#Coroa #Gay #Teen #Virgem

Coloquei em prática e gostei

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cbrspgy

A manhã daquele Sábado foi tirada para arrumar as coisas. Limpando o quarto, pensava em coisas distantes. Tentei focar para não ficar pensando e a ideia insistia em ficar na mente. Peguei a pilha de livros e organizei na mesa. Dentro de um, encartado, uma revista. Abri e tirei. O silêncio do ambiente permitiu folhear. Eu sabia o conteúdo e só relembrei. Humm!

O jardineiro baixo e preto, quarenta e poucos anos, mostrou como se fazia. A curiosidade estava morta. Novinho, branco e magro, senti o poder do sexo feito por um pau preto tarado. Na ausência da minha mãe, o quartinho de casa foi a testemunha. Aos dezesseis, eu experimentei pela curiosidade e aprovei. Uma mamada rápida e sem muita técnica, partimos para o objetivo. Em pé, mãos na parede, o caralho atravessou minha bunda branca fácil após melar com saliva. Zonzo, ele aproveitou para botar sexo rápido enquanto eu soltava ais com caretas sentindo cabeçadas no fundo.

Meu cu empinado, bonito e bem feito ficou assanhado pela rola preta que trouxe uma sensação diferente. Bom naquilo que fez, ele não deu margem para que eu questionasse nada. Impondo sexo rápido e sem poder gemer alto, o nosso medo era tomar um flagra, acelerou e esquentou a entrada do meu cu, o vai e vem era determinante e fui acostumando, tirou a pica preta enquanto meus olhos fechados com caretas e gemidinhos estavam evidentes.

Senti um líquido na bunda passando a escorrer pelas pernas. Passei a mão. Esperma! Sorri de leve e ele foi pedindo sigilo. Sensação de dor no rabo quente, piscando, cheio de porra viscosa, saí dali ao banho antes que minha mãe voltasse. Ele se ajeitou voltando ao trabalho. A rapidinha feita foi o segredo dele para colocar vontade no meu rabo para mais sexo.

Os dias seguintes foram para decidir se continuaria ou não. Fiquei pensando, analisando, a dor ainda era sentida de leve cessando aos poucos. Sabendo onde ele morava, casa próxima a minha, permiti uma nova relação uma semana depois. Desta vez, o jardineiro teve mais tranquilidade e aprendi a mamar e dar sentando na rola preta no sofá: era a cavalgada. Senti melhor e até sorri. Bom, gostoso, meu corpo parecia necessitar de sexo. A chamada surra de pica foi real e gaguejei com caretas em alguns momentos. O suor, corpo grudando, aquilo tudo só botou mais tesão e senti dois jatos fortes dentro do cu. Ele conseguiu deixar meu corpo leve e solto colhendo os frutos. A tara do pau preto ficou explícita pela quantidade de esperma.

Nesta daí, peguei gosto pelo sexo. Aulas pontuais como ensinar a mamar e garganta profunda, o gosto salgado de esperma na língua e a vontade mais sexo foi surgindo. Segredinho nosso, adquiri muita habilidade rapidamente e estava certo que havia descoberto um jeito gostoso e quente para ser feliz. Uma prática que adorei foi a chupada no cu. Seja no 69 ou curvado, esta arte incorporada ao repertório colocou muita excitação! Sua língua áspera se apoderando do meu rabo,sentando dedadas, meladas com saliva e até a ponta trabalhando dentro botaram meu corpo em outro patamar. Ao levantar, ele fincava fácil dando início para um sexo para lá de quente. O rosto corado, o corpo esquentando, são delícias que deram amplitude para meus desejos carnais por pica.

Neste tempo, o assédio já chegou como uma forma para novidades. Se a coisa já estava quente, o tesão pedia para dar ao coroa de pau preto que dava bom dia pela manhã no caminho da escola. Um sorriso, um convite no Domingo e fui. Gordinho, baixo, ele soltou grana para garantir o silêncio. Paguei uma boquete melada, logo eu fiquei curvado na mesa da cozinha e descobri uma pegada forte com pausas! Diferente do jardineiro, este cinquentão botou meu cu numa situação excitante beirando a loucura! Os meus gemidos com caretas e gaguejadas indicavam a tensão. No fundo, ele sinalizava que sexo não tem moleza e meu cu teria que se adaptar ao seu estilo e não teve trabalho. Fiquei entregue. O meu pau babou e durante todas as relações que tive, o comum era descarregar tudo no vaso sanitário para aliviar aquele sexo após o gozo do macho na minha bunda. Meu rabo saiu quente e latejando bem, pouco importava, eu havia dado e isto era o mais importante.

A tara deste coroa nunca saiu da minha cabeça. Não usava camisinha e o prazer dele era encher meu rabo de porra de pau preto com aquela travada gostosa. Já acostumado, eu deixava e seu esperma era o nutriente que meu rabo precisava para novas fodas. Amo meu rabo melecado de esperma escorrendo pelas pernas e saco! Descobri que a gozada dentro estimulava mais o meu corpo ao sexo.

Eu tive sorte ao começar cedo e algumas coisas contribuíram muito como uma mãe quase ausente no cotidiano, gente que soube chegar e especialmente a minha jovem idade querendo descobertas. É a melhor fase e tendo possibilidades, descubra. Busque pessoas confiáveis e use camisinha, diferente da minha época que corri riscos. Fase bem gostosa, percebi que gente experiente colocou meu cu em direção da pica e não a turmada minha idade. É bom, gostoso, indico. Valeu.

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