#Corno #Grupal #Sado

Os meus donos indianos 3

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Escrava BBW

Ravi agarram-me pelo braço e conduz-me até ao fundo do mercado , Ishan segue atrás, rindo , empurrando-me nas costas a cada passo que hesito.
Ravi para na frente de uma porta de metal enferrujada, com tinta descascada . Ele não bate. Ele chuta a porta com a sola do sapato, e ela se abre , batendo contra a parede. O interior é escuro, iluminado apenas por uma lâmpada fraca que pisca no teto, revelando azulejos quebrados e um chão coberto de uma lama escura e brilhante. O odor é avassalador, cheiro de urina, fezes e desinfetante barato .
— Entra, sua cadela imunda — Ravi me empurra para dentro.
Eu tropeço nos meus próprios pés descalços, desequilibrando-me e quase caindo. Ravi entra e tranca a porta atrás de nós. Ishan fica encostado na pia quebrada, cruzando os braços, os olhos brilhando com aquele prazer sádico enquanto me observa .
Ravi aponta para o chão, diretamente para uma poça de água suja perto do vaso sanitário rachado.
— Ajoelha. Agora.
Eu não ouso desobedecer. Baixo-me lentamente, o líquido no chão molha o tecido do meu sari . Estou no nível da cintura dele, ele se aproxima, ele desabotoa a calça, puxa o pênis para fora. Está duro, pulsando, mas também visivelmente sujo, coberto por uma camada de suor, poeira e talvez os fluidos de outras mulheres que ele usou hoje. O cheiro é forte, muscoso e salgado, atingindo meu nariz antes mesmo dele tocar em mim.
— Abre a boca — ordena Ravi, sem emoção. — Limpa isso, puta gorda.
Eu abro a boca. Ele agarra o meu cabelo, e puxa a minha cabeça para frente. Ele enfia o pau duro na minha boca até bater na parte de trás da minha garganta, fazendo-me engasgar instantaneamente.
Ele começa a mover os quadris, foder a minha boca com força, usando o meu cabelo como alavanca. Minhas lágrimas escorrem, misturando-se com a sujeira do rosto, enquanto eu tento respirar pelo nariz, ofegante, a cada puxada que ele dá.
— É isso, engole tudo — Ravi murmura, olhando para baixo com desprezo. — tens uma boca boa para isso, não é? Só serve para engolir porra.
De repente, sinto Ishan se aproximando por trás. O ar se desloca e ouço o som da sua calça. Ravi não pára, mantendo o ritmo brutal na minha boca, forçando minha cabeça a ficar imóvel enquanto ele fode a minha garganta.
Ishan agarra minha cintura larga,,ele puxa o meu sari para cima, expondo minhas nádegas e a minha buceta ainda inchada e escorrendo do esperma do homem no beco. Ele não se importa com a bagunça lá. Ele cospe na mão e esfrega a saliva no meu ânus.
— Vamos ver se essa racha aguenta mais — Ishan ri, e sem aviso, ele empurra o pênis duro para dentro de mim.
Um gemido abafado escapa da minha garganta, sufocado pela pica grossa de Ravi. A penetração de Ishan é brutal, seca e rápida. Ele entra até a fundo,sinto os músculos da vagina apertando ao redor do pau dele, sugando-o para dentro, o que só faz ele rir mais alto.
— Olha isso, Ravi , a vaca gorda está gostando. Ela está apertando minha rola.
Ravi puxa meu cabelo. Eu sinto o pênis dele pulsando contra a minha língua, a glande batendo na minha garaganta, me provocando ânsias de vômito que eu tenho que engolir .
Ishan, atrás, não tem piedade. Ele segura minhas nádegas, separando-as com força, e fode-me como um animal. Sinto o saco dele batendo no meu clitóris inchado.
Não consigo pensar, só consigo sentir. O cheiro de urina do banheiro se mistura com o cheiro forte do suor e do sexo. Meus olhos ficam sem foco, lacrimejantes, fixos no botão da calça de Ravi enquanto ele usa minha boca como um objeto descartavel . Sinto-me cheia, usada, reduzida a um monte de lixo com os buracos abertos.
— Mais fundo, sua cadela — Ravi reclama, empurrando os quadris para frente, bloqueando meu ar completamente por alguns segundos. — Engole essa rola suja. Você é lixo, lembra? Lixo come o que lhe dão.
Eu sufoco, mas ele não recua. Ishan, por sua vez, acelera o ritmo, gritando palavrões , chamando-me de porca, de balde de lixo, de prostituta barata.. Eu sou deles. Eu sou este banheiro sujo. Eu sou o que eles fazem de mim.
— Engole tudo, sua porca imunda — diz Ravi
Antes que eu possa reagir, um jato quente e espesso sai na minha garganta. Engulo , tentando não afogar-me na sua ejaculação, enquanto ele se mantém imóvel, despejando a sua carga diretamente no meu estômago. O líquido escorrendo pelo meu queixo, gotejando para o chão de cimento sujo.
Atrás de mim, Ishan solta um grunhido . Retira o pénis bruscamente do meu ânus. Ouço o som dele se masturbando freneticamente . Segundos depois, sinto o calor do esperma dele a atingir-me nas costas, no pescoço, a espalhar-se pelo cabelo sujo. Ele ri, um som seco e cruel,.
— Olha para isto — diz Ishan, dando uma palmada na minha nádega . — Acabaste de ficar coberta pela nossa porra. É o que és, não é? Um saco de lixo para encher.
Fico ali, ajoelhada no chão húmido do banheiro fedorento, o corpo a escorrer líquidos de ambos os homens. A humilhação não é apenas o ato, é a consciência de que, durante estas duas semanas na Índia, me tornei isto. Uma gorda, uma vadia sem nome, usada em qualquer canto, em qualquer quarto sujo. Levei com esperma em todos os lugares possíveis, na cara, nos seios, na barriga, dentro de mim.
A memória do último dia em Nova Deli ,a casa da tia de Ravi estava cheia. Eu, nua, a gorda puta, fui o centro das atenções. Ravi, Ishan, os primos deles e até o tio idoso, passaram-me de mão em mão como um objeto sem valor.
Agradei a todos, com a boca, com as mãos, com a buceta cansada , até não ter forças para me manter de pé.
Agora, de volta a casa, Ravi e Ishan permitiram-me uma pausa nas minhas "funções de escrava" para ir visitar o meu filho, mas a porta fechou-se na minha cara. Ele não quis ver-me.
— Vai embora. Sinto nojo de ti — disse ele — Soube o que fizeste. És uma gorda puta. Não quero ter uma mãe assim.
O meu próprio filho, via-me apenas como a puta que Ravi e Ishan criaram. Regressei à casa deles com os olhos inchados de chorar, mas sem ousar limpar as lágrimas sem permissão.
Aqui, em casa dos meus donos, a vida retomou o seu ritmo cruel. Roupa não é permitida. Ando nua, a minha pele pálida e gorda exposta ,faço as tarefas domésticas nua: passar a ferro, limpar o chão, cozinhar. Sinto o frio do azulejo na cozinha a tocar-me nos pés, a barriga a balançar quando me curvo para apanhar algo do chão. Eles observam-me, sempre.
Hoje, estão sentados no sofá da sala, com o telemóvel na mão, rindo baixinho. O meu coração aperta-se. Sei o que estão a fazer.
— Olha esta foto, Ravi — diz Ishan, mostrando o ecrã. — No Facebook, ela parece uma mulher tão decente. Toda recatada.
Ravi ri, um som sem humor. — É uma farsa. Deveríamos pôr a foto real, da cadela nua, com a boca cheia de porra. Isso é que seria honesto.
Eles controlam as minhas redes sociais. Tenho acesso a elas, mas sei que eles vigiam cada movimento, cada mensagem. A vergonha queima-me no rosto enquanto limpo a poeira de uma estante
— E estas mensagens? — Ishan lê em voz alto, a sua voz projetada pela sala para me humilhar ainda mais. — "Quero sentir-te dentro de mim, faz-me tua." "Não aguento esperar para te chupar." — Ele olha para mim com desprezo.
— Trocaste estas mensagens com outros homens antes de seres nossa. Parece que já nasceste puta.
Baixo a cabeça, continuando a esfregar o pano na madeira, incapaz de responder. As palavras que escrevi em momentos de solidão ou desejo, agora são armas nas mãos deles para provar a minha depravação .
— Vem cá — ordena Ravi, sem levantar os olhos do telemóvel.
Deixo o pano cair e caminho até eles, paro à frente deles, as mãos cruzadas à frente da vagina, num gesto instintivo de proteção que sei ser proibido.
— Mãos atrás das costas, cadela — corrige Ishan.
Obedeço, eles continuam a ler, a rir, a comentar cada mensagem indecente, cada detalhe explícito que eu partilhei com outros homens no passado. Sou reduzida a um conjunto de palavras sujas e atos degradados, uma piada viva e nua na sala de estar deles.

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