocando beijos carinhosos, e saímos do banheiro ainda pelados para o quarto. Fomos até nossas malas e pegamos cada um uma cueca limpa e a colocamos. Meus irmãos optaram por ficar só com um shorts sem cueca por baixo, e eu coloquei uma camiseta junto por não me sentir confortável o suficiente com o mesmo código de vestimenta.

Colocamos nossos chinelos e voltamos para a área de churrasqueira. Nosso pai e tio conversavam sobre trabalho e, quando notaram nossas presenças, mudaram de assunto.

— Meninos, e aí, aproveitaram bastante a foda? Perguntou meu tio Chico.

— Com toda certeza, tio! Respondeu meu irmão Thiago.

— Que bom, meninos, mas não tenham pressa, vocês têm tempo para aproveitar as fodas durante os oito dias que ficarem aqui.

Balançamos afirmativamente a cabeça e nos levantamos para procurar algo para comer.

Papai e titio voltaram a conversar, e preparei um pão com queijo e peguei um copo de suco.

Sentei-me ao lado de papai em uma cadeira e fiquei comendo enquanto ele me alisava e, às vezes, dava um sorriso para mim.

Depois do café, peguei meu celular e fui me comunicar com mamãe. Tentei ligar para ela, mas o sinal estava horrível e não completava a ligação. Então mandei mensagem via WhatsApp, avisando que tínhamos chegado, e que estava tudo bem e que, daqui a oito dias, nos veríamos novamente.
Procurei sinal por dentro da área da churrasqueira onde estávamos e, a muito custo, consegui enviar a mensagem. Voltei para o colo de meu pai até que todos tivessem terminado o café.

Quando meu tio começou a lavar a louça, fui para o sofá junto com papai. Ele acariciava-me e beijava meu pescoço, até que disse:

— Mais tarde, meu filho, quero que você satisfaça eu e seu tio lá no estábulo, do mesmo jeito que vi você fazendo com o cavalo.

— Claro, papai! Você vai deixar mesmo meu tio me foder durante os oito dias?

— Sim, minha gracinha! Mas não se preocupe, ele não vai mais te machucar, porque sabe o que farei com ele se judiar do meu bebê.

— Tudo bem, então, meu Senhor!

Papai beijou o topo da minha cabeça e começou a prestar atenção ao jornal que passava na televisão.

As horas foram passando, e o dia cada vez mais ia esquentando. Lá fora meus irmãos ficaram agitados, e pude escutar eles berrando para meu tio.

— Tio, dá para usar a piscina? Tá um calor do caralho! Meu irmão Juan berrou ao longe da área mais afastada da piscina.

— Claro, sobrinhos, vão chamar seu irmão lá dentro para se refrescar também.

Ao escutar a fala de meu tio, saí dos braços de papai e fui para o lado de fora da casa. Meus irmãos, ao me verem, fizeram sinal para que eu me juntasse a eles.

Retirei minhas roupas e fiquei pelado; seria uma ótima oportunidade para nadar pelado, e corri para a piscina, dando um tibum.

Meus irmãos fizeram arruaça dentro da piscina comigo, passando as mãos bobas pelo meu corpo, cutucando aqui e ali em meu orifício anal, e apertavam meu pau e minhas bolas, enchendo meu saco. Eu tentava me soltar e, às vezes, os provocava, dando alguns apertões em seus paus, bolas e bundas. Meus irmãos me agarravam quando eu conseguia buliná-los e voltavam a me bolinar com todos nós rindo. Até que as coisas esquentaram e ambos foram me induzindo aos poucos a um sexo dentro da piscina.

Meu irmão Thiago beijou minha boca com ternura, enfiando sua língua dentro dela, caçando a minha. Chupou-a enquanto suas mãos acariciavam meu corpo.

Meu irmão Juan veio para trás de mim e começou a beijar meu pescoço, esfregando seu pau, que ficava aos poucos duro encostado na minha bunda.

Ainda beijando meu irmão Thiago, fui colocado de quatro dentro da piscina e tive minha bunda aberta pelo meu irmão Juan. Ele segurou na base da sua pica e passou a cabeça no olhinho do meu cuzinho, pincelando para cima e para baixo. Deu duas batidas com a cabeça de seu pau no olho do meu cu e, com cuidado, começou a pressionar a entrada. Meu cuzinho foi se abrindo e permitindo sua invasão, me fazendo gemer de prazer.

— Huuuuuuuuuum! Gemi.

Ele foi entrando com paciência dentro de mim, enfiando lentamente, deixando seu cacete duro e molhado pela água invadir deliciosamente meu cuzinho até encostar sua virilha e bolas com pelos aparados na minha bunda.

Esperou alguns segundos, sentindo meu cuzinho mastigá-lo, e, sem qualquer aviso, começou a bombar.

PLOC, PLOC PLOC, PLOC, PLOC...

Ele segurava firme na minha cintura, indo para frente e para trás, gemendo baixo de olhos fechados, rebolando.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

Meu pai e meu tio pararam de conversar e apenas nos observavam, apertando os paus duros por cima da calça de moletom.

Com a fome de um leão observando sua presa, meu pai deu um empurrãozinho no braço do meu tio sem desgrudar os olhos de nós e disse:

— Já chega, está na nossa vez de foder o escravinho, venha!

Eles se levantaram das cadeiras, deixando suas bebidas repousadas na mesa que estava no final, e vieram para a piscina.

— Acabou a palhaçada! Disse papai na borda da piscina: — Venha, filho, agora é minha vez e a de seu tio.

— Porra, pai, agora que estávamos quase gozando. Brandou bravo meu irmão Thiago, batendo forte sua virilha na minha bunda, me fodendo com força, tentando gozar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Largue seu irmão logo, Thiago! E me entregue, senão tiro ele à força.

— Hãããããã, papai! Eu gemia na pica do meu irmão Thiago enquanto meu irmão Juan batia com seu caralho na minha cara.

— Anda, porra, me dá ele!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Ããããã Ããããã Ããããã PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Meu irmão Thiago bateu forte sua virilha na minha bunda e gozou dentro de mim, tremendo.

Na minha boca, em vez de meu irmão Juan gozar, acabou que, no desespero, mijou, fazendo com que eu bebesse cada gota.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB, GLUB.

Segundos depois fui liberado, meus irmãos ficaram ainda dentro da piscina e papai puxou-me pela mão para fora e colocou-me no colo. Virou-se e, acompanhado de titio, e fomos para dentro de casa.

Fui levado até o quarto onde papai e eu dormíamos. Ao chegar, fui atirado de bruços na cama, e papai não quis nem saber. Abriu minhas nádegas e caiu de boca, enfiando fundo sua língua molhada e quente.

Ele e meu tio Chico começaram a se despir com agilidade e, em poucos segundos, estavam os dois nus e de pau duro na minha frente. Colocaram suas picas na minha cara e me fizeram abrir a boca.

Os dois cuspiram dentro da minha boca e socaram a pica para dentro, revezando-se entre eles.

— GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Os dois acariciavam minha cabeça careca e socavam as picas grossas na minha boca, contorcendo-se de prazer e fazendo seus sacos maduros baterem em meu queixo.

Logo meu pai saiu da minha boca, deixando meu tio socar mais um pouco. Foi para minhas nádegas e as abriu, cuspiu no meu cuzinho e preparou o pau na entrada do meu cuzinho, mas então parou e disse:

— Quer saber? Aqui não! Vamos voltar para os estábulos; quero fazer o que você e seus irmãos fizeram de manhã. Transaremos com os cavalos.

Meu tio parou de bombar na minha boca e, obedecendo ao que papai sugeriu, me pegou no colo e, com papai na frente conduzindo, voltamos para os estábulos. Passamos por dentro de casa, depois pelos meus irmãos, que nos observavam da piscina.

Nós andamos até os estábulos, meu pai abriu a porteira e fomos para uma baia de um cavalo marrom macho. Papai adentrou a baia comigo ainda no colo do meu tio e pediu para ele me colocar de quatro em cima do feno.
Meu tio posicionou-me como papai havia pedido e se afastou. Em seguida, papai veio para trás de mim, abrindo novamente minhas nádegas, e cuspiu novamente no meu cu e enfiou seu pau no meu cu até suas bolas baterem nas minhas nádegas lentamente. Em seguida, esperou um minuto, sentindo meu cu mastigar seu pau, e começou a bombar, segurando em meus ombros e gemendo como um touro.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— HUUUUUUUUUUM! Papai gemia grosso e alto enquanto me comia.

— Huuuuuuuuuum! Meu senhor, isso come meu cuzinho de bicha!

Eu rebolava no seu pau, me segurando no bloco de feno do estábulo, com meus olhos fechados, sentindo meu cu ser deflorado por papai. Seu pau duro deflorava meu cuzinho com paixão, fazendo-o gemer alto, e me proporcionou um orgasmo lento e demorado.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemia mais forte e disparou com mais força no meu cu até tremer e me apertar forte de encontro com seu corpo e gozar fundo dentro de mim.

— Hãããããã! PLOC! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!!!

— Arf, arf, arf, arf, arf, arf...

Com o coração acelerado, ofegando e tremendo, papai foi se desprendendo de mim. Afrouxou o abraço apertado e retirou seu pau, que estava meia bomba, de dentro do meu cuzinho e se jogou em um bloco de feno ao lado do meu.

Meu tio, que alisava seu cacete duro assistindo a tudo recostado no estábulo, veio até mim quando papai saiu de trás, segurou com firmeza na minha cintura e perguntou:

— Está tudo bem, sobrinho? Aguenta eu meter em você?

— Só mete, titio! Não tenha dó, nunca se esqueça de que eu sou um escravo e minha resistência agora é muito maior do que quando você me fodeu pela última vez!

— Certo! Ele disse e posicionou-se atrás de mim.

Com meu cuzinho escorrendo a porra de papai, meu tio afastou suas pernas e segurou na base do seu cacete duro, abriu minhas nádegas com a mão esquerda e, com a direita, apontou a cabeça da pica no olho do meu cu e pressionou.

— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos, e seu pauzão foi entrando, deslizando suavemente, centímetro por centímetro, até sua virilha e bolas baterem nas minhas nádegas.

Esperou alguns segundos, sentindo meu cu apertar seu pauzão, e começou a bombar lentamente.

PLOC... PLOC... PLOC...

Ele segurava firme em meu quadril e ia com calma para frente e para trás. Apoiou seu pé direito no feno ao lado do meu corpo e foi aumentando gradativamente as bombadas.

PLOC, PLOC, PLOC...

Até chegar a bombar com força e brutalidade, gemendo alto e me levando à loucura.

— Hããããã! Hããã!!!!!

VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT

— Isso, amor do tio, geme, sinta minha rola grossa te destrossar. É isso que você merece por ser viado e escravo. Isso, toma, toma.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Eu só sabia gemer e agradecer baixinho por estar levando rola grossa no cu, rebolava loucamente para ele, esperando que ele me desse leite grosso de saco de macho, e ele bombava, bombava, bombava gostoso e com força, até não se aguentar mais e dar a última estocada e gozar fundo no meu cu, gemendo alto.

PLOC!

— Hããããã!!!!!! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Ofegando e tremendo muito com o orgasmo, caiu em cima de mim no feno, fazendo-o se desequilibrar e nos derrubar no chão da baia.

Os cavalos não se mexeram e papai só observava tudo, cansado e suado.

Não prestamos atenção na hora, mas já era noite; meus irmãos tinham ido para dentro de casa e já tinham tomado seus banhos e se trocado.

Nós três nos levantamos e saímos do estábulo, conferindo se as baias estavam fechadas. Titio aproveitou e colocou água para os cavalos e ração. Depois trancou tudo e nós três voltamos juntos para casa.

Entramos e fomos direto para o chuveiro, tomamos banho os três juntos com papai e titio, fazendo eu tomar deus mijos, e nos trocamos. Logo saímos e fomos direto para a cozinha da casa do sítio para jantarmos.

Meus irmãos estavam na sala assistindo televisão e, quando se deram conta de que já estávamos sentados à mesa, vieram correndo.

Meu tio colocou a comida das sobras do almoço na mesa, sentamos todos à mesa e jantamos nos olhando, sorrindo e, às vezes, trocamos várias carícias com as pernas em baixo da mesa.

Por volta das 22:00, papai e eu fomos para a cama; meus irmãos e meus tios ficaram assistindo à televisão até mais tarde. Deitei com papai na cama de casal que meu tio tinha reservado para nós, e ele me abraçou apertado, enfiou seu rosto no meu pescoço e deixou que o sono o embalasse.

Sorri para mim mesmo e me aconcheguei melhor nos braços de papai. E, assim como ele, deixei meu corpo repousar e se aquecer, e, enfim, o sono tomou conta de mim.

Comentários (2)

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  • Filho do papai: Cara que conto gostoso. Sério. Faz mais por favor, gozei todinho com a parte dos cavalos.

    Responder↴ • uid:1ej46lgmekic
    • Tártaro: Finalmente voltei a escrever como antes , tava difícil de encontrar minha essência, vou escrever o resto, serão 8 capítulos no sítio e um extra.

      • uid:1edbt7es28lj