#Gay #Teen

O coroa que me ensinou as virtudes de ser gay

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Rapaz Sensivel

Aos 16 anos, eu tinha todas as incertezas do mundo e este conto, que é um relato verdadeiro de uma etapa da minha vida, mostra como superei.

Vou começar me descrevendo.
Eu era na época um rapaz de dezesseis aninhos, branco, magro, cabelos compridos até abaixo dos ombros, voz fina e gestos muito delicados pra um menino, muito tímido e dono de uma falta de confiança que me impediam de me aproximar de qualquer menina, haja visto que minha genitalha era minuscula comparada a de outros meninos da minha idade.
Não entendia porque não tinha pelos pelo meu corpo, completamente emberbe e mesmo muito magro, a única coisa que notava ser protuberante em mim, era minha bunda, completamente redonda e se destacava pela minha magresa.
Minha mãe era muito magra também mas tinha a mesma bunda empinada e arrendondada.
Acho que a genetica forte de sua família me pegou em cheio.
Na rua onde morávamos tinha um senhor já perto dos seus 60 anos.
Ele era negro e era muito brincalão. Todos gostavam muito dele.
Não se ouvia falar muito sobre seu estilo de vida solitário. Ninguem nunca viu ele receber visitas de familiares. Ele era quase o que chamamos de lobo solitário.
Seu jeito simpático permitia que ele chegasse fácil em conversas com todas as famílias da nosso rua e isso eliminava qualquer desconfiança sobre seu carater.
Um dia esse senhor puxou assunto comigo.
Ele começou com trivialidadesmas logo chegou no assunto que estava deixando ele curioso.
Ele então pediu desculas, mas mandou a seguinte pergunta.
Menino, você gosta de menina ou menino?
Eu incrédulo disse não ter entendido a pergunta dele.
Ele riu e disse, que isso menino. Não precisa ficar com vergonha, apenas seja sincera. Qual é a sua? Prefere menina ou menino?
Eu olhei pra ele e perguntei se ele estava achando que eu fosse gay?
Ele riu de novo e falou. Nossa, calma! Não stou ofendendo você não, só fiz uma pergunta simples por curiosidade.
Mas vamos dizar então que quero saber se vc é gay ou não?
Qual é a sua resposta?
Eu gaguejei mas disse que não era gay.
Ele falou, você já se interesssou por alguma menina da escola ou aqui da rua.
Eu respondi que não.
E já pensou em algum menino alguma vez.
Eu gaguejei mas disse que nunca.
Ele falou então. Mas na sua idade você já deveria ter esse tipo de desejo rapaz.
E vou lhe dizer uma coisa mas você não pode ficar com raiva, certo?
Concordei e ele me confidenciou que ficou curioso por que meus amigos não podiam ver minha mãe passar na rua usando vestido ou shortinho que ficavam todos comentando como a bunda dela era gostosa e completavam comparando com a minha bunda.
Eu nem sabia que eles achavam isso.
Ele disse que a comparação das bundas botou umapulga atrás da orelha dele.
E ele rsolveu saber se eu era gay.
Depois de explicar ele perguntou de novo se eu era gay e eu confirmei que não.
Mas sempre gaguejando e ficando vermelho feito camarão.
Ele então começou a falar que via muita dúvida em mim e que seria uma pena se eu não fosse, porque ele concordava muito com os meninos da rua e achava minha bunda uma coisa de louco.
Fiquei mais rubro ainda e não consegui nem olhar pra ele durante a conversa.
Ele então começou a falar do meu potencial e disse que minha bunda era mesmo mais gostosa que da maioria das meninas da nossa rua.
Aquilo da alguma forma me ofendia, mas dava um orgulho também. Poxa, uma parte do meu corpo chamando a atenção daquele homem maduro, de certa forma inflou meu ego.
Ele percebeu que meu rosto exibia um leve sorriso demostrando satisfação por saber que ele gostava da minha bunda.
Daí pra lá ele começou a disparar elogios e me falar dos benefícios que poderia ter se eu me deixasse experimentar minha sexualidade.
Aquilo foi aos poucos entrando na minha cabeça até que eu já absorvia suas falas como se fossem ensinamentos para a vida.
Sua voz grave já me causava arrepios e conforme ela avançava, novos termos eram introduzidos e já não podiam ser ditos em voz alta, fazendo com que ele chegasse perto do meu ouvido, quase susurrando.
A mascara de menino começou a se desfazer rapidamente e ele logo começou a me fazer propostas para que o acompanhasse aé sua casa.
Perguntei qual a sua intenção e ele disse para eu olhar para baixo. Quando olhei não acrediti que seu pau estava totalmente duro dentro da bernuda.
Eu fiquei impressionado com o volume embaixo da bernuda e senti um mal estar diferente ao ver aquil.
Ele pediu para eu passar a mão sobre a sua bernuda pra sentir um pouco como ele estava.
Eu disse que não, mas sem muito convicção e ele insistiu.
Calma rapaz, eu sei que você esta envergonhado e isso é normal, mas sei que você quer sentir ele na sua mão.
Então deixa eu te ajudar. Ele pegou minha mão e levou repousando ela sobre aquele volume. Nossa, foi estranho sentir aquele volume pulsando na minha mão.
Meu coração quase saiu pela boca.
Ele mandou que eu percorresse toda a extensão com minha mão. Eu exitei mas ele repetiu a ordem e eu me vi forçado a obedecer a ele e foi incrível sentir a extensão do seu pau e a grossura.
Não conseguia mas parar de alisar seu pau por cima da bernuda e ele repetiu o convite para ir para sua casa, com a promessa que lá eu poderia tocar nele sem a barreira da bermuda.
Balancei confesso, mas tentei resistir. Ele insistiu e eu acabei aceitando por curiosidade.
A caminhada foi estranha demais.
Esta seguindo aquele senhor negro, sabendo que estava sendo levado para sua casa onde ele me faria tocar sua intimidade.
Eu não consigo me lembrar mais de nada que conversamos no caminho, apenas de estar dentro da sua sala, ver ele sentar-se no sofa e já abrir sua braguilha e colocar pra fora o primeiro pau preto que eu estava vendo na vida.
Era uma coisa tão fora do comum. Era grande e principalmente muito grosso.
Meio torto para um lado e cheio de veio grossas.
A cabeça já estava pra fora e parecia um cogumelo rouxo.
Ele falou. Agora sim, vem cá para você poder brincar com ele ao vivo e cores. Vem cá se divertir meu rapazinho.
Eu não sei o que aconteceu comigo, mas eu parecia estar hipinotizado por aquele pau.
Eu fui pra ele e quando eu o toquei eu senti algo muito diferente.
Eu estava acostumado a seguriu meu pipi, é assim que eu passei a se referir ao meu pau por reconhecer que eram coisas tão diferente, meu pau e o dele, que eu não conseguia me referir ao meu como um pau.
Eu segurava o meu com dois dedinhos apenas, já o dele minha mão pequena não conseguia envolver toda a circunferência e depois eu viria a saber que minhas duas mãos não cobriam todo o comprimento do seu pau, sobrando um pouco do corpo e toda a cabeça.
Mas comecei tímido, apenas percorrendo de leve a extensão do seu pau.
Ele apenas permitia eu explorar e seu pau pulsava muito forte.
Ele vendo que minhas pernas tremiam, mandou que eu me ajoelhesse em frente a ele.
Já de joelhos, ele mandou que eu pegasse mesmo no seu pau e brincasse com ele.
Entendi que era uma punheta que ele queria que eu batesse pra ele.
Mas, nem precisava pedir, pois já era o que minha mente estava mandando eu fazermesmo.
Comecei a bater punheta no seu pau e ele recostou o corpo no sofa e ficou apenas curtindo.
Ele não interferiu mais e eu fiquei ali explorando aquele pau preto.
Vi extamente quando uma gota de liquido se formou na cabeça do pau dele e minha boca estava cheia d'água.
Eu estava tão envergonhado por estar com vontade de oferecer minha boca para chupar seu pau.
Mas ele era homem experiente e vendo como eu olhava pro seu pau com desejo, ele mandou eu começar a chupar.
Eu apenas comecei a lamber a estensão do seu pau antes de poder chegar a cabeça e abocanhar ela.
A cabeça estava bem encebada e deu um pouquinho de nojo na hora, mas logo depois o cebo já havia sido retirada e se misturado a saliva dentro da minha boca.
Depois que engoli forte umas três vezes, jã não estava mais enojado e a cabeça do pau dele estava limpinha.
Estão aproveitei e chupei com gosto, chegava a sugar os fluídos que saiam em gotas.
O corpo do pau era muito grosso e eu penas abordava lateralmente e deixava meus lábios deslizarem de forma suava e babava todo seu pau.
As bolas eram uma coisa a parte e ele apertava fazendo com que as bolas ficassem em evidência e mandava eu lambê-las.
Eu usava minha lingua com todas a força, até quase sentir caimbras.
Soltava muitos pelos na minha boca e era bastante desconfortável, me obrigando a toda hora retirar do céu da minha boca uma quantidade grande de pentelhos.
Mas tão logo me livrava, eu voltava para continuar chupando seu pau.
Ele sabia que provavelmente eu não daria o cú pra ele de cara e por isso ficamos mais de uma hora no sofa comigo pagando um boquete para ele.
Ele então, pediu pra eu levantar.
Assim que eu o fiz, ele me pegou e foi me posicionando a sua frente e começou a tirar minha roupa.
Ele me deixou completamente nú.
Asim que ele tirou a última peça de roupa, que foi miha cueca, ele me fez deitar de barriga pra baixo em seu colo.
Podia sentir seu pau cutucando meu umbigo.
Comecei a sentir sua mão alisando minha bunda.
Depois de algum tempo comecei a levar pequenos tapinhas em ambas as bandas da bunda.
Eu chegava a quicar por reflexo, por não saber quando o tapa viria.
Também um sonzinho saía pela minha boca, pela surpresa dos tapas.
Os tapas nunca ficaram fortes.
Não podia ver o que ele fazia, apenas sentir. Então senti ele usar as mãos para afastar as bandas da minha bunda.
Em seguida ele usou um dedo e começou a alisar meu cú bem na entradinha.
Nessa hora tentei me trancar mas já era tarde.
Soltei um som que revelou o prazer que o toque do seu dedo me provocou.
AI NÃO, NÃO, NÃO, POR FAVOR, NÃO!
Tarde demais. Seu dedo perdeu contato com meu cú e eu apenas ouvi o que seria uma cusparada.
O cuspe foi certeiro bem em cima do meu cú.
Em seguida outra cusparada, mas não senti nada, então imaginei que ele tinha cuspido na própria mão para lubrificar seu dedo, pois logo em seguida senti ele sobre meu cú novamente.
AI NÃO, NÃO, NÃO FAZ ISSO! TIRA.
Tentei trancar meu cú, apertando as bandas da minha bunda e prendendo seu dedo.
Mas ele ficou movimentando ele sobre meu esfincter e foi minando minhas forças.
Não sabia como era gostoso o toque de um dedo no cú e eu não aguentei por muito tempo.
Logo perdi as forças e relaxei a bunda.
Ele então continuou a deslizar a ponta do dedo sobre o meu cú e eu delirei. Comecei a gemer desesperado e remexer a bunda para fazer com que seu dedos perdesse contato com meu cú.
Mas rebolar não surtiu efeito algum e fez apenas com que ele aumentasse a pressão.
Foi quando eu senti meu cú batendo como um coração.
A pressão aumentou e eu fiz força pra impedir que ele conseguisse enfiar ele em mim.
Mas não dava pra fazer força pra sempre e quando expirei forte, meu esfincter relaxou e a pressão do dedo dele foi suficiente pra vencer meu esfincter.
Seu dedo deslizou parcialmente pra dentro de mim.
Apenas um AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! saiu de forma arrstada e natural da minha boa.
Ele parou com metade do seu dedo dentro do meu cú e senti uma ardência que fazia meu cú piscar para buscar alívio.
Então senti meu cú envolvendo e apertando e relaxando de forma ciclica o seu dedo.
Ficamso os dois tão imóveis por alguns instantes que era possível ouvir apenas minha respiração ofegante.
Podia perceber meu cú mordendo seu dedo, mas ambos estávamos imóveis.
Lógico que ele também estava percebendo a mesma coisa e o safado estava gostando.
Assim que a ardência tinha sido superada, eu por incrivel que pareça, saí da inércia antes dele.
Comecei a fazer pequenos movimentos com o quadril, meio que empinando e rebolando ao mesmo tempo.
Não sabia nem porque eu tive essa reação, mas foi o suficiente para passar o recado pra ele ir em frente.
Ele começou a forçar o dedo e logo seu dedo estava inteiro dentro.
Ele então começou a tirar e enfiar o dedo de forma ciclica.
Eu estava sendo dedado por ele e em resposta eu comecei a ficar todo arrepiado, respiração ofegante, gemendo cada vez mais alto e aos poucos eu comecei a empinar a bunda pra ele.
Eu empinei tão forte a bunda que senti fadiga na minha lombar.
Voltei a levar alguns tapas enquanto ele me dadeva e depois ele levou a mão livre até a minha boca e eu comecei a chupar seu dedo indicador como se chupasse um pau.
Os gemidos ficram abafados por ter seu dedo na boca e o gemido ficou assim: Hummm! Hummmm!, Hummmm!, Hummmmm!.
De repente ele tirou o dedo da minha boca e do meu cú.
Passou um dos braços por baixa da minha barriga e forçou pra cima.
Eu entendi e ajudei ficando em posição de quatro apoios, mas ele botou a mão na minha cabeça e me fez abocanhar seu pau de novo.
Voltou a chupar o pau dele e voltei a tomar dedadas no cú.
De quatro eu era dedado e rebolava a bunda pra ele.
Ele me pediu pra para de chupar seu pau enuma manobra arriscada ele me virou de cabeça pra baixo.
Tive que usar as mão apoiadas no chão para não bater de cabeça.
Minha bunda ficou em sei peito e ele afastou minhas pernas.
Em instantes ele me invadiu o cú com sua lingua.
A sensação foi desesperadoramente gostosa.
Tive que implorar pra ele para com aquela lingua.
Eu gemi de forma descontrolada até sucumbir aquela sensação e chorar feito criança.
Ele levantou comigo nessa posição e me conduziu ao quarto até me colocar sobre a cama.
Me virou de barriga pra cima e me puxou pela perna até que conseguisse encostar a cabeça do pau na entrada do meu cú.
Respirava de forma ofegante e ele forçava a cabeça contra meu cú.
Não entrava de jeito nenhum. A dor era muito grande quando a cabeça conseguia fazer o esfincter alargar, mas não conseguia receber seu pau dentro do cú.
Depois de um 15 minutos tentando e começou amasturbar seu pau com a cabeça encostada na entrada do meu cú.
Quando ele começou a urrar, ele forçou a cabeça e meu esfincter cedeu um pouco e deixou a cabeça se alojar dentro.
Então senti a sensação de receber um jato de porra de um homem dentro do cú.
A sensação de calor molhado dentro do cú foi muito gostosa pra mim.
Enquanto gozava dentro de mim, ele procurou meu pipi e usou a ponta dos dedos e bateu um punheta diferente.
Ele apertava e relaxava fazendo meu pau ir pra dentro da pele e voltar.
Estranhamente aquilo era gostoso e eu logo gozei sentindo ele despejar porra quente dentro do meu cú enquanto eu gozava com aquele punheta estranha.
Quando ele tirou o pau do meu cú, ele o levou diretamente a minha boca e me fez chuparpor um tempo.
Ainda senti o leite saindo do sau pau, mas não senti nojo também e engoli um pouquinho ainda.
Ao terminar ele me perguntou se eu tinha gostado.
Eu envergonhado demorei pra responder mas fiu sincero e disse que não tinha sido de todo ruim não.
Ele então me orientou que nós iriamos continuar a nos ver, mas ele iria me preparar para que eu conseguisse receber seu pau dentro do cú em breve.
Ele então falou que ia me presentear com um consolo de silicone.
Eu ia ter que me preparar para os nossos encontros dali pra frente, até que eu pudesse ter seu pau dentro de mim.
Assim aquele coroa começou a ser uma espécie de mentor que iria me ensinar a desenvolver o que ele chamou de potencial.
Vou contar cada lição que este homem maduro me ensinou e que me levou a me tornar um apreciador de paus pretos.

Comentários (1)

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  • Hjmsmekfjdj: Continua. A próxima vez menos apressada nos passos. Descrevendo fuder mais gostoso.

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