Junior o menino trans
Descobri que júnior meu melhor amigo era um menino trans, não tive preconceito tirei a virgindade da sua bucetinha e do seu cuzinho
Tinha meus 17 anos quando conheci júnior, um garoto de uma 15 anos, cabelinho na régua, ruivo , tatuagem no pescoço, mas mãos e nos braços, mas a gente se deu bem e meus amigos acharem estranho nossa interação. Com o tempo e nossos laços de amizade se intetificou, quando tinha vontade de urina , mijava na frente dele, as vezes média nossas forças, para mim era só amizade, tinha vezes que de brincadeira metia mão na bunda dele, júnior ficava bravo mas sempre ele voltava às boas. Como era novo na cidade havia coisas que eu desconhecia até conhecer a mãe de júnior, dona Cristina e numa visita surpresa a casa de júnior, como ele não se encontrava fiquei de bate papo:
--- Você parece ser muito amigo do Júnior né. --- peguntou ela.
--- Sim a gente se dá muito bem, e meu primeiro amigo aqui na cidade, e gente tem muita coisa em comum.--- respondi eu.
Ela foi até a panela, abriu a tampa e mecheu a carne que preparava para o almoço, foi na garrafa de café, encheu um copo pela metade e me serviu.
O café tava do jeito que eu gosto, quentinho e doce, quando ela me olhando fixo falo:
--- Mas como e a relação de vocês, vocês tem relações sexuais, desculpe perguntar isso e que eu nunca vi o Júnior tão apegado a um garoto.
Na hora me engasguei com o café:
---- Que isso dona Cristina eu e seu filho a gente e macho a gente não é gay não, de onde a senhora tirou isso. --- respondi eu assustado com aquele questionamento.
Ela me olhando sério, vendo que eu estava sendo sincero:
---- Sério mesmo, você não sabe o Júnior e um menino trans, ele é menina, ele não nasceu homem.
Fiquei sem palavras, não sabia o que dizer e ela me contou toda história de júnior, minha mente bugou, lembrei das vezes que de brincadeira passava a mão na bunda dele, as vezes que mijei na frente dele, por isso que ele não tirava os olhos da minha rola, me senti um lerdo, meu melhor amigo era uma mulher.
Na hora ele chegou, já não sabia o que falar, nem comentei a conversa com sua mãe dei uma desculpa e fui embora.
Quando foi a noite Júnior chegou em casa, dava para ver seu nervosismo queria conversar comigo. Fomos para o quarto e ele desabafou:
---- Cara você realmente achou que eu era um garoto, fala sério.
Me sentindo um tonto, dei um sorriso amarelo:
--- Você acredita que sim, foi mal, mas você também é um mané, cara eu mijava na sua frente, você viu o meu pinto, passei a mão na sua bunda e você não falou nada .
Ele riu da minha cara:
---- Você é um pateta mesmo.--- disse ele zombando de mim.
Mas mesmo assim meu incociente não se conformou:
---- Ta bom me prova que você tá falando eu acho que você é gay mesmo e não quer assumir.---- confrontei ele.
---- Tá bom, que ver meus peitos? --- perguntou ele.
--- Sim.--- respondi eu.
Ele tirou a camiseta e pude ver uma faixa enrolada em seu tórax, então eu compreendi porque nunca notei seus seios, desenrolou a faixas eu pude ver seu seios achatadinhos debaixo daquela faixa. Mas mesmo assim não me conformei, queria mais provas:
--- O que você quer mais Fernando.
--- Deixa eu ver a parte de baixo, vai que você tá escondendo o pingulinho, preciso ter certeza.
--- Sério mesmo fernando.--- respondeu ele
--- Claro, a pensar morreu um burro.
Meio sem jeito, e desconfiado:
--- Beleza se isso vai aquietar suas dúvidas, vou mostrar.
Desabotoei sua bermuda, pude ver sua cueca preta, abaixou, meu coração disparou, fazia uns três meses que via uma xereca depois que terminei com Ivone, peludinha, pelos pubianos ruivos , que raxinha linda.
Ele se repos rapidamente:
---- Satisfeito, acabou a dúvida e agora como vai ser, vai mudar alguma coisa.
Minhas dúvidas tava desfeita, me aproximei dele e dei um abraço de amigo, mas foi pela vez que percebi minha rola levantar e ficar ereta, as coisas mudaram sim.
Depois daquele dia nossa intimidade mudou, já não era mais a mesma, minha rola ficava ereta com simples contatos com ele, uma vez ele ficou bravo quando eu puxei ele e ele sentou no meu colo e percebeu minha rola dura.
Mas coisas começaram a tomar rumos diferente e tudo mudou quando certo dia fui jogar videogame na casa dele, sua mãe saiu para visitar sua irmã e nos deixou sozinho, fui para o quarto dele e começamos a jogar, lembro que eu estava perdendo, então para atrapalhar ele nas jogadas agarrava ele, era uma lutinha inocente mas quando percebi minha rola tava em pé e acho que por instinto quando percebi minha boca já tava colada na dele.
Ele tentou se afastar usando um argumento:
--- Fernando nois e macho esqueceu, homem com homem não dá certo.
---- Eu sei junior, eu seu junior,eu sei junior mas vem para o papai.
Naquela hora meu instinto de macho falou mais alto, peguei ele de jeito, mesmo ele lutando tirei sua camiseta, desenrolei a faixa que cobria os seios e cai de boca naqueles bicos, mamei gostoso , já não me controlando mais tirei sua bermuda e sua cueca e sua xoxota ficou resposta, entrei no meio de suas pernas e ele ainda tentando me afastar, claro tudo em vão pois eu tinha força que ele:
--- Por favor Fernando para .
Mas eu fora de mim, esfreguei a cabeça da rola rola naquela raxadinha e fui enterrando, nesse momento descobri que júnior ainda era virgem, enterrei tudo , passei os braços por baixo dele e comecei um leve vai e vem na sua raxinha, sentia os mãos dele tentando me afastar e sua boca tentando morder minha orelha, sua respiração era alta, seu alito quente na minha orelha então percebi que ele não tava tentando mordendo minha orelha era um afago o muleque tava gostando.
Meti gostoso na buceta de júnior, sua raxinha quentinha massageava minha rola e eu socava com gosto, suas mãos já tentava me afastar, passou os braços braços pelo meu pescoço, as mordidas se tornaram longos beijos, meu corpo tremia, meu quadril subiu e descia e sua xoxota engolia minha vara, foi a primeira vez que júnior sentiu uma rola de verdade , aquela xota, nem a Ivone tinha uma buceta tão gostosa, mas júnior a superou, meti minha rola com gosto e quando gozei, foi intenso,meu pau não para de jorrar esperma só sei que o lençol ficou marcado de sangue da bucetinha virgem dele e porra minha e eu sei que júnior também chegou ao ápice. Depois daquele dia mudou tudo, eu já não vivia sem o Júnior, cada encontro era uma transa boa até a virgindade do cuzinho dele eu tirei. Até certo dia eu ver ele muito estranho, me aproximei dele e o abracei, senti o alito quente de sua boca no meu pescoço e na minha orelha:
---- Tô grávido.
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