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Meu presente de aniversário: papai me levou para punhetar o cavalo

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Grok_o_perv

Papai já tinha me iniciado sexualmente, mas quando fiz 14 anos, ele me levou para realizar uma de suas taras favoritas: punhetar e chupar um cavalo.

Eu tinha acabado de completar 14 anos naquele sábado. Morávamos na cidade, num apartamento de três quartos em um bairro residencial, longe do barulho do centro. Meu corpo ainda carregava traços de menino: pele completamente lisa, sem um fio de pelo no peito, nas pernas ou na virilha, só uma leve penugem clara embaixo dos braços. O pau era pequeno e fino, quase de adolescente, a cabeça rosada sempre meio escondida no prepúcio. Eu ainda não gozava de verdade. Quando batia punheta, ou quando meu pai me ajudava, o orgasmo vinha seco: uma contração violenta no baixo ventre, as pernas tremendo, a respiração falhando, mas nada saía. Só o prazer interno, intenso e frustrante ao mesmo tempo.

Meu pai tinha trinta e cinco anos. Separado há quatro anos, eu morava com ele, pois não me dava bem com meu padrasto. Ele era sarado pra caralho: peito largo e definido, ombros largos, braços grossos de academia, barriga marcada, coxas poderosas. O pau dele era o oposto do meu — grosso, comprido, veias saltadas, bolas pesadas e peludas. Desde que ele me flagrou no quarto, deitado de costas na cama, punhetando desesperado meu piupiu enquanto assistia pornô no celular, a coisa entre a gente virou rotina.

Naquela noite ele entrou sem bater. Me viu com a mão no pau fino, a boca aberta, gemendo baixinho. Em vez de gritar ou me bater, ele fechou a porta, se sentou na beira da cama e falou baixo:

— Coisa de homem, filho. Todo mundo faz. Não precisa esconder do pai.

Ele tirou o próprio pau pra fora, já meio duro, e começou a se tocar na minha frente. Depois pegou minha mão e colocou no pau dele. Depois colocou a mão dele no meu. A gente se masturbava junto quase toda noite depois disso. No sofá da sala depois do jantar, no banheiro enquanto um cagava e o outro tomava banho, de manhã cedo no quarto dele antes de eu ir pra escola ou ele pro trabalho. Ele sempre dizia a mesma coisa, com aquele tom calmo e masculino:

— Isso é normal entre homem. Pai e filho. A gente se alivia junto, sem frescura. Mulher complica. Homem entende.

Eu acreditava. Era excitante pra caralho. Eu ficava de joelhos entre as pernas dele no sofá, chupando a cabeça grossa enquanto ele passava a mão no meu cabelo liso e me mandava “chupa direito, igual macho”. Ou a gente deitava de lado na cama dele, paus colados, mãos se tocando, ele gemendo baixo e eu tremendo de orgasmo seco enquanto ele jorrava quente na minha barriga lisa. Nunca foi estranho. Era coisa de homem.

Mas o dia da iniciação foi diferente.

Depois do almoço de aniversário no apartamento — bolo, refrigerante, alguns parentes que foram embora cedo — meu pai me olhou por cima da mesa e disse só:

— Faz uma mala leve. A gente vai pro haras da família. Viagem de um dia. Tenho uma coisa pra te mostrar hoje.

Era a primeira vez que ele falava do haras com aquele tom. A propriedade ficava a quase três horas de carro, no interior, terra da família que ele administrava de longe. Eu montei uma mochila rápida: calça velha, camiseta, nada mais. Ele dirigia o carro preto em silêncio no começo, a mão direita às vezes descansando na minha coxa por cima da calça, fazendo meu pintinho endurecer. A cidade foi ficando pra trás, os prédios dando lugar a estradas de terra, pasto, cheiro de mato entrando pela janela.

— Hoje você completa 14 anos e já virou homem — ele falou em determinado momento, sem tirar os olhos da estrada. — está na hora de aprender algo diferente.

Chegamos no fim da tarde. O sol ainda batia forte quando o carro parou na frente do estábulo principal. O cheiro de feno, esterco e macho animal era forte, quase doce, completamente diferente do ar da cidade. Ele trancou a porta grande de madeira por dentro. Os cavalos estavam nos boxes. Ele foi direto no garanhão preto, o maior, o mais bravo. O animal já estava um pouco excitado — o pau começando a sair do prepúcio, grosso, escuro, a cabeça rosada aparecendo.

Meu pai se virou pra mim e tirou a camisa. O peito malhado apareceu, suado da viagem, os mamilos escuros e duros. Depois a calça. Ficou pelado na minha frente, o pau já pesando, semi-duro, as bolas balançando. Eu engoli seco.

— Tira tudo — mandou. — Aqui ninguém vê. Só a gente e os bichos.

Eu me despi. Fiquei nu no meio do estábulo, o corpo todo liso, o piruzinho fino já duro sabendo que faríamos algo sexual. Meu pai se aproximou, passou a mão grande no meu peito sem pelo, desceu até a barriga, apertou meu pau pequeno entre os dedos.

— Eu adoro esse seu pinto de criança… — ele disse, ajoelhando e chupando um pouco meu pinto antes de levantar.

Ele sorriu e me puxou até o boxe do garanhão. O cavalo bufou quando a gente se aproximou. Meu pai ajoelhou primeiro, sem hesitação. Pegou a rola do animal com as duas mãos grandes. O pau do cavalo já estava quase todo pra fora: grosso pra caralho, quente, a pele escura e brilhante, a cabeça inchada e rosada pingando um líquido claro.

— Olha bem — ele disse, a voz rouca. — Isso aqui é macho de verdade. A gente faz junto. Trabalho de pai e filho. Igual a punheta em casa, só que maior. Coisa de homem.

Ele apertou a cabeça com o polegar e o indicador, esfregando a fenda, enquanto eu, de joelhos ao lado, enrolei as duas mãos no mastro. A pele era quente, diferente de qualquer pau humano, mais grossa, as veias enormes latejando sob meus dedos. Eu subi e desci devagar, sentindo o animal tremer. Meu pai continuava apertando e massageando a cabeça, o polegar entrando um pouco na uretra. O cheiro subiu forte: animal, macho, sexo bruto. Longe da cidade, longe de qualquer regra.

— Chupa a cabeça — ele mandou de repente. — Chupa igual você chupa a minha. Não tem diferença. Homem chupa o que dá prazer.

Eu inclinei o rosto. A cabeça do cavalo era grande demais pra minha boca, mas eu abri o máximo que consegui e encaixei os lábios nela. O gosto era salgado, amargo, animal. Lambi a fenda, chupei, senti o líquido pré-gozo escorrer na minha língua. Meu pai riu baixo, a mão ainda na base, punhetando o comprimento enquanto eu chupava.

— Isso… trabalha junto com o pai. Mão e boca. Pai e filho no mesmo pau de cavalo. Em casa a gente se alivia no sofá, aqui a gente se alivia de verdade.

A gente ficou assim por um tempo que pareceu eterno. Eu chupando e lambendo a cabeça inchada, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no meu peito liso. Meu pai punhetando o mastro com força, a mão grossa subindo e descendo, às vezes apertando as bolas enormes do animal. O cavalo começou a empurrar o quadril, a respiração pesada, o pau latejando cada vez mais. Eu sentia meu próprio pau fino latejar entre as pernas, duro pra caralho, mas sem nada saindo.

De repente o animal estremeceu todo. Um jato grosso e quente de porra de cavalo explodiu direto na minha boca. Eu engasguei, o gosto forte invadindo tudo, mas continuei chupando. Outro jato veio, acertando meu rosto, escorrendo pelo pescoço, pingando no peito. Meu pai puxou a rola pra baixo e o próximo jato acertou o peito malhado dele, escorrendo pelo tanquinho. A gente ficou ali, ajoelhado, se sujando todo de gozo de cavalo. O cheiro ficou ainda mais forte, quase enjoativo de tão macho. O contraste com a vida limpa da cidade tornava tudo mais sujo, mais proibido, mais gostoso.

Meu pai se levantou primeiro. O pau dele estava completamente duro agora, grosso, a cabeça inchada pingando pré-gozo misturado com a porra do animal que escorria pelas mãos. Ele me puxou pelo braço, me colocou de pé e colou o corpo no meu. O peito malhado dele contra o meu peito liso. A porra de cavalo escorrendo entre a gente, quente e escorregadia.

— Agora a gente — ele murmurou no meu ouvido, a voz grossa. — Monta em mim. Esfrega esse piruzinho no meu pau. Igual a gente faz toda noite em casa, só que agora sujo de verdade.

Ele pegou os dois paus com a mão suja de gozo de cavalo. O meu fino e pequeno contra o grosso e veiudo dele. A diferença de tamanho era absurda. Ele apertou os dois juntos e começou a esfregar, subindo e descendo a mão, usando a porra do animal como lubrificante. Eu gemi alto. A sensação era boa demais: o calor do pau dele, a pele quente, a porra escorrendo entre os dois, a mão grande cobrindo quase tudo.

Eu empurrei o quadril, deslizando meu pau fino no comprimento do dele. Ele gemeu baixo, a outra mão apertando minha bunda lisa, os dedos entrando um pouco no meio das nádegas.

— Isso… esfrega. Fode a pica pedófila do papai. Pai e filho não tem vergonha. Homem se alivia do jeito que der tesão.

A gente ficou ali, pelados no estábulo, o cavalo ainda ao lado, a porra escorrendo pelos nossos corpos. Meu pai me beijou no pescoço, depois na boca, a língua suja de gosto animal entrando na minha. Eu tremia. O orgasmo seco já estava subindo: aquela contração forte no baixo ventre, as pernas fraquejando, a respiração falhando. Eu gemi no beijo dele e gozei seco, o corpo todo se contraindo, o pau latejando contra o dele, mas nada saindo. Só o prazer interno violento.

Meu pai gozou de verdade logo depois. Jatos quentes e grossos saíram do pau dele, se misturando com o que ainda restava do cavalo, escorrendo pelos nossos paus, pela minha barriga lisa, pelas coxas dele. Ele segurou firme, gemendo alto, o peito subindo e descendo rápido contra o meu.

A gente ficou abraçado por um tempo, sujos, fedendo a sexo de cavalo e a porra humana. Meu pai passou a mão no meu cabelo e falou baixo, quase carinhoso:

— Feliz aniversário, filho. Agora você é homem de verdade. Meu parceiro em tudo. Em casa a gente se masturba junto porque é coisa de homem. Aqui a gente faz com os cavalos pelo mesmo motivo. Macho é tudo igual, só quer gozar.

Ele me beijou de novo, mais fundo. Depois me virou de costas, apertou o peito malhado nas minhas costas lisas e esfregou o pau ainda semi-duro na minha bunda, só brincando, a porra escorrendo entre as nádegas.

— Amanhã eu vou te dar outro presente em casa — murmurou. — Vou deixar você me comer.

A gente se vestiu devagar, ainda fedendo. No caminho de volta pra cidade, já de noite, ele dirigia com uma mão no volante e a outra no meu pau por cima da calça, apertando de vez em quando.

— Eu quero que você seja safado igual a mim, filho. Vamos fazer muitas coisas ainda juntos.

Eu só balancei a cabeça, o corpo ainda tremendo, o gosto de cavalo ainda na boca, o cheiro grudado na pele lisa mesmo depois do banho que a gente tomou no chuveiro do estábulo. E pela primeira vez eu pensei que, mesmo sem gozar de verdade, aquele dia tinha sido o melhor aniversário da minha vida.

Comentários (1)

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