#Grupal

colombiana jovem, no Brasil, em Sampa, só curte sexo selvagem.

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Eu sou Delânia, colombiana de 22 anos, solteira pra caralho e completamente viciada em ser destruída por machos que sabem como tratar uma puta como eu. Cheguei no Brasil faz um ano pra trabalhar em São Paulo, mas a verdade é que o que me trouxe pra cá foi o tesão de foder sem limite. Eu adoro tapa na cara, força bruta, ser cuspida, engasgada, humilhada até chorar e ainda pedir mais. Meu corpo é feito pra isso: peitinhos firmes com piercings, bundinha redonda que aguenta tudo, boca de garganta profunda e uma buceta e cu que nunca dizem não.

Tudo começou quando descobri o site www.selmaclub.com e o Telegram VIP www.bit.ly/telemanu. Lá eu postei fotos minhas de lingerie preta, com a legenda: “Colombiana 22 anos em SP, solteira, adoro ser usada com força, tapas, DP, garganta profunda, nojo e humilhação total. Quem topa me quebrar?” Em menos de 24 horas já tinha dezenas de mensagens. Dois caras de SP me chamaram pra um encontro no mesmo dia. Um se chamava Marcos, tatuado, pau grosso e veioso, com uma tatuagem enorme na coxa que dizia “A LO MEJOR NO TENGO LO QUE BUSCAS, PERO ES LO QUE TU TAMPOCO DARME LO QUE...”. O outro era o Lucas, musculoso, pau um pouco mais comprido, relógio no pulso e um olhar de quem gosta de ver mulher sofrer de prazer. Combinamos tudo pelo Telegram VIP: sem camisinha, sem limite, sem piedade. Eu já estava molhada só de ler as mensagens deles: “Vamos te tratar como a vadia colombiana que você é, vai engolir, vai levar no cu e na buceta ao mesmo tempo até implorar pra parar… mas não vai parar.”

Cheguei no motel da Zona Norte vestindo exatamente o que eles pediram: lingerie preta rendada com correntes douradas, sainha azul brilhante curtíssima e salto alto. Assim que entrei no quarto, com aquelas paredes vermelhas e pretas e o sofá preto de couro, os dois já estavam pelados, paus duros apontando pra mim. Marcos agarrou meu cabelo com força e me jogou de joelhos.

— Olha só essa puta colombiana barata — ele riu, batendo o pau melado na minha cara. — Abre essa boca de puta, Delânia. Hoje você não é gente, é só um buraco pra gente gozar.

Lucas deu o primeiro tapa forte na minha bochecha, doeu pra caralho, mas minha buceta latejou. — Isso aí, sua colombiana de merda. Engole até o fundo, vai vomitar pra gente ver como é obediente.

Eu abri a boca e Marcos enfiou tudo de uma vez. O pau dele era grosso, veioso, já melado de pré-gozo. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta como se fosse uma xoxota. Eu engasguei, baba escorrendo pelo queixo, lágrimas descendo, mas ele não parava. — Isso, engasga, vadia! Olha o nojo na cara dela, Lucas! Essa puta adora ser tratada como lixo!

De repente eu não aguentei. O vômito subiu quente, azedo, misturado com baba e pré-gozo. Ele tirou o pau só o suficiente pra eu vomitar no chão, mas logo enfiou de novo, agora melado de vômito. — Olha que nojenta! Pau cheio de vômito na boca e ainda chupa como cachorra! Isso, limpa tudo, sua porca colombiana!

Enquanto isso Lucas levantou minha sainha, puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos no meu cu seco. — Olha esse cu apertadinho… hoje ele vai abrir pra dois paus ao mesmo tempo. — Ele deu um tapa forte na minha bunda, depois outro, e outro, até ficar vermelha. Eu gemia com o pau do Marcos na garganta, baba e vômito escorrendo pelos meus peitos.

Eles me jogaram no sofá preto. Marcos deitou debaixo de mim e enfiou o pau na minha buceta de uma vez, sem aviso. Lucas veio por trás e forçou o dele no mesmo buraco. DP vaginal. Dois paus enormes esticando minha bucetinha ao limite. Eu gritei de dor e prazer. — Olha como essa puta aguenta dois paus na buceta! — Lucas ria, dando tapas fortes nos meus peitos. — Você é só um buraco, Delânia. Uma colombiana vadia feita pra ser arrombada.

Eles foderam assim por uns minutos, batendo, xingando. — Fala, sua puta! Fala que adora ser destruída! — Marcos ordenou, apertando meu pescoço.

— Eu adoro… sou a puta de vocês… me arrombem… — eu gemia, voz rouca de tanto engasgar.

Depois trocaram. Lucas deitou e eu sentei no pau dele na buceta. Marcos veio por trás e enfiou no cu. DP completo. Dois paus me rasgando ao mesmo tempo, um na buceta, um no cu. Eles batiam forte, tapas no rosto, nos peitos, na bunda. Eu chorava de tesão. Lucas segurava meu cabelo e cuspia na minha cara: — Isso, chora, colombiana de merda. Você não vale nada, só serve pra levar porra.

Depois quiseram DP anal. Os dois paus no meu cu. Eu nunca tinha sentido algo tão bruto. Eles forçaram, esticando meu cu até o limite. Eu gritava, mas pedia mais. — Mais forte! Me arrombem o cu! — Enquanto fodiam, eu soltei um peido alto, quente, fedido. Eles riram alto. — Olha essa puta peidando com dois paus no cu! Que nojo, Delânia! — Marcos deu um tapa forte na minha cara. — Agora vai cagar, vadia. Quero ver você cagar no pau da gente.

Eu não aguentei a pressão. Enquanto eles metiam no cu, eu caguei. Um pouco de merda escorreu pelo pau deles, melando tudo. O cheiro encheu o quarto. Eles não pararam. Pelo contrário, foderam mais forte. — Olha essa porca cagando no pau! Que delícia de nojo! — Lucas pegou o pau dele, agora todo melado de merda, e enfiou na minha boca. — Limpa, sua colombiana nojenta! Chupa o pau cagado!

Eu vomitei de novo, mas continuei chupando, nojo misturado com tesão. Eles me viraram de novo, agora eu de quatro no sofá, Marcos no cu, Lucas na buceta, os dois paus entrando e saindo melados de tudo: porra, baba, vômito, merda, suor. Tapas não paravam. Meu rosto estava vermelho, baba escorrendo, maquiagem borrada.

— Você é a puta mais nojenta que já comemos — Marcos rosnou, gozando primeiro no meu cu. Lucas veio logo depois, enchendo minha buceta. Eles tiraram os paus e mandaram eu abrir a boca. Dois paus melados de tudo foram enfiados na minha garganta ao mesmo tempo. Eu engasguei, vomitei de novo, mas engoli o que consegui.

— Isso, engole nossa porra misturada com sua merda, colombiana. Você nasceu pra isso.

No final, eu estava destruída no sofá, corpo todo marcado de tapas, cu e buceta arrombados, rosto sujo de vômito, baba, porra. Eles me filmaram pro Telegram VIP e mandaram: “Mais uma colombiana quebrada pro grupo. Quem quiser a Delânia, chama no www.selmaclub.com e no bit.ly/telemanu. Ela é solteira e nunca diz não.”

Eu sorri, lambendo os lábios melados, e respondi pra eles: — Quando quiserem de novo… eu tô pronta. Sou a puta de vocês.

Se você curte esse estilo pesado, me encontra lá nos sites. Eu tô sempre disponível pra ser usada exatamente assim. Quer ser o próximo a me humilhar? Manda mensagem. Eu espero. 🔥

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