Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 9
Nós não tivemos tempo de nos preparar psicologicamente para o reencontro, Felipe apareceu de surpresa com Fernanda, eles estavam incríveis, eu mal reconhecia a Fernanda de tão linda que ela estava, elegante, corpo malhadinho, Felipe havia mudado um pouco, estava mais forte ainda, com as veias do braço marcando, Sabrina ficou tensa, mas os recebeu, eles entraram e ao ouvir a voz dele Gabriel saiu correndo de casa pulando em cima de Felipe o abraçando, foi legal demais! Os dois choraram com esse momento.
Assim que entraram, Fernanda olhou com atenção a casa e disse:
Fernanda: Mudou muito aqui
Sabrina: Sim, a gente trocou uns móveis, pintamos, tá bem bonitinho, mas acho que vamos sair, aqui é pequeno pra um bebê
Felipe: E como vai se chamar?
Sabrina: Vai se chamar Helena
Felipe olhava com muita ternura, sorria calmamente, ele me abraçou pelo ombro e disse:
- Você vê que loucura? Nunca imaginaríamos que assim era o certo, vocês merecem essa felicidade toda
Fernanda: Mas temos um problema para resolver com vocês
Sabrina: Qual problema?
Fernanda: Eu ainda estou casada no papel com o Pedro... e o Felipe e eu queremos nos casar...
Estranhamente ficamos felizes com isso, e eu concordei facilmente em dar o divórcio a Fernanda, acho que eu me esfriei totalmente em sentir amor por ela, Sabrina e eu estávamos tão apaixonados um ao outro que realmente não havia espaço para qualquer coisinha boba, pelo menos eu achava que não, Felipe disse que tinha alugado a casa de um amigo e que ficaria por algum tempo até comprar uma casa, Sabrina então perguntou se podíamos ir juntos na imobiliária quando ele fosse para vermos algumas casas ou apartamentos, Felipe consentiu, logo ele foi embora.
Alguns dias depois a Fernanda e ela combinaram de irem em uma imobiliária, era incrível que até o jeito de falar da Fernanda havia mudado... fomos nessa imobiliária juntos, o corretor que me atendeu tratou Sabrina e eu como se fossemos uns coitados.
"Mas vocês tem renda para qual bairro? Vocês vão conseguir pagar até qual valor? Vocês não querem ver uma casinha da caixa?"
Enquanto o corretor de Felipe o tratava com sorrisos e com toda doçura, eu achava que era um problema do profissional que nos atendia, mas Sabrina disse que era pela renda, que sempre que viam o salário de Felipe o tratavam como rei, marcamos de visitar 3 lugares, e Felipe também visitaria alguns, combinamos de irmos juntos em todos, Sabrina e eu gostamos de uma casa bem bonitinha, próximo ao centro, ficaria boa para ela poder trabalhar e eu também, 4 cômodos, quintal grande nos fundos, garagem para dois carros, iriamos fechar nessa, até vermos que Felipe visitaria duas casas na mesma rua, duas casas no padrão que ele gostava, cômodos enormes, casa arejada, ele gostou de uma casa maior que a primeira que morava, garagem para 6 carros (3 na frente, 3 atrás), não vou detalhar tanto a casa, afinal, isso é um conto erótico, quando viu a segunda, também era grande, porém térrea, tinha 3 quartos... eu adorei a casa, mas minha renda e de Sabrina não daria o valor para aquela casa, não falamos nada, Felipe fechou com a primeira, perguntamos por curiosidade o que precisaríamos fazer para financiar a segunda, o corretor bem tosco disse que só com uma entrada muito alta, Felipe ouviu e disse para pegarmos a casa que ele daria a entrada.
Eu não queria aceitar, mas a casa era a linda, e se tem uma coisa que Felipe me ensinou foi que às vezes as oportunidades não voltam duas vezes, aceitamos, eu o vi pagando... me senti constrangido, mas eu pagaria de volta quando pudesse, dali em diante foi aquela correria de cartório, água, luz... mas em menos de 30 dias resolvemos tudo e enfim podíamos mudar, Felipe e Fernanda mudaram apenas com o básico, enquanto Sabrina e eu continuamos pensando em cada detalhe, calculando tudo, medindo cada canto da casa, não mudamos imediatamente, tínhamos muitas coisas para fazer e comprar... e aí me bateu a sensação de que Sabrina podia estar arrependida, cada vez que visitávamos a casa víamos caminhão de entrega chegando na casa de Felipe, marceneiros trabalhando, era foda... até que eu falei para Sabrina:
- Você sente falta dessa facilidade?
- Eu prefiro a sensação de estar conquistando tudo com você, eu nunca valorizava nada com o Felipe porque se algo estragasse, ele comprava outro no dia seguinte, pode parecer lindo, mas a gente desaprende a valorizar o esforço e as pequenas coisas
Sabrina estava certa, a gente se esforçava ao máximo para tudo, e isso nos unia mais e mais, nesse meio tempo Bruna e Gabriel alugaram uma outra casa mais perto da gente, eles não queriam ter que dividir o quintal com uma família desconhecida depois que saíssemos de lá, e rapidamente Sabrina e eu nos mudamos para nossa nova casa.
No começo eu tinha receio de ser estranho essa nova fase, mas sinceramente, a Fernanda não mexia mais comigo, esse 1 ano longe fez nos distanciarmos completamente, eu conseguia vê-la e não sentir absolutamente nada, até nos reunirmos na casa de Felipe como fazíamos antes, dessa vez Sabrina e eu éramos os convidados, ficávamos sentados conversando enquanto Fernanda e Felipe preparavam tudo, Bruna começou a rir disso e todos achamos graça também, mas Bruna, como sempre, soltou pimenta na conversa:
Bruna: E sexualmente, vocês não sentem saudade?
Fernanda: Acho que não... tá todo mundo virando pais, tendo família, foi bom... mas acho quase impossível acontecer de novo, principalmente agora que estamos noivos
Bruna: Você não sente falta de nada?
Sabrina: Ai Bruna... acho que não, parece que as coisas estão no devido lugar agora.
Bruna: E você, Felipe? Sente falta da Sabrina?
Felipe: Sinto
Todos olhamos pra ele assombrados com a sinceridade, até mesmo Fernanda, ele continuou:
- Não vou fingir normalidade, é estranho ver a Sabrina grávida, toda calma... eu sinto que tava empacando a vida dela
Eu: Vendo a Fernanda, eu sinto a mesma coisa, parece que ela tá mais feliz com você
Sabrina: Bom... eu sinto falta da loucura do Felipe, de acordar de manhã e inventar de viajar pro meio do mato, mas eu vejo também que vocês estão bem... e isso é o que importa, tá todo mundo com a sensação de que segurava a vida do outro
Fernanda: É... eu nunca imaginei que veria o Pedro assim fazendo academia, com um carro novo, casa grande, é estranho, mas parece que tá todo mundo bem.
Bruna: Mas não foi isso que eu perguntei, eu disse... sexualmente, não tem nenhuma saudadezinha?
Fernanda: Aaaaa... não... acho que não
Bruna: Felipe, só você é sincero aqui, tem saudade?
Felipe: Claro que sim!
Rimos e Sabrina o provocou.
Sabrina: Mas você ia me querer com uma barriga desse tamanho?
Felipe: Eu ia, hein?!
Sabrina: Do que você sente mais falta?
Felipe olhou para todos pensando se deveria falar, e soltou:
Felipe: Do seu cuzinho, fazer anal com você é coisa de outro mundo!
O clima ficou pervertido, eu senti ciúmes, mais do que sentia de Fernanda, mas meu pau me traía, endureceu na hora, Sabrina corou e deu um sorrisinho bem sapeca, a noite continuou tranquila, mas logo Bruna queria fazer um tour pela casa para ver tudo, nós também ficamos curiosos, Felipe nos mostrou tudo, quando chegamos em seu quarto, Sabrina disse:
- Dá licença aqui, deixa eu ver se ele ainda continua colecionando perfumes e não usando todos
Sabrina abriu a porta do guarda roupas e lá estavam dezenas de perfumes, mas assim que erguemos os olhos, lá estava uma caixa, como na primeira vez... minha garganta deu um nó, Bruna quis ver, e se repetiu a mesma cena, dessa vez não tinha coleira ou plug de cachorra, era uma fantasia de enfermeira, com uma calcinha tão fina que era difícil imaginar como comportava a buceta de Fernanda, as crianças estavam acordadas, talvez por isso as coisas não se apimentaram mais, em poucos minutos fomos embora, aquela noite foi perturbadora, Sabrina não comentava nada, mas eu sabia que isso tinha mexido com ela, então eu perguntei:
- Quando ele falou do seu cuzinho...
- Eu não vou transar com ele, se é o que você tá pensando
- Eu pensei que você tinha ficado com vontade
- Não... eu só gostei de saber que ele sente tesão ainda, é bom sentir que sou desejada, mas não, não vou fazer nada com ninguém
Eu me calei, percebi que isso geraria uma briga, no dia seguinte Sabrina e eu precisávamos ir no mercado comprar algumas coisas, estávamos andando tranquilo no corredor com nosso carrinho, quando ouvimos alguém:
- Eu não to acreditando nisso que to vendo!
Era Marina... puta merda!
- Quem diria? Você grávida?
Sabrina: Oi, Marina!
Marina: Oi, você tá linda, cadê o Fe? Andando assim colada com o Pedro até parece que são um casal
Sabrina: Pois somos, eu estou com o Pedro agora
Marina abriu a boca e tapou com as mãos em choque com a informação.
Marina: Mas... espera... como assim? Vocês se separaram? Que loucura...
Sabrina: Não viu o insta dele? Você sempre via
Marina: Não... ele me bloqueou tem anos, mas tá bom, vou indo... bom te ver hein?!
Sabrina revirava os olhos com raiva de Marina, sabíamos que ela faria algum inferninho com essa informação, mas terminamos nossas compras, a tarde estávamos tranquilos quando chegou um caminhão Iveco com uma entrega gritando o nome da Sabrina, mas não tínhamos comprado nada, ficamos tentando entender, até o entregador falar:
- Tá em Nome de Felipe Es..., entregar para Sabrina M...
Então recebemos, era um enxoval completo, o quarto todo, cômoda, berço, chiqueirinho, carrinho, tudo, tudo mesmo, nas cores que Sabrina queria, acho que Felipe e ela já tiveram essa conversa quando estavam juntos, Sabrina chorou agradecida, eram coisas que a gente estava para comprar mas que talvez não compraríamos tudo, nossas preocupações agora eram mínimas, foi aí que mandamos mensagem pro Felipe agradecendo e ele se prontificou a nos ajudar a montar, aceitamos, ele veio com Fernanda, nós montamos as coisas rapidamente enquanto Sabrina e Fernanda conversavam na sala, assim que apertamos o último parafuso meu coração se aqueceu, ficou lindo demais, agradeci o Felipe, e chamamos as meninas para verem, Sabrina ficou boba, com um sorriso aberto radiando de tanta felicidade.
Sabrina: Meuuu! Você é sem palavras.
Felipe: Só fiz isso porque gosto muito de vocês
Sabrina: Você realmente não fica... não fica mal me vendo com o Pedro? Você voltou e nos ajudou com a casa, agora com o quarto do bebê... isso não é normal
Felipe ficou pensativo...
Felipe: Não... eu consigo ver isso com muita maturidade
Sabrina o abraçou, abraçou Fernanda e ficamos lá, limpando a bagunça, organizando, até Felipe perguntar se os pais de Sabrina me receberam de boa, e a verdade é que meu sogro me odiava, ele lembrava de quando eu fui lá com Fernanda, ele ficou puto quando Sabrina me apresentou, mas agora já conseguíamos conviver no mesmo espaço pelo menos.
Fernanda e Sabrina conversavam sobre ideias para decorar a parede do quarto, quando o celular de Felipe tocou, ele saiu para atender e ficou longos minutos em uma ligação que aparentemente era bem importante, enquanto esperávamos Sabrina comentou:
- Essa correria de trabalho cansa, né?
- Cansa... ele tá até tentando um acordo pra sair
- O Fe quer sair desse emprego? Mas... ele tá a anos nessa empresa
- Ele recebeu uma outra proposta... parece ser melhor, mas a empresa não quer liberar ele
- O Sr. Medeiros jamais vai querer demitir o Felipe, é capaz de aumentar o salário
E lá veio o Felipe sorrindo.
Fernanda: Deu certo?
Felipe: Não, ele me deu um aumento e disse que não vai me mandar pra fora por um bom tempo
Sabrina: Não falei?!
Fernanda: Você conhece bem o Felipe...
Sabrina: Vai ficar com ciúmes agora?
Fernanda: Não... não é ciúmes não.
Ficou um clima estranho no ar, Fernanda tinha se sentido mal por Sabrina conhecer Felipe melhor que ela, mas disfarçou, Felipe comentou que seu cachorro morreu enquanto ele estava em Portugal, que o rapaz não cuidou direito, que o cachorro escapou e foi atropelado, nisso perguntei se ele iria pegar outro cachorro e ele respondeu que não sabia, que Fernanda não gostava de cachorro de grande porte, Sabrina então disse:
- Ah, a moça do consultório tá vendendo uns, olha!
Ela mostrou as fotos, Fernanda brincou:
- O rabinho dela parece com aquele seu
Rimos disso, foi bem engraçado, pior que parecia mesmo.
Eles foram embora, e nada tirava da minha cabeça que Felipe foderia a Sabrina outra vez.
Naquele mesmo dia, Bruna veio ver o quarto, senti que ela se enciumou de Felipe não ter feito o mesmo por ela, mas ela achou lindo também, e comentou que Marina tinha lhe mandado mensagem pedindo o número do Felipe, então comentamos sobre a cena do mercado, provavelmente Marina acreditou que Felipe estava solteiro e já queria se humilhar pra ele, aconselhamos a não passar, acabou que não tinha tanta graça se reunir sem o Felipe, então fomos até a casa dele, Felipe estava nos fundos da casa, sem camisa, mexendo em umas luminárias que tinha comprado, ficamos lá conversando enquanto ele arrumava, eu vi Sabrina olhar cada centímetro de seu corpo, mas a única que tinha coragem de mexer ou falar alguma coisa era Bruna.
- Nossa Fe! Tá mais gostoso do que nunca!
Felipe: Para de falar essas coisas na frente das crianças
Sabrina: O Felipe te mandou aquelas fotos o ano todo mesmo?
Bruna: Mandou nada, o máximo que ele mandou foi umas 2x, mó saudade de ver...
Fernanda: Ainda mandou porque eu obriguei
Sabrina: E tu deixa seu marido mostrar a rola pra sua irmã?
Fernanda: Como se ela nunca tivesse dado pra ele
Sabrina: Mas não te incomoda ela continuar querendo?
Fernanda: Não... eu acho até legal
Sabrina: Vocês tão bem avançadinhos se dividindo entre cunhados
Fernanda: Ainda não dividimos... mas em breve vamos, bom seria vocês participarem
Sabrina: Eu não transo com ex, sempre rola um sentimento a mais, não quero não
Fernanda: Vai dizer que não sente falta...
Sabrina: Não sinto! Nem um pingo.
Felipe riu, e Sabrina ficou brava com o sorriso dele.
Sabrina: Tá rindo de que? Você se acha demais, nem todo mundo morre de amores em você
Felipe: Em respeito ao Pedro eu não vou te responder
Eu: Pode falar pô, to tranquilo
Felipe se aproximou, colocou a mão na mesa e falou super sério:
- Eu garanto que você sente falta de como eu te dominava! Você tá toda resistente que sabe que se eu te pegar, você vai ficar querendo de novo, de novo e de novo, a verdade é que eu sei deixar você na palma da minha mão.
Sabrina engoliu seco, ela me olhou, tímida, esperando que eu a defendesse.
Sabrina: Fala alguma coisa, Pedro
Eu: Na palma da mão é exagero, a Sabrina não é assim
Felipe: Você fala isso porque ainda tá na fase apaixonadinha, a Sabrina gosta de ser obediente, e isso você vai aprender com o tempo
Meu pau pulsou na calça... se fosse outra pessoa eu teria ficado puto de ter falado isso, mas o Felipe não tinha filtros, Sabrina ficou indignada, mas logo o assunto mudou, quando voltamos pra casa ela começou a brigar comigo:
- Você nem pra me defender, o cara praticamente falou que se quiser me comer ele vai, e você escuta tudo quieto?!
- Calma amor... mas ele não mentiu
- Não mentiu o que? Eu tenho cara de puta?
- O Felipe ainda mexe com você pelo jeito
- O Felipe é um idiota, eu não quero nem olhar na cara dele
Nessa hora, eu senti um tesão absurdo, me aproximei dela, olhei nos olhos e disse:
- Você quer sim! Você só tá relutando por terem tido uma história juntos!
Ela abaixando a voz dizia:
- Não, amor... eu não quero... não quero transar com outro, só com você, essa vida não é pra mim
- Você quer o Felipe? Fala a verdade
- Não...
Coloquei a mão em sua cintura, a virando, levantando seu vestido e coloquei meu pau dentro da sua buceta sem muita cerimônia.
- Tá molhada por que então caralho?
- Não é por ele...
- Você quer! Confessa!
- Eu... ai... aiii... para com isso
- Confessa, minha putinha! Você quer dar pro seu ex? Eu chamo ele agora
- Aiiii... eu tenho vergonha... aii, ele não vai... não vai gostar de mim assim
- Vai sim, ele vai te comer bem gostoso!
- Chama... chama logo antes que eu me arrependa
Puxei o pau de dentro dela, peguei meu celular e mandei uma mensagem curta:
- Fe, a Sabrina tá aqui pedindo sua rola, vem resolver
Ela foi ao banheiro toda vaidosa se arrumar, Felipe e Fernanda chegaram rapidamente.
Felipe: Cadê a Sabrina?
Eu: Tá no banheiro, demorando, ela tá com vergonha
Felipe: Deixa comigo! Vai lá pra cama com a Fernanda
Fui... no quarto, Fernanda e eu nos beijamos, ela estava diferente de quando éramos um casal, ela estava intensa, eu não reconhecia mais seu corpo, Fernanda havia se transformado em uma mulher mais decidida, firme, e isso me dava tesão demais, ela me mamou com muito carinho, lambendo devagar, me olhando nos olhos, depois eu a chupei, chupei muito, deixando-a encharcada, como Felipe e Sabrina estavam demorando fui ver se estava tudo bem, encontrei a porta do banheiro aberta, empurrei a porta devagar pensando que Sabrina estava chorando ou algo assim, mas a encontrei ajoelhada no tapete do banheiro, Felipe com as mãos na parede enquanto Sabrina o chupava, Sabrina segurava aquela piroca imponente e mamava com muita vontade, Felipe virou o rosto me vendo, Sabrina me viu em seguida, eu senti o golpe dessa vida liberal, como nunca havia sentido antes, minha mulher ajoelhada, grávida, mamando o dotado...
eu sentia como se eu fosse um bosta, insuficiente, Felipe era o desejo de todo cuckold, de todo corno, com Fernanda eu adorava sentir o estrago que ele fazia, mas com Sabrina era como se ele estivesse ferindo minha dignidade, eu tentei disfarçar, afinal, eu quem pedi, e perguntei:
- Vocês não vão pro quarto?
Sabrina: Sim... vamos?
Fomos, e enquanto caminhávamos o vazio no meu peito ficava maior, nos juntamos e Sabrina foi a primeira a falar:
Sabrina: Gente... tá desconfortável pra mim, eu consigo transar com o Fe, mas não consigo ficar vendo ele com a Fernanda
Fernanda: Tudo bem... vocês querem fazer em quartos separados? Ou preferem pensar nisso com calma?
Sabrina: Eu quero mais um tempo pra criar mais coragem, desculpa
Felipe e Fernanda entenderam, e foram embora, Sabrina chorava muito, acho que pelos hormônios da gravidez, eu pedi desculpas por ter insistido nessa história, mas ela disse algo que cravou em meu peito:
- Eu te amo! Te amo mesmo... eu conseguia dividir o Felipe, mas eu não quero te ver com outra mulher
Nós nos abraçamos e decidimos que aquilo não faria mais parte da nossa vida.
No dia seguinte, trabalhei pra porra, cheguei cansado, moído, Sabrina me recebeu com muito carinho, mas enquanto jantávamos ela me disse:
- Você gostou de ficar com a Fernanda outra vez?
- Não... foi diferente, ela mudou muito
- Eu ouvi você gemendo enquanto ela te chupava...
- Aquilo foi no momento só, não quero mais nada com ela
Sabrina mastigava calada, distante...
- E você? Gostou de ficar com o Felipe?
- Sim, gostei...
- Eu sabia
- Mas eu te falei que queria, só me senti mal em ver você com a Fernanda, não sei explicar
Eu não toquei mais no assunto, eu queria apenas que tudo voltasse ao normal, passei a desejar que Felipe tivesse alguma emergência no trabalho e precisasse viajar por um bom tempo, não queria vê-lo tão cedo. A semana passou e no fim de semana Gabriel me perguntou se iriamos nos reunir na casa de Felipe como sempre, eu menti, disse que tínhamos alguns compromissos, Gabriel e Bruna foram pra lá, Sabrina e eu estávamos isolados em casa, conversamos bastante e decidimos ir pra lá, isso tudo precisava ser resolvido com maturidade, e acabar com a amizade com Felipe por isso era tolice.
Tocamos a campainha, demoraram para nos atender, Felipe nos atendeu, desconfiado, não abriu o portão rapidamente, desconfiei de que talvez eles estivessem transando, mas ouvi a voz das crianças, Felipe estava sem graça com a gente ter aparecido lá, sua casa estava uma bagunça, ele havia comprado alguns brinquedos para os filhos de Gabriel, nos enturmamos com eles, brincamos, rimos, mas chamei Felipe isoladamente.
- Cara, desculpa por termos parado no meio da foda... eu não consegui te ver com a Sabrina, senti um ciúmes fora do comum
- Eu já senti isso também, eu te entendo
- E como você superou?
- Eu foquei na pessoa que tava comigo, ou no prazer de ser corno, porque se eu ficar pensando em "esposa", vou me sentir mal
- Vou tentar fazer isso
- Vai mesmo?
- Vou... ela tava gostando de te dar, só ficou com ciúmes da Fernanda
Felipe só balançou a cabeça concordando, confesso que o achei desinteressado, mas o Felipe é assim, ele age do nada.
Ele foi cortar umas frutas e eu o vi cochichar algo para Sabrina, ela sorriu calmamente, me olhando, eu entendi que era algum plano, Gabriel e Bruna logo anunciaram que iam embora, chamei Sabrina para ir também, em casa questionei o que Felipe havia cochichado, e ela me respondeu com um:
- Ele disse pra gente ir lá, às onze
- Mas eu disse pra ele que não estávamos prontos
- Ele sabe bem disso... você quer ir mesmo assim?
- Vamos... vamos ver como vai ser, mas não vamos fazer nada que a gente não queira
- Tá... vai querer chamar o Gabriel e a Bruna? Assim a gente distraí e não fica só pensando que estamos transando com ex...
- Você acha melhor?
- Não sei... talvez seja mais fácil, mas não sei se o Felipe e a Fernanda querem
- Vamos deixar as coisas acontecerem naturalmente...
Deu 23h, fomos na casa deles, tocamos a campainha, Felipe abriu o portão, na sala eu perguntei:
- Cadê a Fernanda?
- Tá lá no quarto
- Vamos pra lá então?
- Vai você... a Sabrina fica aqui
Eu me enciumei muito, mas aceitei, subi a escada sentindo que deveria desistir, mas ao entrar no quarto, Fernanda estava totalmente nua, não havia fantasias, roupas, plug, coleiras, nada... ela estava totalmente pelada, meu pau endureceu na hora! Fernanda veio em minha direção, me beijou, e logo eu me encaixei entre suas pernas a lambendo completamente, eu a fodi com muita vontade, ela realmente não era a mesma Fernanda que era casada comigo, ela era ousada, sentava com força, me segurava firme, e gemia alto, depois de meia hora eu finalmente gozei, Fernanda foi se lavar e eu decidi descer e espiar o que Felipe e Sabrina faziam, desci e já na escada eu ouvia Sabrina gemer:
- Isssoooo, aiii, aiii, que saudade que eu tava desse pauzãooo
O ciúmes gritava, mas meu pau já dava sinal de vida novamente, desci mais devagar, o som da foda deles parecia poesia, não consegui chegar até eles porque Fernanda apareceu no alto da escada:
- Pedro?! Onde você tá indo?
- Eu queria ver...
- Pra atrapalhar? Melhor não
- Não vou atrapalhar
- Tem certeza?
- Tenho... eu... eu quero ver.
Me aproximei e quando eles me viram pararam, Felipe tirou aquela rola enorme de dentro da Sabrina e ela se sentou no sofá.
- Podem continuar, eu vim olhar...
Sabrina: Tem certeza?
- Tenho
Sabrina voltou a ficar de quatro, Felipe deu uma pincelada em sua buceta e colocou pra dentro, eu via ele comendo ela com muita tranquilidade, comecei a me excitar vendo aquilo, todo ciúmes estava dando lugar a um prazer, aos poucos comecei a tocar nela... enquanto Felipe a fodia eu segurei a bunda dela, e assim por cima eu conseguia ver o quanto ela aguentava, eu nunca me acostumei com o tamanho da rola do Felipe, era delicioso ver o quanto a Sabrina recebia de pica naquela pequena buceta.
Fernanda também se excitou de novo vendo tudo isso, e logo começamos a transar de novo, lado a lado, mas Felipe me mandou deitar, eu não entendi, mas não questionei, ele posicionou a Sabrina em cima do meu rosto e começou a meter nela comigo tendo a visão debaixo pra cima, Sabrina até tentou deitar bem em cima de mim, mas como sua barriga estava grande ela só consegui ficar um pouco reclinada, ela e a Fernanda começaram a me chupar juntas, enquanto eu via tudo naquela posição humilhante.
Aos poucos me acostumei, Fernanda se ajeitou e de algum jeito ela conseguiu montar em mim, cada vez mais a Sabrina se abaixava na minha cara e comecei a erguer a língua para lamber a testa de sua buceta, mas como Felipe metia forte sempre escapava da testa para o clitoris, tentei controlar ao máximo, mas houve um momento em que minha língua encontrou exatamente a entrada de Sabrina e acabei deixando encostar a pontinha em Felipe, eu não queria, não mesmo, mas ele gostou, tirou o pau da buceta dele e sem nenhum pedido bateu o pau na minha cara, aquela pica estava melada, eu virei o rosto, mas Felipe com as duas mãos segurou minha cabeça para cima e tornou a esfregar o pau na minha cara, eu coloquei a língua pra fora, e ele esfregava para frente e para trás, estava estranho, seu saco estava literalmente em cima da minha testa e ele não se importava, ele fez isso por pouco tempo, eu desejava que acabasse logo, depois voltou para Sabrina e a tirou de cima de mim, eu não falei nada sobre o que ele fez, mas me sentia mal, assim que todos terminamos, Felipe foi tomar um banho, Sabrina também, Fernanda ficou arrumando a sala e eu subi para tomar banho também.
Assim que Felipe saiu do banheiro, eu o abordei:
- Cara, por que você fez aquilo?
- Gostou né?
- Não, coisa de viado! Só não falei nada pra não estragar o momento, mas nunca mais venha com esse negócio em minha direção.
Felipe riu, aquele sorriso debochado, e disse:
- Eu sei que você gosta!
Me calei, tomei meu banho, me arrumei e logo saímos de lá, Sabrina estava realizada, feliz, aquela madrugada ela me agradeceu muito pela "maturidade" de deixar ela fazer isso com seu ex, mesmo estando grávida, ela não comentou nada sobre o que Felipe fez, mas me perguntou se teria uma próxima vez antes dela ganhar neném.
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Comentários (2)
Naksu: Continua, está perfeito! Amando esses casais 😍
Responder↴ • uid:g3ipulxijPelyon: Meu sonho e o Pedro, Sabrina, Fernanda e o Filipe formarem e quarteto amoroso onde o Pedro transa com a Fernanda e tem filhos filho e Sabrina transa com o Felipe e tem filhos também aí Sabrina e Fernanda transam entre si e Pedro e Filipe a mesma coisa e os quatro forman um família feliz e com muita amor e sexo ( com participação esporádica da Bruna sem o Gabriel plmds kkkk)
Responder↴ • uid:1dfznbx3mhby