Pela primeira vez fodi com 3 machos e meu corno filmou tudo.
Eu sou a Manu Recife, casada com o Manuel, aquele corno manso que adora ver a esposa dele virar uma vadia completa. Ontem à noite eu vivi a foda mais insana da minha vida inteira. Eu tava pelada, de quatro na cama do hotel aqui em Recife, bunda empinada bem alta, buceta já molhada e piscando de tesão quando os três machos chegaram.
Eles eram jovens, fortes, sarados pra caralho. Dois branquelos musculosos e um negão com um cacete preto que parecia uma rola de cavalo. Todos com paus duros, enormes, veiosos e muito grossos. O tatuado segurou minha cintura logo de cara e perguntou sorrindo:
— Então é essa a puta casada que quer levar três paus de uma vez?
Eu olhei direto pro Manuel, que tava sentado no canto da cama com o pauzinho murcho na mão, e respondi:
— Isso mesmo. Manuel, meu corno, hoje sua esposa vai ser comida por três machos de verdade. Prepara o coração.
O negão já tirou a roupa e mostrou aquele monstro preto brilhando. Ele riu e disse pro meu marido:
— Olha pro teu marido, Manu. Ele já tá com o pintinho duro só de ver a gente aqui.
Eu ri alto e completei olhando pro Manuel:
— Manuel, olha esses caralhos. São grossos pra caralho, veiosos, cheios de sangue. O teu nem chega no meio da cabeça de qualquer um deles.
O loiro veio por trás, enfiou dois dedos no meu cu e o negão me puxou pro colo dele. Eu desci devagar naquele pauzão preto, sentindo cada veia me abrindo. Ao mesmo tempo o loiro meteu no meu cu sem dó. Dupla penetração logo de cara. Eu gritei de prazer:
— Aaaahhh! Manuel, olha como eles me enchem! Teu pauzinho nunca fez isso na vida!
O tatuado enfiou o caralho na minha boca, tapando meus gemidos. Três buracos ocupados ao mesmo tempo. O negão metia forte por baixo e falou rindo:
— Corno, tua mulher tá virando um buraco de três paus. Olha como ela baba todo o meu pau.
Eles começaram a revezar os buracos sem parar: saíam da buceta, entravam no cu, depois na boca. Eu tava louca de tesão. Tirei o pau da boca e falei pro Manuel:
— Manuel, seu corno do caralho, esses machos tão me destruindo. Eu amo rola grossa, amo ser arrombada assim.
O negão deu um tapa forte na minha bunda que estalou no quarto inteiro:
— Fala pra ele o quanto tu gosta de rola preta, vadia.
Eu obedeci gemendo:
— Manuel, eu amo rola preta grossa! Esse negão tá me rasgando a buceta. Teu pau branco murcho nem cospe direito.
Eles viraram pra DP anal. Dois paus enormes entrando no meu cu ao mesmo tempo. Eu senti queimar, mas o tesão era maior. Soltei um peido alto bem no pau deles:
— Prrrrrrrrt!
O loiro caiu na gargalhada:
— Olha a puta peidando no caralho, corno! Tua mulher tá com vontade de cagar na nossa rola.
Eu respondi ofegante:
— Manuel, eu tô com vontade de cagar, mas é tesão. Esses paus tão me abrindo o intestino. Tu nunca me fez peidar assim.
O tatuado metia fundo no cu, batendo forte, enquanto o negão dava tapas na minha cara. Ele segurou meu cabelo e mandou:
— Engole meu pau sujo de cu, puta fedida.
Depois de chupar ele tirou e eu falei pro Manuel:
— Manuel, teu casamento virou putaria. Eu sou a puta de três machos agora.
Trocaram de novo. Dois paus na buceta ao mesmo tempo, esticando meus lábios até o limite. Eu tava gritando. O loiro mandou:
— Corno, filma isso direito. Olha tua mulher levando dois caralhos na buceta.
Eu berrei de prazer:
— Tá me partindo no meio! Manuel, olha como minha buceta tá aberta pra eles!
O cheiro de anal olorido tava forte no quarto. Eu soltei outro peido longo e o negão riu:
— Boa porca. Corno, tua mulher fede a sexo e cu.
Eu respondi gemendo:
— Sou porca sim, Manuel. Eu amo peidar no pau deles. Teu pintinho nunca me fez sentir isso.
Eles me viraram de quatro bem na frente do Manuel, minha bunda virada pra cara dele. O loiro meteu fundo no cu e disse:
— Cheira o cu da tua mulher, corno.
Eu virei o rosto suado e completei:
— Cheira, Manuel. Cheira o cu que tu nunca comeu direito. Agora tá cheio de rola jovem e grossa.
O negão deu mais um tapa na minha cara:
— Cala a boca e geme, vadia.
Eu gemi alto e falei:
— Manuel, esses machos tão me usando como uma boneca inflável. Tu paga o hotel pra eu ser destruída assim.
O tatuado enfiou o pau sujo de cu na minha boca e depois mandou:
— Diz pro corno o quanto tu é puta barata.
Eu obedeci com baba escorrendo:
— Manuel, eu sou puta barata pros machos de verdade. Teu dinheiro só serve pra isso.
A foda durou mais de duas horas. Eu gozei várias vezes, esguichando no colchão, gritando, peidando, levando tapa na cara e na bunda. Eles gozaram dentro de mim — buceta, cu e boca — e o último ainda pintou minha cara toda de porra quente. Eu tava destruída, suada, com porra escorrendo pelas coxas, cu e buceta latejando.
Agora, ainda pelada no hotel, com o corpo todo marcado e cheia de porra seca, eu tô aqui contando tudo pra vocês. Manuel continua meu marido corno, sentado quietinho no canto, aceitando o que eu sou.
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