#Teen #Virgem

Minha primeira noite

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Cláudia

Minha primeira experiencia sexual foi completamente inesperada, na época eu estava com quinze anos e morava com meus pais em um apartamento de dois quartos, um deles ocupado por eles e outro só por mim, já que na época minha irmã fazia faculdade em outro Estado e só vinha para casa nas férias. Eu bem inocente, mas os hormônios já me faziam sentir algo diferente quando passava os dedos na minha racha, mas até então nunca tinha me masturbado. Mamãe recebeu uma amiga de adolescência em casa pois ela teria que resolver alguns assuntos em nossa cidade. Vinda do Nordeste, Lucy não estava acostumada com a temperatura baixa que a natureza estava nos impondo, era uma mulher com trinta e cinco anos, coxas grossas, seios generosos, feições bem sensuais e pouco mais alta que eu na ocasião. Na hora de dormir, não me incomodei por ela fechar a porta do quarto para aquecer o ambiente e sentindo o gostoso aroma de seu perfume, fiquei bem satisfeita quando ela me convidou para deitar na mesma cama que ela para aquece-la, mas assim que me acomodei, ela foi com a boca direto no meu pescoço e sua língua provocou um arrepio que percorreu todo meu corpo no exato momento que seu dedo pressionou meu grelinho virgem, nossa em segundos, apesar do frio senti um calor enorme subir da boca do meu estômago até meu rosto, não resisti pois aquela sensação desconhecida estava deliciosa, é claro que eu sabia que aquilo era putaria, mas eu estava disposta a sentir mais alguma coisa, quando trocamos nosso primeiro beijo. Lucy enfiou a língua em minha boca e provavelmente por comentários das colegas de colégio que contavam o que faziam com seus namorados, eu sabia que deveria chupar aquela língua que passeava em minha boca, nossa constatei ser muito melhor que o descrito e suguei com vontade já sentindo os primeiros espasmos musculares, a essa altura minha estupradora já estava desabotoando meu pijama de flanela e não consegui evitar o gemido quando senti meu mamilo ser mordiscado em seguida meus seios serem sugados pela primeira vez por alguém que realmente sabia como fazer sem parar de massagear meu grelo ainda por cima da calça do pijama, quando então ela me ofereceu aquele lindo par de seios para eu chupar e tentei fazer exatamente como ela tinha feito nos meus, enquanto eu estava com a boca cheia mamando como uma gata faminta, Lucy enfiou a mão pela cintura da calça do pijama e dentro da minha calcinha e aquela massagem clitoriana me fez choraminga implorando para a quase desconhecida não parar e gozei pela primeira vez, naqueles dedos hábeis, foi rápido mas profundo e a experiente enfiou seus dedos enxarcados com meu melzinho em minha boca fazendo-me conhecer o gosto de minha própria buceta e antes que eu me desse conta, a adulta puxou minha calça de pijama e calcinha para baixo, deixando-me apenas com a camisa e escorregou enfiando a cabeça entre minhas pernas. Maliciosamente a lésbica passou a língua na minha racha de baixo para cima, tudo que pude fazer foi empurrar sua cabeça e receber a penetração de sua língua entre meus grandes lábios e passei a tremer como uma doente e gemer como quem está com muita dor, tanto que Lucy tapou minha boca com medo que meus pais ouvissem meu gemido, fazendo-me entender que deveria me controlar e já rebolando naquela língua por puro instinto, recebe aquela língua gostosa na portinha do meu cu entrando em êxtase extremo imediatamente. Passamos a noite nos alisando e quando tentei retribuir os carinhos, Lucy foi taxativa, ela era ativa e não permitiu que eu lhe fizesse o que eu tinha vontade de fazer. Pela manhã, antes de sair para escola percebi várias trocas de olhares suspeitos entre Lucy e minha mãe, mas achei que era impressão minha. Na volta para casa na hora do almoço, quando perguntei a minha mãe de sua amiga percebi um certo ar de tesão nas feições de minha mãe que respondeu que ela tinha saído pouco antes e do advogado onde deveria estar naquele momento iria direto para o aeroporto. Almocei e entrei no banheiro para tomar banho e como era hábito, deixei a porta encostada e estava distraindo sentindo a agua quente cair sobre meu corpo quando percebi a presença de minha mãe que já nua ainda do lado de fora do box estava com os olhos fixos em meus seios. Aquele olhar de desejo me fez abrir a porta e trocamos nosso primeiro beijo incestuoso e nossas mãos percorreram nossos corpos, a comparação dos toques foi inevitável, minha mãe parecia ainda mais experiente que sua amiga e em um piscar de olhos estávamos rolando na cama de minha mãe pude então fazer o que tive vontade de fazer a noite, um sessenta e nove e gozamos intensamente e juntas como duas mulheres acostumadas a mesma cama. Naquela mesma tarde depois de muito carinho, mamãe entrelaçou nossas pernas, aproximou nossas bucetas e nos esfregamos como duas loucas até gozarmos e de lá para cá, não paramos mais.

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