Cap 1 - Rayanne em A Capetinha sem Freio (spin-off)
Olá caros leitores, estarei dando uma pausa nas minhas histórias, e começarei uma nova série de contos, daqueles molhados, mas dessa vez focado na Rayanne a grande musa dos meus contos eróticos, espero que gostem!
Me chamo Rayanne, tenho 35 anos, morena, cabelos pretos lisos e compridos. Nasci e cresci em uma família simples, de pai severo e mãe calada, e desde cedo aprendi que se você não tomar a iniciativa nessa vida, ninguém toma por você. Pelo menos na parte boa da vida. Rsrs.
O conto que vou contar aconteceu quando eu tinha 15 anos. Vinte anos atrás, mas juro que lembro de cada detalhe como se fosse ontem. A gente tinha acabado de se mudar pra uma rua nova, daquelas com paralelepípedo e casas grudadas umas nas outras. O que mais me lembro é que, assim que nosso caminhão de mudança encostou, já tinha um bando de moleques parado do outro lado da rua olhando como se nunca tivessem visto mulher na vida.
Coisa de bairro, né. Rsrs.
Tinha um em especial que me chamou a atenção logo de cara. Um moreninho magrelo, de cabelos pretos compridos caindo na testa, com cara de quem tinha levado uma marrada na nuca. Ele ficou de boca aberta olhando pra minha irmã Paula — que era mais nova, tinha 1 ano a menos, branquinha, olhos verdes, aquele tipo de menina bonita que todo mundo percebe quando entra num lugar. Dei risada de canto. Homem é tudo igual, pode ter a idade que for, basta aparecer uma saia pra perderem o norte.
Aí painho desceu do carro com aquela voz de valente e chamou os meninos pra ajudar com a mudança. Os outros fugiram todos. O moreninho ficou. Ajudou a descarregar tudo, e quando meu pai foi apresentar a família, ele veio todo trêmulo, mal conseguindo olhar pra gente. Meu pai falou que se chamava Cass. Eu encarei ele de cima a baixo, dei um sorriso bem lento e vi o menino ficar sem saber o que fazer com as mãos. Achei graça demais.
O tempo foi passando e logo a gente foi se acostumando com a rotina nova. Painho era segurança, trabalhava noite sim noite não, então toda vez que ele saía pra trabalhar o Cass já aparecia no muro baixo de tijolos que dividia os terrenos. Ficava lá conversando com a Paula, tudo muito tímido, tudo muito certinho. A Paula toda enrubescida e rindo de qualquer coisa que ele falava. E eu olhando pra cena inteira pensando: meu Deus, dois bebês.
Aí resolvi que precisava dar um empurrãozinho nessa situação.
Certa noite de domingo, esperamos o Chevette do meu pai sumir na esquina.
— Ele já foi — a Paula avisou, e a gente pulou o muro de um metro e meio, caindo no quintal do Cass.
Ele já estava lá fora esperando, de bermuda e camiseta, no escuro do quintal. Fui chegando devagar.
— Seus pais não estão em casa hoje, Cass? — perguntei.
— Não, foram pra igreja — ele respondeu engolindo a seco.
— E você tá sozinho? — continuei.
— Não... meu irmão tá aí também. Mas acho que tá dormindo.
Olhei pra Paula. Ela olhou pra mim. A gente soltou um "huuumm" junto e saiu rindo. O Cass ficou olhando sem entender nada, com a cara mais panaca do mundo. Achei uma graça enorme.
— Vamos brincar de verdade ou consequência! — falei logo, antes que ele pudesse pensar muito.
Catei um pedaço de madeira quebrado que tava no quintal e joguei no chão entre a gente. Na hora que eu propus o jogo já vi o olho do Cass arregalando. Eu conhecia esse jogo. Via os meninos mais velhos da escola brincando com as meninas, sempre rolava beijo de língua e altas perguntas indiscretas. E o Cass era daquele tipo de menino que a gente sente que nunca beijou ninguém de verdade na vida. Dava pena e tesão ao mesmo tempo. Rsrs.
A Paula pegou a madeira e girou. Parou no Cass.
— Verdade ou consequência? — perguntamos as duas juntas.
— Verdade — ele falou logo.
Vi a decepção na cara da Paula. Mas continuei animada com o jogo, porque sabia que ele não ia escapar por muito tempo. Deixei a Paula fazer a primeira pergunta.
— Você já beijou uma menina? — ela perguntou.
— Sim, claro! Várias! — ele respondeu tentando mostrar confiança.
Segurei a risada. Várias? O menino mal conseguia falar direito perto da gente. Mas tudo bem, deixa ele se achar um pouco. Peguei a madeira e girei. Caiu nele de novo.
— Verdade outra vez — ele pediu.
Olhei pra Paula com um sorrisinho e encarei ele.
— Qual de nós duas você quer beijar agora?
O garoto ficou vermelho que nem carvão incandescente. Não conseguia nem olhar pra gente direito. A Paula entrou na pilha também:
— Vai, Cass! Qual da gente tu quer beijar?
Ele gaguejou um tempão e soltou que queria as duas. Caímos na gargalhada, as duas. Ele ficou bolado, pegou a madeira e rodou com raiva. Caiu em mim.
— Quero consequência! — falei na hora.
Ele respirou fundo tentando parecer corajoso e mandou:
— Quero que você me dê um beijo na boca!
Ergui uma sobrancelha. Até que enfim o menino deu um sinal de vida. Dei de ombros:
— Tá bom.
Fui pra cima sem frescura. Segurei a nuca dele, puxei e enfiei a língua sem enrolação. O corpo do Cass enrijeceu todo, como se tivesse tomado um susto, mas aí relaxou e ficou me beijando com aquela afobação de quem nunca tinha feito isso direito. Eu conduzia com calma enquanto ele não sabia nem por onde começar. Foi gostoso, sim. Rsrs.
Ficamos até a Paula perder a paciência:
— Chega! — ela falou, bem brava.
Aí a Paula pegou a madeira e girou. Caiu em mim de novo. Ela deu aquele sorriso de quem ia se vingar:
— Quero que você pegue no bingulim do Cass!
O Cass ficou com os olhos arregalados. Achei que ia me constranger? Não me conhece.
Sem hesitar esticei o braço e apertei em cima da bermuda jeans dele. Na hora senti o negócio crescer debaixo da minha mão feito pão saindo do forno. Coisa de criança tentando se segurar e não conseguindo. Rsrs.
— Hummm, ficou animadinho, Paula! — comentei rindo e apertando mais.
O Cass tava nas nuvens, respirando pela boca, com as pernas bambas. Peguei a madeira e rodei. Caiu na Paula.
Agora era minha vez de escolher o que ela ia fazer. Olhei bem firme pra ela:
— Paula... enquanto você beija o Cass, eu quero que você acaricie o pau dele por dentro da bermuda!
A cara dela foi impagável. Parecia que eu tinha pedido pra ela escalar o Everest descalça.
— Ai, Rayanne, isso já tá demais! Eu posso fazer por cima...
— Nada disso. Por dentro. E não vem fugir, começou tem que terminar. Não é verdade, Cass?
Olhei pro garoto dando uma piscadinha. Ele tava completamente hipnotizado, mas tentou bancar o santo:
— Eu nem sei...
— Olha aí, tá vendo? Ele não tá afim — a Paula aproveitou pra escapar.
— Tá afim sim, que eu senti o pau dele duro igual essa madeira aqui! — rebati. — Vai, Paula, deixa de frescura!
A Paula respirou fundo, foi até ele e perguntou com aquela vozinha doce:
— Quer que eu faça isso?
— Se você quiser, eu quero — Cass respondeu, todo certinho.
Ela colou os lábios nos dele. Foi bonito de ver, os dois tão tímidos um com o outro. Enquanto se beijavam, vi a mãozinha da Paula deslizando pela barriga do Cass, hesitante, até entrar pelo elástico da cueca. Quando ela tocou na carne viva, o beijo dela até tremeu.
— Nossa... realmente ele tá muito duro! — Paula soltou, quebrando o beijo, toda chocada.
— Eu não disse? Cass, tira ele aí pra gente ver!
— O quê???
— Coloca pra fora pra eu e a Paula vermos, caralho! Deixa de moleza!
Ele olhou pros lados, viu o quintal escuro e o irmão sem sinal de vida. Com as mãos tremendo, desabotoou a bermuda, abaixou a cueca e colocou pra fora.
Dei uma boa olhada. Pra treze anos, tava excelente. Rsrs. Rosinho, veias aparentes e a cabeça já com uma gotinha brilhando na ponta. Uma beleza de inocência, daquelas que a gente vê e já sabe que vai estragar por completo.
— Hummm, que delícia... — soltei lambendo o lábio só pra ver o efeito que ia causar nele.
— Vai, Paula, pega nele e bate uma, igual naquele filme que a gente viu!
Paula estendeu a mão e fechou os dedos nele. O Cass soltou um gemidinho fino que foi adorável demais. Ela começou a mexer, mas tava seca e sem ritmo, parecia que tava tentando abrir uma torneira enferrujada.
— Lembra que tem que cuspir! — avisei.
— Eca, Ray! Eu não vou cuspir nisso não!
— Meu Deus! — perdi a paciência.
Empurrei a mão da Paula, peguei o pau do Cass com firmeza, puxei a pele pra trás e cuspi uma baba generosa bem na cabeça. Espalhei com o polegar e comecei: desce, sobe torcendo de leve, aperta e volta. O Cass quase tombou pra trás na grama.
— Beija ele enquanto eu fico aqui! Não para! — mandei pra Paula.
Ela entendeu o recado. Grudou na boca do Cass com uma fome que eu não esperava da minha irmã. E ali foi aquela sinfonia: eu na punheta acelerada e ela chupando a língua dele sem parar.
Eu sentia o pulso latejando na palma da minha mão. A respiração do Cass foi ficando desgovernada, as pernas tremendo, o peito ofegante. Eu sabia exatamente o que ia acontecer. Apertei mais forte e dei três puxadas rápidas.
— Vai, garoto... — sussurrei baixinho.
Foi um tiro.
O corpo dele deu um espasmo violento e um jato grosso e quente saiu empastando toda minha mão. Depois outro. E mais outro. Escorreu pelos meus dedos e pingou na grama.
Comecei a rir alto, levantando a mão melada pro alto feito troféu. A Paula desgrudou da boca dele e quando viu o estado da minha mão caiu na gargalhada junto, com aqueles olhos verdes arregalados de susto.
O Cass olhava pra própria virilha completamente perdido.
— O que... o que é isso? — ele perguntou ofegante.
— Teu esperma, seu bobão! — falei, fingindo que ia passar a mão na cara dele. Ele puxou a cabeça pra trás todo enojado.
— Isso foi muito bom... — ele soltou com aquela cara de quem acabou de ver o mundo.
— Sério que tu nunca se masturbou na vida, garoto?
— Não... eu nem sabia o que era isso.
Balancei a cabeça rindo. Meu Deus do céu. Primeira punheta da vida do menino. Que responsabilidade, rsrs.
— Meu Deus, que bobinho!
Olhei pra Paula. Ela estava com uma cara estranha, meio assustada, mas os olhos brilhando igual os de quem gostou mais do que queria admitir.
Aí a sorte nos avisou que era hora de ir.
*Nheeeec.* O portão da frente rangeu. Os pais dele tinham chegado da igreja.
— Menino, tu precisa se limpar rápido! — avisei, já catando uma folha seca na grama pra dar conta da mão.
— Eita porra... e vocês também! — Cass entrou em pânico tentando fechar a bermuda com as mãos trêmulas.
— Acho melhor a gente ir, Ray! — Paula já saiu em disparada pulando o muro feito um gato.
Fui logo atrás. Mas não sem antes me virar por cima do muro. Olhei pro Cass lá embaixo, ainda atordoado, arrumando a roupa no escuro. Dei uma piscadinha, plantei um selinho rápido na boca dele e falei:
— Vamos fazer isso mais vezes!
Pulei pro meu quintal e fui pro quarto rindo baixinho.
Naquela noite, enquanto lavava a mão na pia do banheiro com sabonete, fiquei me olhando no espelho e dando risada sozinha. Tinha sido bom demais. Ainda teríamos mais algumas aventuras!
Até a próxima!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)