#Gay #Sado

A primeira vez usando calcinha, reescrito

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Thiago puta

Usei calcinha e fui completamente arrombado, com um paube Um vibrador

Eu não sou santo. Longe disso. Frequento banheiros de pegação escuros e cheios de suor, cinemas pornô onde o ar fica pesado com o cheiro de sêmen e lubrificante, e saunas gays onde os corpos se esfregam sem pudor. Mas aquela tarde de meio de semana ficou marcada na minha memória de um jeito especial.
O cara me chamou pelo chat: 30 anos, ativo, 20 cm, corpo normal. Nada de foto do rosto, só a descrição. Eu, com meus vinte e poucos anos, curioso e com o cu já coçando de tesão, aceitei. Cheguei na casa dele no meio da tarde, o sol ainda forte lá fora, o apartamento simples e limpo, com um cheiro leve de incenso misturado ao suor masculino.
Ele abriu a porta só de short, o peito largo, pelos no torso, olhar direto. Mal trocamos duas palavras e ele já foi direto:
— Você curte usar calcinha?
Fiquei sem reação por um segundo. Nunca tinha usado. Nem era depilado, meu corpo era peludo do jeito natural. Mas quem está na chuva... respondi com a voz um pouco rouca:
— Se você tiver, eu coloco.
Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe que vai me foder bem, e foi até o guarda-roupa. Tirou uma calcinha fio dental rosa, bem pequena, delicada, quase indecente. Entregou pra mim.
— Coloca.
Entrei no banheiro, tirei a roupa toda e vesti aquilo. O tecido fino deslizou pela minha pele, o fio se enfiando entre minhas nádegas, apertando minhas bolas e roçando no meu pau que já começava a inchar. Me olhei no espelho: um cara comum, peludo, com uma calcinha rosa fio dental que mal cobria nada. Me senti ridículo... e absurdamente puta ao mesmo tempo. O tesão subiu rápido.
Voltei pro quarto. Quando ele me viu, os olhos dele mudaram. Ficou tarado de verdade. O volume no short dele cresceu visivelmente.
— Porra... que delícia — murmurou, se aproximando.
Ele me puxou pra cama, me beijou o pescoço, o peito, descendo a boca quente e molhada pelos meus mamilos, mordendo de leve. Me deitou de lado, com a bunda virada pra cara dele. Eu engoli o pau dele inteiro, sentindo o cheiro forte de macho, aquele aroma almiscarado de virilha suada que me deixa louco. Ele era grosso, pesado, latejando na minha língua. Enquanto eu chupava, babando tudo, ele afastou o fio da calcinha com dois dedos e mergulhou a língua no meu cu.
O primeiro contato da língua quente e molhada no meu anel me fez gemer alto, o som abafado pelo pau na boca. Ele lambia com fome, circulando, penetrando com a ponta da língua, sugando. Uma mão forte segurava minha nuca, forçando minha cabeça pra baixo até minhas narinas baterem nas bolas dele, o cheiro forte me invadindo. A outra mão abria minha bunda, os dedos grossos puxando as nádegas, expondo meu buraco pra ele devorar.
De vez em quando vinha um tapa forte — o som seco ecoando no quarto, a ardência queimando a pele. Cada tapa fazia meu cu piscar de tesão. Eu rebolava, empinando mais, sincronizando os movimentos: tapa — eu engolia o pau até o fundo, sufocando, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, garganta apertando ao redor da grossura dele. Tapa — outro engolir fundo, o ar sumindo, o pau pulsando na minha garganta.
— Isso, puta... rebola pra mim — ele rosnava entre as lambidas.
Ele perguntou se eu curtia brinquedinhos. Eu, já entregue, respondi que sim. Ele pegou um vibrador de borracha preto, monstruoso, bem maior que o pau dele. Uns 25 ou 26 cm de comprimento, bem grosso, com veias marcadas. Ele passou lubrificante generosamente e começou a introduzir devagar.
Senti minhas pregas se abrindo, cedendo, queimando de um jeito gostoso enquanto o monstro entrava centímetro por centímetro. Não conseguia nem gemer direito — a boca ainda cheia do pau dele. O vibrador foi fundo, abrindo espaço, esticando minhas paredes internas. Quando ele começou a foder meu cu com aquilo, devagar no começo, depois mais firme, eu tremia inteiro. Ele tirava quase tudo, admirava o buraco piscando e aberto, depois socava de uma vez, até o cabo. Minhas pernas ficaram bambas, o corpo suando.
— De quatro — ele mandou.
Empinei a bunda alta, a calcinha fio dental ainda no lugar, o fio todo molhado de saliva e lubrificante. Ele tirou o vibrador por um instante e meteu o pau dele no meu cu já arrombado. Entrou fácil, deslizando fundo. Ele começou a socar com força, as bolas batendo nas minhas, o som molhado de carne contra carne enchendo o quarto. Me chamava de puta, vadia, cadela, arrombado. Cada tapa na bunda fazia minha pele arder e meu pau vazar pré-gozo dentro da calcinha.
Então ele tirou o pau e, sem avisar, socou o vibrador de volta. Eu já estava acostumado com o tamanho... mas senti algo mais grosso tentando entrar junto. Ele estava forçando o pau dele ao lado do vibrador.
A dor veio forte, queimando, esticando. Meu cu nunca tinha sido aberto daquele jeito. Eu gemi baixo, quase um choramingo, mas empinei mais a bunda e relaxei o máximo que consegui. Senti minhas entranhas cedendo, quase rasgando... e ele entrou. Os dois monstros dentro de mim ao mesmo tempo. A sensação foi avassaladora: pressão insana, calor, o pau dele pulsando vivo contra o vibrador duro e frio. Ele começou a mover os dois, um entrando enquanto o outro saía um pouco, depois os dois socando fundo juntos.
Eu não conseguia mais ficar de quatro. Meu corpo amoleceu, caí de bruços na cama, gemendo baixo, entregue, enquanto ele me destruía. A calcinha fio dental ainda presa nas minhas coxas, o fio enfiado de lado. Ele aumentava a velocidade, metendo os dois com força, o quarto cheirando a suor, lubrificante e sexo cru.
Ele gozou primeiro, gemendo alto, o pau inchando ainda mais dentro de mim, jorrando quente fundo no meu cu já completamente arrombado.
Depois, ele quis que eu gozasse também. Tirou o vibrador só um pouco, deixou ele enfiado, e mandou eu bater punheta. Meu pau estava duro feito pedra, latejando dentro da calcinha rosa. Bastou ele mexer o vibrador devagar, pressionando minha próstata, e eu explodi. Gozei forte, jatos grossos molhando a calcinha e a cama, o corpo convulsionando de prazer.
Ele sorriu, ainda com o pau amolecendo dentro de mim, e disse baixinho:
— Da próxima vez não vai ser um de borracha. Vou chamar um amigo... dois paus de carne te arrombando. E se eu conseguir, trago um terceiro. Dois no cu e um na boca o tempo todo.
Eu saí dali com as pernas tremendo, o cu latejando, aberto, sensível. Voltei pra casa com a sensação de dever mais que cumprido.
Até hoje, quando bato punheta, lembro daquela tarde: o cheiro dele, o gosto do pau, a ardência dos tapas, a calcinha fio dental, os dois monstros me abrindo ao meio. A primeira vez usando calcinha. A primeira dupla penetração de verdade. Os tapas fortes que deixaram marca na pele por dias.
E toda vez que converso com um cara novo, eu digo: sou muito aberto a tentar coisas novas. É difícil eu recusar algo. Mas se eu recusar... nada como um tapa bem dado na minha cara pra me lembrar qual é o meu lugar na cama.

Comentários (1)

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  • Beto: Meu cuzinho também está muito aberto éu não aguento o penis dele e o de borracha é muito grosso

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