Escravo Familiar: Capítulo 55 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 03)
Era por volta das 5:50 da manhã quando despertei nos braços do papai, senti meu corpo elétrico e novamente disposto. Ao longe, escutei o galo cantar, anunciando um novo dia, e uma nova manhã começava a surgir no horizonte.
Com cuidado, segurei a mão de meu papai e a movi para cima, retirando seus braços de minha volta. Deslizei de seu pau flácido e da cama. Papai se mexeu um pouquinho, mas, por sorte, não despertou. Suspirei de alívio e saí da cama e fui para o banheiro descalço e pelado.
Entrei pela porta e corri para a privada, sentando-me. Comecei a fazer xixi e esperei que meu corpo terminasse de despertar. Caraca, já se passaram dois dias. Precisava fazer algo além de só observar e foder. A ansiedade estava me matando, e só sexo já não bastava mais.
Espreguicei-me novamente sentado à privada, esticando meus braços para o alto, e estralei meus dedos dos pés e das mãos. Quando já não aguentava mais ficar ali sentado curtindo a preguiça, levantei-me.
Dei descarga e fui para a pia escovar meus dentes. Retirei a saliva grossa e logo fui tomar um banho; nada melhor do que iniciar o dia com uma chuveirada. Entrei no box e liguei o chuveiro com uma temperatura morna, e entrei de cabeça embaixo d'água, deixando-a me lavar e acalmar minha ansiedade.
Passei um pouco de sabonete no corpo e um pouco de xampu na minha careca, enxaguei e desliguei o chuveiro. Peguei a toalha no aparador e comecei a me secar. Meu estômago fez barulho, me convidando a procurar algo para comer. Então tive uma ideia: por que não preparar uma surpresa para os meus machos? Com certeza meu senhor pai e dono ficará feliz de, quando acordar, ter seu café da manhã a postos para ele.
Me animei, terminei de me secar e pendurei novamente a toalha no aparador, atrapalhando-me um pouco ao passá-la pela barra fixa de metal grudada à parede.
Saí do banheiro pelado e somente calcei um chinelo, e fui em direção à porta, abri e saí do quarto sem fazer barulho, indo para o corredor, descendo as escadas até a cozinha. Ao chegar na cozinha, acendi as luzes para melhor iluminar o ambiente e encontrei um avental branco pendurado em um gancho na parede.
Peguei-o do gancho, passei a alça pelo pescoço e o amarrei à minha cintura, e fui procurar o que fazer de café da manhã para meus homens.
Abri o armário de compras e peguei o pote de pó de café e o levei para a bancada. Verifiquei a garrafa que estava ao meu lado na bancada de mármore branca, chacoalhando-a para verificar seu conteúdo. Quase fazia.
Então, peguei uma chaleira no armário da cozinha, enchi-a de água e a coloquei no fogo. Depois, peguei uma caneca, o coador de café junto ao filtro de tecido e montei tudo ao lado do fogão enquanto esperava a água aquecer.
Depois de colocar o pó no filtro, e enquanto a água aquecia, aproveitei para preparar a mesa com comida. Abri os armários de compras e peguei pão francês adormecido, pão de forma, bolacha água e sal, bolacha de Maizena. Encontrei uma geleia de uva e coloquei tudo em cima da bancada imensa da cozinha.
Quando olhei para a água no fogo, ela já estava quase fervendo, e sabia que estava na hora de passar o café. Papai uma vez disse-me que café fervido era horrível, e que o ponto certo da água era bem quente, mas não podia deixá-la ferver para não correr o risco de queimar o pó.
Retirei a água do fogo e passei o café, mexendo bem para que o pó do café se misturasse bem à água e passasse uniformemente para a cabeça embaixo. Depois de coado, voltei com o café coado para o fogo e esquentei mais um pouco ao ponto de quase ferver, depois despejei-o dentro da garrafa de café, tampei-a e a levei para a mesa junto aos pães, à bolacha, o queijo que peguei na geladeira, à manteiga, requeijão, geleia de uva e um suco de amora, e arrumei tudo em cima da mesa, deixando um belo café da manhã.
Coloquei o pote de açúcar com uma colherzinha ao lado, depois selecionei no armário 4 xícaras com quatro pires e quatro pratos rasos, e levei tudo para a mesa, arrumando separadamente por assentos.
Quando tudo estava pronto, recostei-me na bancada e esperei que meus homens acordassem, mexendo em meu celular.
Mandei uma mensagem para mamãe de bom dia e aguardei por eles, olhando minhas redes sociais.
Por volta das 9:00, meu tio Chico começa a descer as escadas e, ao passar pela sala de jantar, assovia e me parabeniza.
— Fiu, fiu! Que mesa linda, sobrinho, e como você está deliciosa, peladinha somente nesse aventalzinho.
Ele passa por trás de mim e segura em minha cintura, empinando minha bunda nua para si, e sarra com seu pau duro dentro da calça de flanela nela, me fazendo gemer baixinho.
— Huuuuuuuuuum! Bom dia, titio! Dormiu bem? E essa ereção aí é tesão de mijo?
— Hahahaha! Com certeza dormi bem, mas minha ereção não é tesão de mijo, é tesão de cuzinho de bicha.
— Sei! Garanhão! Respondi para ele.
— E essa mesa posta? Foi seu pai que pediu para você fazer esses preparativos? Ele perguntou sorrindo e beijando meu pescoço, enquanto seus braços enlaçavam minha cintura.
— Não! Respondi: — Ele não tem a mínima ideia de que fiz isso! Eu disse, esfregando minha bunda nua na sua virilha.
— Então teremos problemas! Ele disse, abaixando um pouco sua calça de moletom e colocando o pau meia-bomba para fora, encostando-o entre minhas nádegas e sarrando para cima e para baixo, seu pau grosso que ia endurecendo lentamente.
Titio beijava meu pescoço, esfregando-se em mim, e disse baixinho no meu ouvido:
— Você está um tesão nesse aventalzinho, que pena que não posso te foder com força agora, porque, se seu pai nos pega fodendo, ele me mata e te mata. Meu tio disse, abrindo minhas nádegas e colocando seu caralho duro entre elas, e começou a friccionar seu cacete duro, enquanto suas mãos deslizaram da minha cintura para as minhas nádegas, e ele as segurou, prensando-as na lateral de seu pau, e começou a foder.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— Huuuuuuuuuum! Putinha do tio!
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Eu gemia e empinava minha bunda para meu tio, deixando-o se esfregar o quanto ele queria na minha bunda, até que ele gozou, me sujando.
Pff pff pff pff.
Foi diminuindo a fricção, ofegando bem baixinho, e depois se ajoelhou, ficando na altura da minha bunda, e sorveu toda a sua porra derramada no meu cóccix, que escorria para minhas nádegas e meu cuzinho.
Abriu minhas nádegas, olhando meu cuzinho e lambeu-o para tirar até a última gota, me fazendo gemer, e se levantou, recompondo-se. Ajeitou a calça do pijama, subindo-a, e colocando o pau para dentro, e saiu de perto de mim e foi se sentar à mesa de café da manhã que eu tinha preparado.
Fiquei na bancada, mordendo meus lábios inferiores, ainda excitado e tremendo um pouco, e apreensivo com o que papai faria quando acordasse e visse tudo que preparei.
No quarto do andar de cima, papai despertou; eram 9:15 da manhã. Virou-se de um lado para o outro na cama, chamando meu nome:
— João Pedro, filho! Está no banheiro?
Sem resposta, levantou-se da cama e foi até o banheiro; abriu a porta e estava vazio e com a luz apagada. Papai decidiu então usar o banheiro e fazer suas necessidades.
Depois saiu do banheiro e do quarto e desceu as escadas para a sala de jantar. Sua cara estava preocupada, seu coração batia descontrolado no peito de ansiedade. Olhou para todos os lados da sala e não me viu, então ele passou da sala de estar para a de jantar, e, quando viu a mesa posta, eu escorado na bancada da cozinha, somente de avental, mexendo no celular, e meu tio Chico sentado à mesa, parou, ficando estático.
Olhou-me fixamente e senti que me observavam, então ergui a cabeça e o olhei nos olhos, sorri animado esperando algum comentário, mas o que veio não foi o que eu esperava.
Papai faiscou os olhos de raiva, cerrou os punhos e disse bravo:
— Que porra é essa? Em seguida, abriu as mãos e os braços, indignado, e rodou para a mesa de café da manhã posta. Titio parou de comer e começou a se levantar e vir ao meu encontro, prevendo o pior.
— Ei, te fiz uma pergunta, e você, Chico, parado aí, não ouse se levantar e ir atrás dele.
Meu tio sentou-se de novo e eu o olhei estático.
— Te fiz uma pergunta, escravo. Que porra é essa?
— Papai, eu queria fazer uma surpresa para vocês e preparar um...
— Cala a boca, seu filho da puta! Seu único trabalho aqui é foder com nós, machos, e com os animais do sítio. Não tem que ficar de serviçal de macho, você é um escravo SEXUAL, não doméstico.
Ele se aproximou de mim, segurou com força no meu avental e o rasgou no meu corpo.
— Tira essa porcaria! Olha o que eu faço com essa merda toda!
Ele segurou na gola do meu avental e o rasgou, deixando-me totalmente pelado no meio da cozinha.
Aquilo me deixou com medo, mas com tesão também; meu pau fica duro enquanto via papai bravo e bruto na minha frente.
Ao longe vi meus irmãos descerem lentamente as escadas, observando tudo calados, de olhos arregalados de espanto, e foram para a mesa ao lado do nosso tio, e sentaram-se pegando pão e café.
Papai fumaçava de raiva na minha frente, bravo, e disse:
— Quer saber? Vou te dar o que você merece. Vem cá, sua bixinha desobediente. Não acredito que você fez isso, depois de tanto tempo sem uma surra.
Papai pegou-me pelo braço e me arrastou para fora de casa aos tropeções. Meu tio e meus irmãos se levantaram da mesa e vieram correndo atrás de nós gritando:
— Oooooh, calma aí, pai , o garoto não fez nada de errado !
— Você está maluco, irmão, o garoto só queria agradar...
— Agradar? Papai gritou bravo, olhando um instante para trás para meu tio: — Ele vai agradar, mas vai agradar com sexo, que é o trabalho dele; foi para isso que o criei.
Fui levado bruscamente pelo sítio até o curral das vacas e dos bois por papai, com ele esbravejando e me arrastando.
Quando chegamos até o cercado, ele destravou as fechaduras e me jogou para dentro. Caí de bruços no chão batido aos cascos de um touro preto, forte, imponente, usado para cruzas com as vacas quando elas estavam em períodos férteis, e papai avançou para dentro, bravo. Arreganhado de mãos e pernas para cima, olhei para cima e vi o caralhão preto do touro que pulsava, depois, fazendo uma careta de dor da queda do empurrão de papai, olhei para ele e o vi retirando suas roupas, enquanto esbravejava:
— Vou te mostrar seus deveres aqui e vou te castigar; quem sabe assim você aprende qual é a droga da sua função aqui.
O touro acima de mim deu uma pequena bufada de alerta, moveu-se sutilmente para o lado e bateu o casco esquerdo no chão, ficando impaciente com nossa aproximação tão íntima, e nos olhou atento.
Papai, olhando para mim com fúria, ali jogado no chão, ficou pelado e avançou sobre mim, caído aos cascos do touro, e, segurando seu caralho duro com a mão direita, segurou com força no topo da minha cabeça, puxando-a para frente, e fazendo eu abrir minha boca, enfiou fundo seu caralho até minha garganta, sufocando-me.
— Abre bem essa boca, escravo do caralho, vou te mostrar quem é seu macho de verdade. TOMA!
Papai cravou seu pau duro fundo na minha garganta, fazendo eu me sufocar, e começou a bombar forte.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
Passou a mão atrás da minha cabeça e me fez engolir seu pau até o talo, me sufocando várias vezes.
— Hãããããã! Hãããããã!
E, quando eu menos esperava, tirou-me da sua pica com violência, virou minha cabeça com a boca ainda aberta e socou-a embaixo do touro, direto no pau pelado que saía de dentro da pelagem, fazendo com que a pica dele crescesse, alojando-se dentro da minha garganta. E, com as duas mãos segurando minha cabeça, ele começou a me fazer foder a pica grande do touro.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— Isso, sua bicha suja, chupa! Chupa a trolha imensa desse macho.
O touro se agitava mais enquanto eu o mamava. Era a primeira vez na vida que sentia um pau de touro na boca, e entendi o porquê de serem tão ovacionados quando dominavam uma fêmea e a deixavam prenha.
O touro tem uma virilidade que nenhum animal tem; sua força na pelve é tão bruta que pode destruir meu maxilar e minha garganta se eu não tomasse cuidado.
Papai sorria enquanto me imobilizava para que o touro metesse com força na minha boca, e eu só agradecia por ter um macho tão voraz para me foder.
Quando se deu por satisfeito, papai me arrancou da pica do touro e disse:
— Fique de costas, com o cu virado para a pica do touro escravinho, e abra bem esse cu com as mãos. Esse macho precisa cruzar e só vai ter você de fêmea hoje.
Levantei-me um pouco, ficando abaixado embaixo do touro, com minha bunda a um centímetro do pau do animal. Abri minhas nádegas e cuspi em um dedo e passei um pouquinho na entrada. Papai saiu, deu alguns passos se afastando de mim, e foi para a lateral da bunda do touro, segurou na sua pica farta de macho e deu um chacoalhão.
O touro colocou toda a sua extensão para fora da pele, e papai direcionou a ponta da pica dele na entrada do meu cuzinho e deixou que o touro entrasse.
O animal veio para frente, fazendo sua picona entrar com desespero, e meu cu foi invadido com rapidez, violência e brutalidade de um macho voraz.
Eu gemia alto, sentindo um ardor forte e um pulsar alucinado da pica do touro. E o touro entrou até o fundo de mim e, sem paciência, começou a me foder com força, arregaçando forte meu cuzinho.
— Hãããããã! Aaaaaaaaaaaah, papai, ele está me rasgando todo. Aaaaaaaaaaaah!! Eu dizia e as lágrimas voltaram a escorrer desesperadamente.
— É assim mesmo, filhote, é assim que um macho viril destrói um cu de viado. Disse papai, rindo e acariciando o touro.
O touro mugia alto, como se dissesse que eu era sua fêmea e que não tinha para onde correr. Fincou suas patas na lateral do meu corpo, prendendo-me, e me fodeu, me fodeu com tanta maestria que eu revirava meus olhos em um êxtase alucinante, gemendo alto junto a ele, até que ele cravou fundo sua picona dentro de mim, apertou mais as patas para que eu não saísse da posição, e juntos gozamos, comigo sujando minhas pernas e o chão com minha porra.
— Ããããã, Ããããã, Ããããã, Ããããã, Ããããã! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Papai aproveitou e segurou minha cara enquanto nós gozávamos, e me encheu de tapas.
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT...
Meu corpo tremeu todo, e, com o êxtase violento, a porra do bicho entrava em meu cu como se fossem tiros, pesada e pegajosa. Seu orgasmo foi tão grande que eu achei que nunca mais ele pararia de jorrar.
Pffffffffffffffffffffffff!!!
Quando finalmente ele terminou, caí de quatro no chão, saindo da pica do touro e caindo chorando no gramado, de bruços.
Papai, vendo-me deitado no chão chorando, abaixou-se, arrastou-me debaixo do touro e jogou-me em seus ombros, saindo comigo do celeiro.
Andamos em direção à casa novamente e, ao entrarmos, comigo sendo balançado em seus ombros, ele foi em direção à sala de estar e me tacou no sofá, dizendo:
— Suas obrigações voltam depois, daqui a pouco. Quando formos cuidar dos animais, seu tio vai precisar da nossa ajuda para retirar leite das vacas hoje, então engole o choro e se recompõe. E ai de você se for foder com outro macho aqui dentro, seja animal ou homem, sem minha supervisão ou permissão. Você vai pagar mais caro e saiba: você não tem o direito de foder sem minha aprovação.
Enquanto ele dizia, eu só olhava fixamente para seu rosto com olhar de choro, temendo pelo que poderia acontecer. Quando ele se deu por satisfeito, saiu de perto de mim rumo à cozinha. Sentei-me direito no sofá, limpei o nariz que escorria com o dorso da mão e fiquei quieto.
Eles ficaram na cozinha quietos por alguns minutos até que um deles pegou as panelas no armário e começaram a preparar o almoço. E logo no mesmo ritmo esqueceram os acontecimentos que acabaram de acontecer e começaram a conversar sobre futebol, política e sobre assuntos da televisão que tinham assistido, como jornais, partidas de esportes.
Fiquei deitado o resto da manhã toda quieto, encolhido no sofá, levantando-me somente para usar o banheiro e logo deitando-me novamente.
Os quatro se distraíam na cozinha preparando o almoço, e, depois de um tempo, pude sentir o cheiro da carne de panela sendo cozida, o cheiro do feijão sendo cozido na panela de pressão, o cheiro do arroz sendo refogado na panela, e senti fome.
Levantei-me do sofá e fui até a cozinha. A conversa se interrompeu assim que surgi na porta, e, quando todos me viram, ficaram apreensivos, exceto papai, que estava de costas para mim no fogão. Quando se deu conta de que o falatório tinha cessado, Papai se virou, olhou para mim e me chamou para ele sem dizer nada. Fui até ele, com um pouco de nervosismo, e, ao me aproximar, ele me abraçou pela cintura e beijou meu pescoço, e falou baixinho no meu ouvido:
— Tome um banho, você está fedendo a touro!
Balancei positivamente minha cabeça, sem questionar, um pouco decepcionado, e saí da cozinha. Fui para a sala de estar, rumo às escadas, e subi-as para o segundo andar da casa. Entrei em nosso quarto e fui direto para o banheiro.
Entrei diretamente no box, já que já estava pelado mesmo desde a hora que levantei, e só abri o chuveiro e me lavei, retirando toda a sujeira do meu corpo e o sêmen velho do touro que estava grudado, seco, no meu cuzinho.
Lavei minha coleira e, depois que terminei de me ensaboar e de me enxaguar, desliguei o chuveiro e me sequei.
Saí do banheiro pelado, deixando a toalha de banho no aparador, e depois do quarto. Voltei a descer as escadas e meu tio Chico estava terminando o almoço. Estava de costas na pia, lavando o alface e os tomates, semi-nu da cintura para cima, de bermuda tactel, chinelos e o avental que eu havia usado pela manhã, enquanto tagarelava com meus irmãos sobre eles pegarem mulheres e que, de vez em quando, fodiam outros viadinhos além de mim. Fiquei com um pouco de ciúmes de saber disso, mas não comentei nada.
Papai olhou para mim, quando escutou meu chinelo bater nos degraus da escada, e, com os olhos, pediu para que eu me sentasse em seu colo. Aproximei-me dele, abri seus braços e me sentei em seu colo. Ele me enlaçou nos braços, continuando a conversa, e passou a me alisar.
Beijava meu pescoço, acariciando minha pele com os lábios e os pelos da barba por fazer grisalhas, balançando a perna para cima e para baixo, fazendo um "UPAA UPAA CAVALINHO". Depois me puxou para seu peito e deitou minha cabeça nele.
Durante o assunto das mulheres que meu tio e meus irmãos pegavam, meu tio interrompeu bruscamente o que meus irmãos estavam falando e comentou:
— ... Ah! Vou precisar interromper vocês um pouco, meninos, rapidinho, antes que eu esqueça o que tenho para falar. Disse meu tio, virando-se para papai e para mim, enquanto meus irmãos acentiam e interrompiam bruscamente suas falas.
— Meu irmão, desculpa o que vou te falar agora, mas você pegou muito pesado com o seu filho.
— Chico, olha, não quero que você... Começou, papai, mas meu tio o interrompeu.
— Primeiro, escute o que tenho para falar, tá legal? Você pegou pesado com ele, sim. Qual a necessidade de ter feito aquilo com ele? O garoto só queria nos agradar e fazer algo útil, além de só dar o cuzinho. Não tinha necessidade de você ter punido ele com palavras tão duras, e ainda fazê-lo dar o cu para o touro daquela maneira.
— Chico, eu sei disso. Depois que fiz, me arrependi, mas não quero que ele faça os deveres domésticos; eu o quero disposto cem por cento do tempo, para, na hora em que quisermos foder para poder desestressar, ou para fazermos amor com ele, ele esteja com energia para isso. Não quero que, na hora em que ele for solicitado, ele esteja capenga, cansado ou sujo por estar limpando a casa. Ele é um escravo sexual, não doméstico; não foi para isso que o transformei, então não aceito isso. Se nós quisermos uma comida ou a casa limpa, devemos fazer ou contratar alguém que faça, mas ele não.
— Nesse caso, até entendo, então da próxima vez contratarei uma moça ou rapaz para nos servir dessa maneira. Mas vou falar de novo: foi desnecessária a forma como você agiu, não concordam, garotos? Perguntou titio para meus irmãos.
— Claro que sim, tio! Disseram.
Papai se calou e, abraçando-me mais apertado, disse:
— Tá certo, bebê de papai, agora será melhor tratado. Já é mimado, então vai ficar ainda pior! Papai disse, beijando o topo da minha cabeça, e os quatro riram.
Voltei a minha atenção para o celular agarrado a papai, e meu tio terminou de limpar a pia e disse:
— O almoço tá pronto, e meu irmão?
— Oi! Respondeu meu pai.
— Passe o dengoso para mim, eu quero almoçar com ele no colo. Disse meu tio Chico.
— Claro, tome! Papai se desprendeu de mim e me passou para meu tio Chico. Titio beijou minha bochecha quando papai passou-me para ele, e eu enlacei minhas pernas à sua volta, e ele me disse:
— Vamos fazer nosso prato, hoje você almoça no mesmo prato que eu.
Fomos até o armário e pegamos um prato grande e raso. Meu tio me levou até o fogão e me colocou no chão, ficando atrás de mim, enlaçado em minha cintura.
Fizemos nosso prato e pegamos um copo grande de suco de manga que eu fiz, e nos sentamos à mesa para comermos.
Meus irmãos e papai fizeram o mesmo e se sentaram ao nosso lado.
O almoço foi tranquilo, com conversas descontraídas e com muitas risadas. Depois do almoço, meu tio serviu uma sobremesa que havia comprado no mercado antes de chegarmos lá e tinha guardado e esquecido na geladeira.
Era um bolo de maracujá delicioso, que acabamos devorando noventa por cento dele.
Depois do almoço, meus irmãos foram lavar a louça e eu fui para o sofá. Papai e titio continuaram lá fora conversando.
Por volta das 14:30, meus irmãos vieram para dentro junto comigo e se sentaram no sofá, colocando minhas pernas nos seus colos, e passaram a me alisar.
Ligaram a televisão e passaram a assistir à programação; eu fiquei mexendo no celular distraidamente, aproveitando a massagem que ambos faziam em meu corpo nu.
Meu irmão Thiago alisava minhas coxas e às vezes apertava, subia a mão até minha virilha e depois voltava. Fingindo estar distraído, subiu a mão até meu pau mole e começou a massageá-lo.
Fiquei duro em segundos, mas não disse nada, só aproveitei a sua punheta que iniciava lentamente, com a mão leve, macia e quente.
Meus irmãos se olharam e deram um sorriso de cumplicidade. Meu irmão Juan ergueu meu pé grande e largo, cheirou-o e beijou-o, logo o repousou novamente em seu colo.
Enquanto isso, meu irmão Thiago se ajeitou melhor no sofá e se inclinou meio que na diagonal, e desceu sua cabeça até meu pinto duro que ele masturbava, e, abrindo sua boca, engoliu a cabeça da minha pica dura.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixo para não alertar meu tio e meu pai do lado de fora.
Meu irmão me engoliu inteiro e começou a rodar a língua na circunferência da minha rola, subia e descia, tirava-o da boca e batia com ele na sua cara.
Já nosso irmão Juan tirou seu pau para fora e começou a se masturbar, nos assistindo e lambendo meus pés largos. Levou sua mão esquerda até a pica do Thiago e a segurou firme iniciando uma punheta. Nós três começamos a gemer juntinhos, até meu irmão Juan se inclinar em direção ao cacete de nosso irmão Thiago e começar a chupá-lo.
A cabeça dos dois começou a subir e descer em sincronia; a mão do meu irmão Thiago foi para o caralho do nosso irmão Juan e a agarrou, iniciando uma punheta lenta.
Os dois pegaram o ritmo e, juntos, sincronizados, começaram a subir e descer suas cabeças na mesma velocidade, sugando forte as nossas picas, alisando nossas bolas e se perdendo em um dos prazeres mais intensos e não combinados até ali.
Do lado de fora, meu pai e meu tio conversavam sobre sexo. Os dois estavam excitados e começavam a suar com o sol quente do dia que fazia. Os hormônios dos dois ferviam em seus corpos e os levavam a se aproximar cada vez mais.
Sem perceberem, encostaram as suas cadeiras mais perto uma da outra, os braços se roçaram e as mãos grandes passaram a alisar a perna um do outro.
Calaram-se e se olharam fundo nos olhos, e, deixando que o corpo de ambos falasse sozinho, levaram uma mão atrás do pescoço e se puxaram de encontro, colando as bocas uma na outra, em um beijo profundo de língua, enquanto suas mãos alisavam seus corpos e seguravam seus caralhos duros, iniciando uma bela punheta trocada.
Na sala as coisas ferviam; entre eu e meus irmãos, saímos de um boquete para um anal poderoso. Trocamos de posição no sofá, me colocaram de quatro e meu irmão Juan veio por cima de mim, cuspindo na mão e enfiando os dedos dentro do meu cu.
Tocou minha próstata e rodou os dedos de um lado para o outro, retirou os dedos e cuspiu novamente no meu cuzinho, ajeitou-se no sofá, inclinando-se sobre mim, e segurou na base do seu caralho duro, apontando a cabeça na entrada do meu cuzinho e pressionou.
— Huuuuuuuuuum! Gemi,. me segurando no sofá.
A cabeça da pica fez meu cu se abrir um pouco com a pressão, e ele invadiu-o lentamente, meu cuzinho rosado, fazendo eu sentir cada sentimento. Quando encostou a sua virilha na minha bunda, empinou seu cuzão rosado peludo para nosso irmão Thiago e abriu suas nádegas, expondo a entrada do seu cuzão.
Meu irmão Thiago segurou seu caralho duro pela base, com seus lábios semiabertos de prazer, cuspiu na mão e passou a saliva na pica, depois repetiu o cuspe e passou no cuzinho do nosso irmão Juan, e pincelou a cabeça na entrada do cuzinho dele, fazendo-o tremer.
Meu irmão Juan piscou várias vezes seu cu, enquanto me abraçava dentro de mim. Nosso irmão Thiago pressionou sua entrada e seu cuzinho rosado peludo cedeu, e lentamente ele foi deslizando a pica grossa para dentro do nosso irmão.
— Hããããã! Gememos os três juntos.
Quando meu irmão Thiago terminou de enfiar o pau, nós três começamos a nos movimentar, indo para frente e para trás, bombando cada vez mais forte, entregando-nos ao prazer intenso do nosso sexo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nossos corpos se chocavam um no outro, fazendo bastante barulho; nossas bocas emitiam um som alto de nossos gemidos roucos.
Em pouco tempo nossos corpos tremeram e ferveram, anunciando nosso gozo, que veio junto. Os dois aumentaram bruscamente o ritmo das metidas, e nós três gritamos alto e gozamos forte uns dentro dos outros.
— Hããããã! Aaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Nossos corpos tremeram com força e caímos um em cima do outro, arfando alto e nos abraçando forte.
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
Do lado de fora as coisas estavam intensas e papai devorava o cu do meu tio Chico com gosto, fazendo o corpão dele chacoalhar com força enquanto metia com força em seu cuzão de tiozão.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Isso, meu irmão, meu macho, devore o cuzinho da sua bicha velha.
— Hããã! Você gosta do caralho do seu macho, né, putinha? Pede pica para mim, pede! Papai dizia, socando forte no cuzão gostoso do meu tio Chico.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Na sala de estar, eu e meus irmãos nos levantamos e, gozados, sem precisar nos comunicar, saímos nus para a cozinha, gozados e sujos, ao encontro de nosso pai e tio.
Ao entrarmos, encontramos os dois transando, titio gemia na pica grossa de papai, de quatro no chão, ao lado da mesa, rebolando a bunda grande, de boca aberta na picona de papai, louco de tesão.
— Huuuuuuuuuum! Come meu cuzão, irmão, vai me fode gostoso. Titio disse, virando a cara para papai, e tascou-lhe um beijo de língua.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu e meus irmãos assistíamos aos dois foderem, nos masturbando e gemendo muito de prazer.
Aos poucos nos aproximamos e os dois se assustaram com nossa presença, mas não pararam de foder quando nos viram pelados.
Sem que gozassem, papai parou de macetar o cu do meu tio Chico, saiu de dentro do seu cuzinho arrombado, e os dois se juntaram a nós três, e juntos, sem dizer qualquer palavra, fomos para o curral novamente.
Caminhamos ofegantes até os bois, as vacas e o touro bravo de titio. Ao chegarmos ao curral, o touro montava uma das vacas e a fodia desesperadamente, extravasando toda sua excitação, deixando fluir todos seus hormônios de garanhão, fazendo a vaca gorda ficar prenha de um belo bezerro que viria daqui a alguns meses.
A metida forte e bruta do touro durou mais do que o previsto, e até mesmo mais do que quando ele cruzou comigo logo cedo.
Eu, meu pai, meus irmãos e meu tio aproveitamos que ele ainda estava engatado na vaca e fomos para os bois.
Desde quando chegamos ao sítio, até onde nós sabíamos, nenhuma das vacas de meu tio tinha ficado prenha ainda. Os animais estavam em tempo de cio, mas ainda apresentavam um comportamento mais calmo do que o normal.
Mas estavam mudando conforme praticávamos sexo com eles, e a cada investida nossa, eles magicamente entravam no cio, no dia ou em alguns dias posteriores. E era bom meu tio se planejar, porque, depois dos 8 dias de estadia, ele teria bicho para caralho para cuidar.
Nos aproximamos dos bois com cuidado, acariciando a pele dos seus corpos e os cupins, papai em um e titio em outro, e eu e meus irmãos nos dividimos em dois com meu tio Chico e um com papai.
Fiquei com papai, e, enquanto ele acaricia o boi e seu pau duro, eu fui para as suas ancas e procurei pelo seu caralhão. Agachei para ficar na altura da sua pica pela lateral da pata esquerda e enfiei a mão direita embaixo do boi.
Tateei sua virilha em busca do caralho e segurei firme quando achei. Minha excitação batia forte no corpo, e minha boca salivava bastante. Quando achei o seu pau, segurei firme nele e comecei a alisar para que ele saísse da pele branca e mostrasse a tora vermelha.
Comecei acariciando, fazendo movimentos masturbatórios para frente e para trás. O boi mugiu e deu alguns passos. Seu pau brilhava vermelho e, de cócoras, me enfiei mais embaixo do boi.
Abri minha boca e me aproximei da ponta do caralhão do boi, coloquei a língua para fora e, com a ponta, lambi a cabeça arredondada. O boi voltou a se mexer e papai mandou eu parar de frescura e chupar de uma vez.
Coloquei o pau do boi na boca e comecei a sugar forte.
Fuuuuussssss!! Fuuuuussssss!!!
O gosto salgado do mijo do animal, misturado a um líquido parecido com o pré-gozo de um homem, entrou em minha boca, e me descontrolei, chupando forte aquela tora.
— Huuuuuuuuuum! Gemia alto enquanto ia para frente e para trás com a boca na vara do boi.
O gosto ocre, com o cheiro de terra, entrava nas minhas narinas, me deixando alucinado. Meu corpo tremia de excitação e papai, ao meu lado, se masturbava assistindo a tudo.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub
Parei de chupar depois de alguns minutos e dei algumas lambidas na pica do boi. Em seguida, cuspi na minha mão esquerda e levei para minha bunda, quando papai disse:
— Ãhn Ãhn, nada disso. Deixa que eu dou um jeito para você, puta.
Papai se agachou atrás de mim e segurou na minha bunda, abrindo minhas nádegas. Colocou a língua para fora e meteu-a no meu cuzinho, fazendo eu gemer bem alto com a pica do boi na boca.
— Huuuuuuuuuum!
Dei mais sugadas fartas na vara do boi e, depois, virei-me de costas para o pau dele. Papai veio me auxiliar, agachou-se perto de mim e do boi, e segurou firme no seu pau, apontou a ponta do cacete no meu cuzinho, que eu abria com as duas mãos, e foi mandando eu ir para trás. O pau do boi foi entrando roliço no meu rabo até nossas peles se encostarem.
O boi mugiu e bufou, e logo comecei a rebolar, ir para frente e para trás na sua pica. Papai me deixou dando o cu para o boi e foi para sua bunda, levantou cuidadosamente o rabo e enfiou a cara no cuzão do boi, lambendo forte.
Eu e o boi gemíamos, sentindo várias sensações ao mesmo tempo. Meus irmãos e meu tio Chico brincavam no pau do outro boi, batendo uma punheta para ele, e se revezavam para chupar o caralho do boi.
Continuei gemendo na pica do boi, me movimentando, e logo os dois bois mugiram e gozaram juntos, um dentro de mim e o outro na boca do meu tio Chico.
— Muuuu! Pffffffffffffffffffffffff
Esperei até a última jatada de porra e saí de baixo do boi. Meus irmãos e meu tio fizeram o mesmo e logo estávamos os cinco nas ancas dos dois animais.
Papai se divertia no cu de um dos bois, enfiando a boca, a língua e os dedos. Quando nos viu, deu-me um espaço. Enfiei minha cara no cu do boi que estava chupando seu pau, e meu irmão Thiago, o do lado.
Enfiei minha língua, rodando, depois os dedos, depois peguei o banquinho que meu tio tinha levado para sentar e subi nele batendo uma punheta, ajeitei meu pau no cu do boi e deslizei meu cacete duro até as bolas baterem nas ancas.
Nossa, que cu quente, tremia de prazer quando entrei fundo nele. Dei uns tapinhas nas suas ancas e comecei a fodê-lo, gemendo alto.
— Huuuuuuuuuum! Cuzão quente, gostoso! Aaaaaaiiii!!
Ele piscava o cuzão no meu pau, que entrava e saía rápido, fazendo meus testículos balançarem para frente e para trás.
— Huuuuuuuuuum! Hãããããã! Você precisa provar isso, papai. É, huuuuuuuuuum! Mamamamarararravivivivilholholhosososo! Gaguejei e aumentei as estocadas no cuzão gostoso do boi.
No outro boi, meu irmão Juan tomou o lugar do meu irmão Thiago e passou a comer forte o cu do outro boi, gemendo bem alto.
— Hãããããã, caralho! Cuzão gostoso!
Bombei muito, me contorcendo de prazer, e, com demora, comecei a gozar.
— Huuuuuuuuuum! Aããã ããããh!!!! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Retirei meu pau e desci do banquinho tremendo, e desabei no gramado todo arreganhado.
Virei-me para ver meus irmãos e meu tio Chico estava engatado no outro boi, e meus dois irmãos estavam estatelados no chão, gozados e sujos como eu.
Papai e titio se olharam enquanto enfiavam juntos os paus nos cus dos bois, e juntos começaram a foder.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ããããã caralho, que cuzão bom de foder — disseram em uníssono.
Eu e meus irmãos rimos assistindo eles devorarem o cu dos bois.
Eles batiam forte a virilha de encontro com as bundas dos animais, urrando de prazer e berrando. Gozaram quase juntos, explodindo em um orgasmo brutal.
— Aaaaaaaaaaaah!
— Aaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Desabaram no chão assim que retiraram os paus dos cus dos bois, para recobrar o fôlego.
Estávamos os cinco ofegantes no chão, nossos peitos desciam e subiam, ventilando nossos pulmões, nossos corações batiam com força, disparados pela adrenalina que corria em nossas veias.
Ficamos ali esparramados no pasto irregular, observando os animais. As vacas bufavam e pareciam agitadas.
Continuamos jogados no chão, olhando-as, até que os touros resolveram se aproximar delas. Esfregaram as cabeças umas nas outras, acariciando-as com os chifres e dando empurrões de sinal pedindo para montá-las.
As vacas se esquivavam e, de repente, começaram uma certa dança dos touros para convidarem as vacas a cruzarem com eles. Eles se esfregavam nelas, iam para suas ancas e tentavam montar, e, sem sucesso, repousavam novamente com as patas no chão.
Eu observava fixamente a cena à minha frente, ficando novamente excitado e doido para provar e foder as bucetas das vacas.
Os touros ficaram um pouco mais agressivos e se ergueram nas patas traseiras e se grudaram nas ancas largas das vacas, prendendo-as com as patas dianteiras. Em seguida, buscaram com a virilha e o pauzão imenso as imensas e molhadas bucetas das vacas.
A cruza era uma das coisas mais bonitas que já vi. Os touros prendiam as patas com força no corpo das vacas e, depois de várias tentativas, conseguiram arrematar as bucetas molhadas por trás, fazendo as vacas mugirem bem alto.
— MUUUU!
Em seguida, dava para vê-los se movimentarem com brutalidade dentro das bucetas em um vai e vem frenético, bruto, rápido.
Meu pau ficou duro a ponto de doer vendo a cena. Segurei-o com a mão direita com força e travei meu maxilar e, conforme os touros se movimentavam dentro das bucetas das vacas, eu batia punheta no mesmo ritmo.
— Aããã, ããããh, ããããh.
Meu corpo estremeceu nervosamente, anunciando que eu iria gozar. Bati minha punheta mais forte, travando meu maxilar e gemendo alto. Esporrei uma imensa quantidade de gala fresca, na mesma hora que o touro.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Pffffffffffffffffffffffff!!!
— Ahh! Ahh! Ahh! ... Ofegando, deitei-me no chão e deixei meu corpo voltar ao normal.
Ficamos ali deitados e sentados no chão, olhando para o tempo. Os animais passearam de um lado para o outro, pastando o gramado.
Meu tio Chico olhou para nós, depois para os animais, e disse:
— Não sei vocês, mas ainda quero foder as bucetas das vacas!
E se levantou do gramado, foi com cuidado até os touros e começou a separá-los das vacas com cuidado, e os levou para uma parte do curral com uma cerca mais fechada, que os deixava isolados. Trancou-lhes e voltou para perto de nós e das vacas.
Eu, papai e meus irmãos, nos levantamos e cada um se aproximou de uma vaca. Acariciamo-las principalmente nas ancas gordas. Fui para a lateral do animal e deslizei minhas mãos pela pelagem das ancas, alisando, sentindo os pelos grossos e espessos nos dedos, e encaminhei-me para trás delas.
Deslizei minhas mãos para seu rabo e alisei-o até a ponta peluda, ergui-o e olhei fixamente para seu cuzão preto e para a bucetona, que é mesclada em metade de um tom rosado e metade preta.
Passei as pontas dos dedos unidos na buceta da vaca e abri os grandes lábios, vendo-a por dentro, e, sem pensar duas vezes, aproximei e enfiei minha língua dentro daquela grande buceta, e comecei a alternar entre lamber e chupar, tanto o lado externo quanto o interno.
O gosto era forte, da pele do animal misturada ao gosto de mijo. Mas não me fiz de rogado e chupei, sugando forte, lambi bastante e cuspi fartamente nela, enfiando com os dedos a saliva grossa para dentro da sua buceta.
Na outra vaca, meus irmãos, papai e titio faziam o mesmo com a outra vaca, revezando-se. E um minuto depois, papai sai da vaca que compartilhava com eles e veio até mim. Sem emitir palavras, pediu com os olhos para eu compartilhar a vaca que eu chupava, e pedi com a mão para que se aproximasse.
Ele andou até mim a passos lentos, ficou do meu lado enquanto me observava chupar a buceta da vaca, estendeu sua mão direita até a minha cabeça e a empurrou, pressionando forte meu rosto na buceta da vaca, e se posicionou atrás de mim, deslizou a mão que pressionava minha cabeça até minha bunda e a abriu com as duas mãos. Em seguida, agachou-se e enfiou a boca, depois a língua no meu cuzinho, segurando na minha cintura. Deslizou a mão pelo meu corpo enquanto me chupava e logo se ergueu novamente.
Me tirou da buceta da vaca e enfiou sua língua nela, rodando, chupando e sugando forte os grandes lábios enquanto gemia alto. Logo, distanciou-se da vaca e foi buscar um banquinho.
Voltei a chupar a vaca e, dessa vez, enfiei minha língua em seu cuzinho, lambi rodando a língua por fora e, depois, a penetrei, mexendo minha língua em várias direções sem um padrão.
Papai voltou com um banquinho e se aproximou de nós novamente. Colocou-o no chão atrás da vaca, onde eu estava, e me deu a mão para eu subir nele.
Parei de chupar a buceta da vaca e subi no banquinho. Em seguida, segurando meu pau que endurecia, apontei a cabeça na entrada da buceta dela e comecei a meter.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto, sentindo a quentura da bucetona.
Deslizei todo meu caralho para dentro dela, gemendo alto, tremendo com o êxtase. Alisei suas ancas largas e comecei a me movimentar, socando lentamente, entrando e saindo, e aos poucos fui aumentando a velocidade, até bombar com toda a minha força.
— Ãããããh!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
A buceta dela piscava involuntariamente, mordiscando meu pau, causando um imenso prazer.
Bombei com maestria e sem me controlar, gozei o resto de porra que meu corpo conseguiu produzir dentro da sua buceta, e, tremendo, saí de dentro dela, deixando meu leite vazar pelas beiradas. Joguei-me no gramado um pouco atrás de Papai.
Na outra vaca, no mesmo instante que eu, meu irmão Thiago chupava a buceta da vaca, enfiando sua cara e língua o mais fundo que conseguia, e fez o mesmo processo que eu, chupou sugando forte, depois enfiou a língua rodando, deu um tapinha nas ancas dela e enfiou os dedos para senti-la antes de penetrá-la.
Depois pegou o banquinho, colocou atrás da vaca e subiu, posicionando a cabeça da pica na entrada da buceta dela, pincelou e acertou o buraco, e começou a penetrá-la, gemendo alto.
— Huuuuuuuuuum! Hãããããã!
Seu pau duro deslizou para dentro, e ele sentiu a quentura brava e os apertos fracos da buceta dela. Ele fechou os olhos e curtiu a sensação inexplicável, deu uma reboladinha e começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Ôôôôôôô! Caralho, que tesão! Huuuuuuuuuum! Bucetona quente e molhada da porra!
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
Seu saco balançava, batendo na pelagem da vaca; ele gemia grosso e suava deliciosamente, exalando seu cheiro de macho. Ele bombou, bombou, se fartando de um prazer alucinante e sem explicação, e deixou que o orgasmo percorresse seu corpo, e, enfim, gozou, enchendo a buceta da vaca de porra grossa.
— Hãããããã! Toma, puta, toma meu leite! Hãããããã!! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Papai tomou meu lugar atrás da vaca, subiu no banquinho segurando seu pau duro pela base. Do chão, admirei seu corpo, focando exclusivamente no seu traseiro magro, porém músculoso, nas coxas finas, na panturrilha definida e nos calcanhares macios que eu tanto venerava.
Ele levantou novamente o rabo da vaca e deu uma cuspida na buceta dela.
— PTIU!!
Depois enfiou o cuspe para dentro da buceta dela com os dedos, passou a cabeça do cacete duro na entrada, rodando e lambuzando-a com a saliva, mirou a cabeça na entrada e começou a forçar para penetrá-la.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu sentindo a quentura e textura características da xota, e deslizou todo seu pau para dentro.
Esperou alguns minutos para recobrar o fôlego que se perdeu na penetração, e lentamente começou a bombar na buceta da vaca.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
— Hãããããã! Hãããããã! Gemeu alto estocando, batendo firme e forte a virilha nas ancas imensas da vaca.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Isso, toma puta, receba o pau do seu macho ! Ele dizia bombando na buceta da vaca de olhos fechados e gemendo alto , forte como um garanhão.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Parou um pouco de meter e retirou o pau sem gozar, alisou-o e cuspiu na mão, espalhou no cacete duro novamente e apontou para o cuzinho da vaca e voltou a penetrá-la.
— Huuuuuuuuuum!!
Seu pau deslizou para dentro do cuzinho dela, com ele tremendo forte, segurou firme nas ancas dela e voltou a foder com maestria seu cuzão.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hãããããã!! Hãããããã!!! Vou gozar porra , vou gozar , Aaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozando forte, papai tremeu, ainda grudado na bunda da vaca, em um orgasmo alucinante, e em minutos se desgrudou dela e desabou no chão as suas patas.
No mesmo instante mas na outra vaca ao lado, meu irmão Juan se posicionava atrás da vaca que ele, nosso irmão Thiago e nosso tio Chico estavam, aproximou-se da bunda imensa da vaca e levantou o rabo que repousava quieto no meio das pernas dela, aproximou seu rosto do cuzão da vaca e abriu a boca e começou a chupar o cuzão da vaca que se agitava.
— Huuuuuuuuuum! Muá, muá, muá...
Afastou-se e enfiou dois, depois três dedos dentro da buceta, mexeu-os de um lado para o outro, rodando e encolhendo e esticando-os dentro da buceta da vaca. Retirou os dedos de dentro dela e cuspiu na buceta e no seu cacete duro. Segurou-o pela base e pincelou-o na entrada da buceta da vaca, e começou a forçar a cabeça do seu cacete duro para dentro dela.
— Hãããããã! Caralho, que delícia, que quente que é aqui dentro! Aaaaaaah!
Ele enfiou o pau até bater a pelve nas ancas da vaca, e gemendo alto deu início as suas metidas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seus dreads balançavam junto do corpo todo para frente e para trás, batendo em sua bunda nua. Seu corpo se balançava rapidamente com as metidas brutas e fortes, e logo sentindo o gozo ferver no seu saco, ele tremeu forte e, com um urro, gozou.
— Aaaaaaah, porra, que buceta gostosa, aaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Tremendo saiu de dentro da vaca e desceu do banquinho e deu espaço para nosso tio.
Na outra vaca eu e papai nos recompunhamos, papai se aproximou de mim e passou seu braço esquerdo em volta do meu pescoço, e juntos tremendo fomos para o lado na outra vaca, para nós juntarmos aos outros três.
Demos a volta na nossa vaca e depois fomos para as ancas da que meu tio Chico se preparava para foder. Ao nos verem meus irmãos chamou eu e papai com um gesto, fomos para o lado deles e já sem qualquer força desabamos no chão.
Olhei para a vaca à nossa frente e vi titio atrás dela. Ele tinha levantado seu rabo e, como todos nós, enfiou sua cara no meio das pernas da vaca e chupou sua buceta carnuda, enfiando a língua o mais fundo que dava e, consequentemente, tomava um pouco da porra de meus irmãos.
Cuspiu no cu dela e espalhou, depois, usando tanto seu cuspe quanto a gala de meus irmãos, apontou sua pica dura na entrada da buceta da égua e começou a penetrá-la gemendo alto.
— Huuuuuuuuuum!
Seu cacete sumiu dentro da buceta da vaca, e ele, encostado com a virilha nas ancas dela, rebolou, alisou suas ancas e, fechando os olhos, jogou a cabeça para trás e lentamente começou a bombar na buceta da vaca.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC PLOC PLOC...
Seu ritmo era lento e ele aproveitava cada metida, gemendo alto, rebolando e indo para frente e para trás, falando coisas ininteligíveis.
— Huuuuuuuuuum! Gemia e logo começou a aumentar a velocidade das estocadas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Quando meteu com mais rapidez, seu corpo se chacoalhava com força, seus cabelos se bagunçavam e o suor jorrava em litros pelo seu corpo definido pelo trabalho de pele bronzeada.
Ele meteu, meteu, meteu com tanto gosto que parecia que não fodia há dias, e, com um orgasmo imenso, ele esbugalhou o olho, afundou o máximo que conseguiu do seu pau dentro da vaca, como se tentasse atravessá-la, e gozou.
— Hãããããã!!!! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Tremeu o corpo todo no final do orgasmo, e foi saindo de dentro dela tremendo, e desabou no chão como todos nós.
Ficamos ali deitados por um tempão, recobrando o fôlego, e observando o céu que escurecia, sem dizer nada.
Quando já estava muito escuro, ao ponto de não dar mais para identificar nem as árvores, nos levantamos e, imundos, fomos para o chuveiro da área da piscina.
Ligamos os chuveiros e deixamos a água gelada refrescar nossos corpos e clarear nosso cérebro. Tomamos um banho, nos limpamos e, molhados, fomos para a área da churrasqueira.
Nos sentamos à mesa e papai e titio foram providenciar algo para comermos.
Sem dizer nada, os dois prepararam um macarrão com linguiça, uma salada de rúcula e um suco de acerola. Nós nos sentamos todos na mesa de fora e degustamos nosso jantar.
Depois papai e titio foram arrumar a louça e eu aproveitei para mandar uma mensagem para mamãe, disse que meu dia foi incrível e deixei de fora o "castigo" de papai.
Depois saí da área externa e fui colocar uma roupa. Estava quente a noite, mas não queria mais ficar pelado. Passei o dia todo sem roupa, mas não duraria muito. Daqui a algumas horinhas, papai me chamaria para a cama, e eu me despiria novamente.
Subi as escadas e entrei no quarto, peguei a primeira roupa que vi na frente e a coloquei, depois voltei para a sala.
Alguns minutos depois, os quatro homens entraram na sala e se sentaram comigo no sofá, ligaram a televisão que passava o jornal e passaram a prestar atenção.
Papai colocou-me no colo, beijando o topo da minha cabeça, e passou seus braços à minha volta. Meus irmãos e meu tio trocaram um olhar, mas só por um instante, e voltaram a prestar atenção na televisão.
Cerca de uma hora depois, o cansaço destruiu todo mundo, e meu tio desligou a televisão e nós cinco nos recolhemos para os quartos.
Papai e eu fomos direto para o banheiro da suíte, entramos, escovamos nossos dentes e fizemos nosso xixi. Depois nos encaminhamos para nossa cama, apagamos a luz e deitamos de conchinha. Ele enfiou seu rosto no meu pescoço e eu segurei em seus braços que me envolviam.
Nos cobrimos e, quando nossos corpos aqueceram, caímos em um sono profundo.
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