#Incesto #Teen

Pedindo ajuda pra comer minha mãe

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Quero a mamãe

Como eu entrei na internet em busca de ajuda pra realizar meu grande sonho e comer a minha mãe

Ser adolescente é uma merda; você tá no meio daquela fase em que os hormônios tão deixando a sua cabeça doida, com pensamentos de garotas, peitos e bundas o tempo todo. E por falar nelas, as garotas da sua idade só querem saber de caras mais velhos, e as mais velhas, de caras ainda mais velhos. Então,você tá na merda, se quiser comer uma bucetinha.

Acontece que, no meu caso, eu também tava interessado em garotas mais velhas. Quero dizer, bem mais velhas, tipo com idade de ser minha mãe. E o pior de tudo... era na verdade a minha mãe!

Com 14 anos e filho de pais separados, eu fui morar com a minha mãe desde os 7, quando ela e meu pai descobriram que não tinham nada a ver um com o outro. Não foi culpa de ninguém, nem minha mãe traiu meu pai, nem ele pulou a cerca. Essas coisas acontecem. E com as visitas dele cada vez mais raras, eu fui ficando mais e mais próximo da minha mãe, quase como o hominho da casa. Até que aos 14 eu percebi que não queria saber de garota nenhuma; eu já tinha a mulher perfeita dentro de casa.

Um dia, enquanto estava no banheiro tomando um banho, depois de bater uma, eu tive uma ideia. Eu tenho lido não sei quantos foruns na internet sobre incesto, e relacionamentos entre mãe e filho, com caras dando dicas e tudo mais, e pensei comigo: por que não entrar em contato com um deles e pedir um conselho, que seja útil, sem esses manés com papo furado, que só ficam batendo punheta com a calcinha da mãe, e nunca tiveram coragem de fazer mais nada.

Debaixo do chuveiro, enquanto meu pau ficava de novo duro, só de pensar na minha mãe, eu me decidia entre as opções. Já tinha lido de tudo, desde Reddit, Tumblr, e até uns sites meio estranhos.

E na hora de me decidir entre eles, eu acabei fazendo o que todo muleque inseguro faria: procurei meu melhor amigo da escola e contei tudo. Depois, mal podia acreditar que tinha mesmo acabado de me abrir com alguém sobre o meu tesão secreto pela minha mãe. Bem, acho que o pior que podia acontecer seria ele me zoar pelo resto do ano. Mas, pra minha surpresa, o Leo até que foi bem maduro, pra um garoto de 14 anos que, igualzinho a mim, era virgem de tudo: bv (nunca beijou) e pv (pau virgem, ou seja, nem mesmo um boquete rolou).

"Cara, será que você me ajuda com uma coisa? Há um tempão que eu tenho o maior tesão numa pessoa...", eu digitava no celular, esperando ter feito a escolha certa.

"E eu conheço essa pessoa?", a resposta veio em seguida.

"Mais ou menos...", eu tentava me abrir.

"Se for uma garota da escola, é só ser sincero com ela e dizer o que sente", típico conselho de adulto. Ele deve ter lido isso na internet.

"É uma pessoa que há muito tempo eu tenho tesão, e eu sonho em comer ela..."

"Diz logo quem é, pô!"

É a minha mãe... eu só penso em comer a minha mãe!", eu finalmente me entreguei.

"Como é que tem tesão na sua mãe, cara?", e essa agora!

"Ué, do mesmo jeito que qualquer um!", eu tentava me explicar. "Quero dizer, no meu caso é uma coisa que eu tenho desde garoto."

"E nunca houve nada entre vocês?"

"Não, só tesão mesmo", meu pau de repente foi ficando duro no volume da bermuda. "Além disso, eu tenho a impressão de que ela sente falta... sabe... há tanto tempo sozinha."

Sobre isso, talvez tivesse razão. Desde que meus pais se separaram, minha mãe só teve uns namoricos, mas nenhuma relação estável. Sendo uma mulher bonita e bem-sucedida como médica, ela devia ter muitos caras atrás dela, mas desde que largou meu pai não teve nenhuma relação séria.

Eu sei que aquilo era meio irresponsável, contar pra alguém que eu queria comer a minha mãe. De qualquer jeito, talvez assim eu começasse a entender melhor a escolha dela. Depois de um casamento fracassado, acho que ela só queria se divertir um pouco, ter algum prazer sem compromisso e não se preocupar com um filho adolescente.

E se ela se desse conta, descobriria que a diversão estava bem mais perto do que podia imaginar... bem no quarto ao lado, onde seu filho trocava mensagens com um amigo sobre como perder a virgindade com a própria mãe. Não sei como iria fazer isso, mas acho que se tinha alguém que podia dar prazer à minha mãe na cama era eu, seu próprio filho! E por que não? Talvez fosse isso o que ela precisasse. Afinal, não é o que dizem? Nada como um garoto novinho cheio de energia e tesão, disposto a fazer de tudo pra você na cama. E isso eu tava.

Então, desde que tomei coragem de me abrir e pedir ajuda ao Lucas sobre o meu segredo, passei a trocar mensagens com ele, tentando descobrir como seduzir minha mãe. Pra um garoto com um enorme tesão, eu parecia não me saciar apenas com pornô... daqueles de incesto, com mãe e filho, eu precisava viver o meu sonho. Eu tava naquela fase da paixão pela própria mãe, por um belo par de seios grandes, e querer mais que tudo comer uma buceta... mas eu já tinha escolhido qual eu queria comer.

Tentei aprender tudo sobre as mulheres mais velhas, do que elas gostam, como falar com elas, essas coisas... mas comer a própria mãe é outra história. E mesmo tendo aprendido bastante sobre sexo nos vídeos pornô, ou em foruns sobre incesto, seduzir sua própria mãe era um desafio.

"Primeiro, seja paciente!", dizia um texto que o Lucas me enviou, que ele achou na internet. Pelo jeito parecia de alguém bem mais velho e mais experiente. "Sei que vocês garotos estão sempre excitados, mas as mulheres funcionam como um relógio. Um dia elas não têm interesse e uma semana depois estão malucas por um pau!"

Eu prestava atenção a cada dica que ele dava, com meu pau já dando sinal de vida de novo, depois da minha punheta matinal.

"Quando o dia muda, o humor da mulher muda. Por isso, um elogio na hora certa pode fazer toda a diferença. Diga a ela que ela tem um corpo lindo. Diga que você gosta de uma parte específica do corpo dela."

"E se eu pedir pra tomar banho com ela?", eu me empolgava, digitando na sala de bate papo com o Lucas.

"Calma, cara. Paciência. Lembra?", ele respondia. Continuei lendo o texto que dizia o que fazer. "Deixe no ar que tem curiosidade de vê-la nua. Se estiver na cama, abrace ela, mostre intimidade. Diga que ela é maravilhosa e atraente. Mulheres gostam de ser elogiadas."

A essa altura, eu já estava de pau duro, e era uma imagem maravilhosa na minha cabeça, eu e minha mãe deitados na cama dividindo alguma intimidade.

Sobre essa coisa de ficar mais íntimo dela, eu fui tentando aos poucos fazer com que ela me visse como um garoto maduro, não apenas como o filhinho dela, ou como um dos seus pacientes (esqueci de dizer que ela é médica pediatra).

"Outro dia eu entrei no banheiro, quando ela tava escovando os dentes", eu contava excitado pro Lucas. "Eu também peguei a minha escova pra escovar os meus. Nossa, ela nem se importou que eu tava só de cueca! Isso eu comecei a fazer, como você me disse, quero dizer, andar pela casa de cueca boxer. E eu tenho uma preta bem justa."

"Notei que ela ficou olhando o meu pau pelo espelho," eu me excitava ainda mais. "E antes de sair, eu passei por trás dela, roçando meu pau nela na hora de dar boa noite. Depois disso eu passei a esperar que ela fosse escovar os dentes pra ir junto!"

"Isso tá ficando sério, mulque!", ele me respondia.

"E tem mais!", eu continuava. "Ontem eu esperei pra ela sair, pra poder mijar, e ela me disse pra deixar de ser bobo, que eu não tinha nada que ela já não tivesse visto. Nossa, eu nem acreditei!"

"E o que você fez?"

"Botei meu pau pra fora, sem me importar que ela tava ali!", agora ele tava mesmo excitado. "Mas aquilo me deixou de pau duro na hora, e eu quase não consegui mijar!"

"Caraca, aposto que depois de ver o seu pau duro, isso deve ter enchido a cabeça dela de ideias!"

Seguindo com as dicas do Lucas, essa eu tenho certeza que ele viu na internet.

"Dê um presente especial, uma coisa íntima, mesmo sem ser de aniversário."

"Já sei, uma calcinha!", eu fui logo me empolgando.

"Não, isso não; uma coisa mais ousada, tipo de um vídeo pornô. Tem que ser uma coisa que ela nunca teve, como uma cinta-liga!"

Uma semana se passou desde que eu comecei a botar em prática todas as dicas do Lucas. Aos poucos as coisas entre a minha mãe e eu pareciam ficar mais quentes, o que só me animava. Mas de tudo o que ele disse, aquela da cinta-liga foi o que me deixou mais ansioso, esperando pra ver o resultado. E assim que finalmente tomei coragem e entreguei a ela, tudo o que eu podia imaginar era o seu corpo nu, bem na sua cama, usando só aquele presentinho meu.

"Eu fiz o que você disse", eu digitava animado naquela mesma semana. "Dei de presente pra minha mãe uma cinta-liga!"

"E o que ela disse?", o Lucas parecia não acreditar que eu tive mesmo coragem.

"Ela ficou toda surpresa, mas gostou", eu me gabava. "Depois disso, eu notei ela me olhando quando eu saí do banho e passei no quarto dela!"

"E o que mais?"

"Ela tava lá deitada na cama, vendo tv. Esses dias a gente parece tá ficando mais íntimo, e eu aproveito que ela tá mais à vontade na cama pra ficar junto dela. E ela geralmente me abraça por trás, de conchinha, o que acaba sempre me deixando de pau duro."

"Pelo jeito as coisas tão dando certo."

"Só não sei por quanto tempo mais eu aguento. Queria perguntar a ela o que ela achou do presente, ou quem sabe pedir pra ela experimentar, pra eu ver."

"Cara, se fizer isso vai estragar tudo. Tem que deixar ela dar o primeiro passo, depois você dá o próximo."

Mesmo ansioso pra que as coisas rolassem mais depressa, acho que o Lucas tinha razão; se eu me apressasse demais ela ia dar uma esfriada.

Depois de anotar todas as dicas, cada uma me deixando mais de pau duro que a outra, claro que eu já tava bem excitado com tudo o que tinha acontecido aquela semana. Eu olhava a foto de uma loira usando uma cinta-liga, mas só conseguia ver o rosto da minha mãe, então comecei a me masturbar, sentado na frente do computador. Mas, bem na hora em que eu tava quase chegando lá, meu coração quase parou quando a porta do meu quarto abriu e aquela silhueta apareceu de repente, quase me pegando de pau na mão.

Eu só tive tempo de fechar o laptop e botar o pau pra dentro da bermuda, pelo menos acho que ela não viu.

"Ainda no computador, filho?"

"Já ia desligar", eu respondi, meio sem jeito.

Ela então chegou perto da minha cama e veio me dar um beijo de boa noite. Cara, ela já não fazia isso há muito tempo, o que só podia significar que as coisas tavam indo bem, como o Lucas falou. Tinha que deixar ela dar o primeiro passo.

Só que depois que ela saiu, ainda sentindo o cheiro do creme que ela passa no corpo toda noite, uma coisa aconteceu comigo, que me deixou com medo. Meu saco começou a doer muito, e eu não sabia o que era. Então eu fui no quarto dela e falei pra ela, mas não sabia que ia acontecer aquilo. Ela me chamou pra perto dela, ali sentada na cama, e eu fiquei sem reação com o que ela disse.

"Não é por menos, né, filho?", ela mais parecia a doutora do que a minha mãe. "Depois de ficar vendo pornô na internet."

Eu nem sabia onde enfiar a cara. Pelo visto ela sabia que eu tava batendo uma.

"Só tem que terminar o que começou."

Na hora não entendi direito o que ela quis dizer, mas ela viu o meu pau duro e passou a mão de leve por cima.

"Já tive um garoto no consultório com a mesma coisa!"

Eu vivo me esquecendo que ela é pediatra!

Aí ela disse o que me deixou doido. Ela perguntou se eu não queria que ela fizesse pra mim, pra aliviar um pouco, já que tava doendo tanto. Aquilo, dito daquele jeito, parecia com aqueles seriados de hospital, ela a médica e eu, o paciente. Eu disse que tudo bem e fiquei vendo ela baixar a minha bermuda. Nossa, eu nem podia acreditar.

Na mesma hora meu pau pulou pra fora, quase na cara dela. Eu nem acreditei quando ela pegou no meu pau duro e começou a bater uma pra mim, primeiro devagar, depois foi aumentando a pressão, me deixando doido pra gozar. Eu disse que tava quase e ela então pegou um lenço e cobriu a cabeça do meu pau, bem na hora em que eu comecei a gozar, quase na cara dela.

Depois ela perguntou se eu tava aliviado e é claro que eu tava, mas disse que se a gente tentasse de novo seria melhor. Ela riu e jogou o lenço cheio de porra em mim. Nossa, minha mãe tá me deixando doidinho por ela! Depois de me mandar ir dormir e parar de ver pornô no computador, eu já tava saindo, quando tomei coragem e pedi pra dormir com ela aquela noite.

"Não já tá grandinho pra isso, filho?", ela sorriu.

"Só essa vez", eu fiz aquela cara de filho carente.

Nossa, quando ela puxou o lençol, me deixando dormir com ela, eu quase não podia acreditar. Devia ter pedido isso há mais tempo. E é claro que quando eu me meti debaixo do lençol, com ela me abraçando de conchinha por trás, meu pau já tava de novo duro. E o que eu posso dizer é que foi difícil dormir aquela noite, com o cheiro da minha, do creme que ela passa no corpo antes de ir dormir. Depois eu conto tudo o que rolou, e como foi a minha primeira noite com a minha mãe.

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