Sexo arriscado no sítio
A carência pode trazer os riscos. Um sítio e um final de semana deram a coragem para descobrir novas possibilidades.
A tarde ganhava o seu Sol para cada um no sítio. O refresco era a piscina e para aliviar um boné. O corpo branco com uma camada de filtro solar necessitava de cuidado. A sunga e os chinelos eram as peças que comportavam ali naquele lugar bem silencioso. Um suco de uva chegou e Maria serviu enquanto o Silvinho, caseiro do sítio, balançava os pés na água olhando. Ao beber, sorri e pisquei para Maria, aquela senhora branca de quase sessenta anos. Ela voltou para a casa e minutos depois, a piscina foi meu alvo. Um mergulho e logo Silvinho tratou de apertar seu caralho após eu limpar o rosto. Sorri e ele comentou:
- É chegado?
Uma passada de língua nos meus lábios confirmou tudo. O jogo erótico começou com meus mergulhos. Um toque meu em sua sunga, uma passada de mão na minha bunda e a tara estava no ar. Eu precisava de rola e aquele caseiro negro, magro e estatura média, bigode com seus quarenta e poucos anos entendeu. Meu cu piscava coberto pela única peça. Não fosse pela Maria, uma boquete bem dada teria rolado. Toda a minha tara por pica apareceu mesmo sabendo que era arriscado não podendo dar bandeira. Um jovem baixo de dezoito, não fazia um mês que fizera aniversário, já chegava disposto a buscar safadeza por lá. Um olhar, um sorriso, falei:
- Onde?
A pergunta ficou no ar e Silvinho precisava de plano. Uma breve amostra e vi um caralho negro duro e grosso, algo entre 17 e 18 cm. Mordi o lábio, logo escondeu para evitar problemas. Comentei baixo:
- Pauzão.
Não saía da mente e sabia que seria arrombado caso conseguisse obter meu desejo. O Silvinho é o sonho de consumo de todo cara gay, fica olhando, mostra interesse e vem para cima se dá bola. É o cara habituado a foder viado em matas por lá e eu estava em sua lista a partir daquele momento. Imaginando como seria, meu cu já piscava mais forte. A carência e vontade de fazer putaria estavam na cara!
- O almoço tá pronto!
Trocamos de roupa e um belo peixe com arroz carreteiro foi servido. O “namoro” com olhadas disfarçadas dele enquanto conversava com Maria mostrava que a fome dele era outra. Corei, sorri e ela começou a sugerir passeios.
- Leva depois no sítio do Miguel. Tem frutas, pé de café, aproveita.
O tal sítio é próximo bastando pegar uma estrada de terra, boa mata e árvores. Uma casa ao fundo, uns quinhentos metros, era o tal lugar e a tarde foi usada para descanso, o Silvinho foi resolver outras coisas e voltou lá pelas quatro e meia. Olhei e logo ouvi:
- Vamos?
Pegamos a estrada e logo enfiamos na mata após um sinal dele. Entramos e uma descida não tão acentuada com árvores e matagal foi o suficiente para nós. Há um ribeirão que corta o vale e quase ali próximo, a pica preta pintou diante dos meus olhos!
- Vem. Não pode demorar.
A conexão do pau com minha boca foi imediata e paguei ajoelhado e mamando rápido o pau já duro! Abri bem e cheguei nos pentelhos, sorri e falei:
- Delícia.
Cheguei a ganhar uma garganta profunda para deixar melada aquela rola carnuda e excitada. A cabeça bem destacada chamou a minha atenção estando corado e com sangue quente. Um sinal, levantei, abaixei a roupa e aguardei.
- Já levou rola?
- Já. Come.
Empinei e mão na árvore, uma melada com saliva e a penetrada veio com zonzeira. Era a minha primeira foda ao ar livre! Silvinho não daria perdão, mandou vai e vem rápido segurando minha cintura apresentando a cabeça do caralho negro para o fundo do meu cu! Gemi, caretas, ficamos espertos e atentos se algum intruso não pintaria. Falou:
- Gosta de ser viado, gosta?
- Adoro.
As metidas ficaram tensas, mordi o lábio de olhos fechados e curti ser comido ali numa boa! Foi fácil, o tesão subiu depressa, meu cu estava dando conta do caralho que foi botando excitação, tesão, calor, tara! A minha coragem ficava explícita e meu rabo foi detonado até tirar e falar:
- Conta nada.
- Fica tranquilo. Ai.
Sexo rápido, surra de pica preta, eu estava recebendo o melhor do tarado do Silvinho! Mãos na minha bunda, ele gastava rola no meu cu e gemi baixo, ofegando, já escorrendo o suor. Duas estocadas pontuais e na terceira, ele parou e senti seu leite ocupar lá dentro!
- Ahh! Caralho!
Atento ao ambiente, recebi aquilo que gosto: leitada de pica! Safado eu atingi o meu objetivo e sentindo aquilo escorrer pelas pernas, melou um pouco o saco, bati uma e aliviei para limpar com lenço aquela sacanagem. Meu cu estava aberto e nada podia fazer ao não ser curtir a dor intensa.
- Vamos.
O cheiro de sexo e ainda escorrendo um pouco da porra mostrava o quanto eu estava safado. Sorrimos e fomos ao sítio da Quitéria. O Miguel não estava e logo saímos após uma recepção com bolo e café.
Esta relação aliviou minha carência, não rolou mais nada naquele final de semana e também colocou aquele desejo de quero mais. Eu arrisquei muito fazendo sexo sem camisinha e no meio do mato, podia tomar flagra, deu certo.
Toda vez que Maria chamava, eu ia e o sexo sempre chegava junto pela tara do Silvinho pela minha bunda não ficando só nisto. Tesão, delícia. Adoro.
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