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Os Executivos E O Jovem Aprendiz

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Escriba-T-JC

Dois machos pervertidos esperam o expediente acabar para estourarem o cuzinho do moleque

Você já parou para pensar que passamos a maior parte da vida dentro de uma empresa? Pensando nessas questões todas, eu desenvolvi um lema que levo para a vida, que é o seguinte: já que passamos a maior parte do tempo na empresa, trabalhando e ralando para pagar as contas, faça você mesmo o seu ambiente ficar alegre e divertido.
Eu estava numa fase legal da minha vida, depois de anos me dedicando à empresa, tinha conseguido uma boa promoção, estava chefiando o setor de logística.
Confesso que trabalhávamos muito, motivo pelo qual ainda estava solteiro, aos quase quarenta anos, não tinha tempo nem vontade de me dedicar à formação de uma família. Morava sozinho, curtia com os amigos sempre que tinha uma folguinha e trabalhava muito, queria crescer ainda mais dentro daquela empresa promissora.
Quando fui promovido eu levei meu companheiro de empresa para ser meu assistente, meu braço direito. A gente se conhecia há muito tempo, desde os tempos de escola.
O Arnaldo, ou Naldão, como eu o chamava, era um cara muito legal, companheiro em tudo. Aquele cara que a gente pode confiar de olhos fechados. Ele era dois anos mais novo que eu, estava com trinta e cinco anos, não era um cara de malhar, mas tinha um corpão legal, apesar da barriguinha de chope já aparecendo, pois, além de putão, era muito chegado em uma cervejinha.
A empresa tinha uma política de estagiários e de jovens aprendizes. Numa dessas seleções, eu pedi para o meu superior me arranjar um moleque para dar uma força para a gente. Mexendo com papelada, fazendo pequenas funções que muitas vezes nos tomava muito tempo.
O nosso pedido foi atendido e em poucos dias nos enviaram um moleque novinho, estudante do ensino médio, para ficar meio período com a gente. Como ele estudava pela manhã, ele entrava depois do meio-dia e ia até a noite com a gente.
O nome dele era Teobaldo, um nome estranho para um jovem, mas ele me disse que era coisa da mãe dele, que era muito religiosa, algo assim. A gente o chamava de Téo, como ele disse que a maioria das pessoas o chamavam.
O moleque era novinho, mas tinha um corpo desenvolvido, era fortinho, coxas grossas, malhadinho, mas o que chamava a atenção era a bunda dele. Ele usava um uniforme fornecido pela empresa e a calça social, que geralmente é mais larga do que calças comuns, ficava estourando no corpo dele, bem na região da bunda.
Dava gosto de ver o moleque de perfil, a região da cintura fazia uma curva devido ao tamanho daquela bunda. Era branquinho, mas tinha bunda de negro, assim me falou uma vez, o Naldão.
— Você anda olhando o rabo do moleque, é Naldão? Estou te estranhando hein! Tá com falta de boceta? - Eu falei zoando com ele, mas até eu já tinha reparado na anatomia do moleque.
— Um buraquinho pra gozar nunca é demais, meu amigo. Um rabo como o desse moleque eu não precisava nem meter, só de roçar o pau entre as bandinhas eu já gozava. – Ele disse isso sorrindo.
— Para de graça que o moleque é machinho. Vai olhar pra outro lugar, seu putão pervertido. – Falei dando uma risadinha para ele.
— Todo mundo comenta. As meninas acham a coisa mais linda esse jeitinho dele. Até o negão da segurança, um dia desses comentou comigo lá no banheiro. Ele chama o moleque de tanajura. – Continuou falando o Naldão.
— Tu tá trocando ideia com o Negão dentro do banheiro? Cuidado! Aquele negão vai acabar te enrabando. – Eu não pude conter o comentário. Até ele sorriu da minha sacanagem.
— Tu tá doido? Aquele Negão é um jumento, eu tenho até vergonha de mijar ao lado dele. E olha que eu tenho um pau legal, nunca me fez vergonha, mas o Negão é um cavalo de raça. Ele me falou sobre o rabo do moleque e como ele tem um jeitinho delicado.
— Eu não o acho delicado. Ele é um moleque muito esforçado e inteligente. Como é educado, as pessoas confundem. – Eu respondi.
— Não é veadinho afetado, mas é delicado sim. Não tem nada demais ser delicado. Essa geração nova não tem os mesmos preconceitos que as gerações anteriores. Eles é que estão certos, sabem viver. A vida é dura e difícil, tem de comer de tudo mesmo. – O Naldão falou isso e apertou o pauzão por cima da calça.
— Vamos parar de conversa e trabalhar um pouco, daqui a pouco o moleque entra aqui na sala e pega a gente falando do rabo dele. – Eu encerrei o papo.
Depois dessa nossa conversa eu comecei a olhar o Téo com mais atenção. Realmente dava pra ver que ele tinha alguns gestos delicados. Era um moleque bonitinho, eu gostava dele. Era aplicado. Se dependesse de mim ia ser efetivado depois do período de jovem aprendiz.
Eu estava um dia em minha sala, já final de expediente e o Naldão entrou aflito dizendo que tinha uma coisa urgente para me contar.
— O que tu vais fofocar agora? – Eu perguntei.
— Amigão, eu estava lá embaixo tomando um solzinho no meu horário de café e o Negão se aproximou e puxou assunto. Ele me disse que o Téo entrou no banheiro lá de baixo dia desses, e ele estava mijando e o moleque ficou manjando o pauzão dele.
— O que tem isso demais, Naldão? Vai ver o moleque se assustou com a pica de jumento do Negão. – Eu falei dando risada.
— O Negão falou que deu uma balançada no pau, deixou ele meia bomba e que o moleque olhou pra ele e deu uma lambida nos lábios. Ele me disse que só não foi pra cima do moleque porque estava sozinho na portaria e não podia demorar, mas que assim que tiver uma oportunidade vai chegar junto. Ele quer estourar o rabão do moleque.
— E o que você quer que eu faça, Naldão? Sorte do Negão se conseguir meter naquela bundinha gostosa. – Eu falei, olhando para a cara de pervertido que o Naldão fazia.
— Porra Joel, o moleque é nosso funcionário. Se alguém tem de estourar aquele rabão que seja a gente. Testa o moleque. Você é bonitão, joga um charme pra cima dele, só pra ver se ele curte mesmo uma rola no cu. – O Naldão falou e eu não acreditei naquela proposta indecente que ele me fez.
— Você tá doido meu amigo? Eu sou o chefe do moleque. Isso pode dar um rolo danado pra cima de mim. – Respondi sério, mas fiquei com aquilo martelando meu juízo.
Dias depois, num final de tarde. O pessoal já tinha ido embora. O Naldão estava em outro setor e eu estava finalizando um serviço com a ajuda do Téo. Ele estava curvado sobre a bancada e eu estava em pé atrás dele. Fiquei olhando para o volume daquela bunda jovem e senti meu pauzão inchar dentro da calça.
Lembrei da conversa com o Naldão e resolvi me aproximar por trás dele, com a desculpa de ver como estava a tabela que ele estava finalizando. Cheguei por trás, não encostei nele, mas falei perto do ouvido dele:
— E aí, está tudo bem com a tabela? Tá perto de terminar? – Ele estremeceu o corpo e me olhou por cima do ombro, meio ruborizado. Falou gaguejando um pouco:
— Tá quase no final, mas fica tranquilo que eu fico aqui o tempo que o Senhor precisar. - Ele me disse, ainda curvado com aquele rabão empinado.
— Já te falei que você não precisa me chamar de Senhor quando estivermos sozinhos. Pode me chamar de você. Essa coluna aqui pode ir mais para a direita. - Eu falei me aproximando dele, quase me curvando sobre suas costas. Ele suspirou fundo e empinou mais o rabão, encostando a bunda em meu pau, que estava quase duro. Não deu para evitar. Meu pau tocou sua bunda e ele suspirou baixinho. Nessa hora eu tive certeza de que ele gostou da aproximação.
— Eu vou corrigir! Pode deixar, é rapidinho. - Ele disse e continuou curvado, sentindo meu pau encostado em sua bunda. Eu dei uma forçada e uma roçada bem descarada, Ele deu um gemido bem gostoso e mexeu a bundinha provocantemente. Eu segurei em sua cintura e falei em seu ouvido:
— Você curte, moleque? Quer ficar até mais tarde pra gente brincar um pouquinho? – Eu perguntei, sem nem saber como tive coragem de ir tão longe. Mas estava com muito tesão e as palavras do Naldão não saíam de minha cabeça.
— Quero sim. – Ele respondeu baixinho, quase gemendo. Pôs a mão para trás e apertou meu pauzão, que estourava na calça.
— Então fica aí finalizando a tabela que eu vou ver se tá tudo limpeza. Acho que só tem a gente por aqui.
— O Arnaldo também está lá embaixo. – Ele falou.
— O Arnaldo é limpeza. Fica tranquilo. – Saí da sala, deixando-o finalizando a tabela.
Dei uma olhada nas salas, todo mundo já tinha saído. Só a expedição, que ficava no térreo, estava trabalhando. Eles trabalhavam até a madrugada.
Encontrei o Naldão imprimindo uns relatórios na outra sala e falei pra ele dar um tempo, e só depois entrar na minha sala. Eu iria deixar a porta entreaberta. Ele nem disfarçou a cara de tarado. Já dava pra ver um volume na calça dele.
— Tá pronta a tabela, dá uma olhada aqui. – O Téo falou, assim que entrei na sala. Eu cheguei por trás novamente e vi que estava tudo certinho. Dei uma roçada no rabão dele e ele gemeu gostoso, empinando a bundona durinha e carnuda.
— Bom garoto. Fez tudo direitinho. Hora de ganhar um prêmio pelo belo trabalho. – Eu falei em seu ouvido e passei minha barba em seu cangote, fazendo a pele dele de arrepiar.
— Que gostoso Joel. Faz assim não que eu fico molinho. – Ele gemeu, delicadamente.
— Muito bom, moleque. Fica molinho mesmo. Duro só meu pau pra te dar leitinho. – Eu falei isso e empurrei ele pra baixo. Botei o pauzão pra fora e o moleque começou a mamar gostoso. Boquinha pequena, quentinha. Boca de moleque putinho. Não tinha muito jeito, mas estava se esforçando para engolir o pauzão.
— Pauzão gostoso! Nunca mamei um desse tamanho. – Ele falou, tentando engolir tudo.
— Então aproveita e mama gostoso. E essa bundinha já levou caralho? – Eu perguntei, arrancando a camisa dele de dentro da calça e alisando o rabão.
— Poucas vezes, mas só de moleques. Nunca fui fodido por um homem de verdade. Minha mãe me controla muito. Eu só tenho liberdade aqui no trabalho ou no colégio. – Ele falou, mamou mais um pouco e eu puxei ele pra cima. Curvei ele na bancada e abaixei aquela calça e cueca que cobriam aquele monumento. Era uma bunda de dar inveja. Me abaixei e meti minha língua no cu dele. Fazendo círculos em volta do buraquinho, com a ponta da língua. O moleque se contorceu e gemeu muito.
— Pode gemer. Só está a gente aqui dentro. Geme gostoso, molecão!
Continuei melando o cuzinho dele com bastante saliva. A bunda era grande e macia, mas o cuzinho era muito fechadinho. Cu de moleque virgem. Fiquei imaginando o pauzão do Negão tentando abrir aquele buraquinho e isso me deixou louco de tesão.
Salivei muito no buraquinho dele, me levantei e pincelei meu pau na portinha, ouvindo os gemidos dele. Passei muita saliva na cabeça do meu pau e fui empurrando. Ele travou o cuzinho e mordeu o antebraço.
— Relaxa o cuzinho. Relaxa pra entrar gostoso. Deixa um macho de verdade te foder. – Ele relaxou a bunda, abriu mais as pernas e eu senti a cabeça do pau deslizar para dentro. Ele deu um gemido de dor, mas continuou empinado, enquanto meu pau sumia dentro de seu cuzinho apertado. Tava gostoso demais! Parecia que eu estava quebrando um cabacinho.
Senti meu pau entrar todo, esperei um pouco para ele respirar e se acostumar com o invasor. Segurei a cintura dele e comecei a bombar. Já estava entrando mais fácil, mas eu sentia meu pau apertado dentro daquele buraquinho quente.
— Tá gostoso! Tá doendo, mas tá gostoso. Mete em meu cu. – Ele gemeu e eu meti. Nessa hora a porta se abriu levemente e ele se assustou.
— Relaxa! É o Naldão! Ele é dos nossos. Vai brincar com a gente um pouquinho. Ele olhou para o Naldão, que já estava com o pauzão torto, duro como pedra, pra fora. Acho que o puto estava atrás da porta vendo tudo. O moleque viu que não tinha jeito e relaxou.
— Mete putão! Eu sei que você tá doido pra isso. Mata a tua fome. – Eu disse isso e passei a vez apara o Naldão que, antes de meter, arrancou a roupa do moleque e deixou ele peladinho. A porta estava trancada a chave e nós ficamos à vontade. O Naldão meteu com força no moleque, que gemeu e se contorceu de dor e prazer ao mesmo tempo. Ele sentia suas preguinhas indo embora.
— Ah meu cuzinho! Tá me arrombando. Tá me arrombando. – Ele gemia, todo abertinho, levando as nossas rolas dentro do buraquinho apertado.
— Caralho, que cuzinho gostoso! Eu te falei que esse moleque valia ouro. – O Naldão falava e socava o cuzinho do moleque, que já estava jogado em cima da mesa de frango assado, enquanto a gente se revezava na bundinha dele.
— Tô quase gozando, parceiro. Não estou segurando não. – Eu falei, sentindo meu pauzão pulsando dentro do cuzinho apertado.
— Goza! Goza dentro de mim! Eu quero sentir a porra de um macho no meu cuzinho. Goza logo que está doendo. – O moleque gemeu e eu não segurei. Esguichei muito leite no fundo do cuzinho dele.
O Naldão esculachou mais um pouco o cuzinho leitado, e gozou também. Dessa vez o moleque estava sendo punhetado por mim e gozou junto com o Naldão, enchendo minha mão com seu leitinho quente e farto, leite de moleque.
Os três satisfeitos e gozados. Descansamos e nos recompomos. Saímos juntos do escritório. Na portaria o negão nos cumprimentou e olhou com olhos gulosos para o moleque. Parecia que estava escrito na nossa cara que tínhamos feito algo de errado.

É o que eu sempre falo. Temos que fazer o melhor possível para que o ambiente de trabalho seja divertido.

*****

É isso galera! Uma historinha com uns putos pervertidos para animar a semana de vocês.

Votem e comentem. Gosto da participação dos leitores.

Abraços a todos!

Téo 1Téo 2Téo 2aTéo 3

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Comentários (1)

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  • Puta: Delicia demais 😋

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