#Corno #Grupal #Lésbica #Voyeur

Novo começo

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Cláudia

Aos trinta e dois anos, eu estava vivendo ou melhor convivendo dentro de um casamento completamente sem sentido, naquele ano em janeiro, em uma noite que Arthur chegou bêbado já de madrugada, me pegou a força e fez o que eu adorava até então, só que não daquele modo, me imobilizou usando sua pratica de judô e com brutalidade invadiu meu cuzinho com tanta violência que eu por quase uma semana, ao me limpar, constatava sangue, fui obrigada a ir ao médico e me submeter a um tratamento doloroso, aquele trauma fez com que nossas relações ficassem tão esparsada que em novembro, mês estressante que tínhamos que fechar notas, participar de reuniões de avaliações como os demais professores, Arthur não me procurou nenhuma vez, o que me deu a certeza que ele tinha arrumado alguma novinha. Apesar de ter uma vontade louca de foder, eu não tinha coragem de trair meu marido, apesar de todas as oportunidade que tinha. No inicio de dezembro, uma quinta feira a noite, que nós não dávamos aula, resolvemos que acertar nossas vida e sentamos para conversar e chegamos a conclusão que tínhamos que separar, mas aquela solidão vivida durante praticamente o ano todo me levou a ler muitos depoimentos e relatos que criou em minha mente uma fantasia louca de participar de um swing e aproveitando que ainda estava casada, fiz um último pedido enquanto ainda tinha um marido, uma noite de swing. Naquela sexta feira, nem fui dar aulas, entrei no instituto de beleza às dez da manhã e saí de lá já passava das dezesseis horas, massagem, depilação, corte de cabelo, sobrancelhas em fim tudo que tinha direito, no fim da tarde, comprei um tubinho tomara que caia, um sapato combinando, cheguei em casa coloquei o relógio para despertar às vinte e duas, me tranquei na suíte e as vinte e três saí de lá já pronta para o abate. Ao chegar na sala, encontrei meu marido segurando um copo de uísque, sua surpresa ao me ver toda putinha foi indisfarçável, vi nos olhos dele aquela velha chama que a muito não se manifestava. No caminho, flagrei aquele meu velho de trinta e oito anos renascer, olhando para minhas pernas com desejo. Conhecemos a casa e assistimos ao show e finalmente pude andar nos corredores recebendo olhares e passadas de mão que fizeram meu libido ir ao topo e já sentindo aquela fogueira acessa dentro de mim, vi um rosto conhecido, Lucy, uma professora de educação física de uma das escolas que eu dava aula, sua postura embora ninguém pudesse garantir era de macho e nos olhamos nos olhos e sem uma palavra, trocamos um delicioso beijo, o meu primeiro com outra mulher, completamente arrepiada e sem dar importância à presença de Arthur e do cara que acompanhava minha amiga, nos trancamos em uma cabine, deixando os dois do lado de fora da parede de treliça vendo nosso amasso. Assim que nos trancamos, Lucy baixou a parte de cima de meu vestido e devorou meus seios, hora enchendo a boca com um deles, hora chupando deliciosamente meus mamilos enquanto apalpava todo meu corpo, nossa perdi a noção e me deitei no banquinho da cabine e ela arrancou minha calcinha, me arreganhei toda e ela passou a chupar meu grelo duro de uma forma espetacular e tive uma verdadeira convulsão de prazer não fazendo questão alguma de reprimir aqueles gritos e gemidos que até então não me tinha permitido. Ao sair, vi a piroca de meu marido quase arrebentando a calça, mas como tínhamos combinado, aquela seria nossa última noite como casal e eu queria aproveitar. Fui ao banheiro para lavar minha bucetinha que estava toda estava melecada, quando notei que tinha perdido a calcinha. Ali mesmo no banheiro, conheci a Martha, uma morena linda que tinha assistido ao espetáculo que eu acabara de dar e saímos conversando. Do lado de fora do banheiro feminino, conheci seu marido, o Claudio, um morenão de corpo atlético, ar sedutor e um sorriso de macho, apresentei Arthur para o casal e fomos bater um papo no salão e antes de terminar o primeiro drinque troquei com aquele garanhão delicioso um ardente beijo de língua na frente de meu corninho que assistiu a tudo com cara de incrédulo, passei a amassar e ser amassada pelo gato e fomos os quatro para outra cabine, onde já cheguei me esfregando nas paredes como uma lagartixa querendo pica e Claudio não decepcionou, segurando meu cabelo, curvou meu corpo e mesmo por trás, cravou a piroca na minha buceta enquanto sua esposa mamava a pica de meu marido, como eu estava de frente para a treliça, olhando para os casais que nos assistiam tentei disfarçar minha cara de tarada enquanto era devorada, mas não deu ouvi o gemido de meu marido gozando na boca da chupadora e explodi fazendo minha buceta esmagar o segundo cacete que ela conhecia até então, quando comecei a voltar a mim, vi a cara de hipnotizada de Arthur que me abraçou e me beijou daquele modo dos tempos de noivado, nossa me senti viva novamente. Voltei ao banheiro e quando saí, Arthur já me abraçou e voltamos a circular e próximo do quarto coletivo, dando de cara com um casal lindo Lydia outra loirinha de olhos azuis e cabelos cortados bem baixinho e Sidney com cabelos já grisalho na fronte, muito bem cortados, um casal já na faixa dos cinquenta. A mulher pegou na minha mão e senti que ela estava tremendo, olhamos uma dentro dos olhos da outra e nos abraçamos. Trocamos um selinho e ela cochichou no meu ouvido confessando que aquela era a primeira vez deles ali, rimos maliciosamente e mesmo abraçada com ela, dei um selinho em Sidney que já assanhadinho me abraçou por trás, Arthur fez o mesmo, abraçando Lydia e ali os quatro formando um broco só, combinamos irmos a um motel juntos. Embarcamos em nossos carros e já na suíte do motel, voltamos a formar aquele abraço a quatro e assim deitamos completamente nus um bolinando o outro, Lydia muito excitada, gozou ainda nas preliminares e eu montei em seu marido engolindo com minha buceta seu cacete tão duro quanto de um adolescente e vi minha oportunidade de realizar minha fantasia mais secreta, arrebitei a bundinha e pedi para Arthur ser delicado, o que ele foi na minha primeira dupla penetração que me levou a um gozo espetacularmente profundo. Brincamos mais um pouco e Lydia voltou a gozar penetrada por Arthur. Na garagem de nosso prédio trocamos o beijo que deveria ser de despedida, mas que foi o de reinicio de nosso casamento que dura até hoje em bases liberais.

Comentários (1)

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  • Magali: Oi gostosa, usei a mesma receita que você usou, meu casamento é bem agitado e posso garantir que não somos só nós duas solvamos nossos casamentos com o swing. Um beijo bem molhado

    Responder↴ • uid:1dhfkmlps2ng