#Coroa #Gay

Fodas anônimas de Thiago

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Thiago P.

Uma das minhas fodas aleatórias... Quando encontro sem querer alguém pra me foder, ainda bem q sempre saio com o cu limpo... Afinal, nunca se sabe..

Eram seis horas da tarde. O sol ainda batia forte na calçada, mas já começava a inclinar. Eu andava de bermuda e mochila nas costas, o tecido fino da bermuda balançando nas coxas a cada passo. A loja de seguros era pequena, quase escondida entre duas portas de metal. Uma mesa, uma cadeira, um computador antigo e um coroa de boa pinta atrás dela. Camisa social clara, mangas dobradas até o cotovelo, calça social escura, cinto de couro. Cabelo grisalho nas laterais, rosto ainda firme, olhar direto.
Passei na frente. Ele levantou os olhos do monitor e me secou sem pressa. O olhar desceu pela bermuda, subiu de novo e ficou no meu rosto um segundo a mais do que o normal. Continuei andando. Dei a volta no quarteirão inteiro. Quando voltei, ele já estava encostado na porta aberta, os braços cruzados, como se estivesse só tomando ar.
Parei na calçada.
— Você tem um copo d’água?
Ele abriu um sorriso pequeno e fez com a cabeça pra dentro.
— Entra.
A loja era estreita. A mesa ficava quase no meio do corredor que levava a um bebedouro no fundo. Eu entrei e fiquei de lado, bem perto da mesa, deixando pouco espaço pra ele passar. Quando ele se moveu pra ir buscar a água, o corpo dele roçou no meu. De propósito eu estendi o braço um pouco mais, e a parte de dentro do meu antebraço passou bem em cima do volume na calça social dele. Ele não se afastou. Passou se esfregando devagar, a rola já meio dura pressionando contra meu braço por um segundo longo demais.
Voltou com o copo. Eu peguei com a mão esquerda e bebi logo, o olhar baixo. Com a direita desci e encontrei o volume. Apertei por cima da calça. Ele engoliu em seco, mas não recuou. Só falou baixo:
— Vou fechar a porta.
O trinco fez um clique seco. A loja ficou abafada, o ar-condicionado antigo zumbindo no canto. Ele voltou até mim, já com as mãos nas minhas costas, descendo até a bunda, apertando por cima da bermuda. A boca dele chegou perto do meu ouvido.
— Exatamente o perfil que eu gosto.
As mãos dele desceram e puxaram a barra da minha bermuda junto com a cueca até as coxas. O ar-condicionado gelado bateu na pele exposta. Eu fiz o mesmo com ele: abri o cinto, desci o zíper, puxei a calça social e a cueca pra baixo. O pau dele saltou pra fora. Grosso demais. A grossura de uma lata de refrigerante, a pele esticada, as veias grossas saltando, a cabeça larga e já brilhando de pré-gozo. Mal cabia na minha mão quando eu segurei.
Ele se abaixou na hora. A boca quente envolveu meu pau, chupando fundo, a língua apertando por baixo enquanto a mão dele segurava meus ovos. O cabelo grisalho balançava a cada movimento. Eu segurei na beirada da mesa, os joelhos fraquejando. Ele chupou com vontade, molhado, barulhento, até eu estar completamente duro e pingando.
Quando se levantou, eu já sabia o que vinha. Me ajoelhei no chão frio da loja. Segurei aquele pau grosso com as duas mãos e abri a boca o máximo que consegui. A cabeça larga forçou a entrada. Engasguei na hora. A saliva escorreu pelo queixo enquanto eu tentava descer mais. Mal cabia. A mandíbula doía. Ele segurou meu cabelo e empurrou devagar, gemendo baixo cada vez que a garganta se contraía ao redor da grossura. Eu chupava engasgando, a baba escorrendo, os olhos lacrimejando, o gosto salgado dele enchendo a boca.
Ele me puxou pra cima. Me virou de frente pra mesa, me empurrando pra frente até eu apoiar as mãos nela. Cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo sem muita cerimônia. Depois posicionou a cabeça larga ali. Empurrou.
O primeiro centímetro ardeu pra caralho. Eu mordi o próprio antebraço com força, abafando o gemido. Ele continuou, centímetro por centímetro, a grossura esticando tudo de uma vez. A dor era quente, latejante, o cu queimando enquanto aquela lata de refrigerante entrava. Quando ele enfim enfiou tudo, eu quase gritei contra o braço. Ele ficou parado um segundo, respirando pesado, e então começou a foder.
Estocadas firmes, profundas. O barulho molhado da rola entrando e saindo enchia a loja pequena. A mesa rangia. Ele me fodia em pé, uma mão na minha cintura, a outra segurando meu ombro, o corpo batendo no meu a cada empurrão. Eu continuava mordendo o braço, os olhos fechados, o cu arrombado e latejando a cada metro daquele pau grosso.
Depois ele se afastou, puxou a cadeira da mesa e sentou. O pau dele apontava pra cima, brilhando de saliva e pré-gozo. Ele me puxou pelo quadril.
— Vem.
Eu virei de costas pra ele, segurei a beirada da mesa e desci devagar. A cabeça larga forçou de novo a entrada. Desci centímetro por centímetro, o cu queimando, até estar sentado por completo naquilo. Ele segurou minha cintura e começou a me fazer quicar. Eu subia e descia no ritmo que ele ditava, o pau grosso saindo quase inteiro e entrando de uma vez, cada vez mais fundo. A dor misturava com o prazer. Minha bermuda e a cueca ainda estavam presas nas coxas. A mochila é minha camiseta jogadas num canto.
Enquanto eu quicava, ele passou a mão na frente e pegou meu pau. Começou a bater punheta no mesmo ritmo das estocadas. A mão dele apertava e subia e descia rápido, o polegar passando na cabeça molhada. Eu gemia contra o braço, o corpo inteiro tremendo. Ele fodia meu cu com força, me fazendo descer até o fundo a cada vez, enquanto a mão trabalhava meu pau sem parar.
O ritmo ficou irregular. Ele gemeu baixo, a mão apertando mais forte meu pau, e gozou fundo dentro de mim. Quente, em jatos, enchendo. Continuou me fodendo devagar enquanto esvaziava, respirando pesado contra minhas costas. Eu continuei quicando e ele continuou batendo até eu gozar também, espirrando porra no chão da loja, o corpo se contraindo forte em volta daquele pau ainda duro dentro de mim.
Ficamos assim um instante, eu sentado nele, os dois ofegantes. Depois ele me ajudou a levantar. O pau saiu devagar, e eu senti o gozo dele escorrendo pela coxa. Puxei a bermuda e a cueca de volta. Ele se arrumou, abotoou a calça social, ajeitou a camisa. Abriu a porta de novo como se nada tivesse acontecido.
Eu saí. A bermuda grudadinha, o cu latejando e doendo a cada passo, a mochila nas costas. Continuei andando como se tivesse só pedido um copo d’água.
Voltei naquele escritório várias vezes pra levar rola.

Comentários (1)

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  • Coroa: O endereço da loja por favor estou precisando fazer um seguro de vida. rsrsrsrsrs.

    Responder↴ • uid:1dqmvwbn3be7