Escravo Familiar: Capítulo 59 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 07)
Olá, aqui quem fala agora é o João Batista, papai do Escravo Familiar e do Punitivo, e esse próximo conto eu irei narrar junto ao Familiar. Espero que gostem e gozem bastante. Um abraço.
Era por volta das 7:30 da manhã quando despertei ao lado do meu amor na cama, meu bebê mimado. Meu carequinha estava dormindo ao meu lado, com sua bundinha gostosa e magra encostada no meu pauzão grosso que pertencia a ele, me fazendo sentir a maciez e a quentura de sua pele de pêssego.
Abracei-o com carinho e enfiei meu nariz em seu pescoço, sentindo o cheiro doce e suado que ele exalava, enquanto meu pau meia-bomba encostava no vão de suas nádegas e nossas pernas se roçavam sutilmente, assim como nossos pés. Nossa, como eu, papai desse cheiroso, amo esse cheiro.
Eu sabia o quanto era errado mimar esse garoto, e sabia o quanto às vezes esse viadinho de pai podia ser chatinho, exigente, mas não sabia fazer outra coisa a não ser mimá-lo ainda mais. Paparicá-lo é a coisa que mais amo fazer, e não só eu, mas seu padrinho Leandro, que passou essa semana toda me infernizando para saber como o afilhadinho putinho dele estava.
Meu Deus, faltavam apenas três meses para meu amor completar um ano como Escravinho. Não me arrependo de ter transformado ele, jamais, mas, se eu pudesse voltar atrás no tempo, não teria feito isso.
Me sinto culpado e me cobro muito quando um dos filhos da puta desobedece às regras e faz meu docinho sofrer. Ele é um escravo para o prazer sexual; se fosse para nos retirar o estresse por meio do sadismo, seria apenas um escravo comum, e talvez não o teria mais.
Não posso imaginar ficar sem meu bebê, e prometo que, quando voltar para casa com ele, a primeira coisa que vou fazer com ele é um amor intenso, só eu e ele. Os próximos machos da família que esperem mais um pouco; não tenho pressa em entregá-lo para nenhum outro macho por enquanto, por mais que eles estivessem me infernizando.
Caraca, não tinha percebido, mas estava precisando usar o banheiro. Preciso me levantar, estou ficando de pau duro recostado com meu pau no seu rego, e minha bexiga dói, e esse dengoso ainda está dormindo, e não vou enfiar meu pau na sua boca com ele dormindo, e não quero acordá-lo ainda. Vou precisar me aliviar de outra forma agora de manhã. O que será que o Chico tem para nós hoje? Minha cabeça estava a milhão e não estava pensando direito; meus pensamentos se embolavam com a enxurrada que vinha logo em que abri meus olhos.
Mas precisava urgentemente levantar. Então me desgrudei do meu filhote e joguei o cobertor para o lado, pulando da cama para não dar tempo de querer ficar agarradinho nele. Voltei a cobri-lo, tampando seu corpo nu, sua bundinha gostosa, para proteger do vento frio, e fui em direção ao banheiro. Abri a porta e entrei, acendendo a luz, e me encaminhei até a privada. Levantei a tampa do assento e coloquei meu pau duro para fora, puxando a pele que recobria a cabeça, e mirei a cabeça do meu caralho na água da privada para soltar meu mijo concentrado.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Merda, que porra, é uma bosta mijar de pau duro, não dá para direcionar direito minha giboia na privada estando dura. Se meu dengo tivesse acordado, faria-o tomar meu mijão paterno, e depois meu leitinho quente e grosso, mas, nesse momento, o que me resta é eu me resolver sozinho. Então, chacoalhei meu pau duro para cima e para baixo, fazendo várias gotas de urina caírem na água do vaso. Em seguida, estiquei meu braço esquerdo, segurando-me na parede com a palma da mão grudada no azulejo do banheiro branco, e, com a mão direita envolvendo meu caralho quente, comecei a me masturbar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto enquanto fechava meus olhos e meu cérebro me deu uma imagem do Punitivo de joelhos na minha frente, no lugar da privada, segurando meu cacete duro, o cacete grosso que fez sua mãe chorar ao concebê-lo. E imaginei sua boca rosada, molhada, com a barba por fazer, envolta do meu caralho grosso, deslizando para cima e para baixo, revirando os olhos, enquanto minha mão ia para trás de sua cabeça e comandava a velocidade da mamada.
Acelerei minha punheta, ofegando alto, com minha mão indo para frente e para trás com rapidez, e gemi chamando pelo nome do meu filho mais velho.
— Hããããããã, Thiago, isso, filhote jamanto, chupa o caralho de papai, o lugar de onde você saiu. Huuuuuuuuuum! Assim!
Aumentei mais a velocidade da minha punheta, entregando-me de corpo e alma para aquele momento, e logo gozei forte, tremendo e sujando a privada e o azulejo do banheiro com jorros grossos e violentos do meu leite grosso.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Pffffffffffffffffffffffff
Meu pau parecia uma metralhadora atirando porra na tampa do vaso. Ofeguei forte enquanto terminava de jorrar as últimas gotas da minha gala na privada, imaginando ser o rosto do meu mais velho. Depois de satisfeito, dei descarga na privada, fui para a pia e lavei minhas mãos na torneira. Depois peguei um pedaço de papel higiênico e limpei a sujeira que tinha feito com minha porra e descartei no lixinho do banheiro ao lado da privada.
Voltei a me recostar na pia e olhei meu reflexo no espelho, analisando minhas rugas e linhas de expressão, me dando conta de o quanto o tempo havia passado, mas logo parei com as distrações e voltei minha atenção de volta ao que deveria fazer ali. Peguei minha escova de dente e a bisnaga de pasta de dente, e coloquei uma porção nas cerdas, depois comecei a escovar meus dentes.
Depois de passar as cerdas em todos os dentes, na língua e nas bochechas, enxaguei com água corrente, fechei a torneira e sequei minha boca na toalha de rosto pendurada na parede acima da pia, e apaguei a luz do banheiro, saindo para o quarto. Olhei em direção à cama e vi meu dengoso dormindo levemente, calmo, agarrado ao meu travesseiro, provavelmente sentindo meu cheiro.
Sorri e saí do quarto logo antes que voltasse para a cama e fodesse o cuzinho guloso do meu amor.
O ar frio e fresco da manhã invadiu minhas narinas quando saí do quarto e fui para o corredor, clareando melhor minha mente. É melhor eu descer para tomar café. Será que meu irmão já acordou?
Atravessei o corredor e desci as escadas. Meus passos preguiçosos desciam os degraus da escada, fazendo um barulho seco no piso, enquanto minha mão deslizava pelo corrimão da escada.
A casa estava quieta, silenciosa, com as luzes apagadas, demonstrando que todos ainda estavam em seus quartos. Terminei de descer as escadas e me virei para a sala de jantar. Entrei acendendo a luz e fui direto preparar um café preto na cozinha integrada. Não conseguiria iniciar o dia sem antes tomar um belo café preto logo após acordar.
Fui para a pia e peguei uma caneca no armário abaixo, enchi com água da torneira e coloquei no fogo do fogão para esquentar.
Enquanto isso, peguei outra caneca, o coador de pano e o suporte para preparar o pó do café, adicionei três colheres de açúcar na caneca e cinco de pó de café no coador de pano, me recostei no mármore da pia e esperei a água quase ferver para poder passar o café.
Enquanto isso, verifiquei minhas mensagens no celular, respondi a alguns clientes que me cobravam mercadorias e disse que voltava daqui a três dias para entregar os materiais, e depois, soltando o celular em cima da pia ao meu lado, voltei a me concentrar na água que começava a quase ferver.
Cerca de vinte minutos depois a água começou a querer levantar a fervura, e eu a desliguei e comecei a derramar em cima do pó no coador, enquanto, com uma colher, eu mexia calmamente, misturando o pó na água quente.
Concentrado na tarefa, mas não sem deixar de me atentar à minha volta, escutei duas portas abrirem no andar de cima e passos pesados andarem até a escada.
— Bom dia, tio. Dormiu bem? Meu filho Thiago havia acordado no mesmo instante que meu irmão, e se encontraram no corredor.
— Bom dia, sobrinho. Dormi com os anjos, e você, grandalhão?
— Também, quais são os planos para hoje?
— Bom, quero sua ajuda para arrumar o quartinho das ferramentas. Só preciso de você e não vai demorar muito. Depois voltamos à programação dos cuidados com os bichos, ok?
— Sem problemas! Bora descer?
— Vamos, sobrinho, você na frente!
Escutei os passos dos dois descendo as escadas e depois vindo até a cozinha.
Ao entrarem, saudaram-me:
— Bom dia, meu irmão! Já passando aquele cafezinho? Disse meu irmão para mim, sorrindo, aproximando-se de mim e me dando um beijo na bochecha.
— Bom dia, Chico. Nada melhor do que um café fresco logo cedo. Bom dia, Punitivo. Cadê o folgado do Juan?
— Bom dia, pai. Tá dormindo todo arreganhado na cama. Eu deveria era foder o cuzinho do folgado agora cedo. Ficou com a maior parte da cama, me deixando somente com uma pequena parte, vagabundo! Disse-me o Thiago.
— Ah, Juan, eu te pego depois!
— Qual a boa do dia? Perguntou Thiago.
— Sobrinho, preciso da sua ajuda no quartinho de ferramentas hoje. Vou organizá-lo antes de irmos embora, poderia me ajudar?
— Claro, tio, é para já? Vai ser logo após o café?
— Sim, depois voltamos para a organização dos animais no sítio.
— Sem problemas. Disse meu filho Thiago.
— Vocês poderiam já começar a arrumar a mesa, né? Eu disse para os dois que começaram a se sentar na mesa.
— Certo! Disse Chico, voltando-se a se levantar e ir para os armários pegar copos, xícaras e pratos. Depois pegou pão, leite, requeijão, frios e manteiga na geladeira e organizou tudo na mesa.
Os dois sentaram-se e começaram a cortar os pães e passar manteiga.
Terminei de passar o café e reesquentei no fogo do fogão, depois despejei-o na garrafa e levei para a mesa.
Sentei ao lado de meu filho e comecei a preparar um pão e colocar um pouco de café na xícara.
Nós três comemos em silêncio e, logo, os dois se levantaram juntos, me deram um beijo na bochecha e se encaminharam para a porta de saída.
Ao longe pude escutá-los conversando enquanto caminhavam para o quartinho.
Continuei tomando meu café e voltei a conferir novamente minhas mensagens, enquanto esperava dengoso e o preguiçoso levantarem da cama.
NO LADO DE FORA DA CASA...
— Então, sobrinho, eu quero saber uma coisa antes de entrarmos no quartinho.
— Pode falar, titio! Disse Thiago.
— Eu trouxe você comigo não só para arrumar o quartinho das ferramentas, mas porque estou louco para comer seu cuzinho. Se não quiser me dar, eu entendo. Sua função na família é ser mais ativo e submeter os membros que desobedecem às regras ao seu prazer.
Já provei isso lá no início, durante a iniciação do seu irmãozinho, e, por mais que naquela época eu não gostasse de dar meu cuzão, eu senti um pouco de tesão naquele momento. Mas agora quero ver e sentir seu cuzão grande, mastigando meu caralho grosso. O que você me diz, topa?
— Caralho, tio, você trouxe uma lembrança que eu adoro relembrar. Seu cuzão peludo é uma delícia, se me permite elogiar. E, como já fui fodido várias vezes, da iniciação do meu irmão até hoje, eu até permito que o senhor me foda, mas não seja bruto comigo. Faz alguns dias que não sinto uma rola entrar dentro de mim.
— Sem problemas, Punitivo, serei carinhoso.
Eu e meu sobrinho continuamos o percurso da casa principal até o quartinho de ferramentas, e, depois de cinco minutos de caminhada lenta, paramos em frente à porta do quartinho.
Destranquei utilizando a chave que havia pegado logo cedo na cabeceira da cama, e entramos acendendo a luz no interruptor da parede esquerda.
O quartinho realmente não estava nas melhores condições, e foder ali com meu sobrinho parrudo e imenso não seria muito fácil. Então é melhor começarmos a arrumar espaço; depois partiremos para uma pegação bruta.
Thiago entrou já mexendo em algumas caixas das paredes laterais das prateleiras, olhando dentro delas para poder ver o que continham. Eu já tinha noção de todos os itens que estavam armazenados ali; era mais para tirarmos o pó e colocarmos venenos para ratos e baratas.
Começamos a movimentar as caixas e passar o espanador nas prateleiras e reorganizá-las por tamanho e peso, as maiores e mais pesadas atrás, enquanto as menores e mais leves na frente. Verificamos as ratoeiras, mas a todo momento acabávamos nos esbarrando, nos roçando aqui e ali por conta do espaço pequeno. Não encontramos nenhum rato ou sinal deles, assim como as baratas, graças a Deus.
Então, continuamos sem preocupação a movimentar as caixas e sacos nas prateleiras do quartinho. Aos poucos, a temperatura do dia começava a aumentar, e nossos corpos, que se esbarravam a todo momento, transpiravam, deixando nossas peles pegajosas e exalavam o cheiro natural de nossa testosterona.
Thiago é imenso, então ocupava muito do pequeno espaço e, de vez em quando, roçava sua bunda no meu corpo, seu pau no alto da minha bunda, me fazendo senti-lo endurecer e me deixando arrepiado e com tesão.
Trocávamos de posição a todo momento, nos revezando e nos esbarrando, até que nossos pensamentos voltassem para o início da nossa conversa e viramos um pouco a cabeça de lado, buscando um ao outro, e começamos a nos olhar fixamente com uma caixa em mãos.
Aos poucos fomos mudando de posição e paramos de frente um para o outro, e nossas respirações começaram a se alterar. Nossa respiração passou a ficar ofegante, nossos peitos subiam e desciam com uma certa rapidez exagerada, e observei que nossos paus estavam ficando duros dentro das calças. Deixamos o tesão falar mais alto e as caixas escorregarem, batendo no chão. Nos aproximamos e nos atracamos ali mesmo, como dois machos que se amam.
Nossos braços se entrelaçaram em nossos troncos, fazendo nossos peitos se chocarem junto às nossas barrigas e rolas duras dentro das bermudas de moletom que usávamos, enquanto nossas bocas se grudaram em um beijo forte de língua.
Meu sobrinho, sendo maior e mais forte do que eu, me prensou na parede do quartinho e segurou na barra da minha camiseta, parando de me beijar. Fez-me erguer os braços e a puxou, retirando-a pela minha cabeça.
Em seguida, retirou sua camiseta, deixando seu peito imenso, largo e definido à mostra, e puxou-me pela cabeça para eu chupar seus mamilos rosados.
Abocanhei o mamilo direito e o suguei forte, fazendo-o gemer alto, e fui descendo, beijando seu peito, sua barriga parruda até o cós da sua bermuda.
Segurei com as duas mãos no cós da sua bermuda e puxei-a com força junto da cueca até seus imensos pés 44, fazendo-o retirar os chinelos e retirar a bermuda.
Em seguida, joguei-as para o lado e me ajoelhei no chão, levando minha mão para seu cacete duro. Punhetei ele por alguns minutos, sentindo seu caralho pulsar na minha mão, enquanto ele começava a gemer. Logo aproximei minha boca da sua rola grossa e rosada e a abocanhei, deixando sua vara entrar na minha boca até a garganta, seu saco bater no meu queixo e sua virilha sarrar meu nariz.
Ele urrou e se contorceu, levando sua mão para trás da minha cabeça e começou a levá-la para frente e para trás.
— Hãããããã! Ele gemeu alto.
— Caralho, tio, que boca quente, isso me chupa, porra!
Deslizei meus lábios para frente e para trás, sugando-o igual o escravinho fazia quando nos chupava, e o vi se contorcer e gemer.
Lambi seu pau, depois de chupar da base até a ponta, e desci para suas bolas, lambi-as, mordiquei-as e as chupei com força. Meu sobrinho delirava de prazer e, sem avisos, retirei minha boca e o virei de costas com uma certa brutalidade.
— Oooooh! O que o... Ãããããh! Ele gemeu enquanto eu abri suas nádegas gordas e peludas, olhei seu cuzão rosado, peludinho e meti minha língua nele, lambendo e enfiando minha língua o mais fundo possível dentro dele.
O Thiago começou a rebolar na minha boca, na minha cara, enquanto gemia e puxava com uma das mãos minha cara para seu rabo guloso.
Levei minhas mãos para suas nádegas e as apertei com força, fazendo-o gemer mais, e retirei meu rosto do meio delas, me ergui segurando meu pau que estourava de duro, e pincelei seu cuzinho, separando suas nádegas.
Fiz ele empinar a bundona e se segurar em uma das prateleiras do quartinho, e apontei a cabeça no olho do seu cuzão rosa, e comecei a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos alto quando a cabeça da minha pica entrou rasgando seu cuzinho. Retirei e cuspi na mão, passei uma porção de cuspe no cuzão tesudo dele, que piscava alucinadamente, e repeti o ato, passando o cuspe na minha rola grossa e, segurando-a pela base, pincelei de cima para baixo no cuzinho dele, e apontei a ponta da pica na olhota do seu cuzinho e comecei a forçar.
— Hãããããã, tio, Ãããããh! Devagarinho!
Meu sobrinho jamanto empinou mais a bunda para trás e separou suas nádegas para me ajudar a me acomodar dentro dele, enquanto fechava seus olhos e abria a boca em um "O" para expressar seus sentimentos.
Segurei firme em seus ombros largos, deixando-o imóvel para não escapar da minha rola, e fui deslizando suavemente e lentamente para dentro do seu cuzão.
Que delícia, a sensação era muito melhor do que foder o cuzão de seu pai, meu irmão, mas não chegava aos pés do que era foder o escravinho familiar.
O Thiago mastigava com o cuzão guloso, meu caralho, conforme eu ia entrando e o alargando. Seu cuzão estava quente e molhado por conta do cuspe farto e deslizava igual à manteiga quente na faca no meu caralho grosso.
Eu o segurei com carinho e, enquanto ia deslizando para dentro dele, beijei seus ombros grandes para distraí-lo e afundei meu caralho bem fundo dentro dele, fazendo minhas bolas encostarem em suas nádegas.
Fiquei parado logo que meu pau duro se alojou e senti ele rebolar, mordisquei o lóbulo de sua orelha e falei baixinho:
— Estou todo dentro, tá confortável?
— Huuuuuuuuuum! Sim, tio, só estou um pouco mole, não dou a um tempo! Disse Thiago e o puxei para um beijo farto de língua.
Enquanto nos beijávamos, aproveitei e comecei a movimentar meu quadril para frente e para trás, fazendo meu caralho grosso entrar e sair com calma de dentro de seu cuzão. Apertei mais minhas mãos em sua cintura e fui aumentando gradativamente a velocidade dos meus movimentos, sentindo seu cu se alargar e se moldar no formato do meu caralho.
Thiago e eu passamos a gemer juntinhos, ao mesmo tempo, na mesma intensidade, entregando-nos ao nosso prazer.
— Hãããããã. Hãããããã.
Aumentei mais a velocidade no seu cu e parei de beijá-lo, jogando seu tronco para frente. Dei um tapa farto no seu bundão de macho e comecei a bombar com força.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
— Hãããããã! Hãããããã!
Ele gemia alto e grosso enquanto eu lhe dava palmadas fortes no seu cuzão, fazendo ele rebolar ainda mais.
— Isso, titio, fode meu cu, caralho, fode meu cuzão tesudo, porra, me transforme na sua bixa, na sua putinha submissa, caralho! Oooooommm!
PLAFT PLAFT.
— Toma pica, Thiago, toma pica, putinha do tio! Esse é o troco por ter comido meu cuzão de macho no passado. Entenda que eu sou seu tio, caralho. Entenda que agora eu sou seu macho, e que agora você terá que chupar e sentar sempre no meu caralho, porra!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nossos corpos batiam com total força um no outro, chocando-se como dois carros se batendo em alta velocidade. Nossos sacos no meio de nossas pernas se encontravam balançando e batendo com força, fazendo-nos gemer ainda mais alto, e nossos pés se atropelaram tentando manter o equilíbrio e a excitação exagerada.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
O cuzão de meu sobrinho parecia um giroflex de ambulância piscando loucamente, mastigando meu cacete socado no seu cu, e me fazendo lutar para segurar o orgasmo.
Deitei-me em cima do seu tronco e levei minha mão direita para o seu caralho e comecei a bater uma forte punheta para meu sobrinho.
— Hããã! Isso, tio Chico, destrói meu cuzão de macho, transforme-o em sua cuceta! Ããããã!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Senti meu corpo tremer com violência e seu cuzão morder meu caralho. Meu pau duro fisgou, anunciando que eu estava próximo de gozar, e aumentei a velocidade das bombadas, e gozei, cravando fundo no cuzão guloso do meu sobrinho, fazendo ele gozar junto comigo.
— Aaaaah! Toma, desgraçado! PLOC! Ãããããh! Pffffffffffffffffffffffff
Pffffffffffffffffffffffff
Thiago gozou, sujando a prateleira que começamos a limpar em uma explosão de leite grosso, e eu inundei seu cuzão grande com meu leite farto.
Me agarrei a ele com força, tremendo e ofegando, até parar de gozar dentro do seu cu.
Depois sai de dentro dele, fazendo o mar de porra escorrer por suas pernas. Meu sobrinho virou-se de frente para mim e me abraçou, beijando-me a boca, enfiando sua língua quente e grossa dentro da minha boca, fazendo-me chupá-la, e nos abraçamos por um longo tempo.
Quando recobramos o fôlego, recolhemos nossas roupas, dobramos e colocamos em um canto, e voltamos à limpeza do quartinho.
Terminamos de passar o espanador e o pano nas prateleiras e reorganizamos todos os materiais das prateleiras como havíamos iniciado: as maiores e mais pesadas atrás e embaixo, e as mais leves, menores na frente e em cima.
Em seguida, varremos o chão e organizamos as pás, vassouras e rodos na parede do fundo do quartinho.
Quando terminamos, estávamos famintos, cansados, suados, mas com nossos sacos vazios. Satisfeitos com os resultados, apagamos a luz do quartinho e saímos de dentro dele, fechando e trancando a porta atrás de nós.
Depois fomos juntos de mãos dadas, trocando beijos durante a volta para a casa, como dois amantes apaixonados.
No mesmo instante em que Thiago e Chico saíram da casa…
Logo após que Thiago e Chico terem ido para o quartinho organizá-lo, terminei meu café da manhã. Levantei da mesa, deixando meu celular com as mensagens respondidas em cima da mesa, e recolhi toda a louça e a levei para a pia.
Quando estava prestes a começar a lavar a louça, escutei passos no andar de cima atravessando o corredor e começando a descer as escadas.
TOC TOC TOC...
Um minuto depois meu filho Juan entrou na cozinha.
— Bom dia, pai! Dormiu bem?
— Bom dia, Juan. Dormi. E você?
— Como um anjo! Cadê o Thiago, meu tio, e o Escravo Familiar?
— Seu tio e seu irmão Thiago foram ajeitar o quartinho de ferramentas do sítio, e o escravinho tá na cama ainda. Aliás, que palhaçada é essa de você tomar conta da cama e deixar seu irmão quase no chão?
— Foi mal, pai, eu me mexo muito na cama e devo ter empurrado meu irmão quase para fora dela.
— Se seu irmão te jogar da cama no chão, não reclame depois!
— Sem problemas, pai! Mas me diga, o que temos para fazer hoje?
— Seu tio disse que, assim que ele retornar com o Thiago do quartinho, vamos voltar a cuidar dos animais do sítio. Não sei para quais deles vamos hoje, só saberemos quando retornarem, e ah!...
DING DONG!
— Au au! Luke latiu do canil.
— Deve ser a moça da faxina que seu tio me informou agora de manhã. Atende lá pro pai!
— Pode deixar! Disse Juan, levantando-se.
NO ANDAR DE CIMA
Acordei de um sono profundo, babado, e espreguicei-me na cama, esticando-me todo. Olhei para os lados e não vi meu dono. O pingente da minha coleira tilintou suave no meu pescoço, sentei-me na cama, joguei meu cobertor para o lado e me levantei da cama.
Fui para o banheiro, entrei abrindo a porta e fui direto para a privada. Levantei a tampa e me sentei, deixando meu xixi e meu cocô caírem na água da privada.
Fiquei alguns minutos esperando meu corpo se esvaziar, depois levantei e dei descarga, entrei no box do banheiro e tomei um banho rápido, em seguida desliguei o chuveiro e me sequei na toalha pendurada no gancho do lado de fora do box.
Em seguida, devolvi-a para o gancho e fui para a pia escovar meus dentes. Realizei minha higiene bucal e voltei para o quarto, cacei minhas roupas e as vesti. Em seguida, arrumei a cama e saí do quarto, indo para o corredor.
Andei até a ponta da escada e desci até o térreo, depois fui direto para a cozinha. Entrei e papai estava recebendo uma moça.
— Bom dia — saldei os dois com uma voz preguiçosa e fui direto para os braços do meu papai.
— Bom dia, meu amor! Vem, papai, paixão! Papai abriu os braços e me agarrei a ele.
A moça que conversava agora com meu irmão Juan estava ao nosso lado. Fiz um sinal com a cabeça para meu pai, perguntando quem era.
— Escravinho, essa é Verônica, a moça que seu tio contratou para limpar a casa hoje, antes de irmos embora depois de amanhã.
Virei-me para Verônica, uma moça bonita, alta, esguia, de cabelos pretos e longos até o meio das costas. Tinha um corpo magro, mas com uma bunda avantajada e peitos durinhos.
Olhei-a de cima a baixo e pensei: "Saquei qual é a do meu tio: ela limpa a casa e depois meus machos limpam ela." Conheço bem meus homens.
— Bom dia, Verônica. Eu sou o João Pedro! Disse para a moça, estendendo a mão para cumprimentá-la.
— Bom dia! Ela disse, sorrindo.
— Papai, o que faremos hoje? Perguntei e fui me sentar na mesa para tomar meu café da manhã.
— Seu irmão Thiago e seu tio devem estar voltando da limpeza do quartinho, e, quando retornarem, vamos voltar a cuidar dos animais. Não sei quais vamos mexer hoje; temos que esperar orientação do seu tio.
— Certo!
Peguei um pão e o requeijão, e comecei a preparar meu café da manhã. Enchi um copo com suco e, depois, botei tudo para dentro, enquanto observava meu irmão Juan galinhar a moça.
Segundos depois da minha descida, titio e meu irmão Thiago entraram em casa pela sala de estar e vieram até a cozinha.
— Escravinho acordou, paixão de titio? Perguntou meu tio Chico.
— Sim, titio, mas vem cá, é impressão minha ou vocês fizeram mais do que só limpar o quartinho? Estão muito grudados e com ar de que andaram transando.
— Ah, escravinho do titio, não deixa passar uma, seu safadinho! Meu tio disse, ficando um pouquinho vermelho, quando percebeu a Verônica no ambiente.
Ele e meu irmão Thiago cumprimentaram-na, e os dois se sentaram ao meu lado na mesa.
— Qual a boa do dia, tio? Perguntei.
— Bom, já que todos estão aqui, vou dizer os planos do dia. Hoje nós vamos para o aprisco; vamos precisar cuidar das ovelhas e dos carneiros. Vou orientá-los de que teremos que tosá-los, as lãs estão grandes e iremos tosá-los de maneira correta, como eu os orientar, para depois eu vendê-la, beleza? Depois já sabem, colocaremos comida, água e limparemos o chão do aprisco.
— Ok! Respondi.
— Bom, já você, Verônica — meu tio Chico se virou para a moça que nos observava, recostada na bancada de mármore da cozinha. — Preciso que você faça uma faxina daquelas. Amanhã é nosso último dia aqui, e não sei quando irei retornar, então preciso que essa casa fique um brinco, ok?
— Sim, senhor! Vou começar já! Verônica disse, afastando-se da bancada, e indo atrás de material de limpeza.
— Bom, meus homens, é isso. Depois que terminarmos de organizar os carneiros e as ovelhas, vagabundaremos o resto do dia e da noite, se é que teremos tempo para vagabundar. Kkkkk, bora lá.
Nós levantamos da mesa e fomos em direção à porta de entrada da casa, e seguimos de volta para o quartinho, onde meu tio e meu irmão estavam pela manhã.
Em seguida, meu tio destrancou a porta novamente e entrou, acendendo a luz. O cheiro do quartinho entregava que ali havia acontecido sacanagem, um sexo gostoso entre dois homens.
Rimos enquanto entrávamos, olhando um para o outro e nos cutucamos brincando, e dando nossos olhares de cumplicidade do que havia acontecido ali dentro.
Recolhemos as máquinas de corte de pelos que meu tio tinha armazenado ali, pentes apropriados para pelagem de animais, alguns sacos vazios para colocar tanto as pelagens quanto os dejetos dos animais, várias pás e vassouras, e saímos do quartinho e fomos em direção ao aprisco.
Andamos por cerca de dez minutos, em silêncio, mas papai queixou-se de ter que carregar os materiais por longas distâncias. Eu, sendo o mais fraco em questão de força do grupo, me esforçava mais para ajudar a carregar as parafernalhas que precisávamos para cuidar dos animais.
— Porra, Chico, já pensou em comprar um tratorzinho para usar aqui? Acho que ajudaria e muito, além de economizar tempo de ir e voltar dos animais para a casa principal e para o quartinho da bagunça.
— Vou providenciar isso em breve, irmão. Já pensei várias vezes nisso, mas não dá para comprar agora. Disse meu tio a papai.
Ofegávamos com a temperatura brava do dia, e me peguei pensando se nós, que não possuímos grandes pelagens e que basicamente somos pelados de família, já sentíamos um calor desgraçado com a temperatura do dia; imagina as ovelhas e os carneiros, o quanto eles não sofriam com o calor.
Voltei meu foco à nossa caminhada e, depois de dez minutos, chegamos ao imenso aprisco. A estrutura era bem bacana; meu tio tinha feito com madeiras nobres, bem largas e envernizadas. Tinha um marrom quente bonito e bem brilhoso, uma rampa para a entrada e saída dos animais, uma portinha para mantê-los presos.
Meu tio foi na frente, subiu a pequena rampa e destrancou o ferrolho do portão, abriu para fora do aprisco e entrou com nós quatro atrás dele.
As ovelhas, ao nos verem, fizeram cara como se dissessem: "ih ala os zomi", fazendo seus "béééé" altos. Os carneiros vieram mais para perto de nós, querendo defender seus espaços, e começaram a esbarrar em nossas pernas como se nos expulsassem dali.
Meu tio agachou na frente deles e disse:
— Oh, bebês de papai, viemos ajudar vocês com as pelagens, tirar essa roupinha imensa para o verão que se aproxima.
Iniciava a primavera, e a temperatura do sítio estava descontrolada: dias muito quentes, dias com muita chuva, principalmente à noite, e os animais eram os que mais sofriam com a mudança climática.
Entramos todos com nossas ferramentas e buscamos as tomadas nas pilastras largas de madeira que meu tio tinha feito, com uma fileira do teto ao chão do aprisco, e colocamos as caixas com as máquinas de tosquia no chão em frente a elas.
Cada um retirou uma máquina de dentro das caixas e plugamos nas tomadas. Em seguida, testamos elas apertando os botões para ligarem; pareciam com uma carga baixa e precisariam carregar por alguns minutos. Então deixamos elas repousadas no chão e passamos a verificar a água, comida e a limpar os dejetos dos animais, enquanto as máquinas carregavam.
Meus irmãos e eu pegamos cada um uma vassoura e passamos a varrer o chão batido do aprisco, retirando os dejetos dos animais, com a pelagem que naturalmente se soltava dos animais. Já meu tio e meu pai colocavam ração e água para as ovelhas e os carneiros.
Lavaram a reserva de água dos animais com o auxílio de uma mangueira, sabão líquido e uma vassoura para esfregar as reservas, retirando o limo que se formava nas laterais de cimento.
Depois de enxaguarem, voltavam a enxaguar com água limpa e cristalina. Meu tio aproveitou para reorganizar os fardos de ração que ficavam armazenados na parede dos fundos do aprisco, em imensas prateleiras arejadas, longe da chuva e do sol.
Reorganizaram por tamanhos, qualidade e por ordem de vencimento, com os mais próximos do vencimento em cima e na frente, e os com vencimento mais longo e de pacotes maiores para trás e em baixo.
Varreram as prateleiras antes, obviamente, antes de recolocarem os sacos de volta às prateleiras, e depois voltaram para conferir a carga das máquinas de tosquia.
Logo surgiu a conversa de nossa volta para casa; faltava apenas mais um dia, tirando hoje. Amanhã seria nosso último dia no sítio. Sentiria falta dessa nossa rotina, mas minha velha rotina me chamava.
Não estava ansioso, mas, aos poucos, conforme as horas passavam e eu lembrava de nosso retorno, me davam calafrios e preocupação de como seria daqui para frente.
Tem parentes restantes que não usufruíram de mim, e, com a chegada do fim de ano, com toda certeza irão vir para cá. São de outros estados e virão para São Paulo para nos visitar. Os homens com certeza irão exigir seus direitos, e aposto que algumas mulheres irão se juntar aqui e ali com seus companheiros para algumas fodas ocasionais.
Me perdi tanto em pensamentos que papai começou a me chamar e não reparei.
— Filho! João Pedro, está tudo bem?
— Sim, meu senhor, só perdido em pensamentos. Estou ansioso e um pouco preocupado com nosso retorno. Sei que já tenho tarefa quando voltarmos, mas estou com medo de sofrer; nunca se sabe o que passa na cabeça dos nossos parentes.
— Não se preocupe com isso, não é sua obrigação; isso é trabalho meu e de seus irmãos, principalmente do Punitivo. Mas vai dar tudo certo. Esse cuzudo aqui já fez merda e já teve o que merece, quase perdeu definitivamente o direito de te usar, mas tomou jeito. Papai disse, dando um tapa no rabo do meu tio Chico.
— E lembre-se também que seu irmão já sofreu por fazer o mesmo no passado, mas, depois de eu quase matar ele, acabou tomando jeito também e hoje te protege. Então não se preocupe, qualquer B.O. o Punitivo castiga, tá bom, meu amor? Agora vamos pegar as máquinas, hora de começar as tosas.
Balancei afirmativamente minha cabeça para papai e me juntei a eles na pilastra de tomadas, escolhendo uma máquina de tosquia.
Puxamos cada um uma ovelha ou um carneiro, um banquinho para podermos sentar e ficarmos mais confortáveis, e meu tio explicou como faríamos.
— Bom, para podermos tosá-los da maneira correta e retirar os velos para poder vender, primeiro vamos deixar os animais de frente para nós, em seguida ligamos a máquina e começamos a tosar da parte de baixo da barriga, em direção à parte superior das patas. A pelagem vai soltar e se juntar um pouco até onde pararmos, depois deixamos ela quieta nesse ponto, e vamos para as extremidades das patas e fazemos o mesmo processo, subindo até o nível em que deixamos na barriga, e repetimos isso até todas as patas estarem peladas, depois vamos para o pescoço e passamos a máquina empurrando a lã para as costas, isso vai fazer com que toda a lã se concentre nas costas, por fim é só deslizar a máquina pelas costas juntando-a com cuidado até o rabo das ovelhas e retirá-las. Vocês irão observar que a lã fica como uma única peça, e essa peça se dá o nome de velo, e é importante tirarmos assim para uma melhor armazenagem dentro a dos sacos e melhor para transportar depois.
Quando terminarmos de tosá-los, eles irão nos agradecer, e mais tarde vai vir um rapaz de uma empresa que trabalha com lãs para vir retirar esse estoque, ok?
— Certo, tio! Respondemos eu e meus irmãos, e meu pai só balançou a cabeça afirmativamente.
Ligamos as máquinas e começamos a tosar. Era até divertido, e eles ficam quietinhos esperando os procedimentos acabarem. Toda vez que terminávamos uma rosa, eu sempre dava uma olhada nas genitálias dos animais para saber se era macho ou fêmea, e dava algumas acariciadas neles para induzi-los ao que eu planejava mais para frente.
Óbvio que vocês não acharam que eu, safado e sapeca do jeito que sou, não ia querer experimentar esses animais. Já estávamos há uma semana nessa pegada, então era óbvio que hoje não seria diferente.
Mas me concentrei no procedimento para não correr o risco de machucar os animais e não danificar a pelagem.
Fiz um animal atrás do outro, revezando sempre entre fêmeas e machos, sempre observando suas genitálias, e virava e mexia, dava umas bolinadas neles.
Fazer isso acabou me excitando, e a curiosidade, mais o tesão que estava acumulado desde a hora em que levantei sem levar rola de papai, fez eu me inclinar em direção à genitália do Cordeiro e segurar com a mão seu cacetinho.
Ele era pequeno, mas fofinho, e, por ele ser jovem, ter uma rola jovem e virgem, fez com que eu me interessasse mais ainda em saber a sensação e o sabor daquele cacetinho.
Desliguei a máquina e a repousei no chão, e observei bem o pinto rosado dele. Depois eu voltei a erguê-lo novamente pelas patas dianteiras e me abaixei até sua genitália, abri meus lábios e coloquei a ponta da língua para fora e dei uma lambida.
O Cordeiro deu alguns passos para o lado e eu o acompanhei, e, sem dar tempo para que ele tentasse fugir ou que um de meus homens me impedisse de provar, eu coloquei seu caralhinho na boca.
— Béééé!
O Cordeiro deu um balido um pouco alto e fez meus homens pararem a tosa e me olharem junto às ovelhas e aos carneiros.
— Mas, escravinho, tu não tem jeito mesmo! Disse meu tio Chico.
Não dei atenção e coloquei todo o cacetinho do Cordeiro na boca; era gostosinho, macio e quente, pulsava e eu o sugava com fome, aproveitando aquele momento.
Meu pai e meus irmãos só me observavam de boca aberta com as máquinas nas mãos, mas seus caralhos grossos nas calças demonstravam estarem duros.
Continuei chupando o Cordeiro sem pressa, segurando-o pelas patas para não fugir, enquanto aproveitei para cutucar seu cuzinho peludo com a ponta do dedo indicador da mão direita.
— Huuuuuuuuuum! GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
Enquanto eu chupava o cacetinho do Cordeiro, aproveitei para me masturbar e preparar meu cacete para logo em seguida enfiá-lo dentro do cuzinho peludo dele, sentir seu cuzinho apertar meu cacete enquanto suas pernas se debatiam um pouco buscando o chão. Então enfiei minha mão por dentro das calças e da cueca e segurei no meu pau duro e comecei a me masturbar enquanto eu o chupava.
Depois de chupar bastante o Cordeiro, arrumei suas pernas de volta ao chão, voltei a ficar de pé e comecei a retirar minhas roupas.
Meus homens só me observavam enquanto levavam suas mãos para os caralhos duros dentro das bermudas e cuecas, e começavam a bater uma punheta.
Retirei toda a minha roupa e puxei a traseira do Cordeiro para a direção do meu pau duro, ajoelhei no chão para ficar mais confortável e cuspi na mão. Passei uma porção de cuspe no meu caralho e uma outra no cuzinho do Cordeiro, enfiando com um dedo, rodando para sentir a mucosa do seu cu, depois enfiei dois para alargar mais enquanto ele tentava fugir.
Rodei meus dedos com carinho, igual sempre faziam comigo, e depois comecei a movimentá-los para frente e para trás, suavemente. Quando senti que o cuzinho do Cordeiro tinha perdido um pouco da resistência, retirei meus dedos, segurei meu pau pela base e direcionei a cabeça da minha rola na entrada do seu cuzinho rosado, e comecei a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
— Béééé! Gemeu baixinho o Cordeiro enquanto meu caralho duro de quinze centímetros, razoavelmente grosso, entrava, rasgando seu cuzinho.
Fui deslizando lentamente para dentro dele até sentir meu saco encostar na sua pelagem baixa, e esperei seu cuzinho piscante se acostumar com minha invasão.
Enquanto isso, meus homens já estavam todos pelados, de paus bem duros, se punhetando, vendo a cena.
Olhei para trás enquanto esperava o cuzinho do Cordeiro se acostumar com meu pau, e os vi com caras de tesão se alisando. Não perdi tempo e sugeri:
— E aí, não vão participar também? É ainda melhor do que os outros animais que fodemos essa semana.
Eles sorriram e se olharam sem parar de se masturbarem, e, com um meneio de cabeça do meu tio Chico, eles se aproximaram das ovelhas e dos carneiros, e cada um escolheu um animal.
Meu pai e meu tio optaram por ovelhas, enquanto meus irmãos por carneiros. Os dois tiveram um pouco de dificuldade para conseguir penetrá-los, até porque os carneiros tinham um comportamento mais agressivo, mas os dois conseguiram dominá-los e, com calma, lubrificar seus paus duros e os cuzinhos dos carneiros e os penetraram com suavidade.
Logo nós cinco estávamos em sintonia, movimentando-nos para frente e para trás dentro dos carneiros, das ovelhas e do Cordeiro.
— Hããã
— Hãããããã
— Hããã
— Hãããããã
— Hãããããã
Gemíamos em uma sinfonia bonita, excitante, enquanto nossos corações disparavam no peito, trazendo de volta aquela adrenalina que sentíamos durante toda aquela semana.
Os animais berravam lindamente, enquanto o Sol começava a brilhar alto no céu. Sentíamos nossos corpos começarem a suar e as pelagens que estavam jogadas no chão da última tosa grudarem um pouco em nossas peles.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.
— Hãããããã! Isso é bom demais, vou sentir falta desses cuzinhos e dessas bucetinhas quando formos embora. Disse papai alto enquanto fodia forte a buceta da ovelha.
— Huuuuuuuuuum!!
— Bééééééééééééé!
Só dava para escutar nossos gemidos, os gemidos dos animais sendo fodidos fortes em nossas rolas grossas e duras, e nossas peles das virilhas batendo forte na pele dos animais.
PLAC PLAC PLAC PLAC PLAC PLAC...
Senti meu corpo tremer, e o orgasmo me atingiu com total força, e eu explodi dentro do cordeiro.
— Hããã!!!
Pffffffffffffffffffffffff
Tremi com violência e retirei com dificuldade meu pau de dentro do cuzinho dele e caí no chão batido, enquanto ele corria para longe de mim.
Meus homens demoraram um pouco mais, fartando-se no sexo, e explodiram gemendo mais alto e grosso que eu, depois de meia hora.
— Huuuuuuuuuum.
— Hãããããã. Hãããããã.
— Huuuuuuuuuum.
— Hãããããã. Hãããããã.
Pffffffffffffffffffffffff
Pffffffffffffffffffffffff
Pffffffffffffffffffffffff
Pffffffffffffffffffffffff
Os quatro logo se desprenderam dos animais e caíram no chão, assim como eu.
Dava para escutar as batidas fortes de nossos corações no peito.
Tum, tum, tum, tum, tum.
Nossos suspiros, e ficamos deitados no chão por um tempo até conseguirmos nos erguer novamente sem que nossas pernas bambeassem.
Cerca de meia hora depois conseguimos nos reerguer, levantamos sujos e suados, recolhemos nossas coisas e olhamos o relógio, 12:00, e, parecendo que era a deixa que precisávamos, nossos estômagos roncaram, e no celular de meu tio chegou a mensagem de Verônica dizendo que o almoço estava pronto.
— Olha só, estamos sincronizados com a Verônica. Ela acabou de mandar mensagem dizendo que o almoço está pronto, seus putos, hahaha. Bora, viados, almoçar. Depois retornamos para terminarmos a tosa, organizamos tudo nos lugares e, com a nossa energia restabelecida, voltamos a foder. Disse titio, catando suas coisas do chão, e saiu na nossa frente pelado, dando a visão do seu traseiro pelado.
Fizemos o mesmo e voltamos para a entrada da casa principal, mas não entramos. Aproveitamos e fomos direto para os chuveiros externos, passamos uma água mal passada no corpo e recolocamos as nossas roupas para podermos entrar em casa.
Eu estava razoavelmente cansado, bem menos do que achei que ficaria. Realmente, esses dias que passamos no sítio, nessa rotina, me deram mais resistência no sexo. Isso era ótimo, assim dava conta melhor dos meus machos. Papai ficaria orgulhoso e deixaria todos satisfeitos.
Entramos em silêncio na casa e fomos para a cozinha. Verônica estava com um uniforme de empregada que não estava antes de nós sairmos, bem clichê e sexualizado (obviamente), de costas para nós, mexendo no celular.
A casa estava ficando um brinco, sentíamos o cheiro de produtos de limpeza vindo do andar de cima, enquanto se misturava com o cheiro de comida fresca. Na parede perto do banheiro do térreo encontravam-se os produtos que ela usou, e, pá, vassoura, rodo e panos para limpar o chão.
Meus homens olharam para ela com um olhar predatório, nada discreto, e, quando ela se deu conta de que estávamos olhando-a, largou o celular e disse:
— Ah, mil perdão, patrão, só estava checando as mensagens. Preciso saber como estão meus filhos em casa.
— Sem problemas, Verônica, viemos almoçar. Você havia me informado por mensagem que o almoço estava pronto. Disse meu tio para ela.
— Sim, senhor Francisco, podem se servir, está tudo quente.
— Ok! Disse meu tio. E nos enfileiramos perto do armário da cozinha, pegando os pratos, talheres e copos para colocarmos a comida e depois nos sentarmos à mesa.
Fui o primeiro na fila, fiz meu prato; hoje era dia de carne moída com batata, estava bem cheirosa. Coloquei arroz e feijão juntos no prato e depois uma salada de alface. Depois fui me sentar à mesa na sala de jantar, ao lado da cozinha integrada.
Na mesa, Verônica tinha deixado uma jarra de suco de morango com leite e copos para nós. Meus irmãos, meu pai e meu tio vieram se juntar a mim na mesa, e comemos a comida de Verônica, que estava muito boa.
Durante o almoço, meu pai perguntou:
— Como está seu cuzinho, Thiago?
— Está bem, pai, um pouco dolorido por eu não dar com frequência, mas está tranquilo. Meu irmão respondeu.
— Certo, escravinho, tudo tranquilo, meu amor?
— Está, papai, já estou acostumado a levar rola, então o cordeirinho não me machucou. Respondi para ele.
— Ótimo, minha paixão. Reponha suas energias; depois do almoço continuaremos a cuidar dos animais e, mais tarde, descansaremos.
— Descansaremos? Perguntou meu tio Chico.
— É, ué, por que tem outros planos? Perguntou papai.
— Na verdade, eu tenho, mas não contarei agora. Primeiro preciso conversar com a Verônica, depois digo do que se trata para vocês. Disse titio.
— Hahaha! Né por nada não, tio, mas já sei do que se trata e já tinha certeza de que isso vai acontecer. Eu disse rindo para ele.
— Mas que escravinho abusado e esperto, rapaz, não perde uma. Disse titio e meu pai emendou:
— Anda logo, fala logo do que se trata. Vindo do Familiar, já sei do que se trata, mas quero que confirme.
— É isso mesmo que você está pensando, irmão. Eu já tinha insinuado isso para Verônica; ela disse que iria depender da menstruação dela e disposição do seu corpo. Eu disse que esperaria ela confirmar antes de contar para vocês, mas eu não me aguento.
— Seu velho safado, mas topamos. Só confirma com ela e depois, quando voltarmos dos animais, fazemos mais exercícios. Hahahaha. Disse papai, rindo.
Meus irmãos, que não são nada bobos, sacaram na hora do que se tratava.
Todos sorrindo e brincando, continuamos nosso almoço, logo emendamos na sobremesa e, depois, demos um tempinho para papai e titio fumarem um cigarro. Aproveitei e mandei mensagem para mamãe dizendo que estava tudo bem e perguntando como ela estava. Depois fui me sentar um pouco no sofá para relaxar antes de voltarmos para as ovelhas e os carneiros lá fora.
Alguns minutos depois meus homens vieram para junto de mim e se sentaram um pouco no sofá, retiraram os chinelos e descansaram um pouco os pés, que exalavam um chulé fraco.
Era por volta das 14:40 quando voltamos a levantar; titio nos chamou dizendo:
— Ei, já deu, precisamos ir, meninos. Se enrolarmos mais para terminar, não vamos conseguir brincar com a Verônica depois. Andem, bora lá, fora que daqui a pouco o rapaz vem buscar as lãs e precisamos estar com tudo terminado.
— Vamos lá! Disse papai com preguiça, espreguiçando-se, e nós nos levantamos junto aos dois e caminhamos para a porta de saída.
Voltamos a andar por mais trinta e cinco minutos, já que estávamos com preguiça depois do almoço e mais cansados do que de manhã.
Já estávamos na metade da tarde, o que significa que, no máximo às 17:00, teríamos que estar com as lãs todas prontas para retirada.
Andamos de volta para o aprisco, entrando pelas porteiras, e fomos direto pegar as máquinas que estavam jogadas no chão, nos cascos dos animais.
Cada um puxou um banquinho novamente, e voltamos a fazer o que estávamos fazendo antes do almoço.
Tosamos uma ovelha atrás da outra, um carneiro atrás do outro, com desenvoltura. Titio, vendo que eu acabava demorando um pouco mais que eles para terminar uma tosa, pediu-me para cuidar do armazenamento das lãs enquanto eles tosavam sem parar as ovelhas e os carneiros.
Peguei os pelos dos carneiros e das ovelhas no chão e fui separando, por cor e textura, e fui dobrando e colocando cada "capa" de pelos em um saco separado. Depois coloquei-os dentro de um saco grande de lixo e fui deixando-os de lado, recostados nas paredes do aprisco.
Levamos cerca de duas horas para terminar tudo e, quando olhamos no relógio, eram 17:15. Caralho, porra, tínhamos passado da hora, mas, por sorte, parecia que o caminhão ainda não tinha chegado.
Levantamos do chão com máquinas em mãos e as desligamos das tomadas, e começamos a fechar os sacos. Nesse momento, só escutamos Verônica descer até o aprisco e nos informar.
— Senhor, o rapaz que veio retirar as lãs chegou.
— Tudo bem, Verônica, pode deixá-lo entrar. Disse titio.
O caminhão desceu até o aprisco, e o coletor desceu e veio nos cumprimentar e abrir as portas da carroceria do caminhão.
— Boa tarde, senhores. Sou o Vinícius e vim retirar a lã. Ele disse, estendendo-nos a mão.
Apertamos, cumprimentando-o, e titio fez sinal positivo com a cabeça e levou o rapaz até onde armazenamos a lã.
Logo nós seis começamos a carregar os sacos de lãs para dentro do caminhão, arrumando direitinho, deixando uma carga bem distribuída e organizada.
Levamos meia hora para fazermos isso; depois, o rapaz entregou um recibo para meu tio, informando que o pagamento das lãs estaria disponível depois de alguns minutos da retirada dele, e entrou no caminhão, despediu-se e partiu.
Ficamos olhando uns para os outros, e meu tio disse:
— Bom, conseguimos cerca de 300 kg de lã, nem parecia tanto. Ah, me tira minha, parecia até mais, deu um trabalho da porra tosar essas buchudas, hahahaha! Mas consegui também R$ 20.000 por elas.
— Olha, até que é um bom dinheiro! Disse papai.
— É meu irmão, dá trabalho, mas até que dá para tirar algo com esses animais. Só preciso tomar mais vergonha na cara e investir mais no sítio; estou preguiçoso nesse quesito.
— Bom, meus amores, agora podemos vagabundar, e tenho algo em mente. Estou me segurando desde que voltamos para cá para foder esses gorduchos, principalmente porque, enquanto mexíamos nas lãs, lembrei da nossa transa antes do almoço e já estou galudo de novo e preciso esvaziar. Disse titio, pegando no pau por cima da bermuda.
— Ah, safado, tá aprendendo com o escravinho, né? Perguntou papai. — Então acho que merecemos tirar a tensão do trabalho, bora foder essas putinhas.
Nos voltamos para os carneiros e ovelhas e acariciamos seus corpos pelados, apalpando a pele rosada e macia.
Meu corpo voltou a estalar com a excitação crescente, meu cacetinho ficou meia bomba até ficar insuportável dentro da cueca, mas meu corpo pedia um pouco de arrego. Fodi pouco hoje, e quem mais teve atividade sexual foram titio e Thiago, que desde cedo estão fodendo, mas acredito que, por conta da rotina do sítio, uma rotina que eu não tinha antes, e ter que dar conta de quatro machos mais um ou outro que aparece para nos visitar ocasionalmente, fora dar para os animais, fez com que meu corpo se esgotasse.
Então, já sabendo que meu dono encheria meu saco por estar meio indisposto, resolvi apelar para os hormônios da minha coleira. Levei minha mão discretamente até o botão e apertei-o, sentindo logo em seguida a dose bruta invadir meus músculos.
Fechei meus olhos lentamente e senti a sensação de estar sendo energizado. O hormônio correu rapidamente pelo meu corpo, fortificando meus pacatos músculos, invadindo meu cérebro e me deixando em alerta.
Meu pau endureceu e passou a pulsar com força, assim como meu cuzinho rosado, que piscava alucinadamente. Olhei com a boca entreaberta para os animais com olhar de desejo e excitação.
Meu papai me olhou e, sabendo que eu tinha apelado para o hormônio, se aproximou de mim e me deu um beijo no topo da minha cabeça, depois olhou para meu tio e meus irmãos e voltou a tirar a roupa.
Comecei a retirar as minhas até ficar totalmente pelado, alisei meu pau duro olhando para uma ovelha que ainda não havia sentido pau nela e lentamente fui me aproximando. Logo segurei firme em sua traseira e me ajoelhei atrás dela, cutuquei seu cuzinho rosado com a ponta do meu dedo indicador e o introduzi lentamente com cuidado.
A ovelha grunhiu um bééé baixo, mas não se moveu. Logo baixei minha cabeça e levei minha boca para seu cuzinho, dei uma cuspida e depois lambi, enfiando a ponta da minha língua dentro dele. Junto, subi minha mão direita até a buceta dela e acariciei, rodando externamente meus dedos na sua xoxota rosada.
Chupei e babei bastante seu cuzinho com gosto ocre, e logo me levantei. Flexionei um pouco minhas pernas para deixar meu pinto na altura da entrada de seu cuzinho e apontei a cabeça rosada na entrada, em seguida, pressionei para frente, fazendo o cuzinho dela se abrir lentamente e engolir cada centímetro do meu caralho grosso até encostar minha virilha nas suas ancas.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto, segurando-a firme para não fugir.
— Bééé! Ela reclamou, sentindo meu caralho grosso alargando seu cuzinho, e se mexeu, tentando fugir.
Seu cuzinho apertado mastigava meu pau duro com vontade, tentando expulsá-lo de dentro. Eu me contorcia de prazer enquanto controlava o meu corpo para não gozar e inundar cedo demais seu cuzinho com minha gala.
Esperei por mais alguns segundos, preso dentro dela, e lentamente comecei a me movimentar para frente e para trás, rebolando para aproveitar cada metida e me exibir para meus machos que me observavam o tempo todo.
— Huuuuuuuuuum, caralho, que gostoso esse cuzinho. Toma pica, putinha, a pica de outra putinha. Sinta o que eu sempre sinto. Hããã!
Eu me movia lentamente dentro dela, olhando para meus machos, que só observavam eu me movimentar, e eu meti lento e ritmadamente, degustando de cada momento dentro dela.
Mas ao nosso lado, um carneiro resolveu que era hora de participar e mostrar para mim que eu também seria a sua putinha, e se aproximou por trás de mim. Na hora, eu e meus homens achamos que ele iria me dar uma cabeçada e me machucar, mas ele se aproximou já sabendo o que queria.
Veio para minha bunda, que se mexia lentamente, e enfiou seu focinho no meu cuzinho, que piscava.
Senti a pontinha gelada cutucar meu cu e rebolei gostoso. Ele cheirou e logo se ergueu nas patas dianteiras e montou em mim, caçou desesperadamente meu cuzinho com seu pau. Parei de me mover dentro da ovelha e ajudei-o a se enfiar dentro de mim, colocando a mão para trás e ajeitando seu caralho na entrada. Em seguida, relaxei meu cu e deixei que seu cacete deslizasse para dentro de mim.
Um segundo depois ele começou a se movimentar rapidamente, me fazendo gemer alto, sentindo aquela deliciosa rola comprida que dilacerava meu intestino, enquanto eu fodia o cuzinho gostoso e apertado da ovelha à minha frente.
—! Huuuuuuuuuum! Hããã!
— Bééé, bééé, béééé.
— Huuuuuuuuuum! Hããããã!
Eu e as ovelhas gemíamos alto e olhei fixamente para meus machos, que começavam a se reposicionar. Meu irmão Thiago foi para frente do meu tio Chico para voltar a dar o cuzinho para ele, e meu irmão Juan fazia o mesmo com papai, porém, papai teve uma ideia e cochichou baixinho para meu tio, que logo balançou afirmativamente a cabeça.
Em seguida, papai falou baixinho no ouvido do meu irmão Juan, que cochichou algo de concordância para ele e saiu do aprisco.
Continuei gemendo na rola do carneiro enquanto fodia a ovelha, quase tendo um colapso. Minutos depois, meu irmão Juan retornou acompanhado da Verônica, que se espantou com a cena, mas prosseguiu retirando suas roupas e se ajoelhou no chão na frente dos meus irmãos, pai e tio, e começou a mamá-los na minha frente.
Eu disse que esses safados iriam foder a Verônica, era óbvio, e titio já havia informado algumas horas atrás, então nem me espantei.
Continuei gemendo na pica e no cu do carneiro e da ovelha, até que senti um molhado invadindo meu cuzinho e eu gozei novamente dentro da ovelha, inundando seu cuzinho arregaçado, assim como o meu.
— Huuuuuuuuuum! Pffffffffffffffffffffffff!
Parei de me movimentar, cansado, e esperei por alguns segundos para o carneiro sair de cima de mim. Retirei meu pau de dentro do cu da ovelha assim que o carneiro desmontou, e me virei para ele, segurei em seu cacete que estava sujo de seu gozo, que inclusive vazava do meu cu, e coloquei de novo na boca.
Lambi, limpando-o, e o filho da puta aproveitou e liberou seu mijo ácido na minha boca. Como já tinha costume de tomar mijo dos meus machos, não recusei o do carneiro e tomei tudo, limpando as últimas gotas com a língua da ponta de seu pau.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
— GLUB, glub, glub, glub, glub, glub.
Depois me levantei exausto e fui para junto de Verônica e meus homens.
Me aproximei deles e os carneiros voltaram a se agrupar no fundo do aprisco, e fiquei ao lado do meu dono, que estava sendo chupado pela Verônica.
Beijei sua boca, compartilhando o gosto do caralho e do cuzinho do carneiro e da ovelha, e observei Verônica chupá-lo.
A safada fazia um belo boquete, chupando com força a rola do meu dono, deixando-a bem molhada. Aos poucos, foi se revezando entre meus homens, passando de papai para titio, de titio para meu irmão Thiago, e do meu irmão Thiago para meu irmão Juan.
Depois de chupá-los bastante, ficou de quatro no chão com a bunda e a buceta depilada para nosso lado, e se abriu toda, convidando-nos a foder ela.
Meus homens se masturbaram olhando-a, e, enquanto meu tio Chico se levantava para ir meter na sua buceta, papai me empurrou para frente dela, me fez ficar de joelhos e enfiou meu caralho mole em sua boca, e ordenou:
— Chupa meu filho, nosso escravo vagabunda!
Ela abriu a boca e eu enfiei meu pau na sua boca, que tinha acabado de sair de dentro do cu da ovelha, e ela mamou forte, me fazendo gemer alto, tremendo.
— Huuuuuuuuuum!
Enquanto isso, sua buceta era fodida pelo meu tio Chico, que gemia grosso, batendo em sua bunda grande.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT, PLAFT...
— Isso, gostosa, vagabunda, rebola na minha rola.
Titio fodeu ela gostoso e, quando ela ia gozar, retirou seu caralho de dentro dela e deu lugar a Papai.
Retirei meu pau de sua boca, que já estava esfolado, e me virei de costas, oferecendo meu cu assado. Ela meteu a língua com gosto, e, enquanto isso, papai se ajoelhava atrás dela e enfiava seu caralho duro no cuzinho rosado dela.
— Hãããããã! Ela gemeu mais alto, e soubemos que ela nunca tinha dado o cu, era cabaço, e papai comemorou a tirada de mais cabaço.
Papai se afundou até sua pelve encostar nas nádegas dela, segurou firme em seu quadril e, com vontade, começou a comer forte o cu virgem da Verônica.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hããã, senhor João, eu sou cabaço! Hããããã.
— Huuuuuuuuuum, PLOC PLOC PLOC PLOC — era cabaço! Disse papai, fodendo cada vez mais forte seu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Papai destruía sem dó o cuzinho da Verônica enquanto ela começava a chorar com a dor, enquanto os dois se mexiam rápidos para frente e para trás.
Com o tempo, papai gozou e se levantou. Em seguida, meus irmãos tomaram o lugar de papai e a foderam juntos, revezando entre o cuzinho, a boca e a buceta dela, fazendo dupla penetração vaginal e anal, masturbaram ela com força, e por último me fizeram saus da boca dela e a obrigaram ela a chupar seus cuzões, e a tomar seus mijos.
— Aaaaaaaaaaaah! Ãããããh! Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
COFF COFF COFF COFF COFF
Os dois saíram de cima dela e de sua frente; eu me afastei e deixamos ela recuperar o fôlego.
Verônica gozou com força em um squirt tão violento que a fez cair no chão.
No final, todos estavam exaustos, gozados e extremamente satisfeitos, desabados, deitados e sentados no chão. Um tempo depois, com nosso fôlego um pouco recuperado, recolhemos nossas coisas, todos sujos de porra e suor. Meu tio verificou a ração e a água dos animais e depois saímos do aprisco, apagando a luz e trancando o cercado. Depois começamos a caminhar de volta para a entrada da casa.
Já estava escuro, então teríamos que tomar banho nos banheiros da casa e não nos chuveiros da piscina.
Entramos e nos dividimos em dois grupos: um grupo iria tomar banho no banheiro social, enquanto o outro nas duas suítes do andar de cima.
Tomamos nossos banhos caprichadamente e, depois, nos reunimos exaustos na cozinha.
Verônica reesquentou o almoço para podermos jantar e informou que precisava ir embora logo em seguida para nós.
Titio fez um Pix gordo para ela com o valor da faxina, mais um adicional pela foda com nós no aprisco. Ela agradeceu, despediu-se e pegou um Uber na frente do sítio.
Depois do jantar, nós fomos para a sala, sentamos nos sofás, ligamos a televisão e aproveitamos para nos comunicarmos com nossos familiares.
Mandei mensagem para mamãe avisando que estava tudo bem e que só faltava mais um dia para nosso retorno.
Em seguida, me grudei a papai, e ficamos até as 22:00 agarrados no sofá. Depois todos nós nos recolhemos para o andar de cima, nos quartos, apagamos as luzes do andar de baixo e, depois, cada um foi para seu quarto.
Fui direto para o banheiro, fiz minhas necessidades e escovei meus dentes, depois me joguei na cama embaixo dos cobertores, extremamente exausto, e, sem esperar por papai, apaguei.
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