Quebrando os receios
O retorno das festas de fim de ano obrigou a correr atrás e coragem não faltava. Eu estava diferente e decidido ao voltar do litoral sabendo que não ficaria muito tempo sem. Adquiri coragem ao fazer duas rapidinhas e agora a minha obrigação era procurar.
Passei na casa do Mílton sem esperança de vê-lo e para minha sorte o cara estava lá. Entrei para tomarmos um café e conhecendo a figura, eu sabia que ele aliciaria. Negro, alto, rosto redondo, óculos, careca, quarenta e oito anos e divorciado, ele já estava de olho fazia tempo jogando sorrisos e olhares. Conhecido da família, eu segurei até onde deu evitando cometer loucuras e minha tara falou mais alto naquela cozinha. Quando o cara é tarado, ele não liga para idade e muito menos proximidade. Eu, dezoito anos, jovem branco, magro, era tudo aquilo que seu caralho preto precisava para matar o atraso sexual. Vestido de bermuda e regata com chinelo, ele foi direto e reto sabendo que a minha visita por lá era para outros fins pois nunca tinha ido sozinho como desta vez.
- Tá a fim?
- Tô.
A vantagem do tarado é esta. Ele chega junto, alicia, dá margem para acontecer e sua pica preta dura e pronta para foder caso ele desejasse estava diante do meu olhar. Olhei nele e sentado ao lado, segurei na maior cara de pau e alisei para elogiar:
- Pauzão, hein!
- Vem mamar.
Ajoelhei entre suas pernas segurando o pau e mamando sem pressa até meio pau! Seu caralho comprido e cabeçudo merece respeito e eu fiquei indo e vindo nas chupadas, ergui o pau na vertical chupando as bolas, passei a ponta da língua na cabeça, cuspi e deixei a saliva escorrer para bater uma punheta deixando engrossar mais na minha mão!
- Delícia. Adoro cacete.
- Chupa mais.
Engoli aquilo até onde deu recebendo carinho na cabeça. Ele deixou bem a vontade e sem forçar nada criando a confiança que eu precisava para dar. O rosto corado e o corpo quente indicavam bem o meu prazer em fazer aquilo. Segurando, mamei mais rápido, fiquei em pé e tirei a roupa na frente dele para virar e pedir:
- Chupa minha bunda.
A excitação ampliou mais ao sentir suas mãos na minha bunda e a língua áspera percorrer tudo, cuspir, bolinar e dedar meu rabo! Sua respiração veio com o rosto balançando e eu abrindo a boca com cara feia mas sentindo um tesão e gemendo baixo. Abri bem a bunda e deixei o Mílton gastar a língua, fazer pinça no meu cu para mandar língua lá dentro! Tarado é assim e eu sou safado, amo uma putaria, sabia que o cara estava no ponto!
- Vem meter.
Ele buscou um gel e fiquei de quatro no sofá da sala. Balancei a bunda enquanto o líquido geladinho era espalhado e arrepiei. O pau preto também ganhou gel e logo veio o encontro de pica preta e meu cu branco tarado! A rola praticamente sumiu! Sem pressa, pegou ritmo e senti em casa! Fiz caretas com boca aberta e gemendo bem baixo contribuindo completamente para a putaria. Novo, eu tenho bunda bem perfeita, lisinha, ele botou o pé no sofá dando enterradas e deixei acontecer. Meu cu não arrega e mesmo sofrendo um pouco com as cabeçadas no fundo, eu deixo para o tesão e a excitação subirem rápido e logo estava entregue!
- Isso, ai, come, humm!
Fechei os olhos e curti, abri a boca e sorri de leve. Safado, pau preto gostoso do caralho! O vai e vem do pau preto do Mílton leva para uma excitação rápida e sem precedentes. Eu apertava meu pau para não gozar enquanto ele impunha rapidez e velocidade. Tirou, abriu meu cu piscando e disse:
- Gosta de pau preto?
- Adoro.
Segurando, fez sumir a rola fodedora no meu cu. Quando o cara é tarado, ele se manifesta.
- Deu para muito pau preto?
- Ai, dei. Adoro pau preto, ai, ai!
Como se vê, a escolha do Mílton não foi por acaso! Enterrou e rebolei bastante, sorri e disse:
- Isso. Segura um pouco. É uma delícia. Ohhh!
Tirou e mandou mais gel no cu arrombado e piscando. Viramos na posição do sofá e levei um encaixe completo com seu braço na minha barriga. Ficou controlando a putaria a seu modo e meu cu batia em seu corpo causando um tesão extra em mim! Eram quase 20 cm de pau preto e eu estava dando conta do recado! Suando, nossos corpos estavam em sintonia, meu cu branco mostrava tara e rebolei mais um pouco para tirar.
- Vem beber leite. Mama.
Ajoelhei e mostrei a língua olhando para ele, joguei uma piscada e ele mirou bem na minha boca soltando um jato de esperma dentro e fechei a boca ganhando gozada forte na cara. Engoli o esperma dissolvendo na boca e coloquei mais na boca com o queixo já babando. Aproveitou e lambuzou a minha cara, ri e falei:
- Safado.
Segurei a pica e mamei gostoso para finalizar o ato. Eu sabia que o Mílton havia gostado e os carinhos indicavam isto.
- Tesudo do caralho.
Joguei uma piscada já em pé com sorriso na cara, cu doendo e quente, tomamos uma ducha.
Por garantia, pedi segredo. Ficava entre nós.
Esta foi a primeira foda com o Mílton. Saí dali feliz e em casa tomei novo banho para curtir na minha cama o rabo comido. Delícia.
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Comentários (1)
P Cunha: Também gosto de uma pica preta no meu cu branco, vem Milton.
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