#Teen #Virgem

fingi inocencia

668 palavras | 1 | 4.50 | 👁️
cobra

tive que fingir inocencia alem do limite para minha mãe .

moramos em são paulo , minha mãe é separada do meu pai , eu sempre fui precoce e meia cheinha m não sou gorda mas na época ainda carregava aquela gordurinha infantil , aquela gordurinha que some quando se entra na adolescencia , na epoca em são paulo tinha uma linha de onibus que se diziam a mais longa ( penha x lapa ) final de semana fomos na casa da minha madrinha, passamos o final de semana la e quando nós preparava para voltar foi minha madrinha quem lembrou - vão não deixe para ir amanha durante o dia , esse onibus demora muito e vocês vão chegar muito tarde alem de ser perigoso tem muito assalto nos fim de semana e descidimos dormir la e voltar no outro dia de manha , pegamos perto do final e estava vazio , logo encheu e minha mãe pediu para dar lugar para uma senhora , levantei e a mulher sentou no banco da janela e vim em pé encostada na minha mãe sentada , encheu mais e encostou um senhor atras de mim , nas curvas o ónibus tomba um pouco e senti algo encostar em mim e depois desencostar e assim foi indo até chegar em ponto perto de uma fabrica e ai lotou mesmo e o velhote colou em mim e logo senti algo encostar um pouco acima da minha bunda era abaixo do cós do short que eu usava e aquilo começou incomodar , devagar fui dando um jeito e desci uma mão e fui sentir oque seria aquilo , fiz que arrumava o short e passei a mão ali , era o pinto do velhote que com o contato pulsou , o velhote tossiu e gemeu tudo junto para ninguém perceber , as vezes eu levantava os pés e o cacete encaixava no meu rego ai quem arrepiava era eu , tinha descido algumas pessoas e ja tinha uma certa folga ali então fui levando a mão novamente como se arrumasse o short novamente , minha mãe cochilava sentada no banco , levei a mão com muito cuidado e segurei por cima da calça novamente , ele gemeu baixinho disfarçando e olhou em volta procurando alguém atento e olhou no meus olhos , ai fechei a cara para ele mas continuei segurando aquela cobra que pulsava , eu não percebi mas ele desceu o ziper da calça e retirou a pica para fora e desceu a camisa por cima , levei a mão novamente , naquele jogo de gato e rato e peguei novamente e dessa vez em carne viva e viemos um tempo assim eu apertava com a mão e ele gemia e tossia disfarçando , aquilo estava uma delicia , apertar aquilo e ele pulsava e o velhote gemia até que minha mãe falou jamile se prepara para descer eu retirei a mão e estava meio umida , sequei no short , senti como se cai-se gotas nas minhas costas , mas não dei importancia e viemos encostar na porta , o onibus parou descemos , minha mãe foi quem viu ja que desci na frente , o onibus seguiu e ouvi - espere ai jamile , vire de costas para cá , oque é isso ? será ? pegou um pedaço de papel higienico que carrega na bolsa e limpou retirando um pouco e repetindo até limpar - uhgmm que odio , que odio , velho nojento - que foi mãe ? oque aconteceu ? uhgmm aquele velho, nada não jamile , - cheirou - isso é gala ( porra ) e é daquele velho asqueroso , - gala mãe ? mas como sempre ouvi falar em ovo galado mãe - ééééé jamile gala e é daquele maldito , - viemos embora até chegar em casa e eu ir tomar banho para retirar o cheiro de porra da roupa - percebi logo de inicio que o velho tinha gozado nas minhas costas mas tive que guardar inocencia - hoje me lembro disso e dou gargalhada .

Comentários (1)

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  • Miguel: Aguardando suas próxima história

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