#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 18

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Cativo

Já sabe não leia se for fraco ou se for pra me encher a paciência.

E assim eu fiz, sem pensar lambi o cocho até deixar limpinho sempre olhando pro meu dono que tinha o mais lindo sorriso pervertido no rosto e tudo o que eu mais desejava agora era isso; sua aprovação, saber que eu dei a ele o prazer que ele queria.
•••

Com a barriga cheia de seu leite me deitei em seu colo esfregando meu rosto em seu peito cabeludo sentindo seu cheiro forte de macho. Seus braços me envolveram fazendo com que eu me sentisse em meu lugar de verdade. Naquele momento eu não queria nada mais do que permanecer em seus braços.

- Minha cadelinha acordou manhosa hoje, sabe que vai apanhar desse jeito.

- Eu fiquei em pânico ontem, você sabe que eu tenho trauma de cachorro, mas vê você tão satisfeito hoje valeu a pena. E agora, mais do que nunca eu tenho a certeza de que eu pertenço a você e de que a minha vida só tem sentido se for pra te dar prazer.

Minha voz saia baixa, mas cheia de verdade, era isso que estava em meu coração. Ele segurou meu queixo sem força levantando meu rosto até nossos olhos se encontrarem e me beijou com tanta suavidade que eu chorei de emoção.

- Você me pertence e sempre vai me obedecer por bem ou por mal. E mesmo que seja obediente em tudo eu ainda vou castigar você só pro meu prazer, porque eu posso e quero assim. Eu fui criado pra ser macho, pra mandar e ser obedecido e é assim que vai ser.

- Eu sei, meu Preto, eu já entendi isso. E eu vou me esforçar muito pra ser obediente e te agradar sempre, mesmo quando você decidir me punir só pro seu prazer. Eu quero que seja eu e mais ninguém.

Ficamos um tempo abraçados e depois fomos tomar café, ele ia na obra e depois pra oficina e eu como sempre ficaria no quarto.

Depois do jantar ele me falou que a obra já estava bem adiantada e sobre alguns móveis que ele mesmo tava fazendo, pois queria algo específico para nós. Enquanto ele falava meu coração se contorcia com medo de falar com ele algo que há um tempão estava me incomodando, mas resolvi arriscar.

- Preto, posso te pedir uma coisa muito importante pra mim?

Nós estavamos deitados na cama, por isso minha voz saiu abafada pelo seu peito e pelo medo de ser castigado antes mesmo de poder falar o que eu queria.

- Tá se achando já é, putinha?

Fiquei calado com medo de aborrecer mais ele, apesar de que sua voz não demonstrava raiva.

- Diga logo o que você quer, a surra você já tem vá atrás da humilhação.

Eu me sentei e ele fez o mesmo ficando de frente para mim, meu coração batia tão forte que era capaz dele ouvir. Resolvi falar logo antes que ele desistisse de me ouvir.

- Eu queria que você ajudasse sua mãe a voltar pros seus irmãos. Seu pai já refez a vida dele, não é justo ela viver assim, Preto. Ela é sua mãe! E do jeito que seu pai marcou o corpo dela dificilmente ela vai refazer a vida dela, mas estar perto dos filhos é importante pra ela, ela sofre muito.

- Já disse que não vou me meter nisso, ela não é responsabilidade minha.

- Ela é sua mãe e seus irmãos precisam dela, principalmente o caçula que é doentinho coitado, imagine como ele deve estar longe dela.

Falei da forma mais manhosa possível pedindo aos céus para me ajudar a amolecer o coração dele, pois seu semblante estava impassível.

Ele não disse nada por um tempo, mas depois me segurou pelos cabelos e bateu tão forte em meu rosto que cheguei a ficar zonzo.

- Você está pensando em fugir de mim também, sua bichinha imunda? Está pensando que ela saindo daqui vai voltar pra te buscar?

Reuni minhas forças e mesmo com ele mantendo firme o aperto em meus cabelos subi em seu colo e segurei seu rosto com delicadeza olhando em seus olhos.

- Eu não penso em deixar você, Preto. Minha vida é aqui ao seu lado, eu já te falei, mas sua mãe tem os meninos para cuidar e eu só tenho você. Ajude ela por eles.

O aperto foi afrouxando e eu me agarrei ao seu corpo musculoso choramingando, mas continuei tentando convencê-lo.

- Converse com ela, Preto. Ela não aguenta mais e vai acabar fazendo alguma besteira e tudo vai ficar pior.

O silêncio era denso, ele não falou ou fez mais nada, mas dava pra ver que ele estava pensando em algo.

No outro dia quando descemos para o café da manhã só minha tia estava na cozinha preparando o almoço, meu tio e a menina tinham ido para a oficina já, e para minha surpresa ele falou com a mãe.

- Mãe, você tem como voltar para os meninos e ficar segura?

Depois do susto e da emoção que tomou minha tia ela respondeu baixinho.

- Tenho sim, filho. Eu só preciso chegar na cidade vizinha, dar um telefonema e logo eu e seus irmão estaremos bem longe daqui. Vocês também poderiam ir comigo e juntos nós iríamos refazer nossas vidas.

- Meu lugar é aqui e nem pense que pode levar minha fêmea junto.

- Filho, se vocês querem ficar juntos eu não me oponho desde que você cuide bem dele e não seja ignorante como seu pai.

- Nós vamos ficar juntos e a forma que eu trato ele é problema meu.

- Está tudo bem, tia. O Esdras vai te ajudar a reencontrar os meninos e nós vamos ficar bem aqui. Ele até está construindo nossa casa.

- Se pra você está tudo bem então eu aceito, mas eu preciso contar uma coisa para vocês. Quando seus pais morreram um advogado me procurou e me entregou uma documentação sobre sua herança que você só pode ter acesso aos 18 anos.

- E porque você escondeu isso esse tempo todo?

- No início foi só falta de conhecimento mesmo, mas depois que eu li os documentos e com o comportamento do seu pai mudando tanto eu achei melhor que ele não soubesse, filho.

Ela foi no seu antigo quarto de costura e trouxe uma pasta de couro preta e entregou ao Esdras. Ele leu cada página falando apenas o que ele achava relevante, e no final em 3 anos eu teria uma boa quantia como herança que me permitiria viver uma vida modesta sem preocupações.

- Quando você fizer 18 anos só precisa ir nesse endereço e procurar esse advogado amigo dos seus pais e ele irá te orientar como receber tudo que você tem direito.

- Obrigado, tia!

- Oh, meu querido eu só quero que vocês sejam felizes. Eu amo vocês.

Esdras pegou a pasta e voltou para o quarto me puxando escada acima. Chegando lá fui surpreendido por sua fúria. Fui prensado na parede com sua mão apertando meu pescoço enquanto ele falava baixo no meu ouvido, mas num tom mortal.

- Você acha que esse dinheiro vai mudar a sua vida, sua puta? Pensa que vai poder viver do jeito que quiser quando receber essa herança, sua bichinha inútil? Isso não muda nada, você continua sendo minha putinha, seu lugar vai continuar sendo debaixo de mim, seu macho!

Eu mal conseguia respirar, e o pavor tomou conta de mim, pois eu nunca vi ele com tanta raiva assim. E com meu último fôlego respondi.

- Eu não quero que mude!

Quando minhas vistas já estavam escurecendo ele me jogou no chão, em desespero eu buscava o ar tossindo enquanto ele me penetrava bruscamente. Eu era esmagado por seu corpo musculoso enquanto seu membro duro como rocha me rasgava por dentro.

No fim, de pé sobre meu corpo seu sêmem foi derramado sobre mim que sem forças permaneci largado no chão ainda tentando regular minha respiração.

- Esse é o seu lugar sua puta imunda, não importa quanto dinheiro você tenha eu sou o seu dono. Nunca esqueça isso!

Ele saiu me deixando no chão, depois de um tempo me arrastei até o banheiro onde tomei um banho demorado e chorei bastante, pois pensei que a gente estava se entendendo. Acho que meu problema todo é pensar mesmo como ele diz.

Não saí mais do quarto até ele chegar a noite. Seu semblante estava fechado, mas mesmo assim o recebi como sempre fazia. Beijei seus pés, tirei toda a sua roupa, beijei suas coxas, virilha e a cabeça de seu membro que estava flácido como nunca vi.

O olhar dele sobre mim era duro como se eu fosse o ser mais desprezível da face da terra e eu não aguentei, chorei agarrado as suas pernas.

- Preto, eu não quero nada que me afaste de você, eu aceito tudo pra não te perder. Eu posso doar tudo se você quiser...

Ele foi pro banheiro me deixando em prantos no meio do quarto só senti depois de um tempo a coleira sendo presa ao meu pescoço de forma bem justa, mas não reagi. Descemos para jantar e pro meu alívio ele não me impediu de sentar em seu colo.

A janta seguiu tranquila mesmo que eu estivesse choroso e a minha tia com a marca da palma daquele homem em seu rosto.

Na volta pro quarto fui puxado pela guia de forma grosseira que eu quase não conseguia acompanhar seu ritmo. Ele se deitou e eu permaneci de quatro ao lado da cama. Até que não aguentei mais aquele clima pesado e arrisquei segurar a sua mão que ele tentou puxar, mas não deixei.

- Você pode me castigar como quiser depois, Esdras, mas agora me escute.

Não sei de onde arranjei força e coragem para falar assim com ele, mas isso precisava ser resolvido. Eu não queria perder o pouco que já tinha conquistado.

- Eu não quero ir embora com a minha tia, eu não quero esse dinheiro que eu nunca precisei e sei que não vou precisar porque você prometeu cuidar de mim. Eu só quero viver a nossa vida como você disser que ela vai ser. Eu já entendi e aceitei que pertenço a você e não vai ser esse dinheiro e nem qualquer outra coisa que vai mudar isso.

Seus olhos não deixavam os meus que como sempre não seguravam as lágrimas, mas eu continuei, queria que ele entendesse de uma vez a nossa relação.

- Eu não te vejo mais como meu primo ou meu melhor amigo, hoje eu te vejo como o meu macho, o homem que domina sobre mim e sei que o meu dever é satisfazer suas vontades. Por isso eu te peço não deixe isso atrapalhar nossa vida, cuide de sua cadelinha como você prometeu.

Terminei minha fala esfregando meu rosto em sua mão áspera torcendo pra que ele entendesse tudo o que eu disse e mudasse de atitude. Ele me agarrou pelos cabelos e me puxou pra cima do seu corpo.

- Se algum dia você sonhar em crescer pra cima de mim por conta desse dinheiro você vai se arrepender, sua bichinha.

- Eu nunca faria isso, até porque quem vai cuidar de tudo é você. O meu dono e dono de tudo o que eu tenho e sou.

Sua feição suavizou um pouco, eu beijei seu rosto, seus lábios e desci beijando e lambendo seu corpo até suas bolas peludas. Ali demonstrei minha adoração ao seu corpo, cheirei, lambi e chupei até sentir seu corpo relaxar de prazer como ele gosta e parti para seu membro que babava seu abdômen definido, lambi tudo e depois o engoli por inteiro o alocando em minha garganta enquanto olhava nos seus olhos.

A partir daí ele tomou o controle e fodeu minha garganta como se fosse meu cuzinho, eu mal conseguia respirar, mas era o seu prazer que importava, ele gemia tão forte e gostoso até que se desfez em minha garganta e voltou a me puxar sobre seu corpo, dessa vez com mais cuidado.

- Eu vou cuidar da minha cadelinha burra e nada vai mudar. Eu sempre vou ser seu dono independente de qualquer coisa.

- Obrigado, meu Preto! Eu vou ser a cadelinha mais obediente do mundo pra você.

Meu coração batia forte em minhas costelas de tanta alegria. As vezes eu acho que sou louco por querer viver dessa forma com ele, mas depois eu penso como eu poderia viver num mundo sem ele.

Sei que é muito pesada a dominação dele sobre mim, as punições e principalmente o fato dele ter usado meu corpo como quis para obter prazer, mas eu já estou enfeitiçado por ele. E assim dormi tranquilo agarrado ao seu corpo.

As coisas voltaram ao normal novamente e dois dias depois ele chamou o pai para ir na cidade vizinha com a desculpa de trocar um material da nossa construção que veio errado, mas na verdade ele iria levar a mãe embora.

Ele ficou com a caminhonete do pai com a desculpa de colocar o material na carroceria aproveitando para esconder a mãe e depois foi buscá-lo na oficina depois do almoço.

Nossa despedida foi rápida para eles não perceberem o que estava acontecendo e logo o carro sumiu na poeira da estrada.

Esdras mandou eu fazer a janta com a desculpa de que achava que minha tia estava trancada no quarto com a menina para ele não desconfiar de nada e querer descontar em mim depois. Assim ele acharia que ela aproveitou que ele foi acompanhar o filho e fugiu de novo.

E assim aconteceu quando ele percebeu que ela não estava na cozinha já ficou bravo e saiu procurando pela casa já esbravejando. Coloquei a janta e nós comemos enquanto ele saia como um louco com a caminhonete sem imaginar que àquela altura ela já estaria longe com os filhos.

A pobre menina que sofreu durante aquela semana, mas aos poucos com seu jeitinho doce ela acabou dobrando ele e eu fiquei feliz por ela e principalmente por minha tia que se livrou do inferno que vivia longe dos filhos.

Para nós também as coisas estavam melhores, eu estava cada vez mais rendido e submisso e ele satisfeito apesar do seu jeito sádico. Nossa casa estava quase pronta, agora só faltava a parte do acabamento e nós poderíamos ir embora. O que eu não via a hora já que meu tio continuava me olhando de um jeito pervertido que me dava arrepios.

Numa noite, Preto resolveu tirar o guizo de meu pinto e foi um alívio, aquele barulho era chato e me acompanhava o dia inteiro.

- Assim parece até uma buceta, apesar de que já comi putas com o grelo maior do que esse seu, putinha.

Ele falou isso e chupou meu pintinho coisa que nunca tinha feito na vida e eu gemia agarrado aos seus ombros para não cair. Seus dedos lubrificados começaram a entrar em mim num vai e vem que me enlouquecia e cada vez ele acrescentava mais um usando as duas mãos como se fosse me abrir ao meio.

Estava gostoso sentir seus dedos até que uma pressão diferente me atingiu, suas chupadas ficaram mais fortes e agora seu punho forçava a passagem por meu cuzinho indefeso.

Tentei resistir, mas seus dentes logo me convenceram do contrário e como sua cadelinha obediente me rendi e relaxei, num movimento brusco seu punho entrou me rasgando e eu gritei cravando as unhas em seus ombros.

Senti sua mão abrir e pressionar meu ventre, depois ele pressionava o punho pra sair e num impulso socava mais entrando parte de seu antebraço então minhas pernas falharam, aquilo era demais pra mim.

Ele me sustentou em seu braço me erguendo em seu ombro sem parar de socar dentro de mim, parecia que meus órgãos estavam sendo embaralhados.

Fui colocado na cama com o bumbum bem empinado e o rosto no colchão e ele continuou forçando o antebraço até a metade como ele dizia.

- Caralho, putinha, você aguenta até metade! Agora eu arregacei esse cu mesmo.

Eu não tinha nem forças para responder, ele começou a tirar tudo e enfiar novamente, cada socada me fazia ver estrelas. Depois de um tempo ele deixou só a mão aberta e enfiou seu membro duro como rocha junto, meu corpo estremeceu.

- Agora vou bater uma punheta dentro do seu cu, bichinha! Aguente firme!

Eu gemia de dor e agonia e ele do mais puro prazer.

- A melhor punheta da minha vida, viadinho!

Depois que ele gozou ainda esfregou a mão dentro de mim e trouxe até meu rosto. Eu lambi e suguei seus dedos e sua palma até sorver a última gota de seu sêmem precioso.

A dor parecia insuportável, mas ver o prazer estampado em seu rosto quase me fez ter um orgasmo também. Definitivamente minha vida estava condicionada apenas ao prazer daquele que literalmente possuía a minha vida.

Enfim nossa casa estava pronta, hoje nós iríamos nos mudar, quer dizer não tinha nada pra levar a não ser uma mochila com roupas do Esdras, já que eu não tinha permissão pra usar as minhas só as camisas dele quando ele permitia.

Apesar de ter desenhado a casa tudo pra mim foi surpresa já que ele nunca me levou pra ver na fase de construção, nem onde seria a casa eu sabia.

De longe já dava pra ver o muro alto pintado de preto, mas quando o portão abriu a cena era linda, uma casa branca com portas e janelas de madeira com uma varanda rodeada de flores diferentes e coloridas.

Ele estacionou a caminhonete seminova que comprou a pouco tempo com o dinheiro dos vídeos dos cachorros e eu fiquei aguardando ele vir abrir a porta pra mim como tem que ser e caminhamos devagar até a porta da casa enquanto eu admirava tudo pelo caminho.

- Hoje você está entrando na sua gaiola e só vai sair quando e se eu achar necessário, você vai morrer pro mundo e viver só pra me satisfazer. Entendeu, viadinho?

Ele falou numa intensidade tão grande enquanto apertava meu pescoço que me deixou sem chão. Nunca mais eu veria outra pessoa além dele se assim ele decidisse, essa seria a minha vida de hoje em diante.

- Entendi, Preto!

A porta foi aberta e eu entrei a sala era linda as paredes brancas, um sofá enorme cinza, uma mesa de centro redonda em madeira escura assim como a estante enorme que cobria quase a parede inteira e a mesa com seis cadeiras que nunca seriam ocupadas.

A cozinha era linda tudo branco com aço polido, tinha tudo que na casa de meu tio não tinha porque ele achava desnecessário, a despensa já estava bem abastecida assim como a geladeira. A área de serviço também estava linda e equipada. O lavabo era perfeito com uma bancada em granito preto e um enorme espelho.

Nosso quarto era perfeito num tom de verde pastel bem claro, a cama enorme estava no meio do quarto, num canto um sofá em couro de dois lugares, no outro uma poltrona bem grande e aconchegante, uma TV enorme na parede e no teto um espelho do tamanho da cama que me fez corar.

Ao lado tinham duas portas uma era o closet grande até demais para as suas poucas roupas e a outra o banheiro. A bancada era em mármore branco lindo, um espelho grande, o box também era grande, mas a estrela era a banheira enorme, meu sonho.

Ele colocou a banheira pra encher e meu coração acelerou, colocou uns sais cheirosos e logo uma leve camada de espuma começou a se formar.

Esqueci que ainda faltava conhecer dois cômodos da casa e já comecei a tirar suas roupas, seu corpo era meu templo e eu o adorei até poder entrar nas águas mornas da banheira.

Ele entrou primeiro depois eu entrei e sentei em seu colo beijando seus lábios grossos e saborosos, sua língua me sufocava enquanto suas mãos renovaram as marcas em meu corpo e eu me contorcia de prazer.

Fui empalado sem demora enquanto ele sugava e belicava meus peitinhos sensíveis com uma força desmedida. Eu cavalgava com força fazendo escapar um pouco de água da banheira.

Eu já estava cansado quando ele segurou em meu pescoço e me empurrou pra debaixo d'água enquanto metia sem dó. O desespero me tomou e quanto mais eu me debatia mais forte ele me penetrava e gozou me trazendo à tona novamente.

- Você é meu, porra! Meu cativo, meu prisioneiro, meu escravo, eu tenho pleno domínio sobre sua vida.

Sua voz estava tomada por uma possessividade agressiva, meu corpo tremia enquanto seu membro ainda pulsava dentro de mim e eu me agarrava ao seu corpo a medida que suas palavras me atingiam como facas.

- Você tem que confiar plenamente em mim, pois sua vida está em minhas mãos, minha cadelinha.

- Eu confio, Preto! Eu só me assustei, me desculpe.

Sem falar nada ele nos ergueu e saiu da banheira, enxugou meu corpo e cabelos, depois se enxugou também e segurando na minha mão me levou ao quarto ao lado.

- Aquele ali é o seu quarto do castigo, quando você merecer vai entrar nele só pra desejar nunca ter entrado.

Meu peito se apertou a porta era igual o que mudava era que a fechadura era eletrônica e provavelmente só a digital dele abriria.

- Agora esse aqui é o meu parque de diversões. Quando eu mandar você vir para este quarto você deve me esperar de joelhos, com o nariz colado no chão e as mãos para trás. Mas nunca entre aqui sem eu mandar.

A porta foi aberta e eu entrei depois dele uma luz amarela e fraca se acendeu, as paredes eram vermelhas numa parede tinha uma estante preta com as prateleiras cheias de cordas de várias cores, algemas para punhos e tornozelos em aço e em couro, vendas, cintas de contenção, chicotes, coleiras, prendedores de mamilos, separador de pernas, luvas restritivas, mordaça em forma de plug e consolos de várias cores e tamanhos.

Ele me mostrava cada item como se fossem peças de decoração e meu coração martelada em minhas costelas. Havia uma cama com dossel em ferro no meio do quarto com várias argolas em todos os lados. Em um lado tinha uma madeira com três buracos que segundo ele o maior era para meu pescoço e os outros dois eram para minhas mãos.

- Aqui está a melhor parte, a cama da minha cadelinha.

Ele falava apontando para debaixo da cama que só agora percebi que é tipo uma jaula gradeada com cadeado e meus cochos já estavam lá dentro. Era muita informação, se aqui era assim como não seria o quarto do castigo, um arrepio correu por minha espinha.

- Agora fique na posição, cadela!

Sem pensar me pus de joelhos com o nariz no chão o que deixou meu bumbum empinado e as mãos para trás. Ouvi seus passos se afastando na direção da estante e depois se aproximando de mim, minhas carnes tremiam em antecipação.

Uma coleira vermelha com uma argola foi colocada apertada em meu pescoço, mas não dificultava a minha respiração, minhas pernas foram afastadas e presas numa barra de ferro por algemas de couro igual meus pulsos.

Como eu não conseguia andar devido o separador de pernas ele me jogou sobre seu ombro e me levou até a cama onde um gancho foi preso na barra de ferro presa aos meus braços e me suspendeu até meus pés não tocarem mais o chão, outro gancho foi preso no separador de minhas pernas e esticou bastante de forma que eu mal conseguia me mover.

Ficar imobilizado e exposto desse jeito estava me deixando em pânico, mas eu tinha que me controlar e ser obediente como prometi. Um gancho grande com uma bola na ponta foi colocado diante de mim e tive que chupá-lo enquanto um gel frio era introduzido em meu cuzinho e sem demora o gancho também.

Um formigamento estranho parecia me roer por dentro e eu não conseguia nem me mecher pra tentar aliviar o incômodo, uma corrente fina foi presa na argola da coleira em minha nuca e depois no gancho em meu bumbum fazendo meu pescoço inclinar muito para trás para não puxar o gancho e me machucar.

Ele estava atrás de mim arranhando meu bumbum com suas unhas curtas aumentando minha agonia sua boca estava na altura da minha orelha que ele fazia questão de morder o lóbulo. Até que sua voz ecoou grave no quarto.

- Hoje eu não quero te punir apesar de você merecer, mas vou te dar uma prévia do que será estar no quarto ao lado. Se prepare pra aprender a confiar cegamente em seu macho de uma vez por todas.

- Mas eu confio, Preto!

Senti o primeiro açoite em minhas costas e gritei me arqueando no ar fazendo a corrente puxar o gancho dentro de mim e apertar ainda mais a coleira em meu pescoço.

- Pessoas normais costumam ter uma palavra de segurança para quando chegam ao limite, mas com a minha putinha eu que determino o limite. Eu quero ouvir seus gritos, eu quero ouvir você implorar, mas eu só vou parar quando você tiver aprendido a sua lição.

Os açoites recomeçaram sem piedade, as tiras abraçavam meu corpo em todas as direções me atingindo em todos os lugares. Quanto mais a corrente repuxava o gancho mais meu interior queimava e eu não tinha como me esquivar.

Eu gritava, chorava, pedia perdão e ele seguia inabalável no seu desejo de me punir. Meu corpo convulcionava pendurado enquanto a urina escorria por minhas pernas.

- Por favor, Preto, me perdoa! Eu confio minha vida a você.

Vinha voz saia entrecortada pelo choro e falha pelos gritos que machucavam minha garganta, então ele parou, substituiu o gancho por seu membro e segurando em minha cintura me penetrou com violência, com o pescoço livre eu podia ver a elevação logo abaixo do meu umbigo cada vez que ele me penetrava.

Depois de um tempo ele gozou tirou a camisinha que pela primeira vez usou comigo e me fez beber seu sêmem. Eu estava exausto, meu corpo doía tanto que chegava a estar dormente.

- Pela primeira vez usei camisinha para me proteger do gel de gengibre que usei em você. E aí, acha que já aprendeu a lição?

- Aprendi, sim!

Fui tirado da imobilização e jogado na cama onde me contorcia pela ardência em meu interior que só piorou com a penetração, quando tentei passar a mão no bumbum com um tapa fui impedido.

Mais uma vez fui jogado em seu ombro e levado ao nosso banheiro onde a banheira permanecia cheia, mas agora a água já estava fria. Ele entrou e quando a água tocou minha pele sensível pelos açoites eu gemi.

Ele me ajeitou em seu colo e me beijou com uma calma que eu apreciaria em outro momento que meu bumbum não estivesse em chamas e ele sabia disso, suas mãos ásperas deslizavam por meu corpo sempre castigando os bicos dos meus peitinhos, mas eu apenas correspondia seu beijo.

Ele lambeu e chupou meus peitinhos olhando em meus olhos com um sorriso perverso nos lábios eu sabia que a hora da provação havia chegado.

- Me chupe, vadia!

A água estava acima da sua cintura e seu membro estava meio flácido entre nós o que me faria ficar submerso para obedecê-lo, eu não sabia o que mais ele seria capaz de fazer comigo caso eu desobedecesse sua ordem ou falhasse. Então respirei fundo e mergulhei implorando para que ele fosse piedoso dessa vez.

Engoli tudo de uma vez, sua carne aos poucos ia enrijecendo e o ar me faltando quando senti sua mão pousar em minha cabeça. Ele se movia lentamente como se saboreasse o momento e então ele me ergueu, busquei o ar em desespero, mas cruelmente sua língua invadiu minha boca dificultando minha respiração.

Sem me deixar regular a respiração fui submerso mais uma vez, mas agora seu ritmo era mais intenso, cadenciado. Eu lutava contra o desejo de empurrá-lo e emergir para respirar a medida que minha garganta contraia na expectativa de expulsá-lo.

Fui puxado pra cima com brutalidade e num só movimento ele trocou de lugar comigo me prensando na banheira, eu estava em pânico e ofegante.

- Você é uma bichinha burra, não aprendeu nada ainda.

- Me dê outra chance, Preto e eu aprendo, por favor. Me ensine e eu vou aprender.

Seus olhos brilharam em sadismo pelo poder que ele sabia que tinha sobre mim.

- Agradeça ao seu dono por ensinar uma bichinha tão burra como você a me dar prazer.

- Obrigado, por ensinar essa bichinha burra a te dar prazer, meu dono.

Assim que proferi a última palavra já estava debaixo d'água com seu membro se movendo freneticamente em minha garganta, seus dedos seguravam meus cabelos com uma força desproporcional já que ele estava sobre mim.

Meus pulmões ardiam pela falta de oxigênio, mas eu não iria decepcionar ele mais uma vez. Tirei as mãos de suas coxas e deixei meu pensamento voar para a época em que nós éramos crianças sentindo meu corpo ficar cada vez mais leve, já não tinha mais dor ou ardência.

No outro dia acordei vestido numa camisola branca curta, meu corpo cheirava ao óleo que ele costumava passar depois dos castigos. Com muita dificuldade fui ao banheiro e depois a cozinha de onde vinha um cheiro maravilhoso de café.

Com receio por não saber como acabou a noite passada me aproximei da mesa devagar, mas logo fui notado. Ele se aproximou de mim segurou minha nuca me fazendo encarar seus olhos escuros enquanto com os nós dos seus dedos alisava o bico do meu peitinho esquerdo.

- Pode demorar o tempo que for e não importa o quão burro você seja, mas eu vou te moldar direitinho. Você vai ser a puta dos meus sonhos.

Terminando de falar sua língua invadiu minha boca ferozmente e eu retribui com necessidade me agarrando ao seu corpo até que ele encerrou o beijo me encarando sério.

- Eu quero aprender, eu quero ser moldado até ficar perfeito para você, meu dono.

Eu falei firme sem quebrar o contato visual transmitindo todo meu desejo de agradá-lo.

Depois do café ele foi na oficina do pai e eu fui fazer o almoço. Tudo pronto fui conhecer melhor a casa, não entrei no quarto de diversão dele, pois sei que não posso a menos que ele mande.

Fui para o nosso closet e vi poucos vestidos alguns muito vulgares e outros o completo oposto, parecia até de senhoras da igreja, muitas camisolas e calcinhas indecentes, também tinha hidratantes e perfumes docinhos que eu gostei, batons uns rosa claro e outros vermelhos, esmaltes e produtos para cabelos. Não usei nada, pois ele não tinha autorizado. Arrumei o quarto e o banheiro e fiquei na sala esperando ele voltar.

Continua...

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